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Foram encontradas 50 questões.

3116938 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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TEXTO 3

Enunciado 3465423-1

Dik Browne

No trecho “não seja influenciado por ninguém”, a regência nominal está correta, pois o nome influenciado requer o uso da preposição por.

Com relação ao nome acostumado, marque a opção correta quanto à regência nominal, de acordo com a norma culta.

 

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3116937 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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TEXTO 3

Enunciado 3465422-1

Dik Browne

Observe a frase: “(…) descubra como realmente se sente a respeito de um assunto antes de antes de se pronunciar...”.

Considerando a regência verbal, a expressão sublinhada pode ser substituída pela seguinte preposição:

 

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3116936 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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O zelador do labirinto

Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrer todo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta, etc.

Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem.

– Como, sair?

– A saída! Onde fica a saída?

– É por ali – apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo.

Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída.

Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil.

– Saiam por ali e virem à esquerda.

Depois à direita, depois à esquerda outra vez, direita, direita, esquerda...

– Espere! – gritou alguém. – Ponha isso num papel.

Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e toco de lápis e começou a escrever.

– Deixa eu ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda...

Hesitou.

O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivesse pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? A saída! Onde fica a saída?

A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podia adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos.

Luis Fernando Veríssimo

TEXTO 2

Creio

Creio que irei morrer.

Mas o sentido de morrer não me move, Lembro-me que morrer não deve ter sentido.

Isto de viver e morrer são classificações como as das plantas.

Que folhas ou que flores têm uma classificação?

Que vida tem a vida ou que morte tem a morte?

Tudo são termos onde se define.

A única diferença é um contorno, uma paragem, uma cor que destinge[…]

Fernando Pessoa

Os textos 1 e 2 não correspondem ao mesmo gênero textual. Como podemos classificá-los, respectivamente?

 

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3116935 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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TEXTO 2

Creio

Creio que irei morrer.

Mas o sentido de morrer não me move, Lembro-me que morrer não deve ter sentido.

Isto de viver e morrer são classificações como as das plantas.

Que folhas ou que flores têm uma classificação?

Que vida tem a vida ou que morte tem a morte?

Tudo são termos onde se define.

A única diferença é um contorno, uma paragem, uma cor que destinge[…]

Fernando Pessoa

Em: “A única diferença é um contorno, uma paragem, uma cor que destinge[...]”, como se deu a formação da palavra em destaque?

 

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3116934 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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TEXTO 2

Creio

Creio que irei morrer.

Mas o sentido de morrer não me move, Lembro-me que morrer não deve ter sentido.

Isto de viver e morrer são classificações como as das plantas.

Que folhas ou que flores têm uma classificação?

Que vida tem a vida ou que morte tem a morte?

Tudo são termos onde se define.

A única diferença é um contorno, uma paragem, uma cor que destinge[…]

Fernando Pessoa

Qual é a classe das palavras destacadas, respectivamente, na frase: “Isto de viver e morrer são classificações como as das plantas.”?

 

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3116933 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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TEXTO 2

Creio

Creio que irei morrer.

Mas o sentido de morrer não me move, Lembro-me que morrer não deve ter sentido.

Isto de viver e morrer são classificações como as das plantas.

Que folhas ou que flores têm uma classificação?

Que vida tem a vida ou que morte tem a morte?

Tudo são termos onde se define.

A única diferença é um contorno, uma paragem, uma cor que destinge[…]

Fernando Pessoa

O texto 2 apresenta elementos de sentido conotativo, figurado. Com base nisso, assinale a alternativa em que as palavras NÃO foram utilizadas no sentido figurado:

 

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3116932 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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TEXTO 2

Creio

Creio que irei morrer.

Mas o sentido de morrer não me move, Lembro-me que morrer não deve ter sentido.

Isto de viver e morrer são classificações como as das plantas.

Que folhas ou que flores têm uma classificação?

Que vida tem a vida ou que morte tem a morte?

Tudo são termos onde se define.

A única diferença é um contorno, uma paragem, uma cor que destinge[…]

Fernando Pessoa

Em relação à colocação do pronome antes do verbo mover em “Mas o sentido de morrer não me move,” , qual é a alternativa correta?

 

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3116931 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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TEXTO 2

Creio

Creio que irei morrer.
Mas o sentido de morrer não me move,
Lembro-me que morrer não deve ter sentido.

Isto de viver e morrer são classificações como as das plantas.
Que folhas ou que flores têm uma classificação?
Que vida tem a vida ou que morte tem a morte?
Tudo são termos onde se define.
A única diferença é um contorno, uma paragem, uma cor que destinge[…]

Fernando Pessoa

No trecho “Que folhas ou que flores têm uma classificação?”, por que o ponto de interrogação foi utilizado?

 

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3116930 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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TEXTO 2

Creio

Creio que irei morrer.
Mas o sentido de morrer não me move,
Lembro-me que morrer não deve ter sentido.

Isto de viver e morrer são classificações como as das plantas.
Que folhas ou que flores têm uma classificação?
Que vida tem a vida ou que morte tem a morte?
Tudo são termos onde se define.
A única diferença é um contorno, uma paragem, uma cor que destinge[…]

Fernando Pessoa

No trecho retirado do texto 2: “A única diferença é um contorno, uma paragem, uma cor que destinge[...]”, a palavra em destaque é classificada como proparoxítona. Considerando a acentuação tônica, assinale a alternativa em que todas as palavras são proparoxítonas:

 

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3116929 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Marinha
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O zelador do labirinto

Tem também a história do zelador do labirinto. Todos os dias ele saía de casa cedo, com sua marmita, e entrava no labirinto. Seu trabalho era percorrer todo o labirinto, inspecionando as paredes e o chão, vendo onde precisava um retoque, talvez uma mão de tinta, etc.

Era um homem metódico. Pela manhã, fazia a ronda do labirinto, anotando tudo que havia para ser consertado, depois saía do labirinto, almoçava, descansava um pouquinho, e entrava de novo no labirinto, agora com o material que necessitaria para seu trabalho. Quando não havia nada para ser consertado, ele apenas varria todo o labirinto e, ao anoitecer, ia para casa. Um dia, enquanto fazia a sua ronda, o zelador encontrou um grupo de pessoas apavoradas. Queriam saber como sair dali. O zelador não entendeu bem.

– Como, sair?

– A saída! Onde fica a saída?

– É por ali – apontou o zelador, achando estranha a agitação do grupo.

Mais tarde, no mesmo dia, enquanto varria um dos corredores, o zelador encontrou o mesmo grupo. Não tinham encontrado a saída.

Estavam ainda mais apavorados. Alguns choravam. Alguém precisava lhes mostrar a saída! Com uma certa impaciência, o zelador começou a dar a direção. Era fácil.

– Saiam por ali e virem à esquerda.

Depois à direita, depois à esquerda outra vez, direita, direita, esquerda...

– Espere! – gritou alguém. – Ponha isso num papel.

Sacudindo a cabeça com divertida resignação, o zelador pegou seu caderno de notas e toco de lápis e começou a escrever.

– Deixa eu ver. Esquerda, direita, esquerda, esquerda...

Hesitou.

O zelador atirou o papel e o lápis no chão como se estivesse pegando fogo. Saiu correndo, com todo o grupo atrás. Também estava apavorado. Aquilo era terrível. Ele nunca tinha se dado conta de como aquilo era terrível. Corredores davam para corredores que davam para corredores que davam numa parede. Era preciso voltar pelos mesmos corredores, mas como saber se eram os mesmos corredores? A saída! Onde fica a saída?

A administração do labirinto teve que procurar um novo zelador, depois que o desaparecimento do outro completou um mês. Podia adivinhar o que tinha acontecido. O novo zelador não devia ter muita imaginação. Era preferível que nem soubesse ler e escrever. E em hipótese alguma devia falar com estranhos.

Luis Fernando Veríssimo

Convertendo-se a frase “(…) o zelador encontrou o mesmo grupo” para a voz passiva, como será a forma verbal obtida?

 

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