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O internetês na escola
O internetês - expressão grafolingulstica criada na internet pelos adolescentes na última década - foi, durante algum tempo, um bicho de sete cabeças para gramáticos e estudiosos da língua. Eles temiam que as abreviações fonéticas (onde "casa" vira ksa; e "aqui" vira aki) comprometessem o uso da norma culta do português para além das fronteiras cibernéticas. Mas, ao que tudo indica, o temido internetês não passa de um simpático bichinho de uma cabecinha só. Ainda que a maioria dos professores e educadores' se preocupe com ele, a ocorrência do internetês nas provas escolares, vestibulares e em concursos públicos é insignificante, Essa forma de expressão parece ainda estar restrita a seu habitat natural. Aliás, ai está a questão: saber separar bem a hora em que podemos escrever de qq jto, da hora em que não podemos escrever de "qualquer jeito", Mas, e para um adolescente que fica várias horas "teclando" que nem louco nos instant messengers e chats da vida, é fácil virar a "chavinha" no cérebro do internetês para o português culto? "Essa dificuldade será proporcional ao contato que o adolescente tenha com textos na forma culta, como jornais ou obras literárias, Dependendo deste contato, ele terá mais facilidade para abrir mão do internetês" - explica Eduardo de Almeida Navarro, professor livre-docente de língua tupi e literatura colonial da USP.
RAMPAZZO, F, Disponível em: www.revistalingua.com.br (adaptado). Acesso em 19 jan 2021.
No trecho "[ ... ] adolescente que fica várias horas "teclando" que nem louco [ ... ], as aspas no termo destacado foram usadas para:
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O internetês na escola
O internetês - expressão grafolingulstica criada na internet pelos adolescentes na última década - foi, durante algum tempo, um bicho de sete cabeças para gramáticos e estudiosos da língua. Eles temiam que as abreviações fonéticas (onde "casa" vira ksa; e "aqui" vira aki) comprometessem o uso da norma culta do português para além das fronteiras cibernéticas. Mas, ao que tudo indica, o temido internetês não passa de um simpático bichinho de uma cabecinha só. Ainda que a maioria dos professores e educadores' se preocupe com ele, a ocorrência do internetês nas provas escolares, vestibulares e em concursos públicos é insignificante, Essa forma de expressão parece ainda estar restrita a seu habitat natural. Aliás, ai está a questão: saber separar bem a hora em que podemos escrever de qq jto, da hora em que não podemos escrever de "qualquer jeito", Mas, e para um adolescente que fica várias horas "teclando" que nem louco nos instant messengers e chats da vida, é fácil virar a "chavinha" no cérebro do internetês para o português culto? "Essa dificuldade será proporcional ao contato que o adolescente tenha com textos na forma culta, como jornais ou obras literárias, Dependendo deste contato, ele terá mais facilidade para abrir mão do internetês" - explica Eduardo de Almeida Navarro, professor livre-docente de língua tupi e literatura colonial da USP.
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De acordo com o texto, podemos compreender que:
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O internetês - expressão grafolingulstica criada na internet pelos adolescentes na última década - foi, durante algum tempo, um bicho de sete cabeças para gramáticos e estudiosos da língua. Eles temiam que as abreviações fonéticas (onde "casa" vira ksa; e "aqui" vira aki) comprometessem o uso da norma culta do português para além das fronteiras cibernéticas. Mas, ao que tudo indica, o temido internetês não passa de um simpático bichinho de uma cabecinha só. Ainda que a maioria dos professores e educadores' se preocupe com ele, a ocorrência do internetês nas provas escolares, vestibulares e em concursos públicos é insignificante, Essa forma de expressão parece ainda estar restrita a seu habitat natural. Aliás, ai está a questão: saber separar bem a hora em que podemos escrever de qq jto, da hora em que não podemos escrever de "qualquer jeito", Mas, e para um adolescente que fica várias horas "teclando" que nem louco nos instant messengers e chats da vida, é fácil virar a "chavinha" no cérebro do internetês para o português culto? "Essa dificuldade será proporcional ao contato que o adolescente tenha com textos na forma culta, como jornais ou obras literárias, Dependendo deste contato, ele terá mais facilidade para abrir mão do internetês" - explica Eduardo de Almeida Navarro, professor livre-docente de língua tupi e literatura colonial da USP.
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Em relação ao internetês, de acordo com o Texto 1, pode-se afirmar que:
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O internetês - expressão grafolingulstica criada na internet pelos adolescentes na última década - foi, durante algum tempo, um bicho de sete cabeças para gramáticos e estudiosos da língua. Eles temiam que as abreviações fonéticas (onde "casa" vira ksa; e "aqui" vira aki) comprometessem o uso da norma culta do português para além das fronteiras cibernéticas. Mas, ao que tudo indica, o temido internetês não passa de um simpático bichinho de uma cabecinha só. Ainda que a maioria dos professores e educadores' se preocupe com ele, a ocorrência do internetês nas provas escolares, vestibulares e em concursos públicos é insignificante, Essa forma de expressão parece ainda estar restrita a seu habitat natural. Aliás, ai está a questão: saber separar bem a hora em que podemos escrever de qq jto, da hora em que não podemos escrever de "qualquer jeito", Mas, e para um adolescente que fica várias horas "teclando" que nem louco nos instant messengers e chats da vida, é fácil virar a "chavinha" no cérebro do internetês para o português culto? "Essa dificuldade será proporcional ao contato que o adolescente tenha com textos na forma culta, como jornais ou obras literárias, Dependendo deste contato, ele terá mais facilidade para abrir mão do internetês" - explica Eduardo de Almeida Navarro, professor livre-docente de língua tupi e literatura colonial da USP.
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No trecho "[ ... ] as abreviações comprometessem o uso da norma culta [ ... ]", o vocábulo destacado encontra-se em que tempo e modo verbal?
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O internetês - expressão grafolingulstica criada na internet pelos adolescentes na última década - foi, durante algum tempo, um bicho de sete cabeças para gramáticos e estudiosos da língua. Eles temiam que as abreviações fonéticas (onde "casa" vira ksa; e "aqui" vira aki) comprometessem o uso da norma culta do português para além das fronteiras cibernéticas. Mas, ao que tudo indica, o temido internetês não passa de um simpático bichinho de uma cabecinha só. Ainda que a maioria dos professores e educadores' se preocupe com ele, a ocorrência do internetês nas provas escolares, vestibulares e em concursos públicos é insignificante, Essa forma de expressão parece ainda estar restrita a seu habitat natural. Aliás, ai está a questão: saber separar bem a hora em que podemos escrever de qq jto, da hora em que não podemos escrever de "qualquer jeito", Mas, e para um adolescente que fica várias horas "teclando" que nem louco nos instant messengers e chats da vida, é fácil virar a "chavinha" no cérebro do internetês para o português culto? "Essa dificuldade será proporcional ao contato que o adolescente tenha com textos na forma culta, como jornais ou obras literárias, Dependendo deste contato, ele terá mais facilidade para abrir mão do internetês" - explica Eduardo de Almeida Navarro, professor livre-docente de língua tupi e literatura colonial da USP.
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Assinale a opção em que o prefixo destacado tem o mesmo sentido que o de in- em "insignificante".
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Observe o trecho a seguir:
"[ ... ] simpático bichinho de uma cabecinha só".
Assinale a opção em que a palavra destacada apresenta sentido de exclusão, assim como no trecho acima,
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O internetês - expressão grafolingulstica criada na internet pelos adolescentes na última década - foi, durante algum tempo, um bicho de sete cabeças para gramáticos e estudiosos da língua. Eles temiam que as abreviações fonéticas (onde "casa" vira ksa; e "aqui" vira aki) comprometessem o uso da norma culta do português para além das fronteiras cibernéticas. Mas, ao que tudo indica, o temido internetês não passa de um simpático bichinho de uma cabecinha só. Ainda que a maioria dos professores e educadores' se preocupe com ele, a ocorrência do internetês nas provas escolares, vestibulares e em concursos públicos é insignificante, Essa forma de expressão parece ainda estar restrita a seu habitat natural. Aliás, ai está a questão: saber separar bem a hora em que podemos escrever de qq jto, da hora em que não podemos escrever de "qualquer jeito", Mas, e para um adolescente que fica várias horas "teclando" que nem louco nos instant messengers e chats da vida, é fácil virar a "chavinha" no cérebro do internetês para o português culto? "Essa dificuldade será proporcional ao contato que o adolescente tenha com textos na forma culta, como jornais ou obras literárias, Dependendo deste contato, ele terá mais facilidade para abrir mão do internetês" - explica Eduardo de Almeida Navarro, professor livre-docente de língua tupi e literatura colonial da USP.
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Observe o trecho a seguir:
"Ainda que a maioria dos professores e educadores se preocupe com ele [ ... ]".
Assinale a opção em que a reescritura do período acima modifica o seu sentido original.
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Sobre o trecho "Eles temiam que as abreviações fonéticas [ .. ,]", é correto afirmar que o pronome destacado retoma:
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O internetês - expressão grafolingulstica criada na internet pelos adolescentes na última década - foi, durante algum tempo, um bicho de sete cabeças para gramáticos e estudiosos da língua. Eles temiam que as abreviações fonéticas (onde "casa" vira ksa; e "aqui" vira aki) comprometessem o uso da norma culta do português para além das fronteiras cibernéticas. Mas, ao que tudo indica, o temido internetês não passa de um simpático bichinho de uma cabecinha só. Ainda que a maioria dos professores e educadores' se preocupe com ele, a ocorrência do internetês nas provas escolares, vestibulares e em concursos públicos é insignificante, Essa forma de expressão parece ainda estar restrita a seu habitat natural. Aliás, ai está a questão: saber separar bem a hora em que podemos escrever de qq jto, da hora em que não podemos escrever de "qualquer jeito", Mas, e para um adolescente que fica várias horas "teclando" que nem louco nos instant messengers e chats da vida, é fácil virar a "chavinha" no cérebro do internetês para o português culto? "Essa dificuldade será proporcional ao contato que o adolescente tenha com textos na forma culta, como jornais ou obras literárias, Dependendo deste contato, ele terá mais facilidade para abrir mão do internetês" - explica Eduardo de Almeida Navarro, professor livre-docente de língua tupi e literatura colonial da USP.
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Caso a ordem dos vocábulos destacados em "[...] simpático bichinho de uma cabecinha só," seja alterada para "bichinho simpático", nota-se que não ocorre alteração de sentido. Assinale a opção em que a mudança da ordem das palavras destacadas ocasiona alteração de sentido,
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Segundo o Regulamento Disciplinar para a Marinha, é passivei lançar no Livro de Contravenções Disciplinares os militares de graduação inferior a:
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