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O IDEB, indicador de qualidade educacional, combina informações sobre desempenho em exames padronizados (Prova Brasil ou SAEB) — demonstrado pelos estudantes ao final do ensino fundamental e do ensino médio — com informações sobre rendimento escolar (aprovação). Estudos e análises da qualidade educacional raramente combinam as informações produzidas por esses dois tipos de indicadores, ainda que a complementaridade entre elas seja evidente.
Um sistema educacional que reprove sistematicamente seus estudantes, fazendo que grande parte deles abandone a escola antes de completar a educação básica, não é desejável, mesmo se aqueles que concluem essa etapa de ensino atinjem elevadas pontuações nos exames padronizados. Por outro lado, também não se deseja um sistema em que todos os alunos concluam o ensino médio no período correto, mas aprendam muito pouco na escola. Em suma, um sistema de ensino ideal seria aquele em que crianças e adolescentes tivessem acesso à escola, não desperdiçassem tempo com repetências, não abandonassem a escola precocemente e, ao final de tudo, aprendessem.
Sabe-se que, no Brasil, a questão do acesso à escola não é mais um problema, já que a quase totalidade das crianças ingressa no sistema educacional. Entretanto, as taxas de repetência dos estudantes são bastante elevadas, assim como o é a proporção de adolescentes que abandonam a escola antes mesmo de concluir a educação básica. Outro indicador preocupante é a baixa proficiência obtida pelos alunos em exames padronizados.
Internet: <http://download.inep.gov.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.
O emprego da forma verbal “seria” atende ao objetivo de prestar informação sobre um fato desejável que ainda não se realizou.
 

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O IDEB, indicador de qualidade educacional, combina informações sobre desempenho em exames padronizados (Prova Brasil ou SAEB) — demonstrado pelos estudantes ao final do ensino fundamental e do ensino médio — com informações sobre rendimento escolar (aprovação). Estudos e análises da qualidade educacional raramente combinam as informações produzidas por esses dois tipos de indicadores, ainda que a complementaridade entre elas seja evidente.
Um sistema educacional que reprove sistematicamente seus estudantes, fazendo que grande parte deles abandone a escola antes de completar a educação básica, não é desejável, mesmo se aqueles que concluem essa etapa de ensino atinjem elevadas pontuações nos exames padronizados. Por outro lado, também não se deseja um sistema em que todos os alunos concluam o ensino médio no período correto, mas aprendam muito pouco na escola. Em suma, um sistema de ensino ideal seria aquele em que crianças e adolescentes tivessem acesso à escola, não desperdiçassem tempo com repetências, não abandonassem a escola precocemente e, ao final de tudo, aprendessem.
Sabe-se que, no Brasil, a questão do acesso à escola não é mais um problema, já que a quase totalidade das crianças ingressa no sistema educacional. Entretanto, as taxas de repetência dos estudantes são bastante elevadas, assim como o é a proporção de adolescentes que abandonam a escola antes mesmo de concluir a educação básica. Outro indicador preocupante é a baixa proficiência obtida pelos alunos em exames padronizados.
Internet: <http://download.inep.gov.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.
A palavra “proficiência”, empregada no texto com o sentido de aproveitamento, poderia ser substituída, sem prejuízo para a informação original, por competência.
 

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O IDEB, indicador de qualidade educacional, combina informações sobre desempenho em exames padronizados (Prova Brasil ou SAEB) — demonstrado pelos estudantes ao final do ensino fundamental e do ensino médio — com informações sobre rendimento escolar (aprovação). Estudos e análises da qualidade educacional raramente combinam as informações produzidas por esses dois tipos de indicadores, ainda que a complementaridade entre elas seja evidente.
Um sistema educacional que reprove sistematicamente seus estudantes, fazendo que grande parte deles abandone a escola antes de completar a educação básica, não é desejável, mesmo se aqueles que concluem essa etapa de ensino atinjem elevadas pontuações nos exames padronizados. Por outro lado, também não se deseja um sistema em que todos os alunos concluam o ensino médio no período correto, mas aprendam muito pouco na escola. Em suma, um sistema de ensino ideal seria aquele em que crianças e adolescentes tivessem acesso à escola, não desperdiçassem tempo com repetências, não abandonassem a escola precocemente e, ao final de tudo, aprendessem.
Sabe-se que, no Brasil, a questão do acesso à escola não é mais um problema, já que a quase totalidade das crianças ingressa no sistema educacional. Entretanto, as taxas de repetência dos estudantes são bastante elevadas, assim como o é a proporção de adolescentes que abandonam a escola antes mesmo de concluir a educação básica. Outro indicador preocupante é a baixa proficiência obtida pelos alunos em exames padronizados.
Internet: <http://download.inep.gov.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.
Predomina no trecho o tipo textual narrativo.
 

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O IDEB, indicador de qualidade educacional, combina informações sobre desempenho em exames padronizados (Prova Brasil ou SAEB) — demonstrado pelos estudantes ao final do ensino fundamental e do ensino médio — com informações sobre rendimento escolar (aprovação). Estudos e análises da qualidade educacional raramente combinam as informações produzidas por esses dois tipos de indicadores, ainda que a complementaridade entre elas seja evidente.

Um sistema educacional que reprove sistematicamente seus estudantes, fazendo que grande parte deles abandone a escola antes de completar a educação básica, não é desejável, mesmo se aqueles que concluem essa etapa de ensino atinjem elevadas pontuações nos exames padronizados. Por outro lado, também não se deseja um sistema em que todos os alunos concluam o ensino médio no período correto, mas aprendam muito pouco na escola. Em suma, um sistema de ensino ideal seria aquele em que crianças e adolescentes tivessem acesso à escola, não desperdiçassem tempo com repetências, não abandonassem a escola precocemente e, ao final de tudo, aprendessem.

Sabe-se que, no Brasil, a questão do acesso à escola não é mais um problema, já que a quase totalidade das crianças ingressa no sistema educacional. Entretanto, as taxas de repetência dos estudantes são bastante elevadas, assim como o é a proporção de adolescentes que abandonam a escola antes mesmo de concluir a educação básica. Outro indicador preocupante é a baixa proficiência obtida pelos alunos em exames padronizados.

Internet: <http://download.inep.gov.br> (com adaptações).

Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

Depreende-se das informações do texto que, no Brasil, os fatores que prejudicam o IDEB nacional são repetência, evasão escolar e rendimento escolar.

 

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O IDEB, indicador de qualidade educacional, combina informações sobre desempenho em exames padronizados (Prova Brasil ou SAEB) — demonstrado pelos estudantes ao final do ensino fundamental e do ensino médio — com informações sobre rendimento escolar (aprovação). Estudos e análises da qualidade educacional raramente combinam as informações produzidas por esses dois tipos de indicadores, ainda que a complementaridade entre elas seja evidente.
Um sistema educacional que reprove sistematicamente seus estudantes, fazendo que grande parte deles abandone a escola antes de completar a educação básica, não é desejável, mesmo se aqueles que concluem essa etapa de ensino atinjem elevadas pontuações nos exames padronizados. Por outro lado, também não se deseja um sistema em que todos os alunos concluam o ensino médio no período correto, mas aprendam muito pouco na escola. Em suma, um sistema de ensino ideal seria aquele em que crianças e adolescentes tivessem acesso à escola, não desperdiçassem tempo com repetências, não abandonassem a escola precocemente e, ao final de tudo, aprendessem.
Sabe-se que, no Brasil, a questão do acesso à escola não é mais um problema, já que a quase totalidade das crianças ingressa no sistema educacional. Entretanto, as taxas de repetência dos estudantes são bastante elevadas, assim como o é a proporção de adolescentes que abandonam a escola antes mesmo de concluir a educação básica. Outro indicador preocupante é a baixa proficiência obtida pelos alunos em exames padronizados.
Internet: <http://download.inep.gov.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.
O trecho “Em suma,”, sem prejuízo para a informação original e para a correção gramatical do período, poderia ser substituído por Conclui-se que.
 

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O IDEB, indicador de qualidade educacional, combina informações sobre desempenho em exames padronizados (Prova Brasil ou SAEB) — demonstrado pelos estudantes ao final do ensino fundamental e do ensino médio — com informações sobre rendimento escolar (aprovação). Estudos e análises da qualidade educacional raramente combinam as informações produzidas por esses dois tipos de indicadores, ainda que a complementaridade entre elas seja evidente.
Um sistema educacional que reprove sistematicamente seus estudantes, fazendo que grande parte deles abandone a escola antes de completar a educação básica, não é desejável, mesmo se aqueles que concluem essa etapa de ensino atinjem elevadas pontuações nos exames padronizados. Por outro lado, também não se deseja um sistema em que todos os alunos concluam o ensino médio no período correto, mas aprendam muito pouco na escola. Em suma, um sistema de ensino ideal seria aquele em que crianças e adolescentes tivessem acesso à escola, não desperdiçassem tempo com repetências, não abandonassem a escola precocemente e, ao final de tudo, aprendessem.
Sabe-se que, no Brasil, a questão do acesso à escola não é mais um problema, já que a quase totalidade das crianças ingressa no sistema educacional. Entretanto, as taxas de repetência dos estudantes são bastante elevadas, assim como o é a proporção de adolescentes que abandonam a escola antes mesmo de concluir a educação básica. Outro indicador preocupante é a baixa proficiência obtida pelos alunos em exames padronizados.
Internet: <http://download.inep.gov.br> (com adaptações).
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.
Por meio do segmento “esses dois tipos de indicadores”, retomam-se, por coesão, as informações antecedentes relativas a desempenho e aprovação.
 

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O IDEB, indicador de qualidade educacional, combina informações sobre desempenho em exames padronizados (Prova Brasil ou SAEB) — demonstrado pelos estudantes ao final do ensino fundamental e do ensino médio — com informações sobre rendimento escolar (aprovação). Estudos e análises da qualidade educacional raramente combinam as informações produzidas por esses dois tipos de indicadores, ainda que a complementaridade entre elas seja evidente.

Um sistema educacional que reprove sistematicamente seus estudantes, fazendo que grande parte deles abandone a escola antes de completar a educação básica, não é desejável, mesmo se aqueles que concluem essa etapa de ensino atinjem elevadas pontuações nos exames padronizados. Por outro lado, também não se deseja um sistema em que todos os alunos concluam o ensino médio no período correto, mas aprendam muito pouco na escola. Em suma, um sistema de ensino ideal seria aquele em que crianças e adolescentes tivessem acesso à escola, não desperdiçassem tempo com repetências, não abandonassem a escola precocemente e, ao final de tudo, aprendessem.

Sabe-se que, no Brasil, a questão do acesso à escola não é mais um problema, já que a quase totalidade das crianças ingressa no sistema educacional. Entretanto, as taxas de repetência dos estudantes são bastante elevadas, assim como o é a proporção de adolescentes que abandonam a escola antes mesmo de concluir a educação básica. Outro indicador preocupante é a baixa proficiência obtida pelos alunos em exames padronizados.

Internet: <http://download.inep.gov.br> (com adaptações).

Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

Infere-se das informações do texto que uma escola que aprove todos os alunos, independentemente do grau de aprendizagem de cada um, é o desejável para o sistema escolar público.

 

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O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), criado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) em 2007, com uma escala de zero a dez, sintetiza dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: aprovação e média de desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar, e médias de desempenho nas avaliações do INEP: o SAEB e a Prova Brasil. A série histórica de resultados do IDEB se iniciou em 2005, ano a partir do qual foram estabelecidas metas bienais de qualidade a serem atingidas por escolas, municípios e unidades da Federação. A lógica é a de que cada instância evolua de forma a contribuir, em conjunto, para que o Brasil atinja o patamar educacional da média dos países-membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em termos numéricos, isso significa progredir da média nacional 3,8, registrada, em 2005, na primeira fase do ensino fundamental, para um IDEB igual a 6,0 em 2022, ano em que se comemorará o bicentenário da Independência.

Internet: <http://portal.inep.gov.br> (com adaptações).

Os fragmentos incluídos nos próximos itens são partes de um texto adaptado da Internet: <http://download.inep.gov.br>. Julgue-o quanto à correção gramatical.

Uma escola cuja a média padronizada da Prova Brasil, na 4.ª série, é 5,0 e o tempo médio de conclusão de cada série é de 2 anos, terá o IDEB igual a 5,0 dividido por 2, ou seja, IDEB 2,5. Já uma escola com média padronizada da Prova Brasil, na 4.ª série, igual a 5,0 e tempo médio para conclusão igual a 1 ano, terão IDEB igual a 5,0.

 

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O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), criado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) em 2007, com uma escala de zero a dez, sintetiza dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: aprovação e média de desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar, e médias de desempenho nas avaliações do INEP: o SAEB e a Prova Brasil. A série histórica de resultados do IDEB se iniciou em 2005, ano a partir do qual foram estabelecidas metas bienais de qualidade a serem atingidas por escolas, municípios e unidades da Federação. A lógica é a de que cada instância evolua de forma a contribuir, em conjunto, para que o Brasil atinja o patamar educacional da média dos países-membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em termos numéricos, isso significa progredir da média nacional 3,8, registrada, em 2005, na primeira fase do ensino fundamental, para um IDEB igual a 6,0 em 2022, ano em que se comemorará o bicentenário da Independência.

Internet: <http://portal.inep.gov.br> (com adaptações).

Os fragmentos incluídos no próximo item são partes de um texto adaptado da Internet: <http://download.inep.gov.br>. Julgue-o quanto à correção gramatical.

O IDEB é resultado do cálculo entre o desempenho e o rendimento escolar. O IDEB foi desenvolvido para ser um indicador que relacionam informações de desempenho em exames padronizados com informações sobre rendimento escolar (taxa média de aprovação dos estudantes na etapa de ensino). Indicadores educacionais são desejáveis porque permitem o monitoramento do sistema de ensino do país.

 

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O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), criado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) em 2007, com uma escala de zero a dez, sintetiza dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: aprovação e média de desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar, e médias de desempenho nas avaliações do INEP: o SAEB e a Prova Brasil. A série histórica de resultados do IDEB se iniciou em 2005, ano a partir do qual foram estabelecidas metas bienais de qualidade a serem atingidas por escolas, municípios e unidades da Federação. A lógica é a de que cada instância evolua de forma a contribuir, em conjunto, para que o Brasil atinja o patamar educacional da média dos países-membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Em termos numéricos, isso significa progredir da média nacional 3,8, registrada, em 2005, na primeira fase do ensino fundamental, para um IDEB igual a 6,0 em 2022, ano em que se comemorará o bicentenário da Independência.

Internet: <http://portal.inep.gov.br> (com adaptações).

Os fragmentos incluídos no próximo item são partes de um texto adaptado da Internet: <http://download.inep.gov.br>. Julgue-o quanto à correção gramatical.

A importância do IDEB, em termos de diagnóstico e norteamento de ações políticas focalizadas na melhoria do sistema educacional, está em detectar escolas e(ou) redes de ensino cujos alunos apresentem rendimento e proficiência baixos e em monitorar a evolução temporal do desempenho dos alunos dessas escolas e(ou) redes de ensino.

 

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