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O pronunciamento técnico CPC 03 (R2) serviu de base para que a NBC TG 03 (Demonstração dos Fluxos de Caixa) fosse aprovada pelo CFC. Analise a tabela abaixo – que contém dados necessários para elaborar, pelo método direto, a Demonstração dos Fluxos de Caixa da empresa Seminário S/A – e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta o valor do caixa líquido gerado pelas atividades operacionais.
| Operações |
Valores (R$) |
|
Aquisição de ações de empresa da controlada Compra de ativo imobilizado |
–1.000 –3.500 |
|
Dividendos pagos Dividendos recebidos |
–1.500 1.900 |
|
IR e contribuição social pagos IR na fonte sobre dividendos recebidos Juros pagos Juros recebidos |
–8.000 –1.000 –1.000 500 |
|
Pagamento de passivo por arrendamento Pagamentos a fornecedores e empregados |
–9.000 –20.000 |
|
Recebimento pela emissão de ações Recebimento pela venda de equipamento |
2.500 2.000 |
|
Recebimento por empréstimo a longo prazo Recebimentos de clientes |
3.000 40.000 |
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Considere a tabela abaixo, com informações contábeis extraídas do livro Razão da empresa Trem do Futuro S/A, para responder à questão.
| 1 | Bancos conta movimento | 99.000 |
| 2 | Financiamentos de longo prazo | 30.000 |
| 3 | Estoque de combustível | 32.000 |
| 4 | Capital social | 100.000 |
| 5 | Locomotivas | 88.000 |
| 6 | ISS a recolher | 14.000 |
| 7 | Custo dos serviços prestados | 501.000 |
| 8 | Salários e ordenados | 19.000 |
| 9 | Contribuições para o INSS | 51.000 |
| 10 | Despesas com provisão para devedores duvidosos | 2.000 |
| 11 | Depreciação acumulada | 4.000 |
| 12 | Reserva de capital | 15.000 |
| 13 | Vendas de serviços | 800.000 |
| 14 | Impostos e taxas | 13.000 |
| 15 | PIS e Cofins | 8.000 |
| 16 | ISS sobre serviços prestados | 50.000 |
| 17 | Despesas com FGTS | 3.000 |
| 18 | Duplicatas a pagar | 9.000 |
| 19 | PIS e Cofins a recolher | 25.000 |
| 20 | Contas a receber | 120.000 |
| 21 | Despesas com depreciação | 15.000 |
| 22 | Provisão para devedores duvidosos | 4.000 |
A
Demonstração
do
Valor
Adicionado
(DVA)
é
o
informe
contábil
que
evidencia,
de
forma
sintética,
os
valores
correspondentes
à
formação
da
riqueza
gerada
pela
empresa
em
determinado
período
e
sua
respectiva
distribuição.
A
Lei
nº
6.404/1976,
com
suas
alterações,
determina
que,
ao
fim
de
cada
exercício
social,
a
diretoria
das
companhias
abertas
fará
elaborar,
com
base
na
escrituração
mercantil
da
companhia,
a
demonstração
do
valor
adicionado.
Com
base
nos
dados
da
tabela,
é
correto
afirmar
que
a
DVA
da
empresa
apresentará
um
valor
adicionado
líquido
de
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Considere a tabela abaixo, com informações contábeis extraídas do livro Razão da empresa Trem do Futuro S/A, para responder à questão.
| 1 | Bancos conta movimento | 99.000 |
| 2 | Financiamentos de longo prazo | 30.000 |
| 3 | Estoque de combustível | 32.000 |
| 4 | Capital social | 100.000 |
| 5 | Locomotivas | 88.000 |
| 6 | ISS a recolher | 14.000 |
| 7 | Custo dos serviços prestados | 501.000 |
| 8 | Salários e ordenados | 19.000 |
| 9 | Contribuições para o INSS | 51.000 |
| 10 | Despesas com provisão para devedores duvidosos | 2.000 |
| 11 | Depreciação acumulada | 4.000 |
| 12 | Reserva de capital | 15.000 |
| 13 | Vendas de serviços | 800.000 |
| 14 | Impostos e taxas | 13.000 |
| 15 | PIS e Cofins | 8.000 |
| 16 | ISS sobre serviços prestados | 50.000 |
| 17 | Despesas com FGTS | 3.000 |
| 18 | Duplicatas a pagar | 9.000 |
| 19 | PIS e Cofins a recolher | 25.000 |
| 20 | Contas a receber | 120.000 |
| 21 | Despesas com depreciação | 15.000 |
| 22 | Provisão para devedores duvidosos | 4.000 |
O Balanço Patrimonial foi reformulado pelas Leis nº 11.638/2007 e nº 11.941/2009, que introduziram um novo conceito globalizado para esse demonstrativo. Atualmente, o Balanço Patrimonial deve evidenciar, tanto para o ativo quanto para o passivo, a parcela que corresponde ao circulante e ao não circulante. Com base nesse conceito e nos dados da tabela, é correto afirmar que o Balanço Patrimonial apresentará um ativo
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Considere a tabela abaixo, com informações contábeis extraídas do livro Razão da empresa Trem do Futuro S/A, para responder à questão.
| 1 | Bancos conta movimento | 99.000 |
| 2 | Financiamentos de longo prazo | 30.000 |
| 3 | Estoque de combustível | 32.000 |
| 4 | Capital social | 100.000 |
| 5 | Locomotivas | 88.000 |
| 6 | ISS a recolher | 14.000 |
| 7 | Custo dos serviços prestados | 501.000 |
| 8 | Salários e ordenados | 19.000 |
| 9 | Contribuições para o INSS | 51.000 |
| 10 | Despesas com provisão para devedores duvidosos | 2.000 |
| 11 | Depreciação acumulada | 4.000 |
| 12 | Reserva de capital | 15.000 |
| 13 | Vendas de serviços | 800.000 |
| 14 | Impostos e taxas | 13.000 |
| 15 | PIS e Cofins | 8.000 |
| 16 | ISS sobre serviços prestados | 50.000 |
| 17 | Despesas com FGTS | 3.000 |
| 18 | Duplicatas a pagar | 9.000 |
| 19 | PIS e Cofins a recolher | 25.000 |
| 20 | Contas a receber | 120.000 |
| 21 | Despesas com depreciação | 15.000 |
| 22 | Provisão para devedores duvidosos | 4.000 |
A demonstração do resultado do exercício oferece uma síntese financeira dos resultados operacionais e não operacionais de uma empresa em certo período. Em alguns casos, ela é elaborada anualmente, para fins legais de divulgação, mas, em geral, é feita mensalmente, para fins administrativos, e trimestralmente para fins fiscais. Com base nos dados da tabela, é correto afirmar que a elaboração da demonstração do resultado da empresa resultará em
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Considere a tabela abaixo, com informações contábeis extraídas do livro Razão da empresa Trem do Futuro S/A, para responder à questão.
| 1 | Bancos conta movimento | 99.000 |
| 2 | Financiamentos de longo prazo | 30.000 |
| 3 | Estoque de combustível | 32.000 |
| 4 | Capital social | 100.000 |
| 5 | Locomotivas | 88.000 |
| 6 | ISS a recolher | 14.000 |
| 7 | Custo dos serviços prestados | 501.000 |
| 8 | Salários e ordenados | 19.000 |
| 9 | Contribuições para o INSS | 51.000 |
| 10 | Despesas com provisão para devedores duvidosos | 2.000 |
| 11 | Depreciação acumulada | 4.000 |
| 12 | Reserva de capital | 15.000 |
| 13 | Vendas de serviços | 800.000 |
| 14 | Impostos e taxas | 13.000 |
| 15 | PIS e Cofins | 8.000 |
| 16 | ISS sobre serviços prestados | 50.000 |
| 17 | Despesas com FGTS | 3.000 |
| 18 | Duplicatas a pagar | 9.000 |
| 19 | PIS e Cofins a recolher | 25.000 |
| 20 | Contas a receber | 120.000 |
| 21 | Despesas com depreciação | 15.000 |
| 22 | Provisão para devedores duvidosos | 4.000 |
Com base nesses dados, é correto afirmar que, quando o contador da empresa elaborar o balancete de verificação, obterá um total de débitos no valor de
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Sem ódio
Ao término de laboriosas pesquisas, mesas-redondas, simpósios, inquéritos e análises em laboratórios de psicologia, descobriu-se que os motoristas guiavam com ódio. Agora que isto ficou esclarecido, a solução, fácil e independente do Código Nacional de Trânsito, que por ser código não costuma ser cumprido, está na frase: GUIE SEM ÓDIO.
— Como é que eu vou fazer daqui por diante — bramia aquele agraciado com a grã-cruz da Ordem do Mérito dos Atropeladores da Guanabara e do Grande Rio —, se não sei guiar com outro aditivo?
Diversos motoristas, aspiran+tes ao mesmo galardão, cogitam de substituir o ódio, que está proibido, por sucedâneos mais ou menos eficazes, e verificam as propriedades estimulantes do rancor (esse ódio de segunda categoria), da aversão, da raiva, da antipatia generalizada. Mas a impressão comum é esta:
— Se ao menos recomendassem “Guie com pouco ódio”, a gente procurava maneirar. Assim não dá.
Todo resultado científico pode ser contestado. Por isso, começam a aparecer os que negam validade aos estudos feitos. Garantem não nutrir ódio algum ao pedestre. Se acabam com este, não é por detestarem a espécie, que lhes é indiferente. Como também não odeiam os muros, paredes, árvores e postes que derrubam. É porque eles atravessam o caminho. Portanto, se alguma recomendação deve ser feita, a melhor seria esta, inclusive aos postes: FOGE QUE ELE VEM LÁ.
Ouvi dizer que a Companhia Telefônica pensa em lançar uma variante, dirigida aos usuários que tiveram suas contas aumentadas com impulsos fantasmas: PAGUE SEM ÓDIO.
O filme não presta? Assista sem ódio. Bife de pedra no restaurante? Coma sem ódio. O livro é chatíssimo? Leia sem ódio. O conferencista dá sono? Durma sem ódio. Se tiver de brigar, brigue sem ódio. Se possível. Se de todo for impossível, odeie sem ódio, tá?
ANDRADE, Carlos Drummond de. “Sem ódio”. In: Os dias lindos. Rio de Janeiro: Record, 2008 (Adaptado).
Considerando o texto como um todo, assinale a alternativa correta.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Sem ódio
Ao término de laboriosas pesquisas, mesas-redondas, simpósios, inquéritos e análises em laboratórios de psicologia, descobriu-se que os motoristas guiavam com ódio. Agora que isto ficou esclarecido, a solução, fácil e independente do Código Nacional de Trânsito, que por ser código não costuma ser cumprido, está na frase: GUIE SEM ÓDIO.
— Como é que eu vou fazer daqui por diante — bramia aquele agraciado com a grã-cruz da Ordem do Mérito dos Atropeladores da Guanabara e do Grande Rio —, se não sei guiar com outro aditivo?
Diversos motoristas, aspiran+tes ao mesmo galardão, cogitam de substituir o ódio, que está proibido, por sucedâneos mais ou menos eficazes, e verificam as propriedades estimulantes do rancor (esse ódio de segunda categoria), da aversão, da raiva, da antipatia generalizada. Mas a impressão comum é esta:
— Se ao menos recomendassem “Guie com pouco ódio”, a gente procurava maneirar. Assim não dá.
Todo resultado científico pode ser contestado. Por isso, começam a aparecer os que negam validade aos estudos feitos. Garantem não nutrir ódio algum ao pedestre. Se acabam com este, não é por detestarem a espécie, que lhes é indiferente. Como também não odeiam os muros, paredes, árvores e postes que derrubam. É porque eles atravessam o caminho. Portanto, se alguma recomendação deve ser feita, a melhor seria esta, inclusive aos postes: FOGE QUE ELE VEM LÁ.
Ouvi dizer que a Companhia Telefônica pensa em lançar uma variante, dirigida aos usuários que tiveram suas contas aumentadas com impulsos fantasmas: PAGUE SEM ÓDIO.
O filme não presta? Assista sem ódio. Bife de pedra no restaurante? Coma sem ódio. O livro é chatíssimo? Leia sem ódio. O conferencista dá sono? Durma sem ódio. Se tiver de brigar, brigue sem ódio. Se possível. Se de todo for impossível, odeie sem ódio, tá?
ANDRADE, Carlos Drummond de. “Sem ódio”. In: Os dias lindos. Rio de Janeiro: Record, 2008 (Adaptado).
Considerando os três últimos parágrafos e as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta sobre o texto.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Sem ódio
Ao término de laboriosas pesquisas, mesas-redondas, simpósios, inquéritos e análises em laboratórios de psicologia, descobriu-se que os motoristas guiavam com ódio. Agora que isto ficou esclarecido, a solução, fácil e independente do Código Nacional de Trânsito, que por ser código não costuma ser cumprido, está na frase: GUIE SEM ÓDIO.
— Como é que eu vou fazer daqui por diante — bramia aquele agraciado com a grã-cruz da Ordem do Mérito dos Atropeladores da Guanabara e do Grande Rio —, se não sei guiar com outro aditivo?
Diversos motoristas, aspiran+tes ao mesmo galardão, cogitam de substituir o ódio, que está proibido, por sucedâneos mais ou menos eficazes, e verificam as propriedades estimulantes do rancor (esse ódio de segunda categoria), da aversão, da raiva, da antipatia generalizada. Mas a impressão comum é esta:
— Se ao menos recomendassem “Guie com pouco ódio”, a gente procurava maneirar. Assim não dá.
Todo resultado científico pode ser contestado. Por isso, começam a aparecer os que negam validade aos estudos feitos. Garantem não nutrir ódio algum ao pedestre. Se acabam com este, não é por detestarem a espécie, que lhes é indiferente. Como também não odeiam os muros, paredes, árvores e postes que derrubam. É porque eles atravessam o caminho. Portanto, se alguma recomendação deve ser feita, a melhor seria esta, inclusive aos postes: FOGE QUE ELE VEM LÁ.
Ouvi dizer que a Companhia Telefônica pensa em lançar uma variante, dirigida aos usuários que tiveram suas contas aumentadas com impulsos fantasmas: PAGUE SEM ÓDIO.
O filme não presta? Assista sem ódio. Bife de pedra no restaurante? Coma sem ódio. O livro é chatíssimo? Leia sem ódio. O conferencista dá sono? Durma sem ódio. Se tiver de brigar, brigue sem ódio. Se possível. Se de todo for impossível, odeie sem ódio, tá?
ANDRADE, Carlos Drummond de. “Sem ódio”. In: Os dias lindos. Rio de Janeiro: Record, 2008 (Adaptado).
Levando em consideração o 4º e o 5º parágrafos e as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta sobre o texto.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Sem ódio
Ao término de laboriosas pesquisas, mesas-redondas, simpósios, inquéritos e análises em laboratórios de psicologia, descobriu-se que os motoristas guiavam com ódio. Agora que isto ficou esclarecido, a solução, fácil e independente do Código Nacional de Trânsito, que por ser código não costuma ser cumprido, está na frase: GUIE SEM ÓDIO.
— Como é que eu vou fazer daqui por diante — bramia aquele agraciado com a grã-cruz da Ordem do Mérito dos Atropeladores da Guanabara e do Grande Rio —, se não sei guiar com outro aditivo?
Diversos motoristas, aspiran+tes ao mesmo galardão, cogitam de substituir o ódio, que está proibido, por sucedâneos mais ou menos eficazes, e verificam as propriedades estimulantes do rancor (esse ódio de segunda categoria), da aversão, da raiva, da antipatia generalizada. Mas a impressão comum é esta:
— Se ao menos recomendassem “Guie com pouco ódio”, a gente procurava maneirar. Assim não dá.
Todo resultado científico pode ser contestado. Por isso, começam a aparecer os que negam validade aos estudos feitos. Garantem não nutrir ódio algum ao pedestre. Se acabam com este, não é por detestarem a espécie, que lhes é indiferente. Como também não odeiam os muros, paredes, árvores e postes que derrubam. É porque eles atravessam o caminho. Portanto, se alguma recomendação deve ser feita, a melhor seria esta, inclusive aos postes: FOGE QUE ELE VEM LÁ.
Ouvi dizer que a Companhia Telefônica pensa em lançar uma variante, dirigida aos usuários que tiveram suas contas aumentadas com impulsos fantasmas: PAGUE SEM ÓDIO.
O filme não presta? Assista sem ódio. Bife de pedra no restaurante? Coma sem ódio. O livro é chatíssimo? Leia sem ódio. O conferencista dá sono? Durma sem ódio. Se tiver de brigar, brigue sem ódio. Se possível. Se de todo for impossível, odeie sem ódio, tá?
ANDRADE, Carlos Drummond de. “Sem ódio”. In: Os dias lindos. Rio de Janeiro: Record, 2008 (Adaptado).
Considerando o 2º e o 3º parágrafos do texto e as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Sem ódio
Ao término de laboriosas pesquisas, mesas-redondas, simpósios, inquéritos e análises em laboratórios de psicologia, descobriu-se que os motoristas guiavam com ódio. Agora que isto ficou esclarecido, a solução, fácil e independente do Código Nacional de Trânsito, que por ser código não costuma ser cumprido, está na frase: GUIE SEM ÓDIO.
— Como é que eu vou fazer daqui por diante — bramia aquele agraciado com a grã-cruz da Ordem do Mérito dos Atropeladores da Guanabara e do Grande Rio —, se não sei guiar com outro aditivo?
Diversos motoristas, aspiran+tes ao mesmo galardão, cogitam de substituir o ódio, que está proibido, por sucedâneos mais ou menos eficazes, e verificam as propriedades estimulantes do rancor (esse ódio de segunda categoria), da aversão, da raiva, da antipatia generalizada. Mas a impressão comum é esta:
— Se ao menos recomendassem “Guie com pouco ódio”, a gente procurava maneirar. Assim não dá.
Todo resultado científico pode ser contestado. Por isso, começam a aparecer os que negam validade aos estudos feitos. Garantem não nutrir ódio algum ao pedestre. Se acabam com este, não é por detestarem a espécie, que lhes é indiferente. Como também não odeiam os muros, paredes, árvores e postes que derrubam. É porque eles atravessam o caminho. Portanto, se alguma recomendação deve ser feita, a melhor seria esta, inclusive aos postes: FOGE QUE ELE VEM LÁ.
Ouvi dizer que a Companhia Telefônica pensa em lançar uma variante, dirigida aos usuários que tiveram suas contas aumentadas com impulsos fantasmas: PAGUE SEM ÓDIO.
O filme não presta? Assista sem ódio. Bife de pedra no restaurante? Coma sem ódio. O livro é chatíssimo? Leia sem ódio. O conferencista dá sono? Durma sem ódio. Se tiver de brigar, brigue sem ódio. Se possível. Se de todo for impossível, odeie sem ódio, tá?
ANDRADE, Carlos Drummond de. “Sem ódio”. In: Os dias lindos. Rio de Janeiro: Record, 2008 (Adaptado).
Considerando o 1º parágrafo do texto e as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.
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