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Foram encontradas 40 questões.

2411051 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Criada em 1980, a Associação Latino Americana de Integração – Aladi, é formada por 12 países membros que abrangem 20 milhões de km2, reunindo cerca de 500 milhões de habitantes. Sobre esta associação é correto afirmar que
I. surgiu do Acordo de Washington, tendo os EUA como idealizador do grupo.
II. abrange todos os países da América do Sul, além dos EUA e México.
III. a associação objetiva estabelecer um mercado comum entre seus membros.
IV. além dos países da América do Sul, participam do grupo Cuba e México.
As afirmações relacionadas a Aladi que realmente podem ser consideradas são
 

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2410971 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Sejam os conjuntos A = {x ∈ Z / – 3 ≤ x < 5}; B = {x ∈ N / x < 3} e C = {x ∈ Z / – 5 ≤ x < 3}. Qual dos números a seguir NÃO pertence ao conjunto (A ∩ B) U (A ∩ C)?
 

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2410901 Ano: 2011
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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“Encravado entre o Uzbequistão e o Cazaquistão, na Ásia Central, o Aral ocupava uma área de 68 mil quilômetros quadrados – pouco maior que o estado do Rio de Janeiro. O desastre começou a se formar nos anos de 1960, com o desvio dos rios Amu e Syr para irrigar as lavouras da antiga União Soviética. Passados quase 50 anos, o Aral perdeu 90% do volume de água. Entre outras consequências, o recuo ampliou as áreas desérticas e diminuiu drasticamente a flora e fauna locais.”
(Guia do Estudante, Edição 4, 2012, pág. 53)
Para qual rio brasileiro foi implementado um projeto de transposição de águas para irrigação que tem gerado muita polêmica, principalmente entre os ambientalistas que acreditam que o exemplo anterior pode se repetir no Brasil?
 

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2410865 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Em laboratório, quais as características que devem ser medidas em um solo?
 

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2410170 Ano: 2011
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Três amigos: Douglas, Matheus e Thiago passaram no vestibular, cada um para um curso distinto dos demais, sendo os cursos Medicina, Arquitetura e Direito. Sabe-se que
  • todos obtiveram ótimas classificações: 1º, 2º e 3º lugares.
  • ou Matheus fez vestibular para Arquitetura ou Douglas ficou em 3º lugar.
  • Douglas não obteve a melhor classificação.
  • quem passou em Medicina não ficou em 1º lugar e quem passou em 3º lugar fez Arquitetura.
  • Matheus obteve melhor classificação que Thiago.
Passaram nos vestibulares de Medicina, Arquitetura e Direito, respectivamente
 

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2410008 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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A mistura dos elementos: “agregados + aglomerantes + água” utilizada na construção civil, devido à dosagem e a natureza físico-química particular de cada um destes resulta em compostos de propriedades próprias. Neste caso, qual propriedade destes compostos busca obter o ensaio de “Le chatelier”?
 

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2409795 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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O fim da era espacial

Com a aposentadoria do ônibus espacial, que parte sem deixar sucessor, termina a fase de

aventura da exploração do espaço. E começa a do lucro.

O último voo dos ônibus espaciais já aconteceu. E deixou um gosto amargo na boca dos fãs da exploração espacial. O que acontece agora? Em uma palavra: nada. Todas aquelas ideias de concluir a construção de uma estação espacial e então usá-la como espaçoporto e campo de provas antes do lançamento de tripulações na direção da Lua e Marte, culminando com a efetiva colonização do sistema solar, se esvaíram pelo ralo. Ficaram só na promessa. É o fim da era espacial como a conhecemos.

Discorda? Então responda: qual é o próximo grande projeto da Nasa para seus astronautas agora?

Pois é. Até o ano passado, ainda dava para responder: retomar a exploração tripulada da Lua, com dois foguetes e duas espaçonaves novinhas em folhas. Era o Projeto Constellation, tratado pelo então administrador da Nasa, Mike Griffin com uma nova versão do Projeto Apollo. Acontece que Barack Obama acabou com o Constellation. Uma decisão natural nestes tempos de crise do mundo desenvolvido. O que surpreendeu mesmo foi outra coisa: ninguém ligou para o corte.

Convenhamos: o programa espacial já não atrai tanto a atenção do público como fazia durante a Guerra Fria, em que ser o melhor país no espaço significava ser a maior superpotência. Quando a Nasa anunciou que não haveria Constellation nem retorno à lua, as únicas personalidades notórias a chiar foram alguns astronautas veteranos do Projeto Apollo.

Daqui em diante os ônibus espaciais vão se tornar peças de museu. E todas as fichas da exploração do espaço estarão nas mãos da iniciativa privada. Nas mãos de empresas que já passaram a construir foguetes particulares – a Nasa entra apenas aprovando os trabalhos e comprando as passagens para seus astronautas. Demanda para isso até existe: além de transportar astronautas para a Estação Espacial Internacional, e satélites para a órbita da Terra, esses serviços privados de transporte serviriam ao mercado do turismo espacial. Por isso mesmo, a indústria está correndo para oferecer alternativas, e os primeiros testes dos novos foguetes têm sido um sucesso. Em destaque está a empresa SpaceX, fundada pelo engenheiro Elon Musk (empreendedor que ficou bilionário depois de inventar o Paypal). Ela já demonstrou em voo uma espaçonave que deve levar carga à estação espacial e, lá para 2015, humanos.

O mais interessante é o seguinte: um ônibus espacial não sai do chão por menos de US$600 milhões: enquanto isso, o envio de uma nave da SpaceX sai por US$ 130 milhões – com promessa de queda de preço para o futuro. A eficiência de Musk assustou até os maiores concorrentes dos EUA no espaço: os chineses. Eles admitiram que seus foguetes são incapazes de voar pelo mesmo preço.

Então, no sentido de dominar a órbita terrestre, parece que as coisas vão indo muito bem, obrigado. Essas regiões do espaço próximas à Terra, onde ficam os satélites de GPS e de telecomunicações, continuarão bastante ocupadas. Para sempre. Com ou sem a Nasa.

“(...)”

Se a indústria continuar prosperando e os custos do envio de cargas e pessoas ao espaço continuarem diminuindo, é possível que programas mais arrojados de exploração possam ser implementados no futuro. Isso pode até viabilizar comercialmente a mineração de elementos raros na Lua e asteroides... Seria uma segunda era espacial. Mas, por enquanto, teremos de viver com os pés no chão mesmo.

(Revista Superinteressante – Agosto/2011 – Com adaptações)

“Com a aposentadoria do ônibus espacial, que parte sem deixar sucessor, termina a fase de aventura da exploração do espaço. E começa a do lucro.” O vocábulo, destacado no período marca a elipse do termo

 

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2409701 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Beatriz, Milena e Isabela fizeram uma prova na qual cada questão valeu 3 pontos. Sabe-se que
  • Milena acertou 3 questões a mais que Beatriz e 3 questões a menos que Isabela.
  • Isabela acertou cinco sextos das questões e Milena acertou dois terços das questões.
Pode-se concluir que
 

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2409465 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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O fim da era espacial

Com a aposentadoria do ônibus espacial, que parte sem deixar sucessor, termina a fase de

aventura da exploração do espaço. E começa a do lucro.

O último voo dos ônibus espaciais já aconteceu. E deixou um gosto amargo na boca dos fãs da exploração espacial. O que acontece agora? Em uma palavra: nada. Todas aquelas ideias de concluir a construção de uma estação espacial e então usá-la como espaçoporto e campo de provas antes do lançamento de tripulações na direção da Lua e Marte, culminando com a efetiva colonização do sistema solar, se esvaíram pelo ralo. Ficaram só na promessa. É o fim da era espacial como a conhecemos.

Discorda? Então responda: qual é o próximo grande projeto da Nasa para seus astronautas agora?

Pois é. Até o ano passado, ainda dava para responder: retomar a exploração tripulada da Lua, com dois foguetes e duas espaçonaves novinhas em folhas. Era o Projeto Constellation, tratado pelo então administrador da Nasa, Mike Griffin com uma nova versão do Projeto Apollo. Acontece que Barack Obama acabou com o Constellation. Uma decisão natural nestes tempos de crise do mundo desenvolvido. O que surpreendeu mesmo foi outra coisa: ninguém ligou para o corte.

Convenhamos: o programa espacial já não atrai tanto a atenção do público como fazia durante a Guerra Fria, em que ser o melhor país no espaço significava ser a maior superpotência. Quando a Nasa anunciou que não haveria Constellation nem retorno à lua, as únicas personalidades notórias a chiar foram alguns astronautas veteranos do Projeto Apollo.

Daqui em diante os ônibus espaciais vão se tornar peças de museu. E todas as fichas da exploração do espaço estarão nas mãos da iniciativa privada. Nas mãos de empresas que já passaram a construir foguetes particulares – a Nasa entra apenas aprovando os trabalhos e comprando as passagens para seus astronautas. Demanda para isso até existe: além de transportar astronautas para a Estação Espacial Internacional, e satélites para a órbita da Terra, esses serviços privados de transporte serviriam ao mercado do turismo espacial. Por isso mesmo, a indústria está correndo para oferecer alternativas, e os primeiros testes dos novos foguetes têm sido um sucesso. Em destaque está a empresa SpaceX, fundada pelo engenheiro Elon Musk (empreendedor que ficou bilionário depois de inventar o Paypal). Ela já demonstrou em voo uma espaçonave que deve levar carga à estação espacial e, lá para 2015, humanos.

O mais interessante é o seguinte: um ônibus espacial não sai do chão por menos de US$600 milhões: enquanto isso, o envio de uma nave da SpaceX sai por US$ 130 milhões – com promessa de queda de preço para o futuro. A eficiência de Musk assustou até os maiores concorrentes dos EUA no espaço: os chineses. Eles admitiram que seus foguetes são incapazes de voar pelo mesmo preço.

Então, no sentido de dominar a órbita terrestre, parece que as coisas vão indo muito bem, obrigado. Essas regiões do espaço próximas à Terra, onde ficam os satélites de GPS e de telecomunicações, continuarão bastante ocupadas. Para sempre. Com ou sem a Nasa.

“(...)”

Se a indústria continuar prosperando e os custos do envio de cargas e pessoas ao espaço continuarem diminuindo, é possível que programas mais arrojados de exploração possam ser implementados no futuro. Isso pode até viabilizar comercialmente a mineração de elementos raros na Lua e asteroides... Seria uma segunda era espacial. Mas, por enquanto, teremos de viver com os pés no chão mesmo.

(Revista Superinteressante – Agosto/2011 – Com adaptações)

“Por causa da crise do mundo desenvolvido as viagens espaciais que os EUA .” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmação anterior.

 

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2409379 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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O fim da era espacial

Com a aposentadoria do ônibus espacial, que parte sem deixar sucessor, termina a fase de

aventura da exploração do espaço. E começa a do lucro.

O último voo dos ônibus espaciais já aconteceu. E deixou um gosto amargo na boca dos fãs da exploração espacial. O que acontece agora? Em uma palavra: nada. Todas aquelas ideias de concluir a construção de uma estação espacial e então usá-la como espaçoporto e campo de provas antes do lançamento de tripulações na direção da Lua e Marte, culminando com a efetiva colonização do sistema solar, se esvaíram pelo ralo. Ficaram só na promessa. É o fim da era espacial como a conhecemos.

Discorda? Então responda: qual é o próximo grande projeto da Nasa para seus astronautas agora?

Pois é. Até o ano passado, ainda dava para responder: retomar a exploração tripulada da Lua, com dois foguetes e duas espaçonaves novinhas em folhas. Era o Projeto Constellation, tratado pelo então administrador da Nasa, Mike Griffin com uma nova versão do Projeto Apollo. Acontece que Barack Obama acabou com o Constellation. Uma decisão natural nestes tempos de crise do mundo desenvolvido. O que surpreendeu mesmo foi outra coisa: ninguém ligou para o corte.

Convenhamos: o programa espacial já não atrai tanto a atenção do público como fazia durante a Guerra Fria, em que ser o melhor país no espaço significava ser a maior superpotência. Quando a Nasa anunciou que não haveria Constellation nem retorno à lua, as únicas personalidades notórias a chiar foram alguns astronautas veteranos do Projeto Apollo.

Daqui em diante os ônibus espaciais vão se tornar peças de museu. E todas as fichas da exploração do espaço estarão nas mãos da iniciativa privada. Nas mãos de empresas que já passaram a construir foguetes particulares – a Nasa entra apenas aprovando os trabalhos e comprando as passagens para seus astronautas. Demanda para isso até existe: além de transportar astronautas para a Estação Espacial Internacional, e satélites para a órbita da Terra, esses serviços privados de transporte serviriam ao mercado do turismo espacial. Por isso mesmo, a indústria está correndo para oferecer alternativas, e os primeiros testes dos novos foguetes têm sido um sucesso. Em destaque está a empresa SpaceX, fundada pelo engenheiro Elon Musk (empreendedor que ficou bilionário depois de inventar o Paypal). Ela já demonstrou em voo uma espaçonave que deve levar carga à estação espacial e, lá para 2015, humanos.

O mais interessante é o seguinte: um ônibus espacial não sai do chão por menos de US$600 milhões: enquanto isso, o envio de uma nave da SpaceX sai por US$ 130 milhões – com promessa de queda de preço para o futuro. A eficiência de Musk assustou até os maiores concorrentes dos EUA no espaço: os chineses. Eles admitiram que seus foguetes são incapazes de voar pelo mesmo preço.

Então, no sentido de dominar a órbita terrestre, parece que as coisas vão indo muito bem, obrigado. Essas regiões do espaço próximas à Terra, onde ficam os satélites de GPS e de telecomunicações, continuarão bastante ocupadas. Para sempre. Com ou sem a Nasa.

“(...)”

Se a indústria continuar prosperando e os custos do envio de cargas e pessoas ao espaço continuarem diminuindo, é possível que programas mais arrojados de exploração possam ser implementados no futuro. Isso pode até viabilizar comercialmente a mineração de elementos raros na Lua e asteroides... Seria uma segunda era espacial. Mas, por enquanto, teremos de viver com os pés no chão mesmo.

(Revista Superinteressante – Agosto/2011 – Com adaptações)

A oração “... como fazia durante a Guerra Fria...” (4º§) do texto, tem valor de

 

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