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Foram encontradas 40 questões.

2409329 Ano: 2011
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Jonas, Josué e Jomar compraram os seguintes produtos: fogão, geladeira e freezer e pagaram, cada um, de uma forma diferente (cartão de crédito, à vista e a prazo no carnê). Considere que
  • a geladeira foi paga à vista ou o fogão não foi pago com cartão.
  • nem Josué comprou o fogão, nem o freezer foi vendido a prazo no carnê.
  • Josué não tem cartão de crédito e Jomar não tinha dinheiro para fazer uma compra à vista.
  • o freezer estava na promoção e foi pago à vista.
  • ou Jomar comprou com carnê ou Jonas comprou à vista.
Compraram a geladeira, o fogão e o freezer, respectivamente
 

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2409268 Ano: 2011
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Se a farmácia está fechada, então o trânsito não está ruim. Se o trânsito não está ruim, então o tempo está bom. Se o tempo está bom, então o clube está cheio. Ora, o clube não está cheio. Logo
 

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2408458 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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A figura abaixo representa uma peça de arte moderna. É maciça e confeccionada em concreto e composta de uma meia esfera e uma laje sobre esta. Partindo das medidas exibidas, avalie seu volume em metros cúbicos.
(Adote PI = 3,14, fórmula de volume da esfera 4/3 π R3)
Enunciado 2610086-1
 

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2408450 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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O fim da era espacial

Com a aposentadoria do ônibus espacial, que parte sem deixar sucessor, termina a fase de

aventura da exploração do espaço. E começa a do lucro.

O último voo dos ônibus espaciais já aconteceu. E deixou um gosto amargo na boca dos fãs da exploração espacial. O que acontece agora? Em uma palavra: nada. Todas aquelas ideias de concluir a construção de uma estação espacial e então usá-la como espaçoporto e campo de provas antes do lançamento de tripulações na direção da Lua e Marte, culminando com a efetiva colonização do sistema solar, se esvaíram pelo ralo. Ficaram só na promessa. É o fim da era espacial como a conhecemos.

Discorda? Então responda: qual é o próximo grande projeto da Nasa para seus astronautas agora?

Pois é. Até o ano passado, ainda dava para responder: retomar a exploração tripulada da Lua, com dois foguetes e duas espaçonaves novinhas em folhas. Era o Projeto Constellation, tratado pelo então administrador da Nasa, Mike Griffin com uma nova versão do Projeto Apollo. Acontece que Barack Obama acabou com o Constellation. Uma decisão natural nestes tempos de crise do mundo desenvolvido. O que surpreendeu mesmo foi outra coisa: ninguém ligou para o corte.

Convenhamos: o programa espacial já não atrai tanto a atenção do público como fazia durante a Guerra Fria, em que ser o melhor país no espaço significava ser a maior superpotência. Quando a Nasa anunciou que não haveria Constellation nem retorno à lua, as únicas personalidades notórias a chiar foram alguns astronautas veteranos do Projeto Apollo.

Daqui em diante os ônibus espaciais vão se tornar peças de museu. E todas as fichas da exploração do espaço estarão nas mãos da iniciativa privada. Nas mãos de empresas que já passaram a construir foguetes particulares – a Nasa entra apenas aprovando os trabalhos e comprando as passagens para seus astronautas. Demanda para isso até existe: além de transportar astronautas para a Estação Espacial Internacional, e satélites para a órbita da Terra, esses serviços privados de transporte serviriam ao mercado do turismo espacial. Por isso mesmo, a indústria está correndo para oferecer alternativas, e os primeiros testes dos novos foguetes têm sido um sucesso. Em destaque está a empresa SpaceX, fundada pelo engenheiro Elon Musk (empreendedor que ficou bilionário depois de inventar o Paypal). Ela já demonstrou em voo uma espaçonave que deve levar carga à estação espacial e, lá para 2015, humanos.

O mais interessante é o seguinte: um ônibus espacial não sai do chão por menos de US$600 milhões: enquanto isso, o envio de uma nave da SpaceX sai por US$ 130 milhões – com promessa de queda de preço para o futuro. A eficiência de Musk assustou até os maiores concorrentes dos EUA no espaço: os chineses. Eles admitiram que seus foguetes são incapazes de voar pelo mesmo preço.

Então, no sentido de dominar a órbita terrestre, parece que as coisas vão indo muito bem, obrigado. Essas regiões do espaço próximas à Terra, onde ficam os satélites de GPS e de telecomunicações, continuarão bastante ocupadas. Para sempre. Com ou sem a Nasa.

“(...)”

Se a indústria continuar prosperando e os custos do envio de cargas e pessoas ao espaço continuarem diminuindo, é possível que programas mais arrojados de exploração possam ser implementados no futuro. Isso pode até viabilizar comercialmente a mineração de elementos raros na Lua e asteroides... Seria uma segunda era espacial. Mas, por enquanto, teremos de viver com os pés no chão mesmo.

(Revista Superinteressante – Agosto/2011 – Com adaptações)

O emprego da partícula “se”, em “... os ônibus espaciais vão se tornar peças de museu” (5º§), é o mesmo que se encontra em

 

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2408433 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Obtenha o momento fletor no ponto “C” na viga sob carregamento conforme explicitado.
Enunciado 2609628-1
 

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2408358 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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O fim da era espacial

Com a aposentadoria do ônibus espacial, que parte sem deixar sucessor, termina a fase de

aventura da exploração do espaço. E começa a do lucro.

O último voo dos ônibus espaciais já aconteceu. E deixou um gosto amargo na boca dos fãs da exploração espacial. O que acontece agora? Em uma palavra: nada. Todas aquelas ideias de concluir a construção de uma estação espacial e então usá-la como espaçoporto e campo de provas antes do lançamento de tripulações na direção da Lua e Marte, culminando com a efetiva colonização do sistema solar, se esvaíram pelo ralo. Ficaram só na promessa. É o fim da era espacial como a conhecemos.

Discorda? Então responda: qual é o próximo grande projeto da Nasa para seus astronautas agora?

Pois é. Até o ano passado, ainda dava para responder: retomar a exploração tripulada da Lua, com dois foguetes e duas espaçonaves novinhas em folhas. Era o Projeto Constellation, tratado pelo então administrador da Nasa, Mike Griffin com uma nova versão do Projeto Apollo. Acontece que Barack Obama acabou com o Constellation. Uma decisão natural nestes tempos de crise do mundo desenvolvido. O que surpreendeu mesmo foi outra coisa: ninguém ligou para o corte.

Convenhamos: o programa espacial já não atrai tanto a atenção do público como fazia durante a Guerra Fria, em que ser o melhor país no espaço significava ser a maior superpotência. Quando a Nasa anunciou que não haveria Constellation nem retorno à lua, as únicas personalidades notórias a chiar foram alguns astronautas veteranos do Projeto Apollo.

Daqui em diante os ônibus espaciais vão se tornar peças de museu. E todas as fichas da exploração do espaço estarão nas mãos da iniciativa privada. Nas mãos de empresas que já passaram a construir foguetes particulares – a Nasa entra apenas aprovando os trabalhos e comprando as passagens para seus astronautas. Demanda para isso até existe: além de transportar astronautas para a Estação Espacial Internacional, e satélites para a órbita da Terra, esses serviços privados de transporte serviriam ao mercado do turismo espacial. Por isso mesmo, a indústria está correndo para oferecer alternativas, e os primeiros testes dos novos foguetes têm sido um sucesso. Em destaque está a empresa SpaceX, fundada pelo engenheiro Elon Musk (empreendedor que ficou bilionário depois de inventar o Paypal). Ela já demonstrou em voo uma espaçonave que deve levar carga à estação espacial e, lá para 2015, humanos.

O mais interessante é o seguinte: um ônibus espacial não sai do chão por menos de US$600 milhões: enquanto isso, o envio de uma nave da SpaceX sai por US$ 130 milhões – com promessa de queda de preço para o futuro. A eficiência de Musk assustou até os maiores concorrentes dos EUA no espaço: os chineses. Eles admitiram que seus foguetes são incapazes de voar pelo mesmo preço.

Então, no sentido de dominar a órbita terrestre, parece que as coisas vão indo muito bem, obrigado. Essas regiões do espaço próximas à Terra, onde ficam os satélites de GPS e de telecomunicações, continuarão bastante ocupadas. Para sempre. Com ou sem a Nasa.

“(...)”

Se a indústria continuar prosperando e os custos do envio de cargas e pessoas ao espaço continuarem diminuindo, é possível que programas mais arrojados de exploração possam ser implementados no futuro. Isso pode até viabilizar comercialmente a mineração de elementos raros na Lua e asteroides... Seria uma segunda era espacial. Mas, por enquanto, teremos de viver com os pés no chão mesmo.

(Revista Superinteressante – Agosto/2011 – Com adaptações)

Assinale a alternativa que contém o antônimo da palavra sublinhada na frase: “Se a indústria continuar prosperando e os custos do envio de cargas e pessoas ao espaço continuarem diminuindo, é possível que programas mais arrojados de exploração possam ser implementados no futuro.”

 

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2407992 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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O fim da era espacial

Com a aposentadoria do ônibus espacial, que parte sem deixar sucessor, termina a fase de

aventura da exploração do espaço. E começa a do lucro.

O último voo dos ônibus espaciais já aconteceu. E deixou um gosto amargo na boca dos fãs da exploração espacial. O que acontece agora? Em uma palavra: nada. Todas aquelas ideias de concluir a construção de uma estação espacial e então usá-la como espaçoporto e campo de provas antes do lançamento de tripulações na direção da Lua e Marte, culminando com a efetiva colonização do sistema solar, se esvaíram pelo ralo. Ficaram só na promessa. É o fim da era espacial como a conhecemos.

Discorda? Então responda: qual é o próximo grande projeto da Nasa para seus astronautas agora?

Pois é. Até o ano passado, ainda dava para responder: retomar a exploração tripulada da Lua, com dois foguetes e duas espaçonaves novinhas em folhas. Era o Projeto Constellation, tratado pelo então administrador da Nasa, Mike Griffin com uma nova versão do Projeto Apollo. Acontece que Barack Obama acabou com o Constellation. Uma decisão natural nestes tempos de crise do mundo desenvolvido. O que surpreendeu mesmo foi outra coisa: ninguém ligou para o corte.

Convenhamos: o programa espacial já não atrai tanto a atenção do público como fazia durante a Guerra Fria, em que ser o melhor país no espaço significava ser a maior superpotência. Quando a Nasa anunciou que não haveria Constellation nem retorno à lua, as únicas personalidades notórias a chiar foram alguns astronautas veteranos do Projeto Apollo.

Daqui em diante os ônibus espaciais vão se tornar peças de museu. E todas as fichas da exploração do espaço estarão nas mãos da iniciativa privada. Nas mãos de empresas que já passaram a construir foguetes particulares – a Nasa entra apenas aprovando os trabalhos e comprando as passagens para seus astronautas. Demanda para isso até existe: além de transportar astronautas para a Estação Espacial Internacional, e satélites para a órbita da Terra, esses serviços privados de transporte serviriam ao mercado do turismo espacial. Por isso mesmo, a indústria está correndo para oferecer alternativas, e os primeiros testes dos novos foguetes têm sido um sucesso. Em destaque está a empresa SpaceX, fundada pelo engenheiro Elon Musk (empreendedor que ficou bilionário depois de inventar o Paypal). Ela já demonstrou em voo uma espaçonave que deve levar carga à estação espacial e, lá para 2015, humanos.

O mais interessante é o seguinte: um ônibus espacial não sai do chão por menos de US$600 milhões: enquanto isso, o envio de uma nave da SpaceX sai por US$ 130 milhões – com promessa de queda de preço para o futuro. A eficiência de Musk assustou até os maiores concorrentes dos EUA no espaço: os chineses. Eles admitiram que seus foguetes são incapazes de voar pelo mesmo preço.

Então, no sentido de dominar a órbita terrestre, parece que as coisas vão indo muito bem, obrigado. Essas regiões do espaço próximas à Terra, onde ficam os satélites de GPS e de telecomunicações, continuarão bastante ocupadas. Para sempre. Com ou sem a Nasa.

“(...)”

Se a indústria continuar prosperando e os custos do envio de cargas e pessoas ao espaço continuarem diminuindo, é possível que programas mais arrojados de exploração possam ser implementados no futuro. Isso pode até viabilizar comercialmente a mineração de elementos raros na Lua e asteroides... Seria uma segunda era espacial. Mas, por enquanto, teremos de viver com os pés no chão mesmo.

(Revista Superinteressante – Agosto/2011 – Com adaptações)

“E deixou um gosto amargo na boca dos fãs da exploração espacial.” O excerto anterior

 

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2407881 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Civil
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Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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As lagoas de maturação tem por principal objetivo
 

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2407688 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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O fim da era espacial

Com a aposentadoria do ônibus espacial, que parte sem deixar sucessor, termina a fase de

aventura da exploração do espaço. E começa a do lucro.

O último voo dos ônibus espaciais já aconteceu. E deixou um gosto amargo na boca dos fãs da exploração espacial. O que acontece agora? Em uma palavra: nada. Todas aquelas ideias de concluir a construção de uma estação espacial e então usá-la como espaçoporto e campo de provas antes do lançamento de tripulações na direção da Lua e Marte, culminando com a efetiva colonização do sistema solar, se esvaíram pelo ralo. Ficaram só na promessa. É o fim da era espacial como a conhecemos.

Discorda? Então responda: qual é o próximo grande projeto da Nasa para seus astronautas agora?

Pois é. Até o ano passado, ainda dava para responder: retomar a exploração tripulada da Lua, com dois foguetes e duas espaçonaves novinhas em folhas. Era o Projeto Constellation, tratado pelo então administrador da Nasa, Mike Griffin com uma nova versão do Projeto Apollo. Acontece que Barack Obama acabou com o Constellation. Uma decisão natural nestes tempos de crise do mundo desenvolvido. O que surpreendeu mesmo foi outra coisa: ninguém ligou para o corte.

Convenhamos: o programa espacial já não atrai tanto a atenção do público como fazia durante a Guerra Fria, em que ser o melhor país no espaço significava ser a maior superpotência. Quando a Nasa anunciou que não haveria Constellation nem retorno à lua, as únicas personalidades notórias a chiar foram alguns astronautas veteranos do Projeto Apollo.

Daqui em diante os ônibus espaciais vão se tornar peças de museu. E todas as fichas da exploração do espaço estarão nas mãos da iniciativa privada. Nas mãos de empresas que já passaram a construir foguetes particulares – a Nasa entra apenas aprovando os trabalhos e comprando as passagens para seus astronautas. Demanda para isso até existe: além de transportar astronautas para a Estação Espacial Internacional, e satélites para a órbita da Terra, esses serviços privados de transporte serviriam ao mercado do turismo espacial. Por isso mesmo, a indústria está correndo para oferecer alternativas, e os primeiros testes dos novos foguetes têm sido um sucesso. Em destaque está a empresa SpaceX, fundada pelo engenheiro Elon Musk (empreendedor que ficou bilionário depois de inventar o Paypal). Ela já demonstrou em voo uma espaçonave que deve levar carga à estação espacial e, lá para 2015, humanos.

O mais interessante é o seguinte: um ônibus espacial não sai do chão por menos de US$600 milhões: enquanto isso, o envio de uma nave da SpaceX sai por US$ 130 milhões – com promessa de queda de preço para o futuro. A eficiência de Musk assustou até os maiores concorrentes dos EUA no espaço: os chineses. Eles admitiram que seus foguetes são incapazes de voar pelo mesmo preço.

Então, no sentido de dominar a órbita terrestre, parece que as coisas vão indo muito bem, obrigado. Essas regiões do espaço próximas à Terra, onde ficam os satélites de GPS e de telecomunicações, continuarão bastante ocupadas. Para sempre. Com ou sem a Nasa.

“(...)”

Se a indústria continuar prosperando e os custos do envio de cargas e pessoas ao espaço continuarem diminuindo, é possível que programas mais arrojados de exploração possam ser implementados no futuro. Isso pode até viabilizar comercialmente a mineração de elementos raros na Lua e asteroides... Seria uma segunda era espacial. Mas, por enquanto, teremos de viver com os pés no chão mesmo.

(Revista Superinteressante – Agosto/2011 – Com adaptações)

Assinale a alternativa em que o uso da crase é facultativo.

 

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2408245 Ano: 2011
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Uma família é constituída por 4 membros: pai, mãe e dois filhos. Sabe-se que seus nomes são Maria, João, José e Paula, não necessariamente nessa ordem. Considere que
  • José não é irmão de Paula ou é filho de João.
  • João não é mais novo que Paula e nem é mais velho que José.
  • Maria é mãe de João ou João é filho de José.
Pode-se afirmar que
Questão Anulada e Desatualizada

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