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Foram encontradas 172 questões.

2424611 Ano: 2011
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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A reformulação das Demonstrações Contábeis foi proposta visando adaptar a lei às mudanças sociais e econômicas decorrentes da evolução do mercado e, principalmente, fortalecer o mercado de capitais, mediante implementação de normas contábeis e de auditoria internacionalmente aceitas. As principais modificações foram
I. eliminação da demonstração das origens e aplicações de recursos (DOAR) e a obrigatoriedade da elaboração da demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) e a demonstração do valor adicionado (DVA).
II. o ativo permanente passa a ser composto de investimento, imobilizado, intangível e diferido.
III. deixa de existir a conta “lucros acumulados”.
IV. a conta “reserva de reavaliação”, deixa de receber débitos e os saldos remanescentes deverão ser mantidos até sua realização ou estorno.
V. criação da conta “ajustes de reavaliação patrimonial”, que será movimentada recebendo as contrapartidas de aumentos ou diminuições de valor distribuído a elementos.
VI. avaliação do balanço patrimonial ao preço de mercado.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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2424610 Ano: 2011
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Sobre a formação de coleções, relacione as colunas a seguir.
1. Coleção didática (obrigatória).
2. Coleção informativa de consulta e estudo.
3. Coleção institucional.
4. Coleção de lazer.
5. Coleção de referência.
( ) Suporte informacional à pesquisa documental.
( ) Forma a coleção básica e/ou corrente, fundamenta a pesquisa e ensino.
( ) Recomendada pelos professores como literatura obrigatória para aprendizado do conteúdo dos currículos e dos cursos oferecidos por uma instituição.
( ) Constituída de materiais referentes a memória da entidade, devendo ser formada por documentos institucionais.
( ) Formada por obras literárias, recreativas com a finalidade de proporcionar lazer à comunidade de usuários.
A sequência está correta em
 

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2424609 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Indique a figura que possui apenas uma face plana.
 

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2424608 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Qual dos produtos a seguir apresenta como resultado um número racional?
 

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2424607 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
Sejam as funções f(x) = 3x – 7 e g(x) = – 4x + 5. O valor de k, tal que f(g(k)) = 2 é
 

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2424606 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
Um triângulo retângulo apresenta ângulos agudos iguais a α e β. Sendo
!$ \cos \alpha = \dfrac {\sqrt {5}} {5} !$,
então !$ \cos \beta !$ é igual a
 

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2422297 Ano: 2011
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Relacione as colunas.
Enunciado 3152631-1
A sequência está correta em
 

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2422288 Ano: 2011
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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De acordo com a Resolução nº. 7, de 14 de dezembro de 2010, a matrícula no ensino fundamental de nove anos
I. abrange a população na faixa dos seis aos quatorze anos de idade.
II. é obrigatória a matrícula de crianças com seis anos completos ou a completar até o dia 30 de abril do ano em que ocorrer a matrícula.
III. as crianças que completam seis anos após a data prevista nos termos desta lei deverão ser matriculadas na educação infantil.
IV. abrange toda a população, que na idade própria, não tiveram condições de frequentá-lo.
Está(ão) correta(s) apenas (a) afirmativa(s)
 

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2422263 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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Eu penso por meio de metáforas. Minhas ideias nascem da poesia. Descobri que o que penso sobre a educação está resumido num verso célebre de Fernando Pessoa: “Navegar é preciso. Viver não é preciso.”

Navegação é ciência, conhecimento rigoroso. Para navegar, barcos são necessários. Barcos se fazem com ciência, física, números, técnica. A navegação, ela mesma, faz-se com ciência: mapas, bússolas, coordenadas, meteorologia. Para a ciência da navegação é necessária a inteligência instrumental, que decifra o segredo dos meios. Barcos, remos, velas e bússolas são meios.

Já o viver não é coisa precisa. Nunca se sabe ao certo. A vida não se faz com ciência. Faz-se com sapiência. É possível ter a ciência da construção de barcos e, ao mesmo tempo, o terror de navegar. A ciência da navegação não nos dá o fascínio dos mares e os sonhos de portos aonde chegar. Conheço um erudito que tudo sabe sobre filosofia, sem que a filosofia tenha jamais tocado sua pele. A arte de viver não se faz com a inteligência instrumental. Ela se faz com a inteligência amorosa.

A palavra amor se tornou maldita entre os educadores que pensam a educação como ciência dos meios, ao lado de barcos, remos, velas e bússolas. Envergonham-se de que a educação seja coisa do amor – piegas. Mas o amor – Platão, Nietzche e Freud o sabiam – nada tem de piegas. Amor marca o impreciso círculo de prazer que liga o corpo aos objetos. Sem o amor tudo nos seria indiferente – inclusive a ciência. Não teríamos sentido de direção, não teríamos prioridades. A ciência desconhece o amor – tem de desconhecer o amor, para ser ciência. Tem de ser assim para que ela seja a coisa eficaz que é. Mas a vida, toda ela, é feita com decisões e direções. E essas direções e decisões são determinadas pela relação amorosa com os objetos. Se assim não fosse, todas as comidas seriam indiferentes; todas as mulheres seriam iguais; seria o mesmo ficar com esse ou aquele homem; e as músicas, os quadros e os poemas teriam o mesmo sem-gosto.

A inteligência instrumental precisa ser educada. Parte da educação é ensinar a pensar. Mas essa educação, sendo necessária, não é suficiente. Os meios não bastam para nos trazer prazer e alegria – que são o sentido da vida. Para isso é preciso que a sensibilidade seja educada. Fernando Pessoa fala, então, na educação da sensibilidade: Marx, nos Manuscritos de 1844, diz que a tarefa da história, até agora, tem sido a de educar os sentidos: aprender os prazeres dos olhos, dos ouvidos, do nariz, da boca, da pele, do pensamento (Ah! O prazer da leitura!). Se fôssemos animais isso não seria necessário. Mas somos seres da cultura: inventamos objetos de prazer que não se encontram na natureza: a música, a pintura, a culinária, a arquitetura, os perfumes, os toques. No corpo de cada aluno se encontram, adormecidos, os sentidos. Como na história da Bela Adormecida... É preciso despertá-los, para que sua capacidade de sentir prazer e alegria se expanda. Todos os objetos de prazer que foram dados pela natureza e acumulados pela cultura se encontram à sua disposição. Eles sentirão seu prazer e sua alegria se não tiverem sentidos castrados. Há, assim, uma outra tarefa para o professor, além do ensino abstrato das disciplinas: é preciso que ele se transforme num mestre de prazeres... Foi o que aconteceu com Roland Barthes, ao chegar ao fim da vida.

(Adaptação, Rubem Alves, in Por uma Educação Romântica)

As normas de concordância verbal e nominal foram observadas em

 

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2422236 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Monte Belo-MG
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A questão esta baseada na reportagem transcrita a seguir.
Mães solteiras da região enfrentam o preconceito
Crianças são chamadas de “filhos do Rodoanel”; assunto atrai desconfiança e ironia na periferia de São Bernardo do Campo, o tema é tabu; moradores relatam aumento de brigas e prostituição DE SÃO PAULO. CRISTINA MORENO DE CASTRO “Filha do Rodoanel!” – da janela da manicure de 35 anos dava para ouvir uma vizinha gritando, em referência à criança de um ano e nove meses que ela teve com um mestre de obras da via. “Preconceito existe. Fazem piadinha falando que somos ‘mães do Rodoanel’, mas tenho que focar na vida daqui pra frente”, diz. O tema é tabu no Parque Los Angeles, periferia de São Bernardo do Campo, onde mora a manicure. Falar sobre grávidas e Rodoanel ali geralmente resulta em silêncio, desconfiança, evasivas, negativas ou risadinhas. “O povo não gosta de falar sobre a gente porque é coisa íntima, eles têm medo de que a gente ache ruim”, diz a empregada doméstica Gizele Cerqueira, 30, que afirma não sofrer preconceito. Ela sabe que o pai de sua filha, de dois anos e meio, é de Alagoas, mas ignora seu paradeiro. A criança não foi registrada e ele sumiu quando ela tinha 15 dias de vida. A autônoma Alcione Amaro, 30, do Parque Los Angeles, teve mais sorte. Seu namorado da época, topógrafo mineiro, foi embora quando ela estava grávida de dois meses, deixando apenas um telefone. “Eu ligava todo dia, fiquei desesperada porque não conseguia contato.” Oito meses depois, já com o bebê nascido, ela conseguiu. Desde então, ele paga a pensão do menino.
Os moradores também falam da presença de meninas, de 12 a 17 anos, que iam para os alojamentos, de mochila e tudo, direto da aula.
(Folha de São Paulo, caderno Cotidiano, São Paulo, domingo, 24 de julho de 2011)
A reportagem trata de um modo de violência urbana e exclusão de jovens. Em um de seus estudos, a psicóloga Sílvia Leser de Mello trabalha o tema da violência e exclusão de jovens na cidade de São Paulo. Na expressão da violência a partir da relação cidadãos e metrópoles, pode-se encontrar, as seguintes características, EXCETO:
 

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