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244994 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
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Quem se mantém informado sobre os imensos problemas dos ecossistemas marinhos sabe que o homem está pescando muito mais do que o oceano consegue produzir, ameaçando muitas espécies de extinção. Em terra firme, avançam as fazendas industriais de frangos, porcos e vacas, e em algumas regiões, também as de peixes, que apresentam os mesmos problemas das primeiras: maus-tratos, contaminação, péssima qualidade.

Tudo parece conspirar para que o consumo de peixe seja uma prática muito pouco sustentável – com exceção dos peixes que são criados em um parque na Espanha. Trata-se do parque natural Veta la Palma, em Sevilha, cujo modelo foi apresentado com eloquência pelo chef Dan Barber na última edição da prestigiada conferência TED [...].

Diferentemente das fazendas de aquicultura tradicionais, esta funciona por meio de um sistema natural que se retroalimenta de forma sustentável. Mais que um criadouro, é um parque natural que já se transformou em um dos maiores santuários de aves da Europa. Em Veta la Palma, os peixes não são alimentados de forma artificial (já que o ecossistema saudável permite que se alimentem sozinhos), aceita-se que cerca de 20% dos peixes sejam comidos por flamingos e o sistema é tão saudável que a água é purificada pela corrente do rio Guadalquivir.

“Esta é uma receita para o futuro da boa alimentação, quer seja peixe ou gado. Precisamos de uma concepção radicalmente nova da agricultura, em que a comida de fato tenha um bom sabor”, ressalta Barber. E diante da usual pergunta sobre se este tipo de sistema poderia, de fato, alimentar o mundo, o chef é radical em sua resposta: “Hoje produzimos mais comida para alimentar mais pessoas, o problema é a desigualdade e a distribuição, não a quantidade de comida que produzimos. Esta pergunta tem determinado o destino de nossa produção nos últimos 50 anos, e, em todo este tempo, os negócios agropecuários diziam: ‘Se estamos alimentando mais gente por menos dinheiro, que mal há nisso?’ Mas isso é uma justificativa para o plano de negócios da agricultura norte-americana. Temos que chamá-lo pelo seu verdadeiro nome: um negócio, que está liquidando com o capital ecológico que torna possível a produção”, conclui.

A questão da produção industrial de alimentos está na mira da comunidade verde há muito tempo, mas no ano passado uma série de filmes como Food Inc., Nação Food e livros como Eating Animals reavivaram a discussão. Um público maior agora tem acesso a essas informações, o que pode levar a uma mudança de mentalidade dos consumidores, que podem escolher apoiar uma determinada forma de produção ao efetuar uma compra.

Se trilharmos este caminho, podemos avançar em direção a um futuro onde a produção de alimentos seja benéfica tanto para o meio ambiente como para o estômago das pessoas.

ALVARADO, Paula. In: http://blogs.discoverybrasil.com / descubra o verde: 2010 / 03.

A argumentação desenvolvida no texto está orientada no sentido de persuadir o leitor de que:

 

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244993 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
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Quem se mantém informado sobre os imensos problemas dos ecossistemas marinhos sabe que o homem está pescando muito mais do que o oceano consegue produzir, ameaçando muitas espécies de extinção. Em terra firme, avançam as fazendas industriais de frangos, porcos e vacas, e em algumas regiões, também as de peixes, que apresentam os mesmos problemas das primeiras: maus-tratos, contaminação, péssima qualidade.

Tudo parece conspirar para que o consumo de peixe seja uma prática muito pouco sustentável – com exceção dos peixes que são criados em um parque na Espanha. Trata-se do parque natural Veta la Palma, em Sevilha, cujo modelo foi apresentado com eloquência pelo chef Dan Barber na última edição da prestigiada conferência TED [...].

Diferentemente das fazendas de aquicultura tradicionais, esta funciona por meio de um sistema natural que se retroalimenta de forma sustentável. Mais que um criadouro, é um parque natural que já se transformou em um dos maiores santuários de aves da Europa. Em Veta la Palma, os peixes não são alimentados de forma artificial (já que o ecossistema saudável permite que se alimentem sozinhos), aceita-se que cerca de 20% dos peixes sejam comidos por flamingos e o sistema é tão saudável que a água é purificada pela corrente do rio Guadalquivir.

“Esta é uma receita para o futuro da boa alimentação, quer seja peixe ou gado. Precisamos de uma concepção radicalmente nova da agricultura, em que a comida de fato tenha um bom sabor”, ressalta Barber. E diante da usual pergunta sobre se este tipo de sistema poderia, de fato, alimentar o mundo, o chef é radical em sua resposta: “Hoje produzimos mais comida para alimentar mais pessoas, o problema é a desigualdade e a distribuição, não a quantidade de comida que produzimos. Esta pergunta tem determinado o destino de nossa produção nos últimos 50 anos, e, em todo este tempo, os negócios agropecuários diziam: ‘Se estamos alimentando mais gente por menos dinheiro, que mal há nisso?’ Mas isso é uma justificativa para o plano de negócios da agricultura norte-americana. Temos que chamá-lo pelo seu verdadeiro nome: um negócio, que está liquidando com o capital ecológico que torna possível a produção”, conclui.

A questão da produção industrial de alimentos está na mira da comunidade verde há muito tempo, mas no ano passado uma série de filmes como Food Inc., Nação Food e livros como Eating Animals reavivaram a discussão. Um público maior agora tem acesso a essas informações, o que pode levar a uma mudança de mentalidade dos consumidores, que podem escolher apoiar uma determinada forma de produção ao efetuar uma compra.

Se trilharmos este caminho, podemos avançar em direção a um futuro onde a produção de alimentos seja benéfica tanto para o meio ambiente como para o estômago das pessoas.

ALVARADO, Paula. In: http://blogs.discoverybrasil.com / descubra o verde: 2010 / 03.

A oração adjetiva está reescrita em DESACORDO com as normas da língua padrão em:

 

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244992 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
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enunciado 244992-1
Em "açoitado por um vento que mal nos permitia ficarmos em pé para os arremessos" (linhas 10-11), a palavra "mal" está empregada com o mesmo sentido que em:

 

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244991 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
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Quem se mantém informado sobre os imensos problemas dos ecossistemas marinhos sabe que o homem está pescando muito mais do que o oceano consegue produzir, ameaçando muitas espécies de extinção. Em terra firme, avançam as fazendas industriais de frangos, porcos e vacas, e em algumas regiões, também as de peixes, que apresentam os mesmos problemas das primeiras: maus-tratos, contaminação, péssima qualidade.

Tudo parece conspirar para que o consumo de peixe seja uma prática muito pouco sustentável – com exceção dos peixes que são criados em um parque na Espanha. Trata-se do parque natural Veta la Palma, em Sevilha, cujo modelo foi apresentado com eloquência pelo chef Dan Barber na última edição da prestigiada conferência TED [...].

Diferentemente das fazendas de aquicultura tradicionais, esta funciona por meio de um sistema natural que se retroalimenta de forma sustentável. Mais que um criadouro, é um parque natural que já se transformou em um dos maiores santuários de aves da Europa. Em Veta la Palma, os peixes não são alimentados de forma artificial (já que o ecossistema saudável permite que se alimentem sozinhos), aceita-se que cerca de 20% dos peixes sejam comidos por flamingos e o sistema é tão saudável que a água é purificada pela corrente do rio Guadalquivir.

“Esta é uma receita para o futuro da boa alimentação, quer seja peixe ou gado. Precisamos de uma concepção radicalmente nova da agricultura, em que a comida de fato tenha um bom sabor”, ressalta Barber. E diante da usual pergunta sobre se este tipo de sistema poderia, de fato, alimentar o mundo, o chef é radical em sua resposta: “Hoje produzimos mais comida para alimentar mais pessoas, o problema é a desigualdade e a distribuição, não a quantidade de comida que produzimos. Esta pergunta tem determinado o destino de nossa produção nos últimos 50 anos, e, em todo este tempo, os negócios agropecuários diziam: ‘Se estamos alimentando mais gente por menos dinheiro, que mal há nisso?’ Mas isso é uma justificativa para o plano de negócios da agricultura norte-americana. Temos que chamá-lo pelo seu verdadeiro nome: um negócio, que está liquidando com o capital ecológico que torna possível a produção”, conclui.

A questão da produção industrial de alimentos está na mira da comunidade verde há muito tempo, mas no ano passado uma série de filmes como Food Inc., Nação Food e livros como Eating Animals reavivaram a discussão. Um público maior agora tem acesso a essas informações, o que pode levar a uma mudança de mentalidade dos consumidores, que podem escolher apoiar uma determinada forma de produção ao efetuar uma compra.

Se trilharmos este caminho, podemos avançar em direção a um futuro onde a produção de alimentos seja benéfica tanto para o meio ambiente como para o estômago das pessoas.

ALVARADO, Paula. In: http://blogs.discoverybrasil.com / descubra o verde: 2010 / 03.

Em todas as alternativas abaixo se relativiza ou atenua o argumento usado em: "o problema é a desigualdade e a distribuição, não a quantidade de comida que produzimos" (linhas 31-33), com exceção da seguinte:

 

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244990 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
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enunciado 244990-1
Na passagem: "O extermínio de garoupas [...] foi outro exemplo de que a pesca com iscas artificiais, enunciado 244990-2, o pescador que as usa, está sempre caminhando sobre uma tênue linha que separa o esportista do "matador" (linhas 41-46), a locução em destaque está empregada para introduzir:
 

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244989 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
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enunciado 244989-1
Na proposta de reescrita da oração em destaque no período: "Tivemos a informação de lanchas enunciado 244989-2 enunciado 244989-3 (linhas 29-31), infringiu-se norma da língua culta em:



 

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244988 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
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enunciado 244988-1
Altera-se sensivelmente o sentido de: "Apesar de ser uma tecla já muito batida, não há como não se revoltar" (linhas 33-34) com a substituição da primeira oração por:

 

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244987 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
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Quem se mantém informado sobre os imensos problemas dos ecossistemas marinhos sabe que o homem está pescando muito mais do que o oceano consegue produzir, ameaçando muitas espécies de extinção. Em terra firme, avançam as fazendas industriais de frangos, porcos e vacas, e em algumas regiões, também as de peixes, que apresentam os mesmos problemas das primeiras: maus-tratos, contaminação, péssima qualidade.

Tudo parece conspirar para que o consumo de peixe seja uma prática muito pouco sustentável – com exceção dos peixes que são criados em um parque na Espanha. Trata-se do parque natural Veta la Palma, em Sevilha, cujo modelo foi apresentado com eloquência pelo chef Dan Barber na última edição da prestigiada conferência TED [...].

Diferentemente das fazendas de aquicultura tradicionais, esta funciona por meio de um sistema natural que se retroalimenta de forma sustentável. Mais que um criadouro, é um parque natural que já se transformou em um dos maiores santuários de aves da Europa. Em Veta la Palma, os peixes não são alimentados de forma artificial (já que o ecossistema saudável permite que se alimentem sozinhos), aceita-se que cerca de 20% dos peixes sejam comidos por flamingos e o sistema é tão saudável que a água é purificada pela corrente do rio Guadalquivir.

“Esta é uma receita para o futuro da boa alimentação, quer seja peixe ou gado. Precisamos de uma concepção radicalmente nova da agricultura, em que a comida de fato tenha um bom sabor”, ressalta Barber. E diante da usual pergunta sobre se este tipo de sistema poderia, de fato, alimentar o mundo, o chef é radical em sua resposta: “Hoje produzimos mais comida para alimentar mais pessoas, o problema é a desigualdade e a distribuição, não a quantidade de comida que produzimos. Esta pergunta tem determinado o destino de nossa produção nos últimos 50 anos, e, em todo este tempo, os negócios agropecuários diziam: ‘Se estamos alimentando mais gente por menos dinheiro, que mal há nisso?’ Mas isso é uma justificativa para o plano de negócios da agricultura norte-americana. Temos que chamá-lo pelo seu verdadeiro nome: um negócio, que está liquidando com o capital ecológico que torna possível a produção”, conclui.

A questão da produção industrial de alimentos está na mira da comunidade verde há muito tempo, mas no ano passado uma série de filmes como Food Inc., Nação Food e livros como Eating Animals reavivaram a discussão. Um público maior agora tem acesso a essas informações, o que pode levar a uma mudança de mentalidade dos consumidores, que podem escolher apoiar uma determinada forma de produção ao efetuar uma compra.

Se trilharmos este caminho, podemos avançar em direção a um futuro onde a produção de alimentos seja benéfica tanto para o meio ambiente como para o estômago das pessoas.

ALVARADO, Paula. In: http://blogs.discoverybrasil.com / descubra o verde: 2010 / 03.

Cometeria grande equívoco quem fizesse, no texto, a substituição da preposição pela locução prepositiva, ou vice- versa, proposta em:
 

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244986 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
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enunciado 244986-1
O advérbio em -mente que traduz uma atitude ou estado psicológico do autor diante do fato por ele enunciado encontra-se na alternativa:

 

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244985 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
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enunciado 244985-1
É facultativo o uso do acento grave no "a" destacado em:
 

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