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Foram encontradas 115 questões.

244984 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
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enunciado 244984-1
O que ocorre com o verbo "esquecer" que admite dupla regência ("nos esquecemos enunciado 244984-2 (linha 51) / nos esquecemos enunciado 244984-3 ocorre igualmente com todos os verbos da oração principal das frases seguintes, com EXCEÇÃO apenas daquele que se lê na alternativa:

 

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244983 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
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Quem se mantém informado sobre os imensos problemas dos ecossistemas marinhos sabe que o homem está pescando muito mais do que o oceano consegue produzir, ameaçando muitas espécies de extinção. Em terra firme, avançam as fazendas industriais de frangos, porcos e vacas, e em algumas regiões, também as de peixes, que apresentam os mesmos problemas das primeiras: maus-tratos, contaminação, péssima qualidade.

Tudo parece conspirar para que o consumo de peixe seja uma prática muito pouco sustentável – com exceção dos peixes que são criados em um parque na Espanha. Trata-se do parque natural Veta la Palma, em Sevilha, cujo modelo foi apresentado com eloquência pelo chef Dan Barber na última edição da prestigiada conferência TED [...].

Diferentemente das fazendas de aquicultura tradicionais, esta funciona por meio de um sistema natural que se retroalimenta de forma sustentável. Mais que um criadouro, é um parque natural que já se transformou em um dos maiores santuários de aves da Europa. Em Veta la Palma, os peixes não são alimentados de forma artificial (já que o ecossistema saudável permite que se alimentem sozinhos), aceita-se que cerca de 20% dos peixes sejam comidos por flamingos e o sistema é tão saudável que a água é purificada pela corrente do rio Guadalquivir.

“Esta é uma receita para o futuro da boa alimentação, quer seja peixe ou gado. Precisamos de uma concepção radicalmente nova da agricultura, em que a comida de fato tenha um bom sabor”, ressalta Barber. E diante da usual pergunta sobre se este tipo de sistema poderia, de fato, alimentar o mundo, o chef é radical em sua resposta: “Hoje produzimos mais comida para alimentar mais pessoas, o problema é a desigualdade e a distribuição, não a quantidade de comida que produzimos. Esta pergunta tem determinado o destino de nossa produção nos últimos 50 anos, e, em todo este tempo, os negócios agropecuários diziam: ‘Se estamos alimentando mais gente por menos dinheiro, que mal há nisso?’ Mas isso é uma justificativa para o plano de negócios da agricultura norte-americana. Temos que chamá-lo pelo seu verdadeiro nome: um negócio, que está liquidando com o capital ecológico que torna possível a produção”, conclui.

A questão da produção industrial de alimentos está na mira da comunidade verde há muito tempo, mas no ano passado uma série de filmes como Food Inc., Nação Food e livros como Eating Animals reavivaram a discussão. Um público maior agora tem acesso a essas informações, o que pode levar a uma mudança de mentalidade dos consumidores, que podem escolher apoiar uma determinada forma de produção ao efetuar uma compra.

Se trilharmos este caminho, podemos avançar em direção a um futuro onde a produção de alimentos seja benéfica tanto para o meio ambiente como para o estômago das pessoas.

ALVARADO, Paula. In: http://blogs.discoverybrasil.com / descubra o verde: 2010 / 03.

Leia-se a seguinte passagem extraída do texto:

"Esta é uma receita para o futuro da boa alimentação, quer seja peixe ou gado. Precisamos de uma concepção radicalmente nova da agricultura, em que a comida de fato tenha um bom sabor", ressalta Barber. E diante da usual pergunta sobre se este tipo de sistema poderia, de fato, alimentar o mundo, o chef é radical em sua resposta: "Hoje produzimos mais comida para alimentar mais pessoas, o problema é a desigualdade e a distribuição, não a quantidade de comida que produzimos"

A proposta de mudança de pontuação que contraria as normas atualmenteemvigor é:
 

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244982 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
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Quem se mantém informado sobre os imensos problemas dos ecossistemas marinhos sabe que o homem está pescando muito mais do que o oceano consegue produzir, ameaçando muitas espécies de extinção. Em terra firme, avançam as fazendas industriais de frangos, porcos e vacas, e em algumas regiões, também as de peixes, que apresentam os mesmos problemas das primeiras: maus-tratos, contaminação, péssima qualidade.

Tudo parece conspirar para que o consumo de peixe seja uma prática muito pouco sustentável – com exceção dos peixes que são criados em um parque na Espanha. Trata-se do parque natural Veta la Palma, em Sevilha, cujo modelo foi apresentado com eloquência pelo chef Dan Barber na última edição da prestigiada conferência TED [...].

Diferentemente das fazendas de aquicultura tradicionais, esta funciona por meio de um sistema natural que se retroalimenta de forma sustentável. Mais que um criadouro, é um parque natural que já se transformou em um dos maiores santuários de aves da Europa. Em Veta la Palma, os peixes não são alimentados de forma artificial (já que o ecossistema saudável permite que se alimentem sozinhos), aceita-se que cerca de 20% dos peixes sejam comidos por flamingos e o sistema é tão saudável que a água é purificada pela corrente do rio Guadalquivir.

“Esta é uma receita para o futuro da boa alimentação, quer seja peixe ou gado. Precisamos de uma concepção radicalmente nova da agricultura, em que a comida de fato tenha um bom sabor”, ressalta Barber. E diante da usual pergunta sobre se este tipo de sistema poderia, de fato, alimentar o mundo, o chef é radical em sua resposta: “Hoje produzimos mais comida para alimentar mais pessoas, o problema é a desigualdade e a distribuição, não a quantidade de comida que produzimos. Esta pergunta tem determinado o destino de nossa produção nos últimos 50 anos, e, em todo este tempo, os negócios agropecuários diziam: ‘Se estamos alimentando mais gente por menos dinheiro, que mal há nisso?’ Mas isso é uma justificativa para o plano de negócios da agricultura norte-americana. Temos que chamá-lo pelo seu verdadeiro nome: um negócio, que está liquidando com o capital ecológico que torna possível a produção”, conclui.

A questão da produção industrial de alimentos está na mira da comunidade verde há muito tempo, mas no ano passado uma série de filmes como Food Inc., Nação Food e livros como Eating Animals reavivaram a discussão. Um público maior agora tem acesso a essas informações, o que pode levar a uma mudança de mentalidade dos consumidores, que podem escolher apoiar uma determinada forma de produção ao efetuar uma compra.

Se trilharmos este caminho, podemos avançar em direção a um futuro onde a produção de alimentos seja benéfica tanto para o meio ambiente como para o estômago das pessoas.

ALVARADO, Paula. In: http://blogs.discoverybrasil.com / descubra o verde: 2010 / 03.

Em: "Em Veta la Palma, os peixes não são alimentados de forma artificial (já que o ecossistema saudável permite que se alimentem sozinhos)" (linhas 19-21), o sentido do comentário entre parênteses sofre alteração fundamental com a redação:

 

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244981 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
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enunciado 244981-1
Todos os pronomes em destaque estão empregados para fazer referência a elemento enunciado anteriormente no texto, comEXCEÇÃOdo que se lê em:
 

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244980 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
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enunciado 244980-1
A conjunção "como", nas orações "como mostramos todos os meses em nossa revista" (linha 39) e "Como sempre digo" (linha 46), tem o mesmo valor significativo que em:

 

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244979 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
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Quem se mantém informado sobre os imensos problemas dos ecossistemas marinhos sabe que o homem está pescando muito mais do que o oceano consegue produzir, ameaçando muitas espécies de extinção. Em terra firme, avançam as fazendas industriais de frangos, porcos e vacas, e em algumas regiões, também as de peixes, que apresentam os mesmos problemas das primeiras: maus-tratos, contaminação, péssima qualidade.

Tudo parece conspirar para que o consumo de peixe seja uma prática muito pouco sustentável – com exceção dos peixes que são criados em um parque na Espanha. Trata-se do parque natural Veta la Palma, em Sevilha, cujo modelo foi apresentado com eloquência pelo chef Dan Barber na última edição da prestigiada conferência TED [...].

Diferentemente das fazendas de aquicultura tradicionais, esta funciona por meio de um sistema natural que se retroalimenta de forma sustentável. Mais que um criadouro, é um parque natural que já se transformou em um dos maiores santuários de aves da Europa. Em Veta la Palma, os peixes não são alimentados de forma artificial (já que o ecossistema saudável permite que se alimentem sozinhos), aceita-se que cerca de 20% dos peixes sejam comidos por flamingos e o sistema é tão saudável que a água é purificada pela corrente do rio Guadalquivir.

“Esta é uma receita para o futuro da boa alimentação, quer seja peixe ou gado. Precisamos de uma concepção radicalmente nova da agricultura, em que a comida de fato tenha um bom sabor”, ressalta Barber. E diante da usual pergunta sobre se este tipo de sistema poderia, de fato, alimentar o mundo, o chef é radical em sua resposta: “Hoje produzimos mais comida para alimentar mais pessoas, o problema é a desigualdade e a distribuição, não a quantidade de comida que produzimos. Esta pergunta tem determinado o destino de nossa produção nos últimos 50 anos, e, em todo este tempo, os negócios agropecuários diziam: ‘Se estamos alimentando mais gente por menos dinheiro, que mal há nisso?’ Mas isso é uma justificativa para o plano de negócios da agricultura norte-americana. Temos que chamá-lo pelo seu verdadeiro nome: um negócio, que está liquidando com o capital ecológico que torna possível a produção”, conclui.

A questão da produção industrial de alimentos está na mira da comunidade verde há muito tempo, mas no ano passado uma série de filmes como Food Inc., Nação Food e livros como Eating Animals reavivaram a discussão. Um público maior agora tem acesso a essas informações, o que pode levar a uma mudança de mentalidade dos consumidores, que podem escolher apoiar uma determinada forma de produção ao efetuar uma compra.

Se trilharmos este caminho, podemos avançar em direção a um futuro onde a produção de alimentos seja benéfica tanto para o meio ambiente como para o estômago das pessoas.

ALVARADO, Paula. In: http://blogs.discoverybrasil.com / descubra o verde: 2010 / 03.

O sentido de: "onde a produção de alimentos seja benéfica tanto para o meio ambiente como para o estômago das pessoas'' (linhas 50-52) altera-se sensivelmente com a substituição do termo em destaque por:

 

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244978 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
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enunciado 244978-1
A forma verbal usada no texto que pode ser substituída pela forma indicada, sem que isso resulte em erro de concordância verbal, encontra-se em:
 

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244977 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
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enunciado 244977-1
Em relação ao trecho: "Também pudera; sua eficiência, como mostramos todos os meses em nossa revista, só aumenta a cada geração de modelos lançados no mercado. São ou não armas quando nas mãos erradas?" (linhas 38-41), a mudança de pontuação proposta que se encontra em DESACORDO com as normas de pontuação vigentes é a seguinte:

 

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244976 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
Provas:
enunciado 244976-1
Altera-se significativamente o sentido do enunciado no texto substituindo-se a locução entre aspas, empregada pelo autor, por:

 

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244975 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FEC
Orgão: MPA
Provas:
enunciado 244975-1
Aargumentação desenvolvida no texto está orientada no sentido de persuadir o leitor de que:

 

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