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Segundo o Regime Jurídico Único dos Servidores
Públicos Civis da União, das autarquias e das fundações
públicas federais, no que tange à reversão, é correto
afirmar que ela
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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
Ética refere-se aos valores que norteiam nossa ação no
mundo. Especificamente no serviço público, é o conjunto
de normas que regem a conduta dos servidores. Para
organizar os princípios éticos, o Poder Executivo Federal
regulamentou o decreto nº 1.171/94. Acerca do Código
de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder
Executivo Federal, é correto afirmar que
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A administração pública de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios
obedecerá aos princípios da legalidade, impessoalidade,
moralidade, publicidade e eficiência. Nesse sentido, em
relação ao princípio da eficiência, é correto afirmar que
ele
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A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) dispõe sobre A
tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios o
digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de
direito público ou privado, com o objetivo de proteger os
direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o
livre desenvolvimento da personalidade da pessoa
natural. Nesse sentido, a disciplina da proteção de dados
pessoais tem como um(uns) de seus fundamentos
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A Lei nº 8.112/1990 dispõe sobre o regime jurídico dos
servidores públicos civis da União, das autarquias e das
fundações públicas federais e, em seu art. 8º, estabelece
que são formas de provimento de cargo público:
nomeação, promoção, readaptação, reversão,
aproveitamento, reintegração e recondução. Nesse
sentido, a reintegração é o(a)
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O Decreto nº 11.624/2023 dispõe sobre a aprovação da
Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos
Cargos em Comissão e das Funções de Confiança do
Ministério da Pesca e Aquicultura e remaneja e
transforma cargos em comissão e funções de confiança.
esse respeito, é A correto afirmar que o Ministério da
Pesca e Aquicultura, órgão da administração pública
federal direta, tem como uma de suas áreas de
competências o(a)
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Dado um conjunto B = {−1, 0, 1, 3, 4}, sabendo que A ∩
B = {0, 1, 4} e que A ∪ B = {−2, −1, 0 , 1, 2, 3, 4, 5},
então é correto afirmar que o conjunto A é
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Ana escreveu a seguinte sequência: − 4, − 4, 1, 11, X.
Seguindo o padrão em que Ana pensou, é correto
afirmar que o termo ocupado pela letra X é
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Salários mais iguais: o papel do envelhecimento e
das decisões de carreira
Na maioria dos países com dados disponíveis, a
diferença salarial entre homens e mulheres diminuiu nas
últimas duas décadas. Parte dessa redução se deve ao
envelhecimento demográfico. Os trabalhadores mais
velhos permanecem no mercado por mais tempo,
retendo posições de destaque e dificultando a
mobilidade ascendente dos homens jovens. Isso resulta
em uma redução da disparidade de rendimentos entre os
gêneros.
Analisando quatro décadas de dados salariais dos EUA,
Reino Unido, Canadá e Itália, Arellano-Bover e seus
colegas identificaram que a diferença salarial entre
homens e mulheres diminuiu, com os jovens de ambos
os gêneros recebendo salários mais semelhantes. As
gerações mais antigas, que apresentavam maiores
desigualdades, estão se aposentando, o que reduz o gap
salarial geral. Entre 1976 e 1995, a probabilidade de
homens de 25 anos trabalharem no décimo superior de
grupos empresariais diminuiu, em média, 6 pontos
percentuais, enquanto a mesma probabilidade para
mulheres caiu apenas 2 pontos percentuais.
Ou seja, a diferença entre os rendimentos médios de
uma sociedade não nos informa muito sobre questões
ligadas à igualdade de gênero. E mesmo com o
envelhecimento demográfico contínuo, é improvável que
esse mecanismo reduza ainda mais a diferença salarial
de gênero. Já que desde 1995 a diferença entre a
classificação salarial média de homens e mulheres
jovens é mínima.
As decisões individuais também desempenham um papel
importante nessa dinâmica, uma vez que a escolha da
graduação está fortemente ligada aos ganhos futuros.
Homens jovens em média preferem áreas de estudo
ligadas a exatas e tecnologia, que proporcionam altos
ganhos. Nos EUA, 63% da diferença salarial de
recém-formados é devido ao tipo de curso universitário;
na Itália, é 51%. Já as mulheres tendem a escolher
áreas de trabalho como educação e cuidados, que
pagam menos em média.
Além disso, o gap salarial se amplia principalmente após
nascimento do primeiro filho, quando as mulheres o
sofrem maior pressão social e familiar para priorizar o
cuidado com os filhos em detrimento da carreira. Essas
expectativas têm outros tipos de custos para os homens:
tendência a aceitar horas extras e demonstrar afeto
através da provisão, ao custo de quase não ter tempo
com familiares. Essa tendência emerge no mundo inteiro,
ainda que em graus distintos. Consequentemente, as
mulheres estão super-representadas em empregos de
baixa remuneração para atender essas
responsabilidades, trabalhando com maior flexibilidade e
por menos horas.
Alguns argumentam que as diferenças salariais se
devem a fatores biológicos e preferências distintas.
Embora homens e mulheres se diferenciem em alguns
aspectos psicológicos que podem influenciar o mercado
de trabalho, essas diferenças explicam apenas uma
ínfima parte da disparidade salarial de gênero. Além
disso, não há garantia de que a valorização de certas
características traga resultados econômicos positivos
para as empresas.
Por isso, para aqueles que almejam alcançar a paridade
financeira, o progresso está claramente ligado às
escolhas educacionais, de carreira e arranjos familiares.
Antes de avaliar uma sociedade apenas pela diferença
de rendimentos, é crucial analisar outros indicadores de
desigualdade de gênero. Exemplos incluem a taxa de
matrícula em diferentes níveis educacionais, acesso a
financiamento e capital para negócios, disponibilidade e
uso de licenças parentais, direitos de propriedade e
herança, mobilidade territorial, taxas de violência de
gênero e a força das normas sociais. O salário tende a
ser uma consequência de todos esses fatores.
Homens e mulheres devem ter maior liberdade para
decidir juntos como equilibrar a vida pessoal e
profissional. Isso requer tanto um Estado que garanta
igualdade de oportunidades com políticas públicas
eficientes quanto menos julgamentos das escolhas
alheias por parte de todos nós.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
No período acima, a segunda ocorrência de vírgula se justifica também por
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Salários mais iguais: o papel do envelhecimento e
das decisões de carreira
Na maioria dos países com dados disponíveis, a
diferença salarial entre homens e mulheres diminuiu nas
últimas duas décadas. Parte dessa redução se deve ao
envelhecimento demográfico. Os trabalhadores mais
velhos permanecem no mercado por mais tempo,
retendo posições de destaque e dificultando a
mobilidade ascendente dos homens jovens. Isso resulta
em uma redução da disparidade de rendimentos entre os
gêneros.
Analisando quatro décadas de dados salariais dos EUA,
Reino Unido, Canadá e Itália, Arellano-Bover e seus
colegas identificaram que a diferença salarial entre
homens e mulheres diminuiu, com os jovens de ambos
os gêneros recebendo salários mais semelhantes. As
gerações mais antigas, que apresentavam maiores
desigualdades, estão se aposentando, o que reduz o gap
salarial geral. Entre 1976 e 1995, a probabilidade de
homens de 25 anos trabalharem no décimo superior de
grupos empresariais diminuiu, em média, 6 pontos
percentuais, enquanto a mesma probabilidade para
mulheres caiu apenas 2 pontos percentuais.
Ou seja, a diferença entre os rendimentos médios de
uma sociedade não nos informa muito sobre questões
ligadas à igualdade de gênero. E mesmo com o
envelhecimento demográfico contínuo, é improvável que
esse mecanismo reduza ainda mais a diferença salarial
de gênero. Já que desde 1995 a diferença entre a
classificação salarial média de homens e mulheres
jovens é mínima.
As decisões individuais também desempenham um papel
importante nessa dinâmica, uma vez que a escolha da
graduação está fortemente ligada aos ganhos futuros.
Homens jovens em média preferem áreas de estudo
ligadas a exatas e tecnologia, que proporcionam altos
ganhos. Nos EUA, 63% da diferença salarial de
recém-formados é devido ao tipo de curso universitário;
na Itália, é 51%. Já as mulheres tendem a escolher
áreas de trabalho como educação e cuidados, que
pagam menos em média.
Além disso, o gap salarial se amplia principalmente após
nascimento do primeiro filho, quando as mulheres o
sofrem maior pressão social e familiar para priorizar o
cuidado com os filhos em detrimento da carreira. Essas
expectativas têm outros tipos de custos para os homens:
tendência a aceitar horas extras e demonstrar afeto
através da provisão, ao custo de quase não ter tempo
com familiares. Essa tendência emerge no mundo inteiro,
ainda que em graus distintos. Consequentemente, as
mulheres estão super-representadas em empregos de
baixa remuneração para atender essas
responsabilidades, trabalhando com maior flexibilidade e
por menos horas.
Alguns argumentam que as diferenças salariais se
devem a fatores biológicos e preferências distintas.
Embora homens e mulheres se diferenciem em alguns
aspectos psicológicos que podem influenciar o mercado
de trabalho, essas diferenças explicam apenas uma
ínfima parte da disparidade salarial de gênero. Além
disso, não há garantia de que a valorização de certas
características traga resultados econômicos positivos
para as empresas.
Por isso, para aqueles que almejam alcançar a paridade
financeira, o progresso está claramente ligado às
escolhas educacionais, de carreira e arranjos familiares.
Antes de avaliar uma sociedade apenas pela diferença
de rendimentos, é crucial analisar outros indicadores de
desigualdade de gênero. Exemplos incluem a taxa de
matrícula em diferentes níveis educacionais, acesso a
financiamento e capital para negócios, disponibilidade e
uso de licenças parentais, direitos de propriedade e
herança, mobilidade territorial, taxas de violência de
gênero e a força das normas sociais. O salário tende a
ser uma consequência de todos esses fatores.
Homens e mulheres devem ter maior liberdade para
decidir juntos como equilibrar a vida pessoal e
profissional. Isso requer tanto um Estado que garanta
igualdade de oportunidades com políticas públicas
eficientes quanto menos julgamentos das escolhas
alheias por parte de todos nós.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/
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