Foram encontradas 470 questões.
O sistema de saúde brasileiro é o tipo de sistema público de
acesso universal. Como funciona o sistema público de
seguro social?
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Qual o entendimento de gestão democrática de saúde na
Lei n° 1.912/2007?
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Leia o texto a seguir.
A Educação em Saúde é inerente a todas as práticas desenvolvidas no âmbito do SUS. Como prática transversal proporciona a articulação entre todos os níveis de gestão do sistema, representando dispositivo essencial tanto para formulação da política de saúde de forma compartilhada, como às ações que acontecem na relação direta dos serviços com os usuários. Nesse sentido tais práticas devem ser valorizadas e qualificadas, a fim de que contribuam cada vez mais para a afirmação do SUS como a política pública que tem proporcionado maior inclusão social, não somente por promover a apropriação do significado de saúde enquanto direito por parte da população, como também pela promoção da cidadania. É preciso também repensar a Educação em Saúde na perspectiva da participação social, compreendendo que as verdadeiras práticas educativas somente têm lugar entre sujeitos sociais e, desse modo, devem estar presentes nos processos de educação permanente para o controle social, de mobilização em defesa do SUS e como tema relevante para os movimentos sociais que lutam em prol de uma vida digna. O princípio da integralidade do SUS diz respeito tanto à atenção integral em todos os níveis do sistema, como também à integralidade de saberes, práticas, vivências e espaços de cuidado. Para tanto, torna-se necessário o desenvolvimento de ações de educação em saúde numa perspectiva dialógica, emancipadora, participativa, criativa e que contribua para a autonomia do usuário, no que diz respeito à sua condição de sujeito de direitos e autor de sua trajetória de saúde e doença; e autonomia dos profissionais diante da possibilidade de reinventar modos de cuidado mais humanizados, compartilhados e integrais.
BRASIL. Ministério da Saúde. Disponível em: <https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caderno_educacao_popularsaudep1.p df>. Acesso em: 10 nov. 2023.
O que é Educação Popular em Saúde (EPS)?
A Educação em Saúde é inerente a todas as práticas desenvolvidas no âmbito do SUS. Como prática transversal proporciona a articulação entre todos os níveis de gestão do sistema, representando dispositivo essencial tanto para formulação da política de saúde de forma compartilhada, como às ações que acontecem na relação direta dos serviços com os usuários. Nesse sentido tais práticas devem ser valorizadas e qualificadas, a fim de que contribuam cada vez mais para a afirmação do SUS como a política pública que tem proporcionado maior inclusão social, não somente por promover a apropriação do significado de saúde enquanto direito por parte da população, como também pela promoção da cidadania. É preciso também repensar a Educação em Saúde na perspectiva da participação social, compreendendo que as verdadeiras práticas educativas somente têm lugar entre sujeitos sociais e, desse modo, devem estar presentes nos processos de educação permanente para o controle social, de mobilização em defesa do SUS e como tema relevante para os movimentos sociais que lutam em prol de uma vida digna. O princípio da integralidade do SUS diz respeito tanto à atenção integral em todos os níveis do sistema, como também à integralidade de saberes, práticas, vivências e espaços de cuidado. Para tanto, torna-se necessário o desenvolvimento de ações de educação em saúde numa perspectiva dialógica, emancipadora, participativa, criativa e que contribua para a autonomia do usuário, no que diz respeito à sua condição de sujeito de direitos e autor de sua trajetória de saúde e doença; e autonomia dos profissionais diante da possibilidade de reinventar modos de cuidado mais humanizados, compartilhados e integrais.
BRASIL. Ministério da Saúde. Disponível em: <https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caderno_educacao_popularsaudep1.p df>. Acesso em: 10 nov. 2023.
O que é Educação Popular em Saúde (EPS)?
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A abordagem da sexualidade e da prevenção das infecções
sexualmente transmissíveis (IST) entre os usuários de
saúde mental esteve ausente das reflexões dos temas
emergentes e relevantes da luta antimanicomial e da
Reforma Psiquiátrica Brasileira. Porque os usuários de
saúde mentais estão potencialmente sujeitos a um maior
risco para as IST’s?
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Leia o texto a seguir.
eu me machuquei hoje
I hurt myself today
Para ver se ainda sinto
To see if I still feel
Eu me concentro na dor
I focus on the pain
A única coisa que é real
The only thing that's real
Disponível em: <https://www.letras.mus.br/johnny-cash/75804/traducao.html>. Acesso em: 10 nov. 2023.
O que é autolesão não suicida, por que ela ocorre e qual é o seu principal grupo de risco?
eu me machuquei hoje
I hurt myself today
Para ver se ainda sinto
To see if I still feel
Eu me concentro na dor
I focus on the pain
A única coisa que é real
The only thing that's real
Disponível em: <https://www.letras.mus.br/johnny-cash/75804/traducao.html>. Acesso em: 10 nov. 2023.
O que é autolesão não suicida, por que ela ocorre e qual é o seu principal grupo de risco?
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Qual o impacto do processo de hospitalização para o
acompanhante familiar do paciente internado por doença
crônica?
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Como um psicólogo pode saber se pode utilizar
determinados instrumentos psicológicos na prestação de
serviços psicológicos realizados por meio de tecnologias da
informação e da comunicação?
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Leia o texto a seguir.
A Política Nacional de Humanização (PNH) existe desde 2003 para efetivar os princípios do SUS no cotidiano das práticas de atenção e gestão, qualificando a saúde pública no Brasil e incentivando trocas solidárias entre gestores, trabalhadores e usuários. A PNH deve se fazer presente e estar inserida em todas as políticas e programas do SUS. Promover a comunicação entre estes três grupos pode provocar uma série de debates em direção a mudanças que proporcionem melhor forma de cuidar e novas formas de organizar o trabalho.
BRASIL. Ministério da Saúde. Disponível em: <https://www.gov.br/saude/ptbr/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/humanizasus>. Acesso em: 10 nov. 2023.
Qual é o objetivo da PNH?
A Política Nacional de Humanização (PNH) existe desde 2003 para efetivar os princípios do SUS no cotidiano das práticas de atenção e gestão, qualificando a saúde pública no Brasil e incentivando trocas solidárias entre gestores, trabalhadores e usuários. A PNH deve se fazer presente e estar inserida em todas as políticas e programas do SUS. Promover a comunicação entre estes três grupos pode provocar uma série de debates em direção a mudanças que proporcionem melhor forma de cuidar e novas formas de organizar o trabalho.
BRASIL. Ministério da Saúde. Disponível em: <https://www.gov.br/saude/ptbr/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/humanizasus>. Acesso em: 10 nov. 2023.
Qual é o objetivo da PNH?
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Segundo Freud, no clássico texto Luto e Melancolia, essas duas
afecções compartilham sintomatologia fenomenologicamente
similares, mas com etiologia distinta. Qual característica da
melancolia que a difere do luto, além da sua etiologia?
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Leia o texto a seguir.
A conceituação de um evento como desastre depende da perspectiva daquele que o nomeia e do lugar que ele ocupa nessa interação com o evento. Assim, o conceito de desastre é utilizado para nomear muitos eventos e/ou processos com características distintas. Parte-se da compreensão do desastre como uma ruptura do funcionamento habitual de um sistema ou comunidade, devido aos impactos ao bem-estar físico, social, psíquico, econômico e ambiental de uma determinada localidade. Tal evento afeta um grande número de pessoas, ocasionando destruição estrutural e/ou material significativa e altera a geografia humana, provocando desorganização social pela destruição ou alteração de redes funcionais. Os desastres podem provocar medo, horror, sensação de impotência, confrontação com a destruição, com o caos, com a própria morte e\ou de outrem, bem como perturbação aguda em crenças, valores e significados. Para haver um desastre, é necessária a combinação de um conjunto de fatores: ameaças, exposição, condições de vulnerabilidade e insuficiente gestão integral de riscos. O desastre deve ser compreendido e vinculado ao contexto no qual ele ocorre, ou seja, é necessário considerar as dimensões sócio-político-culturais de vulnerabilidade, capacidade, exposição de pessoas e bens, características e percepções dos riscos e meio ambiente.
Disponível em: <https://crepop.cfp.org.br/wp-content/uploads/sites/34/2022/10/027- Crepop-Referencias-Tecnicas-para-Atuacao-de-Psicologas-os-na-Gestao-Integralde-Riscos-Emergencias-e-Desastres.pdf>. Acesso em: 10 nov. 2023.
No contexto desta definição, o que é a gestão integral de riscos, emergências e desastres?
A conceituação de um evento como desastre depende da perspectiva daquele que o nomeia e do lugar que ele ocupa nessa interação com o evento. Assim, o conceito de desastre é utilizado para nomear muitos eventos e/ou processos com características distintas. Parte-se da compreensão do desastre como uma ruptura do funcionamento habitual de um sistema ou comunidade, devido aos impactos ao bem-estar físico, social, psíquico, econômico e ambiental de uma determinada localidade. Tal evento afeta um grande número de pessoas, ocasionando destruição estrutural e/ou material significativa e altera a geografia humana, provocando desorganização social pela destruição ou alteração de redes funcionais. Os desastres podem provocar medo, horror, sensação de impotência, confrontação com a destruição, com o caos, com a própria morte e\ou de outrem, bem como perturbação aguda em crenças, valores e significados. Para haver um desastre, é necessária a combinação de um conjunto de fatores: ameaças, exposição, condições de vulnerabilidade e insuficiente gestão integral de riscos. O desastre deve ser compreendido e vinculado ao contexto no qual ele ocorre, ou seja, é necessário considerar as dimensões sócio-político-culturais de vulnerabilidade, capacidade, exposição de pessoas e bens, características e percepções dos riscos e meio ambiente.
Disponível em: <https://crepop.cfp.org.br/wp-content/uploads/sites/34/2022/10/027- Crepop-Referencias-Tecnicas-para-Atuacao-de-Psicologas-os-na-Gestao-Integralde-Riscos-Emergencias-e-Desastres.pdf>. Acesso em: 10 nov. 2023.
No contexto desta definição, o que é a gestão integral de riscos, emergências e desastres?
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