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Foram encontradas 80 questões.

Leia o texto para responder à questão.
Barreira da língua
A barreira da língua e dos regionalismos parece um mero detalhe em meio a tantas outras questões mais sérias já levantadas, como a falta de remédios, de equipes e de infraestrutura, mas não é.
Como é possível estabelecer uma relação médico-paciente, um diagnóstico correto, se o médico não compreende o paciente e vice-versa?
Sim, essa dificuldade já existe no Brasil mesmo com médicos e pacientes falando português, mas ela só tende a piorar com o “portunhol” que se vislumbra pela frente.
O ministro da Saúde já disse que isso não será problema, que é mais fácil treinar um médico em português do que ficar esperando sete ou oito anos até um médico brasileiro ser formado.
Experiências internacionais, porém, mostram que não é tão fácil assim. Na Alemanha, mesmo com a exigência da proficiência na língua, um estudo constatou atraso de diagnósticos pelo fato de o médico estrangeiro não conseguir entender direito os sintomas de pacientes.
Além disso, há queixa dos profissionais alemães, que se sentem sobrecarregados por terem de atuar como intérpretes dos colegas de fora.
Nada contra a vinda dos estrangeiros, desde que estejam aptos para o trabalho. Tenho dúvidas, porém, se três semanas de treinamento, como aventou o ministro, é tempo suficiente para isso.
(Cláudia Collucci, Barreira da língua. Folha de S.Paulo, 03.07.2013. Adaptado)
Considere o parágrafo final do texto:
Nada contra a vinda dos estrangeiros, desde que estejam aptos para o trabalho. Tenho dúvidas, porém, se três semanas de treinamento, como aventou o ministro, é tempo suficiente para isso.
Mantendo-se os sentidos originais, ele está corretamente reescrito de acordo com a norma-padrão em:
 

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Leia o texto para responder à questão.
Barreira da língua
A barreira da língua e dos regionalismos parece um mero detalhe em meio a tantas outras questões mais sérias já levantadas, como a falta de remédios, de equipes e de infraestrutura, mas não é.
Como é possível estabelecer uma relação médico-paciente, um diagnóstico correto, se o médico não compreende o paciente e vice-versa?
Sim, essa dificuldade já existe no Brasil mesmo com médicos e pacientes falando português, mas ela só tende a piorar com o “portunhol” que se vislumbra pela frente.
O ministro da Saúde já disse que isso não será problema, que é mais fácil treinar um médico em português do que ficar esperando sete ou oito anos até um médico brasileiro ser formado.
Experiências internacionais, porém, mostram que não é tão fácil assim. Na Alemanha, mesmo com a exigência da proficiência na língua, um estudo constatou atraso de diagnósticos pelo fato de o médico estrangeiro não conseguir entender direito os sintomas de pacientes.
Além disso, há queixa dos profissionais alemães, que se sentem sobrecarregados por terem de atuar como intérpretes dos colegas de fora.
Nada contra a vinda dos estrangeiros, desde que estejam aptos para o trabalho. Tenho dúvidas, porém, se três semanas de treinamento, como aventou o ministro, é tempo suficiente para isso.
(Cláudia Collucci, Barreira da língua. Folha de S.Paulo, 03.07.2013. Adaptado)
No texto, a autora argumenta que, no Brasil,
 

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Barreira da língua
A barreira da língua e dos regionalismos parece um mero detalhe em meio a tantas outras questões mais sérias já levantadas, como a falta de remédios, de equipes e de infraestrutura, mas não é.
Como é possível estabelecer uma relação médico-paciente, um diagnóstico correto, se o médico não compreende o paciente e vice-versa?
Sim, essa dificuldade já existe no Brasil mesmo com médicos e pacientes falando português, mas ela só tende a piorar com o “portunhol” que se vislumbra pela frente.
O ministro da Saúde já disse que isso não será problema, que é mais fácil treinar um médico em português do que ficar esperando sete ou oito anos até um médico brasileiro ser formado.
Experiências internacionais, porém, mostram que não é tão fácil assim. Na Alemanha, mesmo com a exigência da proficiência na língua, um estudo constatou atraso de diagnósticos pelo fato de o médico estrangeiro não conseguir entender direito os sintomas de pacientes.
Além disso, há queixa dos profissionais alemães, que se sentem sobrecarregados por terem de atuar como intérpretes dos colegas de fora.
Nada contra a vinda dos estrangeiros, desde que estejam aptos para o trabalho. Tenho dúvidas, porém, se três semanas de treinamento, como aventou o ministro, é tempo suficiente para isso.
(Cláudia Collucci, Barreira da língua. Folha de S.Paulo, 03.07.2013. Adaptado)
No trecho – … essa dificuldade já existe no Brasil mesmo com médicos e pacientes falando português… – (3.º parágrafo), o termo em destaque assume o sentido de
 

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2452325 Ano: 2013
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: VUNESP
Orgão: MPE-ES
Considere o código do formulário web a seguir:
<form action="processa" method="GET">
<input type="hidden" name="x1" value="y1">
<input type="hidden" name="x2" value="y2">
<input type="hidden" name="x3" value="y3">
<input type="submit" value="Envia">
</form>
Quando um usuário clicar sobre o botão “Envia” do formulário, será requisitada do servidor a página:
 

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Leia o texto para responder à questão.
Na Flip, como na Copa
RIO DE JANEIRO – Durante entrevista na Festa Literária Internacional de Paraty deste ano, o cantor Gilberto Gil criticou as arquibancadas dos estádios brasileiros em jogos da Copa das Confederações.
Poderia ter dito o mesmo sobre a plateia da Tenda dos Autores, para a qual ele e mais de 40 outros se apresentaram. A audiência do evento literário lembra muito a dos eventos Fifa: classe média alta.
Na Flip, como nas Copas por aqui, pobre só aparece “como prestador de serviço”, para citar uma participante de um protesto em Paraty, anteontem.
Como lembrou outro dos convidados da festa literária, o mexicano Juan Pablo Villalobos, esse cenário é “um espelho do que é o Brasil”.
(Marco Aurélio Canônico, Na Flip, como na Copa. Folha de S.Paulo, 08.07.2013. Adaptado)
Para responder à questão, considere a frase final do texto:
… esse cenário é “um espelho do que é o Brasil”.
No trecho, usam-se as aspas para
 

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447473 Ano: 2013
Disciplina: Design Gráfico
Banca: VUNESP
Orgão: MPE-ES
Efeitos de ativação podem ser criados ou ter o seu estado modificado, por meio de recursos para Gráficos Web no CorelDRAW X6. O estado padrão de um botão, quando nenhuma atividade do mouse está associada a ele, é definido como
 

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447468 Ano: 2013
Disciplina: Design Gráfico
Banca: VUNESP
Orgão: MPE-ES
Em relação à compactação de arquivos gráficos em formato JPEG, pode-se afirmar que
 

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447467 Ano: 2013
Disciplina: Design Gráfico
Banca: VUNESP
Orgão: MPE-ES
Dentre as características do software GIMP (GNU Image Manipulation Program), podem ser citadas:
 

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447466 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: VUNESP
Orgão: MPE-ES
A utilização do formato de imagem Graphics Interchange Format (GIF) é adequada para
 

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447465 Ano: 2013
Disciplina: Design Gráfico
Banca: VUNESP
Orgão: MPE-ES
Com o software Photoshop CC (Creative Cloud), pode-se ampliar uma imagem de baixa resolução para que ela fique maior na impressão, preservando-se nitidez e detalhes. O recurso para essa operação é conhecido como:
 

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