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Foram encontradas 50 questões.

2504996 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: MPE-GO
Orgão: MPE-GO
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Assinale a alternativa em que não há incorreção gramatical.
 

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2504943 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: MPE-GO
Orgão: MPE-GO
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Assinale a alternativa que apresenta uma frase correta do ponto de vista gramatical.
 

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2504909 Ano: 2015
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: MPE-GO
Orgão: MPE-GO
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Pedro tinha uma dívida de R$1000,00 perante a empresa de cartões de crédito em 31 de janeiro de 2014 e deixou de pagá-la, acreditando que no ano novo tudo se resolveria.
Em vez disso, Pedro recebe uma cobrança dessa empresa logo em janeiro de 2015, acompanhada da memória de cálculo da dívida atualizada até 31 de dezembro de 2014.
Suponha que, nesse cálculo, a taxa de juros aplicada pela empresa tenha sido de 15% ao mês para os primeiros seis meses da dívida e 20% para cada um dos demais, bem como o fato de que tenham sido aplicados “juros sobre juros” (juros compostos).
Considere, ainda, que o cálculo não fez incidir qualquer índice a título de correção monetária.
Assinale a alternativa correta.
 

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2504805 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: MPE-GO
Orgão: MPE-GO
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Marque a alternativa INCORRETA acerca dos pontos cardeais e colaterais.
 

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2504754 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: MPE-GO
Orgão: MPE-GO
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Do total de funcionários (entre homens e mulheres) de uma grande empresa, sabe-se que:
i) 453 são solteiros(as);
ii) 302 moram em imóvel próprio;
iii) 133 têm mais de 40 anos.
Se 1/8 do total de funcionários é de pessoas solteiras que moram em imóvel próprio e têm mais de 40 anos, pode-se inferir que a empresa tem um número de funcionários maior que:
 

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2504738 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: MPE-GO
Orgão: MPE-GO
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E, durante algum tempo, prendeu a atenção de todos, discorrendo sobre Otávio Feuillet, sobre a França e sobre os escritores franceses. Ao referir-se aos romances realistas, citou as obras de Gustavo Flaubert: Salambô, Madame Bovary, Educação sentimental…
– Não se limita a conhecer só a geografia – acrescentou a meia voz, o velho missionário. – Sabe também literatura a fundo!
Realmente. A precisão com que o erudito Vladimir citava datas e nomes e a segurança com que expunha os diversos assuntos não deixavam dúvida sobre a extensão de seu considerável saber.
Nesse momento, começa uma forte ventania. As janelas e portas batem com violência. Alguns excursionistas, que se achavam na sala, mostraram-se assustados.
– Não tenham medo – acudiu, bondoso, o extraordinário Kolievich. – Não há motivo para temores e receios. Faye, o grande astrônomo, que estudou a teoria dos ciclones…
E depois de discorrer longamente sobre a obra de Faye passou a falar, com grande loquacidade, dos ciclones, avalanchas, erupções e de todos os flagelos da natureza.
Senti-me seriamente intrigado. Quem seria, afinal, aquele homem tão sábio, de rara e copiosa erudição, que se deixava ficar modesto, incógnito, como simples aventureiro, sozinho, no pátio da linda mesquita de Kasb. Não me contive e fui ter com ele.
– O senhor maravilhou-nos ontem com o seu saber – confessei respeitoso. – Não podíamos imaginar, com franqueza, que fosse um homem de tão grande cultura. A sua academia, com certeza…
– Qual, meu amigo! – obtemperou ele, amável, batendo-me no ombro. – Não me considere um sábio, um acadêmico ou um professor. Eu pouco sei – ou melhor – eu nada sei. Não reparou nas palavras de que tratei? Falgu, filazenas, Feuillet, França, Flaubert, Faye, flagelo. Começam todas pela letra “F”! Eu só sei sobre palavras que começam pela letra “F”!
Fiquei ainda mais admirado. Qual seria a razão de tão curiosa extravagância no saber?
– Eu lhe explico – acudiu com bom humor o estranho viajante. – Sou natural de Petrogado, e vivo do comércio do fumo. Estive, porém, por motivos políticos, durante dez anos nas prisões da Sibéria. O condenado que me havia precedido, na cela em que me puseram, deixou-me como herança os restos de uma velha enciclopédia francesa. Eu conhecia pouco esse idioma, e – como não tivesse em que me ocupar – li e reli, centenas de vezes, as páginas que possuía. Eram todas da letra “F”. Desde então fiquei sabendo muita coisa, tudo, porém, sem sair da letra “F”: fá, fabagela, fasbela, fabiana, fasbordão.
Achei curiosa aquela conclusão da original história do inteligente Kolievich – o negociante de fumo.
Ele era precisamente o contrário do famoso e venerado rio Falgu, da Índia. Parecia possuir uma corrente enorme, profunda e tumultuosa de saber; entretanto, sua erudição, que nos causara tanto assombro, não ia além dos vários capítulos decorados da letra “F” de uma velha enciclopédia.
Era, inquestionavelmente, o homem que mais conhecia a ciência que ele mesmo denominara “Efelogia”!
(Malba Tahan, O sábio da Efelogia. Disponível
em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Profa/col_2.pdf. Acesso em 10/09/2015)
Assinale a alternativa cujo conteúdo esteja integralmente correto.
 

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2504578 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: MPE-GO
Orgão: MPE-GO
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TEXTO “O SÁBIO DA EFELOGIA
Durante a última excursão que fiz a Marrocos(A), encontrei um dos tipos mais curiosos que tenho visto em minha vida.
Conheci-o, casualmente, no velho hotel de Yazid El-Kedim, em Marraquexe. Era um homem alto, magro, de barbas pretas e olhos escuros; vestia sempre pesadíssimo casaco de astracã com esquisita gola de peles que lhe chegava até às orelhas. Falava pouco; quando conversava casualmente com os outros hóspedes, não fazia, em caso algum, a menor referência à sua vida ou ao seu passado. Deixava, porém, de vez em quando, escapar observações eruditas, denotadoras de grande, extraordinário saber.
Além do nome – Vladimir Kolievich –, pouco se conhecia dele. Entre os viajantes que se achavam em “El-Kedim” constava que o misterioso cavalheiro era um antigo e notável professor da Universidade de Riga, que vivia foragido por ter tomado parte numa revolução contra o governo da Letônia.
Uma noite estávamos, como de costume, reunidos na sala de jantar quando uma jovem escritora russa, Sônia Baliakine, que se entretinha com a leitura de um romance, me perguntou:
– Sabe o senhor onde fica o rio Falgu?
– O quê? Rio Falgu?
Ao cabo de alguns momentos de inútil pesquisa(B), nos caminhos da memória, fui obrigado a confessar a minha ignorância, lamentável nesse ponto, nunca tinha ouvido falar em semelhante rio, apesar de ter feito um curso completo e distinto na Universidade de Moscou.
Com surpresa de todos, o misterioso Vladimir Kolievich, que fumava em silêncio a um canto, veio esclarecer a dúvida da encantadora excursionista russa.
– O rio Falgu fica nas proximidades da cidade de Gaya na Índia. Para os budistas o Falgu é um rio sagrado, pois foi junto a ele que Buda, fundador da grande religião, recebeu a inspiração de Deus!
E, diante da admiração geral dos hóspedes, aquele cavalheiro, habitualmente taciturno e concentrado, continuou:
– É muito curioso o rio Falgu. O seu leito apresenta-se coberto de areia; parece eternamente seco, árido, como um deserto. O viajante que dele se aproxima não vê nem ouve o menor rumor de líquido. Cavando-se, porém, alguns palmos na areia, encontra-se um lençol de água pura e límpida.
E, com simplicidade e clareza peculiares aos grandes sábios, passou a contar-nos coisas curiosas, não só da Índia, como de várias outras partes do mundo: falou-nos, por exemplo, minuciosamente, das “filazenes”, espécie de cadeiras em que se assentam, quando viajam, os habitantes de Madagascar.
– Que grande talento! Que invejável cultura científica! – segredou, a meu lado, um missionário católico, sinceramente admirado.
A formosa Sônia afirmou que encontrara referência ao rio Falgu exatamente no livro que estava lendo, uma obra de Otávio Feuillet.
– Ah! Feuillet, o célebre romancista francês! – atalhou ainda o erudito cavalheiro do astracã. – Otávio Feuillet nasceu em 1821 e morreu em 1890. As suas obras, de um romantismo um pouco exagerado, são notáveis pela finura das observações e pela concisão e brilho de estilo!
E, durante algum tempo, prendeu a atenção de todos, discorrendo sobre Otávio Feuillet, sobre a França e sobre os escritores franceses. Ao referir-se aos romances realistas, citou as obras de Gustavo Flaubert: Salambô, Madame Bovary, Educação sentimental…
– Não se limita a conhecer só a geografia – acrescentou a meia voz, o velho missionário. – Sabe também literatura a fundo!
Realmente. A precisão com que o erudito Vladimir citava datas e nomes e a segurança com que expunha os diversos assuntos não deixavam dúvida sobre a extensão de seu considerável saber.
Nesse momento, começa uma forte ventania. As janelas e portas batem com violência. Alguns excursionistas, que se achavam na sala, mostraram-se assustados.
– Não tenham medo – acudiu, bondoso, o extraordinário Kolievich. – Não há motivo para temores e receios. Faye, o grande astrônomo, que estudou a teoria dos ciclones…
E depois de discorrer longamente(C) sobre a obra de Faye passou a falar, com grande loquacidade, dos ciclones, avalanchas, erupções e de todos os flagelos da natureza.
Senti-me seriamente intrigado. Quem seria, afinal, aquele homem tão sábio, de rara e copiosa erudição, que se deixava ficar modesto, incógnito, como simples aventureiro, sozinho, no pátio da linda mesquita de Kasb. Não me contive e fui ter com ele.
– O senhor maravilhou-nos ontem com o seu saber – confessei respeitoso. – Não podíamos imaginar, com franqueza, que fosse um homem de tão grande cultura. A sua academia, com certeza…
– Qual, meu amigo! – obtemperou ele, amável, batendo-me no ombro. – Não me considere um sábio, um acadêmico ou um professor. Eu pouco sei – ou melhor – eu nada sei. Não reparou nas palavras de que tratei? Falgu, filazenas, Feuillet, França, Flaubert, Faye, flagelo. Começam todas pela letra “F”! Eu só sei sobre palavras que começam pela letra “F”!
Fiquei ainda mais admirado. Qual seria a razão de tão curiosa extravagância no saber?
– Eu lhe explico – acudiu com bom humor o estranho viajante. – Sou natural de Petrogado, e vivo do comércio do fumo. Estive, porém, por motivos políticos, durante dez anos nas prisões da Sibéria. O condenado que me havia precedido, na cela em que me puseram, deixou-me como herança os restos de uma velha enciclopédia francesa. Eu conhecia pouco esse idioma, e – como não tivesse em que me ocupar – li e reli, centenas de vezes, as páginas que possuía. Eram todas da letra “F”. Desde então fiquei sabendo muita coisa, tudo, porém(D), sem sair da letra “F”: fá, fabagela, fasbela, fabiana, fasbordão.
Achei curiosa aquela conclusão da original história do inteligente Kolievich – o negociante de fumo.
Ele era precisamente o contrário do famoso e venerado rio Falgu, da Índia. Parecia possuir uma corrente enorme, profunda e tumultuosa de saber; entretanto, sua erudição, que nos causara tanto assombro, não ia além dos vários capítulos decorados da letra “F” de uma velha enciclopédia.
Era, inquestionavelmente, o homem que mais conhecia a ciência que ele mesmo denominara “Efelogia”!
(Malba Tahan, O sábio da Efelogia. Disponível
em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Profa/col_2.pdf. Acesso em 10/09/2015)
Assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2504504 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: MPE-GO
Orgão: MPE-GO
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Considere que 1kg de presunto custa R$25,00 no supermercado de uma cidade do interior de Goiás e que Maria comprou 350g de presunto em Goiânia por R$7,00.
Quão mais caro está o presunto no supermercado do interior em relação a Goiânia?
 

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2504464 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: MPE-GO
Orgão: MPE-GO
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E, durante algum tempo, prendeu a atenção de todos, discorrendo sobre Otávio Feuillet, sobre a França e sobre os escritores franceses. Ao referir-se aos romances realistas, citou as obras de Gustavo Flaubert: Salambô, Madame Bovary, Educação sentimental…
– Não se limita a conhecer só a geografia – acrescentou a meia voz, o velho missionário. – Sabe também literatura a fundo!
Realmente. A precisão com que o erudito Vladimir citava datas e nomes e a segurança com que expunha os diversos assuntos não deixavam dúvida sobre a extensão de seu considerável saber.
Nesse momento, começa uma forte ventania. As janelas e portas batem com violência. Alguns excursionistas, que se achavam na sala, mostraram-se assustados.
– Não tenham medo – acudiu, bondoso, o extraordinário Kolievich. – Não há motivo para temores e receios. Faye, o grande astrônomo, que estudou a teoria dos ciclones…
E depois de discorrer longamente sobre a obra de Faye passou a falar, com grande loquacidade, dos ciclones, avalanchas, erupções e de todos os flagelos da natureza.
Senti-me seriamente intrigado. Quem seria, afinal, aquele homem tão sábio, de rara e copiosa erudição, que se deixava ficar modesto, incógnito, como simples aventureiro, sozinho, no pátio da linda mesquita de Kasb. Não me contive e fui ter com ele.
– O senhor maravilhou-nos ontem com o seu saber – confessei respeitoso. – Não podíamos imaginar, com franqueza, que fosse um homem de tão grande cultura. A sua academia, com certeza…
– Qual, meu amigo! – obtemperou ele, amável, batendo-me no ombro. – Não me considere um sábio, um acadêmico ou um professor. Eu pouco sei – ou melhor – eu nada sei. Não reparou nas palavras de que tratei? Falgu, filazenas, Feuillet, França, Flaubert, Faye, flagelo. Começam todas pela letra “F”! Eu só sei sobre palavras que começam pela letra “F”!
Fiquei ainda mais admirado. Qual seria a razão de tão curiosa extravagância no saber?
– Eu lhe explico – acudiu com bom humor o estranho viajante. – Sou natural de Petrogado, e vivo do comércio do fumo. Estive, porém, por motivos políticos, durante dez anos nas prisões da Sibéria. O condenado que me havia precedido, na cela em que me puseram, deixou-me como herança os restos de uma velha enciclopédia francesa. Eu conhecia pouco esse idioma, e – como não tivesse em que me ocupar – li e reli, centenas de vezes, as páginas que possuía. Eram todas da letra “F”. Desde então fiquei sabendo muita coisa, tudo, porém, sem sair da letra “F”: fá, fabagela, fasbela, fabiana, fasbordão.
Achei curiosa aquela conclusão da original história do inteligente Kolievich – o negociante de fumo.
Ele era precisamente o contrário do famoso e venerado rio Falgu, da Índia. Parecia possuir uma corrente enorme, profunda e tumultuosa de saber; entretanto, sua erudição, que nos causara tanto assombro, não ia além dos vários capítulos decorados da letra “F” de uma velha enciclopédia.
Era, inquestionavelmente, o homem que mais conhecia a ciência que ele mesmo denominara “Efelogia”!
(Malba Tahan, O sábio da Efelogia. Disponível
em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Profa/col_2.pdf. Acesso em 10/09/2015)
Assinale a alternativa correta.
 

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2504437 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: MPE-GO
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Assinale a alternativa que apresenta uma frase INCORRETA do ponto de vista gramatical.
 

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