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Foram encontradas 539 questões.

894074 Ano: 2013
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCC
Orgão: MPE-MA
O princípio da universalidade estabelece que
 

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894073 Ano: 2013
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCC
Orgão: MPE-MA
No âmbito do setor público, sob o aspecto orçamentário, as multas de trânsito arrecadadas durante o exercício são classificadas na origem de receita
 

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894072 Ano: 2013
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCC
Orgão: MPE-MA
Com relação aos créditos adicionais, nos termos da Lei Federal nº 4.320/64, é correto afirmar:
 

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894071 Ano: 2013
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCC
Orgão: MPE-MA
A Lei Orçamentária Anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa. Assim, nos termos da Constituição Federal, não se inclui na proibição autorização para
 

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894070 Ano: 2013
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCC
Orgão: MPE-MA
Segundo a Constituição Federal de 1988, no processo de orçamentação seriam vedados, EXCETO:
 

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894069 Ano: 2013
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCC
Orgão: MPE-MA
A Lei Orçamentária Anual NÃO conterá dispositivo estranho à
 

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894068 Ano: 2013
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCC
Orgão: MPE-MA
Consoante Lei Complementar nº 101/2000 - LRF, os critérios e forma de limitação de empenho, a ser efetivada na hipótese da realização da receita não comportar o cumprimento das metas de resultado primário ou nominal, constarão da Lei
 

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894067 Ano: 2013
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FCC
Orgão: MPE-MA
A Lei Orçamentária Anual − LOA de determinado ente público, para o exercício de 2012, inicialmente autorizou despesas mediante dotações orçamentárias, no valor total de R$ 10.000:
Despesas Orçamentárias Autorizadas Valores
3.1.90.11.00 − Vencimentos e Vantagens Fixas − Pessoal Civil 2.500
3.2.90.21.00 − Juros sobre a Dívida por Contrato 600
3.3.90.30.00 − Material de Consumo 900
3.3.90.39.00 − Outros Serviços de Terceiros − Pessoa Jurídica 1.000
3.3.90.37.00 − Locação de Mão de Obra 2.000
4.4.90.61.00 − Aquisição de Imóveis 3.000
Total 10.000
Durante o exercício de 2012, ocorreram as seguintes operações:
− abertura de crédito suplementar na dotação “Outros Serviços de Terceiros − Pessoa Jurídica", mediante excesso de arrecadação ............................................................................................ R$ 1.500
− abertura de crédito especial na dotação “Material Permanente”, mediante excesso de arrecadação .......................................................................................................................................... R$ 1.000
− abertura de crédito suplementar na dotação “Locação de Mão de Obra”, mediante anulação parcial da dotação “Material de Consumo” ................................................................................. R$ 500
− empenho de despesa com pessoal ............................................................................................ R$ 1.800
− empenho de despesa com material de consumo ....................................................................... R$ 300
− empenho de despesa com locação de Mão de Obra ................................................................. R$ 2.200
− empenho de despesa com aquisição de dois veículos ............................................................... R$ 800
Após a abertura dos créditos adicionais, as despesas autorizadas para o exercício de 2012 totalizaram
 

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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.

Juventudes

Pois se ainda ontem eu era jovem, conforme me asseguravam, asseguro-lhes que ainda hoje minha juventude não acabou. Se viesse a acabar, estaria tão velho que não saberia disso – o que significa que serei eternamente jovem. Preciso acrescentar: nada tenho de especial, todos os jovens da minha idade (isto é, acima dos 60) sabem disso. Não adianta os espelhos (por que se espalham por toda parte?) pretenderem mostrar o contrário, jogar-nos na cara nossa imagem envelhecida. Nós sabemos que eles mentem, sabemos que não têm como refletir nosso espírito – daí se vingarem, refletindo tão somente o que aparece.

Vou mais longe: não é que não envelheçamos, com essa mania que tem o tempo de nunca parar; na verdade, quanto mais anos vivemos, mais remoçamos. Alguns vivem até recuperar de vez – para nunca mais largar dela – a liberdade da infância. Enquanto lá não chego (esperando chegar), vou remoçando, remoçando, a ponto dos jovens de dezenove anos me pedirem mais moderação, mais compostura. Toda vez que fazem isso, surpreendo, no fundo de seus olhos, uma inveja incomensurável: inveja da minha adolescência verdadeira.

É verdade que a natureza, que tem lá seus caprichos, gosta de brincar com nossa juventude de sexagenários. Ela faz, por exemplo, o chão parecer mais longe: custa-nos chegar a ele, para apanhar aquela moedinha. Brinca, ainda, com nosso senso de equilíbrio: um volteio mais rápido do corpo e parece que a Terra subitamente acelerou a rotação. E já não podemos saltar imitando um saci, sobre os quadrados marcados a giz na calçada das brincadeiras: mesmo duas pernas mostram-se insuficientes para retomar o equilíbrio.

Enfim: valha esta mensagem para todos os jovens que ainda acreditam na velhice. Bobagem, meus amiguinhos: a velhice não chega nunca, é mais uma ilusão da juventude. Não adianta o corpo insistir em dar todos os sinais de mau funcionamento, inútil insistirem as bactérias em corromper nossos tecidos, inútil os olhos perderem a luz de dentro e a luz de fora: morremos sempre jovens, espantados por morrer, atônitos com essa insistência caprichosa e absurda da natureza, de vir ceifar nossa vida exatamente quando desfrutamos do esplendor de nossa juventude mais madura.

(Adamastor Rugendas, inédito)

Está plenamente adequada a pontuação da seguinte frase:
 

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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.

Juventudes

Pois se ainda ontem eu era jovem, conforme me asseguravam, asseguro-lhes que ainda hoje minha juventude não acabou. Se viesse a acabar, estaria tão velho que não saberia disso – o que significa que serei eternamente jovem. Preciso acrescentar: nada tenho de especial, todos os jovens da minha idade (isto é, acima dos 60) sabem disso. Não adianta os espelhos (por que se espalham por toda parte?) pretenderem mostrar o contrário, jogar-nos na cara nossa imagem envelhecida. Nós sabemos que eles mentem, sabemos que não têm como refletir nosso espírito – daí se vingarem, refletindo tão somente o que aparece.

Vou mais longe: não é que não envelheçamos, com essa mania que tem o tempo de nunca parar; na verdade, quanto mais anos vivemos, mais remoçamos. Alguns vivem até recuperar de vez – para nunca mais largar dela – a liberdade da infância. Enquanto lá não chego (esperando chegar), vou remoçando, remoçando, a ponto dos jovens de dezenove anos me pedirem mais moderação, mais compostura. Toda vez que fazem isso, surpreendo, no fundo de seus olhos, uma inveja incomensurável: inveja da minha adolescência verdadeira.

É verdade que a natureza, que tem lá seus caprichos, gosta de brincar com nossa juventude de sexagenários. Ela faz, por exemplo, o chão parecer mais longe: custa-nos chegar a ele, para apanhar aquela moedinha. Brinca, ainda, com nosso senso de equilíbrio: um volteio mais rápido do corpo e parece que a Terra subitamente acelerou a rotação. E já não podemos saltar imitando um saci, sobre os quadrados marcados a giz na calçada das brincadeiras: mesmo duas pernas mostram-se insuficientes para retomar o equilíbrio.

Enfim: valha esta mensagem para todos os jovens que ainda acreditam na velhice. Bobagem, meus amiguinhos: a velhice não chega nunca, é mais uma ilusão da juventude. Não adianta o corpo insistir em dar todos os sinais de mau funcionamento, inútil insistirem as bactérias em corromper nossos tecidos, inútil os olhos perderem a luz de dentro e a luz de fora: morremos sempre jovens, espantados por morrer, atônitos com essa insistência caprichosa e absurda da natureza, de vir ceifar nossa vida exatamente quando desfrutamos do esplendor de nossa juventude mais madura.

(Adamastor Rugendas, inédito)
Considerando-se o contexto, traduz-se com correção e coerência o sentido do seguinte segmento:
 

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