Foram encontradas 50 questões.
INSTRUÇÃO: Leia atentamente a peça publicitária abaixo e responda à questão.

(CEREJA, W. e COCHAR, T. Texto e interação. São Paulo: Atual, 2009.)
Quanto aos recursos linguístico-textuais, marque a afirmativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
INSTRUÇÃO: Leia atentamente o artigo abaixo e responda à questão.
Dentro de casa
Uma das melhores decisões que o atual governo tomou na área da educação, ou talvez em qualquer área, foi a criação, no ano passado, de um programa de bolsas de estudo em universidades estrangeiras para estudantes interessados a aperfeiçoar seus conhecimentos depois de formados no Brasil. Não se trata de mandar gente para Cuba, Moçambique ou coisa parecida; as bolsas se destinam a cursos em universidades dos Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, França e Itália, nas quais se oferece hoje, de modo geral, o ensino superior mais avançado do mundo. Também não servem para quem queira estudar movimentos sociais, direção de cinema ou gastronomia sustentável. As bolsas, aqui, são reservadas exclusivamente para coisas que têm a ver com a vida real da produção – matemática, física, química, biologia e, num segundo momento, áreas como tecnologia mineral, petróleo, gás natural e outras disciplinas científicas. O Brasil, no momento, tem uma necessidade desesperada de profissionais capacitados em tudo isso. Um vasto leque de atividades essenciais para uma economia moderna depende diretamente deles – sem a sua presença nas empresas, sejam elas privadas ou estatais, brasileiras ou multinacionais que operam no país, simplesmente não é possível executar uma infinidade de novos projetos na indústria, infraestrutura, agricultura, exploração de recursos naturais e virtualmente qualquer área do universo produtivo. Investimentos ficam bloqueados. Perde-se espaço para os competidores estrangeiros. Sofrem a criação de empregos, a melhoria de renda, a arrecadação de impostos.
A iniciativa é um belo exemplo de como utilizar com respeito, inteligência e eficácia o dinheiro público, que pagará diretamente 75% de todas as despesas do programa; é investimento certo, com retorno certo e na hora certa. Serviria, quem sabe, como um contrapeso para as informações desanimadoras que acabam de sair das universidades brasileiras – ao contrário do que a propaganda oficial faz imaginar, o número de alunos diplomados ao fim dos cursos está diminuindo, ao invés de aumentar. Tudo bem, portanto, até aí; mas só até aí. Estamos no Brasil – e no Brasil, é bom lembrar, o governo consegue errar mesmo quando acerta. No caso, está deixando uma parte de sua máquina desmanchar o que outra faz de bom: ao mesmo tempo em que paga para jovens brasileiros aprimorarem seus conhecimentos científicos e tecnológicos nas melhores universidades estrangeiras, empenha-se ao máximo para dificultar, depois que voltam ao Brasil, o reconhecimento dos títulos que obtiveram no exterior. Não é isso que o governo, no seu comando supremo, quer. Mas é o que acontece.
(GUZZO, J. R. In VEJA, 14/03/2012.)
O trecho Não é isso que o governo, no seu comando supremo, quer. Mas é o que acontece. pode ser entendido como:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
INSTRUÇÃO: Leia atentamente o artigo abaixo e responda à questão.
Dentro de casa
Uma das melhores decisões que o atual governo tomou na área da educação, ou talvez em qualquer área, foi a criação, no ano passado, de um programa de bolsas de estudo em universidades estrangeiras para estudantes interessados a aperfeiçoar seus conhecimentos depois de formados no Brasil. Não se trata de mandar gente para Cuba, Moçambique ou coisa parecida; as bolsas se destinam a cursos em universidades dos Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, França e Itália, nas quais se oferece hoje, de modo geral, o ensino superior mais avançado do mundo. Também não servem para quem queira estudar movimentos sociais, direção de cinema ou gastronomia sustentável. As bolsas, aqui, são reservadas exclusivamente para coisas que têm a ver com a vida real da produção – matemática, física, química, biologia e, num segundo momento, áreas como tecnologia mineral, petróleo, gás natural e outras disciplinas científicas. O Brasil, no momento, tem uma necessidade desesperada de profissionais capacitados em tudo isso. Um vasto leque de atividades essenciais para uma economia moderna depende diretamente deles – sem a sua presença nas empresas, sejam elas privadas ou estatais, brasileiras ou multinacionais que operam no país, simplesmente não é possível executar uma infinidade de novos projetos na indústria, infraestrutura, agricultura, exploração de recursos naturais e virtualmente qualquer área do universo produtivo. Investimentos ficam bloqueados. Perde-se espaço para os competidores estrangeiros. Sofrem a criação de empregos, a melhoria de renda, a arrecadação de impostos.
A iniciativa é um belo exemplo de como utilizar com respeito, inteligência e eficácia o dinheiro público, que pagará diretamente 75% de todas as despesas do programa; é investimento certo, com retorno certo e na hora certa. Serviria, quem sabe, como um contrapeso para as informações desanimadoras que acabam de sair das universidades brasileiras – ao contrário do que a propaganda oficial faz imaginar, o número de alunos diplomados ao fim dos cursos está diminuindo, ao invés de aumentar. Tudo bem, portanto, até aí; mas só até aí. Estamos no Brasil – e no Brasil, é bom lembrar, o governo consegue errar mesmo quando acerta. No caso, está deixando uma parte de sua máquina desmanchar o que outra faz de bom: ao mesmo tempo em que paga para jovens brasileiros aprimorarem seus conhecimentos científicos e tecnológicos nas melhores universidades estrangeiras, empenha-se ao máximo para dificultar, depois que voltam ao Brasil, o reconhecimento dos títulos que obtiveram no exterior. Não é isso que o governo, no seu comando supremo, quer. Mas é o que acontece.
(GUZZO, J. R. In VEJA, 14/03/2012.)
A palavra infraestrutura é um exemplo das alterações promovidas pelo atual Acordo Ortográfico.
Assinale a alternativa em que todos os vocábulos estão corretos segundo o novo acordo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir e responda à questão.
Nem a burocracia aguenta a burocracia
Regras mal desenhadas, excesso de controles, falta de motivação e medo – sim, medo de ser envolvido em suspeitas de corrupção. É assim o dia a dia dos funcionários públicos responsáveis por tocar a máquina estatal brasileira.
[...]
No dia a dia do setor público, o exagero de exigências para cumprir regras muitas vezes arcaicas atravanca o trabalho dos mais diversos órgãos. A quantidade de papel produzida pela concorrência para a construção de um hospital na cidade capixaba de Serra, vizinha a Vitória, dá ideia do grau de formalismo da administração pública brasileira. Cada uma das quatro construtoras concorrentes apresentou entre 500 e 1 000 páginas só de documentos de habilitação, ou seja, papéis para provar que não devem nada ao Fisco, que não estão à beira da falência e que possuem capacidade técnica para realizar o trabalho.
[...]
“As regras do Serviço Público brasileiro tentam matar a figura do administrador, reduzindo ao mínimo seu espaço de análise e intervenção”, afirma Carlos Ari Sundfeld, professor da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas. Ocorre que não é possível prever todas as situações.
[...]
Além do excesso de controles, processos mal desenhados tiram velocidade e qualidade da burocracia brasileira. Um caso que desafia a lógica é a sequência de passos das contratações de serviços como obras de construção civil. É preciso analisar a papelada de todas as empresas concorrentes – calhamaços que não raro chegam a milhares de páginas – para só então ver o preço que cada uma propõe. [...] A tensão entre instrumentos de controle e agilidade sempre será uma questão delicada na área pública. Estados e empresas não podem ser administrados da mesma forma porque possuem natureza diferente. O dinheiro de uma empresa é gasto e vigiado pelos acionistas. Já o dinheiro do Estado, pertencente a todos os contribuintes, tem de ser usado para o bem comum. Na impossibilidade de os contribuintes fiscalizarem o destino dos impostos, órgãos como tribunais de contas são vitais. “O que se espera é que a atuação dos fiscais seja mais eficiente”, afirma Maurício Endo, sócio da KPMG e especialista em parcerias público-privadas. O Brasil se perde em um legalismo extremado - que torna mais importante seguir as regras do que gastar bem o dinheiro.
[...]
No Brasil, a possibilidade de ter problemas com órgãos de controle provoca medo e, muitas vezes, desestimula o gestor público a decidir pelo que considera mais eficiente.
[...]
Ao fim, tudo se resume à ação de seres humanos, que precisam ser não apenas cobrados, mas também motivados, desafiados e reconhecidos [...].
(Revista Exame, disponível em: http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0962/
noticias/nem-burocracia-aguenta-burocracia-533968?page=2. Acesso em: 04/08/2012).
A Teoria da Burocracia, segundo concepção de Weber, apresenta como características da burocracia:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Organização e Administração de ArquivosArquivamento e Ordenação de DocumentosMétodos de Arquivamento (Ordenação de Documentos)
No método alfabético de arquivamento, a etapa da regra de alfabetação estabelece que, quando houver sobrenomes iguais, prevalece a ordem alfabética do
Provas
Questão presente nas seguintes provas
INSTRUÇÃO: Leia atentamente o artigo abaixo e responda à questão.
Dentro de casa
Uma das melhores decisões que o atual governo tomou na área da educação, ou talvez em qualquer área, foi a criação, no ano passado, de um programa de bolsas de estudo em universidades estrangeiras para estudantes interessados a aperfeiçoar seus conhecimentos depois de formados no Brasil. Não se trata de mandar gente para Cuba, Moçambique ou coisa parecida; as bolsas se destinam a cursos em universidades dos Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, França e Itália, nas quais se oferece hoje, de modo geral, o ensino superior mais avançado do mundo. Também não servem para quem queira estudar movimentos sociais, direção de cinema ou gastronomia sustentável. As bolsas, aqui, são reservadas exclusivamente para coisas que têm a ver com a vida real da produção – matemática, física, química, biologia e, num segundo momento, áreas como tecnologia mineral, petróleo, gás natural e outras disciplinas científicas. O Brasil, no momento, tem uma necessidade desesperada de profissionais capacitados em tudo isso. Um vasto leque de atividades essenciais para uma economia moderna depende diretamente deles – sem a sua presença nas empresas, sejam elas privadas ou estatais, brasileiras ou multinacionais que operam no país, simplesmente não é possível executar uma infinidade de novos projetos na indústria, infraestrutura, agricultura, exploração de recursos naturais e virtualmente qualquer área do universo produtivo. Investimentos ficam bloqueados. Perde-se espaço para os competidores estrangeiros. Sofrem a criação de empregos, a melhoria de renda, a arrecadação de impostos.
A iniciativa é um belo exemplo de como utilizar com respeito, inteligência e eficácia o dinheiro público, que pagará diretamente 75% de todas as despesas do programa; é investimento certo, com retorno certo e na hora certa. Serviria, quem sabe, como um contrapeso para as informações desanimadoras que acabam de sair das universidades brasileiras – ao contrário do que a propaganda oficial faz imaginar, o número de alunos diplomados ao fim dos cursos está diminuindo, ao invés de aumentar. Tudo bem, portanto, até aí; mas só até aí. Estamos no Brasil – e no Brasil, é bom lembrar, o governo consegue errar mesmo quando acerta. No caso, está deixando uma parte de sua máquina desmanchar o que outra faz de bom: ao mesmo tempo em que paga para jovens brasileiros aprimorarem seus conhecimentos científicos e tecnológicos nas melhores universidades estrangeiras, empenha-se ao máximo para dificultar, depois que voltam ao Brasil, o reconhecimento dos títulos que obtiveram no exterior. Não é isso que o governo, no seu comando supremo, quer. Mas é o que acontece.
(GUZZO, J. R. In VEJA, 14/03/2012.)
Um dos empregos da vírgula é separar os termos de uma enumeração, quando possuem idêntica função sintática.
Assinale a alternativa que apresenta exemplo dessa regra de pontuação.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A liderança pode ser definida como “uma influência interpessoal exercida em uma dada situação e dirigida pelo processo de comunicação humana para a consecução de um ou mais objetivos específicos”
(CHIAVENATO, in Administração Geral e Pública. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.)
Numere a coluna da direita, que apresenta definições de graus de influenciação, de acordo com os graus dispostos na coluna da esquerda.
| 1 – Coação | ( ) Procurar imitar com vigor, para igualar ou ultrapassar, ou, pelo menos, chegar a ficar quase igual a alguém. |
| 2 – Persuasão | ( ) Prevalecer sobre uma pessoa, sem forçá-la, com conselhos, argumentos ou induções para que faça alguma coisa. |
| 3 – Sugestão | ( ) Forçar ou constranger mediante pressão ou compulsão. |
| 4 – Emulação | ( ) Colocar ou apresentar um plano, uma ideia ou uma proposta a uma pessoa ou grupo, para que considere, pondere ou execute. |
Marque a sequência correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considerando os conceitos básicos de Administração Financeira, assinale a afirmativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
representa graficamente a sequência lógica e de encadeamento de atividades e decisões possibilitando uma visão integrada do fluxo de um processo técnico, administrativo ou gerencial.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna nesse enunciado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir e responda à questão.
Nem a burocracia aguenta a burocracia
Regras mal desenhadas, excesso de controles, falta de motivação e medo – sim, medo de ser envolvido em suspeitas de corrupção. É assim o dia a dia dos funcionários públicos responsáveis por tocar a máquina estatal brasileira.
[...]
No dia a dia do setor público, o exagero de exigências para cumprir regras muitas vezes arcaicas atravanca o trabalho dos mais diversos órgãos. A quantidade de papel produzida pela concorrência para a construção de um hospital na cidade capixaba de Serra, vizinha a Vitória, dá ideia do grau de formalismo da administração pública brasileira. Cada uma das quatro construtoras concorrentes apresentou entre 500 e 1 000 páginas só de documentos de habilitação, ou seja, papéis para provar que não devem nada ao Fisco, que não estão à beira da falência e que possuem capacidade técnica para realizar o trabalho.
[...]
“As regras do Serviço Público brasileiro tentam matar a figura do administrador, reduzindo ao mínimo seu espaço de análise e intervenção”, afirma Carlos Ari Sundfeld, professor da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas. Ocorre que não é possível prever todas as situações.
[...]
Além do excesso de controles, processos mal desenhados tiram velocidade e qualidade da burocracia brasileira. Um caso que desafia a lógica é a sequência de passos das contratações de serviços como obras de construção civil. É preciso analisar a papelada de todas as empresas concorrentes – calhamaços que não raro chegam a milhares de páginas – para só então ver o preço que cada uma propõe. [...] A tensão entre instrumentos de controle e agilidade sempre será uma questão delicada na área pública. Estados e empresas não podem ser administrados da mesma forma porque possuem natureza diferente. O dinheiro de uma empresa é gasto e vigiado pelos acionistas. Já o dinheiro do Estado, pertencente a todos os contribuintes, tem de ser usado para o bem comum. Na impossibilidade de os contribuintes fiscalizarem o destino dos impostos, órgãos como tribunais de contas são vitais. “O que se espera é que a atuação dos fiscais seja mais eficiente”, afirma Maurício Endo, sócio da KPMG e especialista em parcerias público-privadas. O Brasil se perde em um legalismo extremado - que torna mais importante seguir as regras do que gastar bem o dinheiro.
[...]
No Brasil, a possibilidade de ter problemas com órgãos de controle provoca medo e, muitas vezes, desestimula o gestor público a decidir pelo que considera mais eficiente.
[...]
Ao fim, tudo se resume à ação de seres humanos, que precisam ser não apenas cobrados, mas também motivados, desafiados e reconhecidos [...].
(Revista Exame, disponível em: http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/0962/
noticias/nem-burocracia-aguenta-burocracia-533968?page=2. Acesso em: 04/08/2012).
O texto conclui afirmando a necessidade de motivação das pessoas nas organizações.
Acerca da motivação, conforme aponta a Abordagem Comportamental, assinale a afirmativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container