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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPE-RR
__Apesar de proibido por lei, em 2006, 1,4 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 13 anos estavam inseridos no mercado de trabalho. Nessa faixa etária, 60% das crianças e jovens ocupados trabalham em atividades não remuneradas. A legislação brasileira proíbe o trabalho sob qualquer forma para menores de 14 anos. Os adolescentes de 14 e 15 anos podem trabalhar, desde que na condição de aprendizes.
__De acordo com pesquisa do IBGE, o trabalho infantil interfere na freqüência à escola. A taxa de freqüência à escola dos jovens de 14 ou 15 anos ocupados é de 84,2%. Entre os que não trabalham, esse índice chega a 93,7%. Para os jovens de 16 ou 17 anos, a taxa dos que trabalham é de 70,8% contra 82,4% entre os não ocupados. Para a secretária nacional da Assistência Social, além da questão econômica, o trabalho infantil está relacionado a um fator cultural. “Não adianta simplesmente proibir, é preciso um pacto da sociedade em não tolerar mais esse tipo de trabalho”.
Folha de S.Paulo, 29/3/2008, p. A6 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a abrangência do tema que ele aborda, julgue os itens de 18 a 27.
A lei brasileira admite o trabalho para menores de 13 anos desde que seja para aprender uma profissão.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPE-RR
__Apesar de proibido por lei, em 2006, 1,4 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 13 anos estavam inseridos no mercado de trabalho. Nessa faixa etária, 60% das crianças e jovens ocupados trabalham em atividades não remuneradas. A legislação brasileira proíbe o trabalho sob qualquer forma para menores de 14 anos. Os adolescentes de 14 e 15 anos podem trabalhar, desde que na condição de aprendizes.
__De acordo com pesquisa do IBGE, o trabalho infantil interfere na freqüência à escola. A taxa de freqüência à escola dos jovens de 14 ou 15 anos ocupados é de 84,2%. Entre os que não trabalham, esse índice chega a 93,7%. Para os jovens de 16 ou 17 anos, a taxa dos que trabalham é de 70,8% contra 82,4% entre os não ocupados. Para a secretária nacional da Assistência Social, além da questão econômica, o trabalho infantil está relacionado a um fator cultural. “Não adianta simplesmente proibir, é preciso um pacto da sociedade em não tolerar mais esse tipo de trabalho”.
Folha de S.Paulo, 29/3/2008, p. A6 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a abrangência do tema que ele aborda, julgue os itens de 18 a 27.
De acordo com os dados do texto, a maioria das crianças com idade inferior a 13 anos trabalha para receber um salário.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPE-RR
__Apesar de proibido por lei, em 2006, 1,4 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 13 anos estavam inseridos no mercado de trabalho. Nessa faixa etária, 60% das crianças e jovens ocupados trabalham em atividades não remuneradas. A legislação brasileira proíbe o trabalho sob qualquer forma para menores de 14 anos. Os adolescentes de 14 e 15 anos podem trabalhar, desde que na condição de aprendizes.
__De acordo com pesquisa do IBGE, o trabalho infantil interfere na freqüência à escola. A taxa de freqüência à escola dos jovens de 14 ou 15 anos ocupados é de 84,2%. Entre os que não trabalham, esse índice chega a 93,7%. Para os jovens de 16 ou 17 anos, a taxa dos que trabalham é de 70,8% contra 82,4% entre os não ocupados. Para a secretária nacional da Assistência Social, além da questão econômica, o trabalho infantil está relacionado a um fator cultural. “Não adianta simplesmente proibir, é preciso um pacto da sociedade em não tolerar mais esse tipo de trabalho”.
Folha de S.Paulo, 29/3/2008, p. A6 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a abrangência do tema que ele aborda, julgue os itens de 18 a 27.
No Brasil, toda e qualquer forma de trabalho é proibida aos menores de 18 anos.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPE-RR
__Apesar de proibido por lei, em 2006, 1,4 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 13 anos estavam inseridos no mercado de trabalho. Nessa faixa etária, 60% das crianças e jovens ocupados trabalham em atividades não remuneradas. A legislação brasileira proíbe o trabalho sob qualquer forma para menores de 14 anos. Os adolescentes de 14 e 15 anos podem trabalhar, desde que na condição de aprendizes.
__De acordo com pesquisa do IBGE, o trabalho infantil interfere na freqüência à escola. A taxa de freqüência à escola dos jovens de 14 ou 15 anos ocupados é de 84,2%. Entre os que não trabalham, esse índice chega a 93,7%. Para os jovens de 16 ou 17 anos, a taxa dos que trabalham é de 70,8% contra 82,4% entre os não ocupados. Para a secretária nacional da Assistência Social, além da questão econômica, o trabalho infantil está relacionado a um fator cultural. “Não adianta simplesmente proibir, é preciso um pacto da sociedade em não tolerar mais esse tipo de trabalho”.
Folha de S.Paulo, 29/3/2008, p. A6 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a abrangência do tema que ele aborda, julgue os itens de 18 a 27.
O Estatuto da Criança e do Adolescente contém as normas legais de proteção e amparo aos menores de idade no Brasil.
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Em cada um dos próximos itens, que tratam, respectivamente, de probabilidade e contagem,é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada.
Os números de cadastro dos clientes de uma loja serão compostos de 10 algarismos. Em cada número de cadastro, o algarismo 0 deverá aparecer 4 vezes, o algarismo 1, 3 vezes, o algarismo 5, 2 vezes, e o algarismo 7, 1 vez. Nessa situação, a quantidade de clientes que poderão ser cadastrados será superior a 15.000.
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Em cada um dos próximos itens, que tratam, respectivamente, de probabilidade e contagem,é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada.
Uma prefeitura, para comemorar o aniversário da cidade, organizou uma minimaratona que contou com a participação de 100 atletas. Para identificação, cada atleta recebeu uma etiqueta com um número formado de dois dígitos, que era presa à sua camiseta. Esses números iam de 00 até 99. Além da premiação para os vencedores da minimaratona, foi sorteada uma bicicleta entre os atletas, e o número de referência de cada atleta para o sorteio foi aquele da etiqueta presa à sua camiseta. Nessa situação, a probabilidade de o número sorteado ter os dois dígitos menores que 4 é inferior a 0,2.
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Camila, Fátima, Juliana, Maria e Renata são advogadas e, juntas, abriram um escritório de advocacia. Cada uma dessas advogadas se especializou em uma das seguintes áreas do direito: cível, constitucional, penal, trabalhista e tributária. Maria, Juliana e a da área penal são solteiras. Nos fins de semana, a da área tributária vai ao cinema com Fátima. Camila, Juliana e Maria têm menos idade que a da área trabalhista. A da área cível divide a mesma sala do escritório com Camila, Juliana e Renata; a da área tributária ocupa sala individual.
Tendo como referência a situação hipotética apresentada acima, julgue os itens que se seguem, a respeito de lógica da argumentação. Caso queira, utilize a tabela abaixo.

Camila não é da área cível, Fátima é da área penal e Renata, da área trabalhista.
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Camila, Fátima, Juliana, Maria e Renata são advogadas e, juntas, abriram um escritório de advocacia. Cada uma dessas advogadas se especializou em uma das seguintes áreas do direito: cível, constitucional, penal, trabalhista e tributária. Maria, Juliana e a da área penal são solteiras. Nos fins de semana, a da área tributária vai ao cinema com Fátima. Camila, Juliana e Maria têm menos idade que a da área trabalhista. A da área cível divide a mesma sala do escritório com Camila, Juliana e Renata; a da área tributária ocupa sala individual.
Tendo como referência a situação hipotética apresentada acima, julgue os itens que se seguem, a respeito de lógica da argumentação. Caso queira, utilize a tabela abaixo.

Juliana é da área constitucional e Maria, da área tributária.
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Na linguagem falada ou escrita, o elemento fundamental é a sentença, ou proposição simples, constituída esquematicamente por um sujeito e um predicado, sempre na forma afirmativa. Toda proposição tem um dos dois valores: falso — F —, ou verdadeiro — V —, excluindo-se qualquer outro. Na formação de novas proposições, a partir de proposições simples, entram os chamados conectivos: "e", simbolizado por
; "ou", simbolizado por V; "se ... então", simbolizado por →; e "se e somente se", simbolizado por
. Também é usado o modificador "não", simbolizado por ¬. As proposições são representadas por letras do alfabeto: A, B, C etc. A proposição ¬A é V se A for F e é F se A for V. A proposição A
B é V se A e B forem V, caso contrário é sempre F. A proposição A V B é F se A e B forem F, caso contrário será sempre V. A proposição A→B é F se A for V e B for F, caso contrário será sempre V. A proposição A
B significa que A→B e que B→A. Uma seqüência de proposições
é um raciocínio lógico correto se a última proposição,
, denominada conclusão, é uma conseqüência das anteriores, consideradas V e denominadas premissas.
Considere as proposições seguintes:
A: João faz faculdade no período noturno e reside em Boa Vista.
B: Todo servidor do MPE/RR reside em Boa Vista.
C: João não é servidor do MPE/RR.
Nesse caso, considerando as proposições A e B como premissas e C como conclusão, então o raciocínio formado pelas proposições A, B e C constitui um raciocínio lógico correto.
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Na linguagem falada ou escrita, o elemento fundamental é a sentença, ou proposição simples, constituída esquematicamente por um sujeito e um predicado, sempre na forma afirmativa. Toda proposição tem um dos dois valores: falso — F —, ou verdadeiro — V —, excluindo-se qualquer outro. Na formação de novas proposições, a partir de proposições simples, entram os chamados conectivos: "e", simbolizado por
; "ou", simbolizado por V; "se ... então", simbolizado por →; e "se e somente se", simbolizado por
. Também é usado o modificador "não", simbolizado por ¬. As proposições são representadas por letras do alfabeto: A, B, C etc. A proposição ¬A é V se A for F e é F se A for V. A proposição A
B é V se A e B forem V, caso contrário é sempre F. A proposição A V B é F se A e B forem F, caso contrário será sempre V. A proposição A→B é F se A for V e B for F, caso contrário será sempre V. A proposição A
B significa que A→B e que B→A. Uma seqüência de proposições
é um raciocínio lógico correto se a última proposição,
, denominada conclusão, é uma conseqüência das anteriores, consideradas V e denominadas premissas.
A proposição
I: A
B é equivalente à proposição
II: (A→B)V(B→A), isto é, independentemente das valorações V ou F de A e B, as proposições I e II têm sempre as mesmas valorações.
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