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DESCONECTAR PARA CONECTAR
Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
maior é preparar jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual
Stéphanie Habrich
Fundadora e diretora-executiva dos jornais Joca e Tino Econômico
O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que
baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso
das telas gera resistência, mas levanta uma questão
importante: isso realmente criará um ambiente de
aprendizado mais saudável?
A ciência mostra benefícios claros dessa restrição:
maior concentração e foco, redução da ansiedade,
melhora na interação social e no contato humano.
Além disso, combater o cyberbullying e incentivar
atividades
físicas
significativos.
e culturais são ganhos
O “detox digital” também pode
fortalecer o senso crítico e a autonomia dos
estudantes.
Essa mudança, porém, exige acolhimento e
conscientização. É essencial ouvir as preocupações
dos alunos e explicar os benefícios. Pais e
professores também precisam entender os impactos
do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates
sobre saúde mental e dependência digital.
Pesquisas indicam que o excesso de telas
compromete habilidades cognitivas essenciais, como
memória e criatividade, além de estar associado a
transtornos do sono e aumento da impulsividade.
Escolas que já adotaram essa medida ao redor do
mundo notam melhores resultados acadêmicos e
maior engajamento em atividades extracurriculares.
Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual
e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O
desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a
necessidade
de
desenvolver
habilidades
interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar
crianças e jovens no uso seguro e responsável das
telas.
A educação midiática é um caminho essencial
nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações
confiáveis de fake news fortalece o pensamento
crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação.
Esse processo começa cedo e se torna fundamental
para a autonomia intelectual dos estudantes.
O afastamento do celular nas escolas também
resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução
de problemas, a colaboração em projetos e o
desenvolvimento da criatividade sem distrações
digitais.
A aprendizagem significativa acontece
quando há espaço para reflexão, troca de ideias e
experimentação.
Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro
mais saudável, tanto para os estudantes quanto para
seus relacionamentos. Mais do que proibir a
tecnologia, trata-se de construir um ambiente que
desenvolva habilidades essenciais para a vida e o
mercado de trabalho, como empatia, resiliência e
argumentação.
A discussão sobre o uso de celulares nas escolas
vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma
oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo
de sociedade que queremos construir. A proibição é
apenas o começo: o verdadeiro desafio está em
preparar os jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao
público
infantojuvenil
e
seus
educadores,
acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou
“apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo
excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade.
Afinal, informação sem reflexão é só ruído.
Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para
conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025.
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O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que
baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso
das telas gera resistência, mas levanta uma questão
importante: isso realmente criará um ambiente de
aprendizado mais saudável?
A ciência mostra benefícios claros dessa restrição:
maior concentração e foco, redução da ansiedade,
melhora na interação social e no contato humano.
Além disso, combater o cyberbullying e incentivar
atividades
físicas
significativos.
e culturais são ganhos
O “detox digital” também pode
fortalecer o senso crítico e a autonomia dos
estudantes.
Essa mudança, porém, exige acolhimento e
conscientização. É essencial ouvir as preocupações
dos alunos e explicar os benefícios. Pais e
professores também precisam entender os impactos
do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates
sobre saúde mental e dependência digital.
Pesquisas indicam que o excesso de telas
compromete habilidades cognitivas essenciais, como
memória e criatividade, além de estar associado a
transtornos do sono e aumento da impulsividade.
Escolas que já adotaram essa medida ao redor do
mundo notam melhores resultados acadêmicos e
maior engajamento em atividades extracurriculares.
Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual
e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O
desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a
necessidade
de
desenvolver
habilidades
interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar
crianças e jovens no uso seguro e responsável das
telas.
A educação midiática é um caminho essencial
nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações
confiáveis de fake news fortalece o pensamento
crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação.
Esse processo começa cedo e se torna fundamental
para a autonomia intelectual dos estudantes.
O afastamento do celular nas escolas também
resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução
de problemas, a colaboração em projetos e o
desenvolvimento da criatividade sem distrações
digitais.
A aprendizagem significativa acontece
quando há espaço para reflexão, troca de ideias e
experimentação.
Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro
mais saudável, tanto para os estudantes quanto para
seus relacionamentos. Mais do que proibir a
tecnologia, trata-se de construir um ambiente que
desenvolva habilidades essenciais para a vida e o
mercado de trabalho, como empatia, resiliência e
argumentação.
A discussão sobre o uso de celulares nas escolas
vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma
oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo
de sociedade que queremos construir. A proibição é
apenas o começo: o verdadeiro desafio está em
preparar os jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao
público
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e
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educadores,
acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou
“apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo
excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade.
Afinal, informação sem reflexão é só ruído.
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conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025.
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
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das telas gera resistência, mas levanta uma questão
importante: isso realmente criará um ambiente de
aprendizado mais saudável?
A ciência mostra benefícios claros dessa restrição:
maior concentração e foco, redução da ansiedade,
melhora na interação social e no contato humano.
Além disso, combater o cyberbullying e incentivar
atividades
físicas
significativos.
e culturais são ganhos
O “detox digital” também pode
fortalecer o senso crítico e a autonomia dos
estudantes.
Essa mudança, porém, exige acolhimento e
conscientização. É essencial ouvir as preocupações
dos alunos e explicar os benefícios. Pais e
professores também precisam entender os impactos
do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates
sobre saúde mental e dependência digital.
Pesquisas indicam que o excesso de telas
compromete habilidades cognitivas essenciais, como
memória e criatividade, além de estar associado a
transtornos do sono e aumento da impulsividade.
Escolas que já adotaram essa medida ao redor do
mundo notam melhores resultados acadêmicos e
maior engajamento em atividades extracurriculares.
Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual
e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O
desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a
necessidade
de
desenvolver
habilidades
interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar
crianças e jovens no uso seguro e responsável das
telas.
A educação midiática é um caminho essencial
nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações
confiáveis de fake news fortalece o pensamento
crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação.
Esse processo começa cedo e se torna fundamental
para a autonomia intelectual dos estudantes.
O afastamento do celular nas escolas também
resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução
de problemas, a colaboração em projetos e o
desenvolvimento da criatividade sem distrações
digitais.
A aprendizagem significativa acontece
quando há espaço para reflexão, troca de ideias e
experimentação.
Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro
mais saudável, tanto para os estudantes quanto para
seus relacionamentos. Mais do que proibir a
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desenvolva habilidades essenciais para a vida e o
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oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo
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acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou
“apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo
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baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso
das telas gera resistência, mas levanta uma questão
importante: isso realmente criará um ambiente de
aprendizado mais saudável?
A ciência mostra benefícios claros dessa restrição:
maior concentração e foco, redução da ansiedade,
melhora na interação social e no contato humano.
Além disso, combater o cyberbullying e incentivar
atividades
físicas
significativos.
e culturais são ganhos
O “detox digital” também pode
fortalecer o senso crítico e a autonomia dos
estudantes.
Essa mudança, porém, exige acolhimento e
conscientização. É essencial ouvir as preocupações
dos alunos e explicar os benefícios. Pais e
professores também precisam entender os impactos
do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates
sobre saúde mental e dependência digital.
Pesquisas indicam que o excesso de telas
compromete habilidades cognitivas essenciais, como
memória e criatividade, além de estar associado a
transtornos do sono e aumento da impulsividade.
Escolas que já adotaram essa medida ao redor do
mundo notam melhores resultados acadêmicos e
maior engajamento em atividades extracurriculares.
Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual
e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O
desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a
necessidade
de
desenvolver
habilidades
interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar
crianças e jovens no uso seguro e responsável das
telas.
A educação midiática é um caminho essencial
nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações
confiáveis de fake news fortalece o pensamento
crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação.
Esse processo começa cedo e se torna fundamental
para a autonomia intelectual dos estudantes.
O afastamento do celular nas escolas também
resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução
de problemas, a colaboração em projetos e o
desenvolvimento da criatividade sem distrações
digitais.
A aprendizagem significativa acontece
quando há espaço para reflexão, troca de ideias e
experimentação.
Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro
mais saudável, tanto para os estudantes quanto para
seus relacionamentos. Mais do que proibir a
tecnologia, trata-se de construir um ambiente que
desenvolva habilidades essenciais para a vida e o
mercado de trabalho, como empatia, resiliência e
argumentação.
A discussão sobre o uso de celulares nas escolas
vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma
oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo
de sociedade que queremos construir. A proibição é
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preparar os jovens para interagirem de forma
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público
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acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou
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das telas gera resistência, mas levanta uma questão
importante: isso realmente criará um ambiente de
aprendizado mais saudável?
A ciência mostra benefícios claros dessa restrição:
maior concentração e foco, redução da ansiedade,
melhora na interação social e no contato humano.
Além disso, combater o cyberbullying e incentivar
atividades
físicas
significativos.
e culturais são ganhos
O “detox digital” também pode
fortalecer o senso crítico e a autonomia dos
estudantes.
Essa mudança, porém, exige acolhimento e
conscientização. É essencial ouvir as preocupações
dos alunos e explicar os benefícios. Pais e
professores também precisam entender os impactos
do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates
sobre saúde mental e dependência digital.
Pesquisas indicam que o excesso de telas
compromete habilidades cognitivas essenciais, como
memória e criatividade, além de estar associado a
transtornos do sono e aumento da impulsividade.
Escolas que já adotaram essa medida ao redor do
mundo notam melhores resultados acadêmicos e
maior engajamento em atividades extracurriculares.
Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual
e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O
desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a
necessidade
de
desenvolver
habilidades
interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar
crianças e jovens no uso seguro e responsável das
telas.
A educação midiática é um caminho essencial
nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações
confiáveis de fake news fortalece o pensamento
crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação.
Esse processo começa cedo e se torna fundamental
para a autonomia intelectual dos estudantes.
O afastamento do celular nas escolas também
resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução
de problemas, a colaboração em projetos e o
desenvolvimento da criatividade sem distrações
digitais.
A aprendizagem significativa acontece
quando há espaço para reflexão, troca de ideias e
experimentação.
Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro
mais saudável, tanto para os estudantes quanto para
seus relacionamentos. Mais do que proibir a
tecnologia, trata-se de construir um ambiente que
desenvolva habilidades essenciais para a vida e o
mercado de trabalho, como empatia, resiliência e
argumentação.
A discussão sobre o uso de celulares nas escolas
vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma
oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo
de sociedade que queremos construir. A proibição é
apenas o começo: o verdadeiro desafio está em
preparar os jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao
público
infantojuvenil
e
seus
educadores,
acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou
“apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo
excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade.
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O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que
baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso
das telas gera resistência, mas levanta uma questão
importante: isso realmente criará um ambiente de
aprendizado mais saudável?
A ciência mostra benefícios claros dessa restrição:
maior concentração e foco, redução da ansiedade,
melhora na interação social e no contato humano.
Além disso, combater o cyberbullying e incentivar
atividades
físicas
significativos.
e culturais são ganhos
O “detox digital” também pode
fortalecer o senso crítico e a autonomia dos
estudantes.
Essa mudança, porém, exige acolhimento e
conscientização. É essencial ouvir as preocupações
dos alunos e explicar os benefícios. Pais e
professores também precisam entender os impactos
do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates
sobre saúde mental e dependência digital.
Pesquisas indicam que o excesso de telas
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memória e criatividade, além de estar associado a
transtornos do sono e aumento da impulsividade.
Escolas que já adotaram essa medida ao redor do
mundo notam melhores resultados acadêmicos e
maior engajamento em atividades extracurriculares.
Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual
e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O
desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a
necessidade
de
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habilidades
interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar
crianças e jovens no uso seguro e responsável das
telas.
A educação midiática é um caminho essencial
nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações
confiáveis de fake news fortalece o pensamento
crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação.
Esse processo começa cedo e se torna fundamental
para a autonomia intelectual dos estudantes.
O afastamento do celular nas escolas também
resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução
de problemas, a colaboração em projetos e o
desenvolvimento da criatividade sem distrações
digitais.
A aprendizagem significativa acontece
quando há espaço para reflexão, troca de ideias e
experimentação.
Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro
mais saudável, tanto para os estudantes quanto para
seus relacionamentos. Mais do que proibir a
tecnologia, trata-se de construir um ambiente que
desenvolva habilidades essenciais para a vida e o
mercado de trabalho, como empatia, resiliência e
argumentação.
A discussão sobre o uso de celulares nas escolas
vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma
oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo
de sociedade que queremos construir. A proibição é
apenas o começo: o verdadeiro desafio está em
preparar os jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao
público
infantojuvenil
e
seus
educadores,
acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou
“apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo
excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade.
Afinal, informação sem reflexão é só ruído.
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O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que
baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso
das telas gera resistência, mas levanta uma questão
importante: isso realmente criará um ambiente de
aprendizado mais saudável?
A ciência mostra benefícios claros dessa restrição:
maior concentração e foco, redução da ansiedade,
melhora na interação social e no contato humano.
Além disso, combater o cyberbullying e incentivar
atividades
físicas
significativos.
e culturais são ganhos
O “detox digital” também pode
fortalecer o senso crítico e a autonomia dos
estudantes.
Essa mudança, porém, exige acolhimento e
conscientização. É essencial ouvir as preocupações
dos alunos e explicar os benefícios. Pais e
professores também precisam entender os impactos
do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates
sobre saúde mental e dependência digital.
Pesquisas indicam que o excesso de telas
compromete habilidades cognitivas essenciais, como
memória e criatividade, além de estar associado a
transtornos do sono e aumento da impulsividade.
Escolas que já adotaram essa medida ao redor do
mundo notam melhores resultados acadêmicos e
maior engajamento em atividades extracurriculares.
Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual
e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O
desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a
necessidade
de
desenvolver
habilidades
interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar
crianças e jovens no uso seguro e responsável das
telas.
A educação midiática é um caminho essencial
nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações
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crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação.
Esse processo começa cedo e se torna fundamental
para a autonomia intelectual dos estudantes.
O afastamento do celular nas escolas também
resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução
de problemas, a colaboração em projetos e o
desenvolvimento da criatividade sem distrações
digitais.
A aprendizagem significativa acontece
quando há espaço para reflexão, troca de ideias e
experimentação.
Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro
mais saudável, tanto para os estudantes quanto para
seus relacionamentos. Mais do que proibir a
tecnologia, trata-se de construir um ambiente que
desenvolva habilidades essenciais para a vida e o
mercado de trabalho, como empatia, resiliência e
argumentação.
A discussão sobre o uso de celulares nas escolas
vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma
oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo
de sociedade que queremos construir. A proibição é
apenas o começo: o verdadeiro desafio está em
preparar os jovens para interagirem de forma
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público
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e
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educadores,
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“apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo
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das telas gera resistência, mas levanta uma questão
importante: isso realmente criará um ambiente de
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A ciência mostra benefícios claros dessa restrição:
maior concentração e foco, redução da ansiedade,
melhora na interação social e no contato humano.
Além disso, combater o cyberbullying e incentivar
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físicas
significativos.
e culturais são ganhos
O “detox digital” também pode
fortalecer o senso crítico e a autonomia dos
estudantes.
Essa mudança, porém, exige acolhimento e
conscientização. É essencial ouvir as preocupações
dos alunos e explicar os benefícios. Pais e
professores também precisam entender os impactos
do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates
sobre saúde mental e dependência digital.
Pesquisas indicam que o excesso de telas
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memória e criatividade, além de estar associado a
transtornos do sono e aumento da impulsividade.
Escolas que já adotaram essa medida ao redor do
mundo notam melhores resultados acadêmicos e
maior engajamento em atividades extracurriculares.
Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual
e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O
desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a
necessidade
de
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habilidades
interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar
crianças e jovens no uso seguro e responsável das
telas.
A educação midiática é um caminho essencial
nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações
confiáveis de fake news fortalece o pensamento
crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação.
Esse processo começa cedo e se torna fundamental
para a autonomia intelectual dos estudantes.
O afastamento do celular nas escolas também
resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução
de problemas, a colaboração em projetos e o
desenvolvimento da criatividade sem distrações
digitais.
A aprendizagem significativa acontece
quando há espaço para reflexão, troca de ideias e
experimentação.
Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro
mais saudável, tanto para os estudantes quanto para
seus relacionamentos. Mais do que proibir a
tecnologia, trata-se de construir um ambiente que
desenvolva habilidades essenciais para a vida e o
mercado de trabalho, como empatia, resiliência e
argumentação.
A discussão sobre o uso de celulares nas escolas
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de sociedade que queremos construir. A proibição é
apenas o começo: o verdadeiro desafio está em
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Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao
público
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e
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acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou
“apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo
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baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso
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aprendizado mais saudável?
A ciência mostra benefícios claros dessa restrição:
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Além disso, combater o cyberbullying e incentivar
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Essa mudança, porém, exige acolhimento e
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professores também precisam entender os impactos
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Pesquisas indicam que o excesso de telas
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Escolas que já adotaram essa medida ao redor do
mundo notam melhores resultados acadêmicos e
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Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual
e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O
desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a
necessidade
de
desenvolver
habilidades
interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar
crianças e jovens no uso seguro e responsável das
telas.
A educação midiática é um caminho essencial
nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações
confiáveis de fake news fortalece o pensamento
crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação.
Esse processo começa cedo e se torna fundamental
para a autonomia intelectual dos estudantes.
O afastamento do celular nas escolas também
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de problemas, a colaboração em projetos e o
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digitais.
A aprendizagem significativa acontece
quando há espaço para reflexão, troca de ideias e
experimentação.
Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro
mais saudável, tanto para os estudantes quanto para
seus relacionamentos. Mais do que proibir a
tecnologia, trata-se de construir um ambiente que
desenvolva habilidades essenciais para a vida e o
mercado de trabalho, como empatia, resiliência e
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A discussão sobre o uso de celulares nas escolas
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de sociedade que queremos construir. A proibição é
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Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao
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Proibir celulares nas escolas é só o começo: desafio
maior é preparar jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual
Stéphanie Habrich
Fundadora e diretora-executiva dos jornais Joca e Tino Econômico
O início do ano letivo trouxe polêmica com a lei que
baniu celulares nas escolas. A pausa forçada no uso
das telas gera resistência, mas levanta uma questão
importante: isso realmente criará um ambiente de
aprendizado mais saudável?
A ciência mostra benefícios claros dessa restrição:
maior concentração e foco, redução da ansiedade,
melhora na interação social e no contato humano.
Além disso, combater o cyberbullying e incentivar
atividades
físicas
significativos.
e culturais são ganhos
O “detox digital” também pode
fortalecer o senso crítico e a autonomia dos
estudantes.
Essa mudança, porém, exige acolhimento e
conscientização. É essencial ouvir as preocupações
dos alunos e explicar os benefícios. Pais e
professores também precisam entender os impactos
do uso excessivo da tecnologia, promovendo debates
sobre saúde mental e dependência digital.
Pesquisas indicam que o excesso de telas
compromete habilidades cognitivas essenciais, como
memória e criatividade, além de estar associado a
transtornos do sono e aumento da impulsividade.
Escolas que já adotaram essa medida ao redor do
mundo notam melhores resultados acadêmicos e
maior engajamento em atividades extracurriculares.
Claro, a tecnologia é indispensável no mundo atual
e pode ser uma grande aliada no aprendizado. O
desafio está no equilíbrio entre seus benefícios e a
necessidade
de
desenvolver
habilidades
interpessoais e emocionais. Cabe aos adultos orientar
crianças e jovens no uso seguro e responsável das
telas.
A educação midiática é um caminho essencial
nessa jornada. Ensinar a diferenciar informações
confiáveis de fake news fortalece o pensamento
crítico e reduz a vulnerabilidade à desinformação.
Esse processo começa cedo e se torna fundamental
para a autonomia intelectual dos estudantes.
O afastamento do celular nas escolas também
resgata o aprendizado ativo, incentivando a resolução
de problemas, a colaboração em projetos e o
desenvolvimento da criatividade sem distrações
digitais.
A aprendizagem significativa acontece
quando há espaço para reflexão, troca de ideias e
experimentação.
Reduzir o uso de celulares contribui para um futuro
mais saudável, tanto para os estudantes quanto para
seus relacionamentos. Mais do que proibir a
tecnologia, trata-se de construir um ambiente que
desenvolva habilidades essenciais para a vida e o
mercado de trabalho, como empatia, resiliência e
argumentação.
A discussão sobre o uso de celulares nas escolas
vai além de evitar distrações em salas de aula. É uma
oportunidade de repensar o papel da escola e o tipo
de sociedade que queremos construir. A proibição é
apenas o começo: o verdadeiro desafio está em
preparar os jovens para interagirem de forma
saudável tanto no mundo real quanto no virtual.
Os jornais Joca e Tino Econômico, voltados ao
público
infantojuvenil
e
seus
educadores,
acompanham temas atuais como o “brain rot” — ou
“apodrecimento cerebral”—, causado pelo consumo
excessivo de conteúdos digitais de baixa qualidade.
Afinal, informação sem reflexão é só ruído.
Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/03/desconectar-para
conectar.shtml. Acesso em: 26 mar. 2025.
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