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Considere que A e B são eventos de um determinado espaço amostral. A probabilidade de ocorrer o evento A é de 1/3. A probabilidade de ocorrer o evento B, dado que o evento A ocorreu, é de 2/5. A probabilidade de ocorrer o evento B, dado que o evento A não ocorreu, é de 3/4.
A probabilidade de ocorrer o evento B é um valor entre:
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Com essas condições, o número de senhas diferentes que podem ser formadas está no intervalo
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Nesse grupo, o número total de pessoas que são apenas atletas, apenas estudantes ou que apenas tenham formação superior é igual a
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Considere que cada uma das cinco regiões do diagrama lógico a seguir contém pelo menos um elemento.

A partir das informações obtidas no diagrama, é correto afirmar que
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Observe as afirmações compostas e o respectivo valor lógico:
I. Se Bruno é bibliotecário, então Aline é arquiteta. Verdade.
II. Se Eliane é economista, então Carla é cozinheira. Falsidade.
III. Débora é dentista e Bruno é bibliotecário. Falsidade.
IV. Carla é cozinheira ou Débora é dentista. Verdade.
A partir dessas informações, é necessariamente verdade a afirmação
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• todo azulejista é pedreiro,
• alguns encanadores são também eletricistas,
• nenhum pedreiro é encanador,
• há eletricista que é também azulejista.
A partir dessas informações, é necessariamente correto afirmar que
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Tem-se a seguinte afirmação.
Leandro é inteligente e Mariana é capaz, ou pelo menos um deles não está interessado.
Uma proposição que corresponde à negação lógica da afirmação dada é:
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Considere a seguinte proposição composta condicional:
Se eu recuso uma proposta de trabalho, então eu perco uma grande oportunidade.
Ela tem como proposição equivalente:
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Leia o texto para responder à questão.
O homem da loja vizinha invadiu a sala de aula, gritando que os rapazes do “Lar” lhe tinham roubado um rádio.
O Lar abrigava adolescentes, sem família e sem casa, que acabavam por o abandonar, passado algum tempo, preferindo andar pelas ruas, nas companhias não impostas.
Colérico, o homem insultava-os, derramando toda a raiva armazenada contra os pequenos delinquentes que, volta e meia, se metiam com ele, mais para o enfurecer do que para o roubar. Pelo menos não tínhamos conhecimento de nenhum roubo, na região, que envolvesse os nossos rapazes.
Não faziam um gesto sequer para se defenderem do que o comerciante dizia, limitando-se a olhar para um lado e para o outro, como se estivessem a assistir a um jogo de pingue-pongue. Dei comigo tentando seguir os seus olhares e, quando voltei a atenção para o homem, vi que não tinha ouvido as suas falas finais. Pensei que era um exercício que utilizavam para não se chatearem. Possivelmente, quando eu falava, também olhavam para um nada, num truque anti-chatice. Fiquei furiosa com a descoberta: afinal estava aí a gastar muito do meu tempo, da minha energia, das minhas emoções, e os rapazes desprezavam o que eu dizia!
Voltou-se-me o bom senso a tempo de ouvir o final da revolta do homem da loja.
Prometi-lhe procurar o rádio e devolver-lho, caso o encontrasse, e dei a aula por terminada, no silêncio construído.
(Dina Salústio, “Ele queria tão pouco”. Mornas eram as noites. 2002. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
O homem da loja vizinha invadiu a sala de aula, gritando que os rapazes do “Lar” lhe tinham roubado um rádio.
O Lar abrigava adolescentes, sem família e sem casa, que acabavam por o abandonar, passado algum tempo, preferindo andar pelas ruas, nas companhias não impostas.
Colérico, o homem insultava-os, derramando toda a raiva armazenada contra os pequenos delinquentes que, volta e meia, se metiam com ele, mais para o enfurecer do que para o roubar. Pelo menos não tínhamos conhecimento de nenhum roubo, na região, que envolvesse os nossos rapazes.
Não faziam um gesto sequer para se defenderem do que o comerciante dizia, limitando-se a olhar para um lado e para o outro, como se estivessem a assistir a um jogo de pingue-pongue. Dei comigo tentando seguir os seus olhares e, quando voltei a atenção para o homem, vi que não tinha ouvido as suas falas finais. Pensei que era um exercício que utilizavam para não se chatearem. Possivelmente, quando eu falava, também olhavam para um nada, num truque anti-chatice. Fiquei furiosa com a descoberta: afinal estava aí a gastar muito do meu tempo, da minha energia, das minhas emoções, e os rapazes desprezavam o que eu dizia!
Voltou-se-me o bom senso a tempo de ouvir o final da revolta do homem da loja.
Prometi-lhe procurar o rádio e devolver-lho, caso o encontrasse, e dei a aula por terminada, no silêncio construído.
(Dina Salústio, “Ele queria tão pouco”. Mornas eram as noites. 2002. Adaptado)
Considere as frases:
• Era comum que os adolescentes, depois algum tempo, preferissem ___________ .
• Pensei que era um exercício ___________ os adolescentes recorriam para não se chatearem.
• Os adolescentes não faziam nenhum gesto em oposição ___________ o comerciante dizia.
• O homem da loja vizinha estava ansioso ___________ o seu rádio de volta.
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas das frases devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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