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Um homem com 30 anos de idade, procedente da região amazônica, foi atendido em uma unidade hospitalar com febre alta, calafrios e sudorese. O paciente evoluiu com queixas de forte cefaléia, dispnéia, taquipnéia, cianose de extremidades e facial, oligúria e hematúria (com urina enegrecida). O exame físico pulmonar evidenciou estertores difusamente em todos os campos pulmonares. Os exames laboratoriais mostraram saturação de oxigênio de 85%, anemia severa, plaquetopenia leve e elevação dos níveis séricos de uréia, creatinina e potássio. No exame adotado no Brasil para a pesquisa do agente etiológico, constatou-se a presença do parasito causador da malária. O eletrocardiograma convencional do paciente revelou ritmo sinusal, freqüência ventricular média de 90 bpm, onda P achatada, alargamento do complexo QRS e ondas T apiculadas. A radiografia de tórax mostrou um infiltrado pulmonar difuso bilateral.
Diante dessa situação clínica hipotética, julgue os próximos itens.Uma das complicações da infecção apresentada pelo paciente é a insuficiência renal aguda.
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Um homem com 30 anos de idade, procedente da região amazônica, foi atendido em uma unidade hospitalar com febre alta, calafrios e sudorese. O paciente evoluiu com queixas de forte cefaléia, dispnéia, taquipnéia, cianose de extremidades e facial, oligúria e hematúria (com urina enegrecida). O exame físico pulmonar evidenciou estertores difusamente em todos os campos pulmonares. Os exames laboratoriais mostraram saturação de oxigênio de 85%, anemia severa, plaquetopenia leve e elevação dos níveis séricos de uréia, creatinina e potássio. No exame adotado no Brasil para a pesquisa do agente etiológico, constatou-se a presença do parasito causador da malária. O eletrocardiograma convencional do paciente revelou ritmo sinusal, freqüência ventricular média de 90 bpm, onda P achatada, alargamento do complexo QRS e ondas T apiculadas. A radiografia de tórax mostrou um infiltrado pulmonar difuso bilateral.
Diante dessa situação clínica hipotética, julgue os próximos itens.As manifestações clínico-laboratoriais observadas no paciente hipotético geralmente associam-se à malária causada pelo Plasmodium falciparum.
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Um homem com 30 anos de idade, procedente da região amazônica, foi atendido em uma unidade hospitalar com febre alta, calafrios e sudorese. O paciente evoluiu com queixas de forte cefaléia, dispnéia, taquipnéia, cianose de extremidades e facial, oligúria e hematúria (com urina enegrecida). O exame físico pulmonar evidenciou estertores difusamente em todos os campos pulmonares. Os exames laboratoriais mostraram saturação de oxigênio de 85%, anemia severa, plaquetopenia leve e elevação dos níveis séricos de uréia, creatinina e potássio. No exame adotado no Brasil para a pesquisa do agente etiológico, constatou-se a presença do parasito causador da malária. O eletrocardiograma convencional do paciente revelou ritmo sinusal, freqüência ventricular média de 90 bpm, onda P achatada, alargamento do complexo QRS e ondas T apiculadas. A radiografia de tórax mostrou um infiltrado pulmonar difuso bilateral.
Diante dessa situação clínica hipotética, julgue os próximos itens.O método oficialmente utilizado no Brasil para pesquisa do agente etiológico da malária é o exame da gota espessa, corada pelo método de Giemsa.
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Ainda acerca do paciente hipotético apresentado no texto, considere que ele tenha sido internado e apresentou melhora clínica e eletrocardiográfica após a adoção das medidas terapêuticas apropriadas para a situação. Entretanto, cerca de 6 horas após essa estabilização, passou a queixar-se de dor abdominal difusa, mais intensa na região epigástrica e periumbilical, de início súbito, associada a naúseas, vômitos e urgência evacuatória. O exame físico realizado nesse momento mostrou paciente com fácies de dor, ansioso, desidratado, com pressão arterial de 120 mmHg × 75 mmHg e freqüência cardíaca de 98 bpm. Os pulmões estavam limpos e o ritmo cardíaco regular em 2 tempos. O abdome apresentava-se difusamente doloroso à palpação, sem sinais de irritação peritoneal e com ruídos hidroaéreos presentes e levemente aumentados. As extremidades não apresentavam edema ou cianose. Os exames laboratoriais colhidos de emergência mostraram eletrocardiograma com ritmo sinusal, hemoconcentração, leucocitose moderada, acidose metabólica — com elevação do hiato aniônico (anion gap) — e níveis séricos de amilase normais. Diante dessa evolução clínico-laboratorial, julgue os itens a seguir.
Nessa situação clínica, caso surjam sinais de irritação peritoneal, deve ser realizada uma laparotomia de emergência.
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Ainda acerca do paciente hipotético apresentado no texto, considere que ele tenha sido internado e apresentou melhora clínica e eletrocardiográfica após a adoção das medidas terapêuticas apropriadas para a situação. Entretanto, cerca de 6 horas após essa estabilização, passou a queixar-se de dor abdominal difusa, mais intensa na região epigástrica e periumbilical, de início súbito, associada a naúseas, vômitos e urgência evacuatória. O exame físico realizado nesse momento mostrou paciente com fácies de dor, ansioso, desidratado, com pressão arterial de 120 mmHg × 75 mmHg e freqüência cardíaca de 98 bpm. Os pulmões estavam limpos e o ritmo cardíaco regular em 2 tempos. O abdome apresentava-se difusamente doloroso à palpação, sem sinais de irritação peritoneal e com ruídos hidroaéreos presentes e levemente aumentados. As extremidades não apresentavam edema ou cianose. Os exames laboratoriais colhidos de emergência mostraram eletrocardiograma com ritmo sinusal, hemoconcentração, leucocitose moderada, acidose metabólica — com elevação do hiato aniônico (anion gap) — e níveis séricos de amilase normais. Diante dessa evolução clínico-laboratorial, julgue os itens a seguir.
A acidose metabólica, constatada no paciente, pode causar sobrecarga respiratória, hiperpotassemia, vasoconstrição renal, oligúria ou resistência à ação da insulina, entre outros.
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Ainda acerca do paciente hipotético apresentado no texto, considere que ele tenha sido internado e apresentou melhora clínica e eletrocardiográfica após a adoção das medidas terapêuticas apropriadas para a situação. Entretanto, cerca de 6 horas após essa estabilização, passou a queixar-se de dor abdominal difusa, mais intensa na região epigástrica e periumbilical, de início súbito, associada a naúseas, vômitos e urgência evacuatória. O exame físico realizado nesse momento mostrou paciente com fácies de dor, ansioso, desidratado, com pressão arterial de 120 mmHg × 75 mmHg e freqüência cardíaca de 98 bpm. Os pulmões estavam limpos e o ritmo cardíaco regular em 2 tempos. O abdome apresentava-se difusamente doloroso à palpação, sem sinais de irritação peritoneal e com ruídos hidroaéreos presentes e levemente aumentados. As extremidades não apresentavam edema ou cianose. Os exames laboratoriais colhidos de emergência mostraram eletrocardiograma com ritmo sinusal, hemoconcentração, leucocitose moderada, acidose metabólica — com elevação do hiato aniônico (anion gap) — e níveis séricos de amilase normais. Diante dessa evolução clínico-laboratorial, julgue os itens a seguir.
O incremento do anion gap nessa condição geralmente decorre do aumento de ácidos orgânicos (ânions nãomedidos), como o ácido láctico, por exemplo.
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Ainda acerca do paciente hipotético apresentado no texto, considere que ele tenha sido internado e apresentou melhora clínica e eletrocardiográfica após a adoção das medidas terapêuticas apropriadas para a situação. Entretanto, cerca de 6 horas após essa estabilização, passou a queixar-se de dor abdominal difusa, mais intensa na região epigástrica e periumbilical, de início súbito, associada a naúseas, vômitos e urgência evacuatória. O exame físico realizado nesse momento mostrou paciente com fácies de dor, ansioso, desidratado, com pressão arterial de 120 mmHg × 75 mmHg e freqüência cardíaca de 98 bpm. Os pulmões estavam limpos e o ritmo cardíaco regular em 2 tempos. O abdome apresentava-se difusamente doloroso à palpação, sem sinais de irritação peritoneal e com ruídos hidroaéreos presentes e levemente aumentados. As extremidades não apresentavam edema ou cianose. Os exames laboratoriais colhidos de emergência mostraram eletrocardiograma com ritmo sinusal, hemoconcentração, leucocitose moderada, acidose metabólica — com elevação do hiato aniônico (anion gap) — e níveis séricos de amilase normais. Diante dessa evolução clínico-laboratorial, julgue os itens a seguir.
Estudos recentes têm demonstrado que o exame por imagem de primeira escolha para confirmação diagnóstica nessa situação é o enema opaco.
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Ainda acerca do paciente hipotético apresentado no texto, considere que ele tenha sido internado e apresentou melhora clínica e eletrocardiográfica após a adoção das medidas terapêuticas apropriadas para a situação. Entretanto, cerca de 6 horas após essa estabilização, passou a queixar-se de dor abdominal difusa, mais intensa na região epigástrica e periumbilical, de início súbito, associada a naúseas, vômitos e urgência evacuatória. O exame físico realizado nesse momento mostrou paciente com fácies de dor, ansioso, desidratado, com pressão arterial de 120 mmHg × 75 mmHg e freqüência cardíaca de 98 bpm. Os pulmões estavam limpos e o ritmo cardíaco regular em 2 tempos. O abdome apresentava-se difusamente doloroso à palpação, sem sinais de irritação peritoneal e com ruídos hidroaéreos presentes e levemente aumentados. As extremidades não apresentavam edema ou cianose. Os exames laboratoriais colhidos de emergência mostraram eletrocardiograma com ritmo sinusal, hemoconcentração, leucocitose moderada, acidose metabólica — com elevação do hiato aniônico (anion gap) — e níveis séricos de amilase normais. Diante dessa evolução clínico-laboratorial, julgue os itens a seguir.
Os dados sugerem a hipótese diagnóstica de isquemia mesentérica aguda decorrente de trombose venosa mesentérica.
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Um homem com 60 anos de idade foi atendido em sala de emergência, apresentando um quadro de palpitações taquicárdicas intensas, associadas a tonturas e sensação de escurecimento visual. O episódio se iniciou 2 horas antes, após ter consumido grande quantidade de bebida alcoólica destilada (aguardente). Referiu ser portador de hipertensão arterial, em tratamento irregular, e desconhecia outras doenças. Ao exame físico, observou-se paciente com sinais de embriaguez, sonolento, confuso, torporoso, dispnéico, com freqüência respiratória de 28 irpm, freqüência cardíaca de 150 bpm e pressão arterial de 85 mmHg × 45 mmHg. Apresentava também pulmões com estertores em terços inferiores de ambos hemitóraces, ritmo cardíaco taquicárdico irregular, em 3 tempos, com terceira bulha, sem sopros e com pulsos periféricos filiformes. O abdome estava livre, sem visceromegalias, com ruídos hidroaéreos presentes e normoativos. As extremidades não apresentavam edema ou lesões e havia cianose +/+4 e perfusão capilar lentificada. Foi realizado uma eletrocardiografia convencional, com 12 derivações, com derivação D2 longa (velocidade do papel = 25 mm/s e calibração de 1 cm = 1 mV), cujo eletrocardiograma é mostrado na figura abaixo.

Ante essa situação clínica, a melhor opção terapêutica baseia-se no uso intravenoso de adenosina.
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Um homem com 60 anos de idade foi atendido em sala de emergência, apresentando um quadro de palpitações taquicárdicas intensas, associadas a tonturas e sensação de escurecimento visual. O episódio se iniciou 2 horas antes, após ter consumido grande quantidade de bebida alcoólica destilada (aguardente). Referiu ser portador de hipertensão arterial, em tratamento irregular, e desconhecia outras doenças. Ao exame físico, observou-se paciente com sinais de embriaguez, sonolento, confuso, torporoso, dispnéico, com freqüência respiratória de 28 irpm, freqüência cardíaca de 150 bpm e pressão arterial de 85 mmHg × 45 mmHg. Apresentava também pulmões com estertores em terços inferiores de ambos hemitóraces, ritmo cardíaco taquicárdico irregular, em 3 tempos, com terceira bulha, sem sopros e com pulsos periféricos filiformes. O abdome estava livre, sem visceromegalias, com ruídos hidroaéreos presentes e normoativos. As extremidades não apresentavam edema ou lesões e havia cianose +/+4 e perfusão capilar lentificada. Foi realizado uma eletrocardiografia convencional, com 12 derivações, com derivação D2 longa (velocidade do papel = 25 mm/s e calibração de 1 cm = 1 mV), cujo eletrocardiograma é mostrado na figura abaixo.

A tira de ritmo (D2 longo) observada na parte inferior do traçado eletrocardiográfico permite inferir a presença de extra-sístoles ventriculares freqüentes.
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