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Synopsis
With the clarity and verve for which he is famed, Niall Ferguson explains why the origins of the French Revolution lie in a stock market bubble caused by a convicted Scots murderer. He shows how financial failure turned Argentina from the world's sixth richest country into an inflation-ridden basket case - and how a financial revolution is propelling the world's most populous country from poverty to power in a single generation.
Yet the most important lesson of the world's financial history is that sooner or later every bubble bursts - sooner or later the bearish sellers outnumber the bullish buyers - sooner or later greed flips into fear. And that's why, whether you're scraping by or rolling in it, there's never been a better time to understand the ascent of money.
The five words that open the text [Bread, cash, dosh, dough, loot] in paragraph 1 line 1 are
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Synopsis
With the clarity and verve for which he is famed, Niall Ferguson explains why the origins of the French Revolution lie in a stock market bubble caused by a convicted Scots murderer. He shows how financial failure turned Argentina from the world's sixth richest country into an inflation-ridden basket case - and how a financial revolution is propelling the world's most populous country from poverty to power in a single generation.
Yet the most important lesson of the world's financial history is that sooner or later every bubble bursts - sooner or later the bearish sellers outnumber the bullish buyers - sooner or later greed flips into fear. And that's why, whether you're scraping by or rolling in it, there's never been a better time to understand the ascent of money.
The pronoun 'it' in paragraph 3 refers to
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- OrtografiaPontuaçãoTravessão
- SintaxeColocação Pronominal
- SintaxeConcordância
- MorfologiaPronomes
- MorfologiaVerbosVozes Verbais
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto

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Assinale a opção que completa corretamente a sequência de lacunas no texto abaixo.
Se hoje ___(1)___é mais fácil, pelo menos para boa parte da humanidade, livrar-nos da fome e dos leões, se nos é mais fácil debelarmos boa parte das doenças que ____(2)___ a humanidade no decorrer da história, a contrapartida parece ser que não ___(3)___ fugir do desemprego, e, quando sim, não do trabalho desvairado, do temor da absolescência, do esgotamento nervoso, do estresse, da depressão. Cabe perguntar: é a tecnologia a responsável ___(4)___ mudança de nossa visão de mundo, ou é a nossa visão de mundo que conduz ___(5)_ __ mudanças tecnológicas? A pergunta é oportuna porque nos leva a questionar se não temos o poder de mudar o rumo de nossas vidas, de modificar nossa própria visão de mundo, e ___ (6)___ modificar o próprio mundo.
(Filosofia,ciência&vida, ano III, n. 27, p. 32, com adaptações)
(1) (2) (3) (4) (5) (6)
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O desenvolvimento é um processo complexo, que deriva de uma gama de fatores - entre os quais se realça a educação - e precisa de tempo para enraizar-se. É obra construída pela contribuição sistemática de vários governos. Depende da produtividade, que se nutre da ciência, das inovações e, assim, dos avanços da tecnologia. Na verdade, a humanidade somente começou seu desenvolvimento depois da Revolução Industrial, iniciada no século XVIII, na Inglaterra. A estagnação da renda per capita havia sido a característica da história. A Revolução desarmou a Armadilha Malthusiana e deu início à Grande Divergência. A Armadilha deve seu nome ao demógrafo Thomas Malthus, para quem o potencial de crescimento era limitado pela oferta de alimentos. A evolução da renda per capita dependia das taxas de natalidade e mortalidade. A renda per capita da Inglaterra começou a crescer descolada da demografia, graças ao aumento da produtividade na agricultura e da exploração do potencial agrícola da América.
(Adaptado de Maílson da Nóbrega, Lula e o mistério do desenvolvimento. VEJA, 26 de agosto, 2009, p.74)
A partir da argumentação do texto, infere-se que
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Durante muito tempo, fazer ciência significou poder quantificar os dados da realidade, garantir a generalidade e a objetividade do conhecimento. No afã da universalidade do saber científico, do cognoscível como representação do real, excluía-se o sujeito do conhecimento, sua subjetividade, seus condicionamentos histórico-sociais. Na base desta perspectiva está a crença de que o mundo está aí, pronto para ser apreendido por uma consciência cognoscente. O cientificismo não leva em conta que tanto o processo de percepção como o do pensamento têm seus próprios mecanismos de produção. Hoje, ignorá-los significa negar conquistas relevantes da psicologia contemporânea. Os objetos da percepção e os objetos do pensamento não nos são dados da mesma maneira, nem tampouco se pode pensar na correspondência entre a realidade e sua representação, mesmo porque nem tudo que existe é representável.
(Adaptado de Nilda Teves, Imaginário social, identidade e memória. In: Lúcia Ferreira & Evelyn Orrico (org.), Linguagem, identidade e memória social, 2002, p. 53-54)
Assinale a opção correta a respeito das estruturas linguísticas do texto.
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O desenvolvimento é um processo complexo, que deriva de uma gama de fatores - entre os quais se realça a educação - e precisa de tempo para enraizar-se. É obra construída pela contribuição sistemática de vários governos. Depende da produtividade, que se nutre da ciência, das inovações e, assim, dos avanços da tecnologia. Na verdade, a humanidade somente começou seu desenvolvimento depois da Revolução Industrial, iniciada no século XVIII, na Inglaterra. A estagnação da renda per capita havia sido a característica da história. A Revolução desarmou a Armadilha Malthusiana e deu início à Grande Divergência. A Armadilha deve seu nome ao demógrafo Thomas Malthus, para quem o potencial de crescimento era limitado pela oferta de alimentos. A evolução da renda per capita dependia das taxas de natalidade e mortalidade. A renda per capita da Inglaterra começou a crescer descolada da demografia, graças ao aumento da produtividade na agricultura e da exploração do potencial agrícola da América.
(Adaptado de Maílson da Nóbrega, Lula e o mistério do desenvolvimento. VEJA, 26 de agosto, 2009, p.74)
Provoca-se erro gramatical ou incoerência na argumentação do texto ao
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Durante muito tempo, fazer ciência significou poder quantificar os dados da realidade, garantir a generalidade e a objetividade do conhecimento. No afã da universalidade do saber científico, do cognoscível como representação do real, excluía-se o sujeito do conhecimento, sua subjetividade, seus condicionamentos histórico-sociais. Na base desta perspectiva está a crença de que o mundo está aí, pronto para ser apreendido por uma consciência cognoscente. O cientificismo não leva em conta que tanto o processo de percepção como o do pensamento têm seus próprios mecanismos de produção. Hoje, ignorá-los significa negar conquistas relevantes da psicologia contemporânea. Os objetos da percepção e os objetos do pensamento não nos são dados da mesma maneira, nem tampouco se pode pensar na correspondência entre a realidade e sua representação, mesmo porque nem tudo que existe é representável.
(Adaptado de Nilda Teves, Imaginário social, identidade e memória. In: Lúcia Ferreira & Evelyn Orrico (org.), Linguagem, identidade e memória social, 2002, p. 53-54)
Assinale que alteração proposta para estruturas sintáticas do texto preserva sua correção gramatical e coerência argumentativa.
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