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Foram encontradas 50 questões.

104611 Ano: 2017
Disciplina: Administração Geral
Banca: IDECAN
Orgão: Min. Saúde
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É fundamental para a melhoria do ambiente organizacional e, sobretudo, para a eficiência dos processos organizacionais, que as pessoas trabalhem motivadas. Apesar da motivação ser um desafio para as empresas é essencial que os gestores, gerentes ou supervisores conheçam e acompanhem de perto a sua equipe e procurem conhecer o que as motiva, assim a organização poderá estabelecer estratégias mais eficientes para a motivação de seus colaboradores. Sobre a Teoria da Hierarquia das Necessidades de Maslow, relacione adequadamente as colunas a seguir. 1. Fisiológicas. 2. Segurança. 3. Sociais. 4. Estima. 5. Autorrealização. ( ) Inclui a afeição, a aceitação, a amizade, o pertencimento e o relacionamento humano. ( ) Fome, sede, sono, outras necessidades corporais. ( ) Constitui o impulso de ser aquilo que é capaz de ser; crescimento pessoal e alcance da plena potencialidade da pessoa. ( ) Inclui fatores internos como autorrespeito, autonomia, senso de competência e fatores externos como status, reconhecimento, prestígio. ( ) Proteção contra ameaças ou perigo físico e emocional. A sequência está correta em
 

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104610 Ano: 2017
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: Min. Saúde
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Observe a sequência de relógios a seguir:

enunciado 104610-1

A hora que substitui o sinal de interrogação no quinto relógio é:

 

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104609 Ano: 2017
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: Min. Saúde
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Ao analisar o hábito de consumo de molhos usados nos sanduíches pelos 60 clientes mais assíduos de uma lanchonete, o dono da mesma constatou que:

• 8 consomem mostarda;

• 20 consomem ketchup;

• 35 consomem maionese;

• 7 consomem ketchup e mostarda;

• 4 consomem maionese e ketchup;

• 4 consomem mostarda e maionese; e,

• 3 consomem maionese, ketchup e mostarda.

A porcentagem de pessoas desse grupo de clientes que não consomem nenhum dos três molhos é:


 

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104606 Ano: 2017
Disciplina: Legislação Federal
Banca: IDECAN
Orgão: Min. Saúde
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Considere que um servidor do Ministério da Saúde tenha praticado as seguintes condutas: I. Usar de artifícios para procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa. II. Facilitar a fiscalização de todos atos ou serviços por quem de direito. III. Ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro ou infração ao Código de Ética. IV. Comunicar imediatamente a seus superiores todo e qualquer ato ou fato contrário ao interesse público. Nos termos do Decreto nº 1.171/94, o servidor incorre em infração ética em face apenas das condutas:
 

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104568 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Min. Saúde
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Numa lanchonete foram vendidos, num certo dia, copos de suco da seguinte forma:

• período da manhã: 8 copos grandes, 8 copos médios e 4 copos pequenos, totalizando R$ 54,00;

• período da tarde: 16 copos grandes, 8 copos médios e 4 copos pequenos, totalizando R$ 82,00; e,

• período da noite: 12 copos grandes, 4 copos médios e 8 copos pequenos, totalizando R$ 64,00.

A diferença de preço entre um copo grande e um copo pequeno de suco é de:

 

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104567 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Min. Saúde
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Para adoçar um copo de 250 ml de suco de fruta, Marina utiliza 6 gotas do adoçante “Doce Sabor”. Dispondo de outro adoçante: “Vida e Saúde”, cujo poder de adoçar é 4 vezes maior, o número de gotas que Marina deverá utilizar para adoçar uma jarra de 500 ml de suco de fruta é:
 

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104566 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: IDECAN
Orgão: Min. Saúde
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Uma das diagonais de um retângulo ABCD representado no plano cartesiano é o segmento AC cujas extremidades A (x – 2;5) e C (2x – 4;9) pertencem ao 1º quadrante. Sendo a abscissa de C maior que a abscissa de A e a área desse retângulo igual a 64, então a soma dos algarismos do número x é:
 

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104559 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Min. Saúde
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Cármen Lúcia: “O direito à saúde não é um gasto. É um investimento”

“O direito à saúde tem custo. Mas isso não é um gasto, é um investimento”, disse hoje, segunda-feira (7) a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela está empenhada em facilitar o acesso dos juízes à informação confiável sobre medicamentos, dispositivos médicos e técnicas cirúrgicas.

Cármen Lúcia e o ministro da saúde, Ricardo Barros, estiveram hoje no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para iniciar uma parceria entre o CNJ, o governo federal e a instituição. O objetivo é criar uma plataforma on-line com pareceres técnicos sobre os produtos de saúde. De qualquer lugar do país, os magistrados poderão consultá-la antes de tomar decisões.

É um passo importante. Essa base de dados pode ajudar a reduzir o número de decisões judiciais em total dissonância com as evidências científicas da medicina. Todos perdem quando isso acontece.

Só quem ganha quando uma decisão judicial não encontra amparo nas evidências científicas é a indústria farmacêutica. Para uma empresa mal-intencionada, é mais fácil estimular as ações judiciais (financiando associações, oferecendo advogados aos pacientes e assediando médicos) do que convencer as autoridades regulatórias e os gestores públicos da superioridade de seu produto – tanto em termos de eficácia quanto de custo.

Cada comprimido da droga fabricada pela empresa americana Aegerion Pharmaceuticals custa cerca de US$ 1.000 por dia. Essa história provocou um prejuízo de R$ 9,5 milhões à Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. Poderia ter consumido R$ 40 milhões se as autoridades não tivessem percebido o esquema a tempo de interrompê-lo.

O ponto crucial desse debate é determinar o que o Estado ou os planos de saúde devem ser obrigados a fornecer aos cidadãos. Se não há orçamento no mundo capaz de bancar todas as inovações criadas pela indústria farmacêutica, as evidências científicas devem ser o início de qualquer conversa.

“É fundamental ter a certeza de que, para aquele pleito, existe evidência científica de que a droga é indicada para o paciente”, diz o bioquímico Luiz Fernando Lima Reis, diretor de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês. “E, obviamente, essa indicação levou em conta eficiência, eficácia e segurança.”

(Cristiane Segatto, Época. 07/11/2016. Adaptado.)

Em relação à organização das ideias trazidas ao texto, NÃO se pode afirmar que
 

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104558 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Min. Saúde
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Cármen Lúcia: “O direito à saúde não é um gasto. É um investimento”

“O direito à saúde tem custo. Mas isso não é um gasto, é um investimento”, disse hoje, segunda-feira (7) a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela está empenhada em facilitar o acesso dos juízes à informação confiável sobre medicamentos, dispositivos médicos e técnicas cirúrgicas.

Cármen Lúcia e o ministro da saúde, Ricardo Barros, estiveram hoje no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para iniciar uma parceria entre o CNJ, o governo federal e a instituição. O objetivo é criar uma plataforma on-line com pareceres técnicos sobre os produtos de saúde. De qualquer lugar do país, os magistrados poderão consultá-la antes de tomar decisões.

É um passo importante. Essa base de dados pode ajudar a reduzir o número de decisões judiciais em total dissonância com as evidências científicas da medicina. Todos perdem quando isso acontece.

Só quem ganha quando uma decisão judicial não encontra amparo nas evidências científicas é a indústria farmacêutica. Para uma empresa mal-intencionada, é mais fácil estimular as ações judiciais (financiando associações, oferecendo advogados aos pacientes e assediando médicos) do que convencer as autoridades regulatórias e os gestores públicos da superioridade de seu produto – tanto em termos de eficácia quanto de custo.

Cada comprimido da droga fabricada pela empresa americana Aegerion Pharmaceuticals custa cerca de US$ 1.000 por dia. Essa história provocou um prejuízo de R$ 9,5 milhões à Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. Poderia ter consumido R$ 40 milhões se as autoridades não tivessem percebido o esquema a tempo de interrompê-lo.

O ponto crucial desse debate é determinar o que o Estado ou os planos de saúde devem ser obrigados a fornecer aos cidadãos. Se não há orçamento no mundo capaz de bancar todas as inovações criadas pela indústria farmacêutica, as evidências científicas devem ser o início de qualquer conversa.

“É fundamental ter a certeza de que, para aquele pleito, existe evidência científica de que a droga é indicada para o paciente”, diz o bioquímico Luiz Fernando Lima Reis, diretor de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês. “E, obviamente, essa indicação levou em conta eficiência, eficácia e segurança.”

(Cristiane Segatto, Época. 07/11/2016. Adaptado.)

Tendo em vista os aspectos sintáticos, referindo-se aos mecanismos de construção do enunciado, analise o período em destaque: “Poderia ter consumido R$ 40 milhões se as autoridades não tivessem percebido o esquema a tempo de interrompê-lo.” (5º§). A afirmativa verdadeira acerca de tal construção está indicada em:
 

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104557 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Min. Saúde
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Cármen Lúcia: “O direito à saúde não é um gasto. É um investimento”

“O direito à saúde tem custo. Mas isso não é um gasto, é um investimento”, disse hoje, segunda-feira (7) a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela está empenhada em facilitar o acesso dos juízes à informação confiável sobre medicamentos, dispositivos médicos e técnicas cirúrgicas.

Cármen Lúcia e o ministro da saúde, Ricardo Barros, estiveram hoje no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para iniciar uma parceria entre o CNJ, o governo federal e a instituição. O objetivo é criar uma plataforma on-line com pareceres técnicos sobre os produtos de saúde. De qualquer lugar do país, os magistrados poderão consultá-la antes de tomar decisões.

É um passo importante. Essa base de dados pode ajudar a reduzir o número de decisões judiciais em total dissonância com as evidências científicas da medicina. Todos perdem quando isso acontece.

Só quem ganha quando uma decisão judicial não encontra amparo nas evidências científicas é a indústria farmacêutica. Para uma empresa mal-intencionada, é mais fácil estimular as ações judiciais (financiando associações, oferecendo advogados aos pacientes e assediando médicos) do que convencer as autoridades regulatórias e os gestores públicos da superioridade de seu produto – tanto em termos de eficácia quanto de custo.

Cada comprimido da droga fabricada pela empresa americana Aegerion Pharmaceuticals custa cerca de US$ 1.000 por dia. Essa história provocou um prejuízo de R$ 9,5 milhões à Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo. Poderia ter consumido R$ 40 milhões se as autoridades não tivessem percebido o esquema a tempo de interrompê-lo.

O ponto crucial desse debate é determinar o que o Estado ou os planos de saúde devem ser obrigados a fornecer aos cidadãos. Se não há orçamento no mundo capaz de bancar todas as inovações criadas pela indústria farmacêutica, as evidências científicas devem ser o início de qualquer conversa.

“É fundamental ter a certeza de que, para aquele pleito, existe evidência científica de que a droga é indicada para o paciente”, diz o bioquímico Luiz Fernando Lima Reis, diretor de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês. “E, obviamente, essa indicação levou em conta eficiência, eficácia e segurança.”

(Cristiane Segatto, Época. 07/11/2016. Adaptado.)

Considerando o contexto e as expressões a seguir destacadas, assinale a afirmativa que apresenta o significado equivalente.
 

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