Foram encontradas 80 questões.
Dentre as partes que compõem a estrutura do ofício, o vocativo deve ser empregado de acordo com o cargo que o destinatário ocupa. Relacione adequadamente as colunas a seguir de acordo com o grau de formalidade requerida no ofício.
1. Adequado. 2. Inadequado.
( ) Senhor José. ( ) Prezado José. ( ) Senhor Deputado. ( ) Excelentíssimo Senhor Presidente da República.
A sequência está correta em
1. Adequado. 2. Inadequado.
( ) Senhor José. ( ) Prezado José. ( ) Senhor Deputado. ( ) Excelentíssimo Senhor Presidente da República.
A sequência está correta em
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Sabendo-se que na redação oficial é necessário empregar a linguagem escrita na modalidade formal ao redigir os textos
produzidos pelo serviço público, assinale a afirmativa correta.
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Você se considera uma pessoa empática? Estudo revela que existe uma idade onde se alcança o auge da empatia
De acordo com a equipe de psicólogos do estudo, isso sugere que as respostas empáticas são desenvolvidas ao longo da vida
Pessoas no início da vida adulta apresentam maior capacidade de empatia, isto é, de se colocarem no lugar do outro, como
mostram evidências de um novo estudo publicado na revista científica Social Cognitive and Affective Neuroscience.
Os psicólogos que estudaram o tema descobriram que os jovens adultos são especialmente sensíveis à chamada dor social,
que envolve situações de constrangimento, sofrimento e tristeza. Esta faixa etária (dos 20 até os 40 anos) tem a tendência de
sentir mais empatia por outras pessoas que vivenciam a dor social do que os adolescentes (10 a 19 anos) ou adultos mais velhos
(mais de 60 anos).
“Este estudo fornece insights valiosos sobre a natureza complexa das respostas empáticas a outros com dor que atingem
o pico na fase adulta jovem, como visto em suas avaliações comportamentais da intensidade da dor sentida por outros”, afirma
Heather Ferguson, pesquisadora principal do artigo e professora de psicologia em Kent.
De acordo com a pesquisa, isso sugere que as respostas empáticas são desenvolvidas ao longo da vida, conforme a experiência social e a exposição a diferentes situações sociais e relacionadas à dor aumentam.
Por outro lado, os dados mostraram que depois dos 60, as pessoas tendem a não sentir uma empatia tão forte ao observar
a dor de outras pessoas.
“No entanto, o cérebro se torna cada vez mais reativo a ver outros com dor à medida que envelhecemos, o que sugere
que adultos mais velhos sentiram empatia no momento em que viram as fotografias de dor – mas foram menos precisos
posteriormente ao avaliar a intensidade dessa dor”, conclui.
(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
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Você se considera uma pessoa empática? Estudo revela que existe uma idade onde se alcança o auge da empatia
De acordo com a equipe de psicólogos do estudo, isso sugere que as respostas empáticas são desenvolvidas ao longo da vida
Pessoas no início da vida adulta apresentam maior capacidade de empatia, isto é, de se colocarem no lugar do outro, como
mostram evidências de um novo estudo publicado na revista científica Social Cognitive and Affective Neuroscience.
Os psicólogos que estudaram o tema descobriram que os jovens adultos são especialmente sensíveis à chamada dor social,
que envolve situações de constrangimento, sofrimento e tristeza. Esta faixa etária (dos 20 até os 40 anos) tem a tendência de
sentir mais empatia por outras pessoas que vivenciam a dor social do que os adolescentes (10 a 19 anos) ou adultos mais velhos
(mais de 60 anos).
“Este estudo fornece insights valiosos sobre a natureza complexa das respostas empáticas a outros com dor que atingem
o pico na fase adulta jovem, como visto em suas avaliações comportamentais da intensidade da dor sentida por outros”, afirma
Heather Ferguson, pesquisadora principal do artigo e professora de psicologia em Kent.
De acordo com a pesquisa, isso sugere que as respostas empáticas são desenvolvidas ao longo da vida, conforme a experiência social e a exposição a diferentes situações sociais e relacionadas à dor aumentam.
Por outro lado, os dados mostraram que depois dos 60, as pessoas tendem a não sentir uma empatia tão forte ao observar
a dor de outras pessoas.
“No entanto, o cérebro se torna cada vez mais reativo a ver outros com dor à medida que envelhecemos, o que sugere
que adultos mais velhos sentiram empatia no momento em que viram as fotografias de dor – mas foram menos precisos
posteriormente ao avaliar a intensidade dessa dor”, conclui.
(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
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Você se considera uma pessoa empática? Estudo revela que existe uma idade onde se alcança o auge da empatia
De acordo com a equipe de psicólogos do estudo, isso sugere que as respostas empáticas são desenvolvidas ao longo da vida
Pessoas no início da vida adulta apresentam maior capacidade de empatia, isto é, de se colocarem no lugar do outro, como
mostram evidências de um novo estudo publicado na revista científica Social Cognitive and Affective Neuroscience.
Os psicólogos que estudaram o tema descobriram que os jovens adultos são especialmente sensíveis à chamada dor social,
que envolve situações de constrangimento, sofrimento e tristeza. Esta faixa etária (dos 20 até os 40 anos) tem a tendência de
sentir mais empatia por outras pessoas que vivenciam a dor social do que os adolescentes (10 a 19 anos) ou adultos mais velhos
(mais de 60 anos).
“Este estudo fornece insights valiosos sobre a natureza complexa das respostas empáticas a outros com dor que atingem
o pico na fase adulta jovem, como visto em suas avaliações comportamentais da intensidade da dor sentida por outros”, afirma
Heather Ferguson, pesquisadora principal do artigo e professora de psicologia em Kent.
De acordo com a pesquisa, isso sugere que as respostas empáticas são desenvolvidas ao longo da vida, conforme a experiência social e a exposição a diferentes situações sociais e relacionadas à dor aumentam.
Por outro lado, os dados mostraram que depois dos 60, as pessoas tendem a não sentir uma empatia tão forte ao observar
a dor de outras pessoas.
“No entanto, o cérebro se torna cada vez mais reativo a ver outros com dor à medida que envelhecemos, o que sugere
que adultos mais velhos sentiram empatia no momento em que viram as fotografias de dor – mas foram menos precisos
posteriormente ao avaliar a intensidade dessa dor”, conclui.
(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
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Viu essa? O gesto de corredor niteroiense que chamou a atenção do mundo
“Na hora, me pareceu o óbvio a fazer”, contou o engenheiro Pedro Arieta, que interrompeu a corrida para ajudar homem que
passava mal
Imagine ser um corredor perto da linha de chegada após 2h40 e 42 quilômetros de um esforço intenso. Imagine também
parar de correr para ajudar uma pessoa desconhecida faltando 200 metros para o final.
Foi o que aconteceu com o engenheiro niteroiense Pedro Arieta, de 34 anos, na Maratona de Boston, nos Estados Unidos,
disputada na última segunda (21).
Foi a primeira vez que Pedro participou da prova e ele tinha como meta completar o percurso justamente em 2h40, mas
tudo mudou quando ele percebeu que um dos competidores estava passando mal.
“Naquele momento, a vida passava na memória: o treinamento até ali, a corrida e aí vi o rapaz abaixado. Não tem muito
o que pensar. Tentei levantá-lo com a força do braço e não consegui. Pedi para ele olhar para a chegada e disse que iríamos
seguir juntos. E assim foi”, contou o niteroiense ao portal G1.
A cena foi filmada por diversos espectadores concentrados perto da linha de chegada. Divulgadas nas redes sociais, as
imagens correram o mundo. Pedro afirmou que esse foi o melhor momento da prova.
“Depois que viraliza, a gente percebe que o simples faz a diferença. Na hora, me pareceu o óbvio a fazer. Não tinha como
passar por ele sem fazer nada”, contou o engenheiro, cuja atitude foi exaltada até pelo prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.
A esposa de Pedro, Luiza Cravo, também de Niterói e também corredora, foi a brasileira mais bem colocada na prova. Ela
foi a primeira a celebrar o ato heroico do marido.
Depois de cruzar a linha de chegada, Pedro ajudou o homem que estava passando mal a encontrar ajuda médica. Ele é
americano e se chama Sean. A família do atleta agradeceu a Pedro pelo auxílio.
(Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
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Viu essa? O gesto de corredor niteroiense que chamou a atenção do mundo
“Na hora, me pareceu o óbvio a fazer”, contou o engenheiro Pedro Arieta, que interrompeu a corrida para ajudar homem que
passava mal
Imagine ser um corredor perto da linha de chegada após 2h40 e 42 quilômetros de um esforço intenso. Imagine também
parar de correr para ajudar uma pessoa desconhecida faltando 200 metros para o final.
Foi o que aconteceu com o engenheiro niteroiense Pedro Arieta, de 34 anos, na Maratona de Boston, nos Estados Unidos,
disputada na última segunda (21).
Foi a primeira vez que Pedro participou da prova e ele tinha como meta completar o percurso justamente em 2h40, mas
tudo mudou quando ele percebeu que um dos competidores estava passando mal.
“Naquele momento, a vida passava na memória: o treinamento até ali, a corrida e aí vi o rapaz abaixado. Não tem muito
o que pensar. Tentei levantá-lo com a força do braço e não consegui. Pedi para ele olhar para a chegada e disse que iríamos
seguir juntos. E assim foi”, contou o niteroiense ao portal G1.
A cena foi filmada por diversos espectadores concentrados perto da linha de chegada. Divulgadas nas redes sociais, as
imagens correram o mundo. Pedro afirmou que esse foi o melhor momento da prova.
“Depois que viraliza, a gente percebe que o simples faz a diferença. Na hora, me pareceu o óbvio a fazer. Não tinha como
passar por ele sem fazer nada”, contou o engenheiro, cuja atitude foi exaltada até pelo prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.
A esposa de Pedro, Luiza Cravo, também de Niterói e também corredora, foi a brasileira mais bem colocada na prova. Ela
foi a primeira a celebrar o ato heroico do marido.
Depois de cruzar a linha de chegada, Pedro ajudou o homem que estava passando mal a encontrar ajuda médica. Ele é
americano e se chama Sean. A família do atleta agradeceu a Pedro pelo auxílio.
(Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
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Viu essa? O gesto de corredor niteroiense que chamou a atenção do mundo
“Na hora, me pareceu o óbvio a fazer”, contou o engenheiro Pedro Arieta, que interrompeu a corrida para ajudar homem que
passava mal
Imagine ser um corredor perto da linha de chegada após 2h40 e 42 quilômetros de um esforço intenso. Imagine também
parar de correr para ajudar uma pessoa desconhecida faltando 200 metros para o final.
Foi o que aconteceu com o engenheiro niteroiense Pedro Arieta, de 34 anos, na Maratona de Boston, nos Estados Unidos,
disputada na última segunda (21).
Foi a primeira vez que Pedro participou da prova e ele tinha como meta completar o percurso justamente em 2h40, mas
tudo mudou quando ele percebeu que um dos competidores estava passando mal.
“Naquele momento, a vida passava na memória: o treinamento até ali, a corrida e aí vi o rapaz abaixado. Não tem muito
o que pensar. Tentei levantá-lo com a força do braço e não consegui. Pedi para ele olhar para a chegada e disse que iríamos
seguir juntos. E assim foi”, contou o niteroiense ao portal G1.
A cena foi filmada por diversos espectadores concentrados perto da linha de chegada. Divulgadas nas redes sociais, as
imagens correram o mundo. Pedro afirmou que esse foi o melhor momento da prova.
“Depois que viraliza, a gente percebe que o simples faz a diferença. Na hora, me pareceu o óbvio a fazer. Não tinha como
passar por ele sem fazer nada”, contou o engenheiro, cuja atitude foi exaltada até pelo prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.
A esposa de Pedro, Luiza Cravo, também de Niterói e também corredora, foi a brasileira mais bem colocada na prova. Ela
foi a primeira a celebrar o ato heroico do marido.
Depois de cruzar a linha de chegada, Pedro ajudou o homem que estava passando mal a encontrar ajuda médica. Ele é
americano e se chama Sean. A família do atleta agradeceu a Pedro pelo auxílio.
(Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
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Viu essa? O gesto de corredor niteroiense que chamou a atenção do mundo
“Na hora, me pareceu o óbvio a fazer”, contou o engenheiro Pedro Arieta, que interrompeu a corrida para ajudar homem que
passava mal
Imagine ser um corredor perto da linha de chegada após 2h40 e 42 quilômetros de um esforço intenso. Imagine também
parar de correr para ajudar uma pessoa desconhecida faltando 200 metros para o final.
Foi o que aconteceu com o engenheiro niteroiense Pedro Arieta, de 34 anos, na Maratona de Boston, nos Estados Unidos,
disputada na última segunda (21).
Foi a primeira vez que Pedro participou da prova e ele tinha como meta completar o percurso justamente em 2h40, mas
tudo mudou quando ele percebeu que um dos competidores estava passando mal.
“Naquele momento, a vida passava na memória: o treinamento até ali, a corrida e aí vi o rapaz abaixado. Não tem muito
o que pensar. Tentei levantá-lo com a força do braço e não consegui. Pedi para ele olhar para a chegada e disse que iríamos
seguir juntos. E assim foi”, contou o niteroiense ao portal G1.
A cena foi filmada por diversos espectadores concentrados perto da linha de chegada. Divulgadas nas redes sociais, as
imagens correram o mundo. Pedro afirmou que esse foi o melhor momento da prova.
“Depois que viraliza, a gente percebe que o simples faz a diferença. Na hora, me pareceu o óbvio a fazer. Não tinha como
passar por ele sem fazer nada”, contou o engenheiro, cuja atitude foi exaltada até pelo prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.
A esposa de Pedro, Luiza Cravo, também de Niterói e também corredora, foi a brasileira mais bem colocada na prova. Ela
foi a primeira a celebrar o ato heroico do marido.
Depois de cruzar a linha de chegada, Pedro ajudou o homem que estava passando mal a encontrar ajuda médica. Ele é
americano e se chama Sean. A família do atleta agradeceu a Pedro pelo auxílio.
(Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
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“Na hora, me pareceu o óbvio a fazer”, contou o engenheiro Pedro Arieta, que interrompeu a corrida para ajudar homem que
passava mal
Imagine ser um corredor perto da linha de chegada após 2h40 e 42 quilômetros de um esforço intenso. Imagine também
parar de correr para ajudar uma pessoa desconhecida faltando 200 metros para o final.
Foi o que aconteceu com o engenheiro niteroiense Pedro Arieta, de 34 anos, na Maratona de Boston, nos Estados Unidos,
disputada na última segunda (21).
Foi a primeira vez que Pedro participou da prova e ele tinha como meta completar o percurso justamente em 2h40, mas
tudo mudou quando ele percebeu que um dos competidores estava passando mal.
“Naquele momento, a vida passava na memória: o treinamento até ali, a corrida e aí vi o rapaz abaixado. Não tem muito
o que pensar. Tentei levantá-lo com a força do braço e não consegui. Pedi para ele olhar para a chegada e disse que iríamos
seguir juntos. E assim foi”, contou o niteroiense ao portal G1.
A cena foi filmada por diversos espectadores concentrados perto da linha de chegada. Divulgadas nas redes sociais, as
imagens correram o mundo. Pedro afirmou que esse foi o melhor momento da prova.
“Depois que viraliza, a gente percebe que o simples faz a diferença. Na hora, me pareceu o óbvio a fazer. Não tinha como
passar por ele sem fazer nada”, contou o engenheiro, cuja atitude foi exaltada até pelo prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.
A esposa de Pedro, Luiza Cravo, também de Niterói e também corredora, foi a brasileira mais bem colocada na prova. Ela
foi a primeira a celebrar o ato heroico do marido.
Depois de cruzar a linha de chegada, Pedro ajudou o homem que estava passando mal a encontrar ajuda médica. Ele é
americano e se chama Sean. A família do atleta agradeceu a Pedro pelo auxílio.
(Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
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