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Foram encontradas 80 questões.

3719763 Ano: 2025
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Consulplan
Orgão: Niterói Prev
Dentre as partes que compõem a estrutura do ofício, o vocativo deve ser empregado de acordo com o cargo que o destinatário ocupa. Relacione adequadamente as colunas a seguir de acordo com o grau de formalidade requerida no ofício.
1. Adequado. 2. Inadequado.
( ) Senhor José. ( ) Prezado José. ( ) Senhor Deputado. ( ) Excelentíssimo Senhor Presidente da República.

A sequência está correta em
 

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3719762 Ano: 2025
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Consulplan
Orgão: Niterói Prev
Sabendo-se que na redação oficial é necessário empregar a linguagem escrita na modalidade formal ao redigir os textos produzidos pelo serviço público, assinale a afirmativa correta.
 

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3719761 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Niterói Prev
Você se considera uma pessoa empática? Estudo revela que existe uma idade onde se alcança o auge da empatia
De acordo com a equipe de psicólogos do estudo, isso sugere que as respostas empáticas são desenvolvidas ao longo da vida
Pessoas no início da vida adulta apresentam maior capacidade de empatia, isto é, de se colocarem no lugar do outro, como mostram evidências de um novo estudo publicado na revista científica Social Cognitive and Affective Neuroscience.
Os psicólogos que estudaram o tema descobriram que os jovens adultos são especialmente sensíveis à chamada dor social, que envolve situações de constrangimento, sofrimento e tristeza. Esta faixa etária (dos 20 até os 40 anos) tem a tendência de sentir mais empatia por outras pessoas que vivenciam a dor social do que os adolescentes (10 a 19 anos) ou adultos mais velhos (mais de 60 anos).
“Este estudo fornece insights valiosos sobre a natureza complexa das respostas empáticas a outros com dor que atingem o pico na fase adulta jovem, como visto em suas avaliações comportamentais da intensidade da dor sentida por outros”, afirma Heather Ferguson, pesquisadora principal do artigo e professora de psicologia em Kent.
De acordo com a pesquisa, isso sugere que as respostas empáticas são desenvolvidas ao longo da vida, conforme a experiência social e a exposição a diferentes situações sociais e relacionadas à dor aumentam.
Por outro lado, os dados mostraram que depois dos 60, as pessoas tendem a não sentir uma empatia tão forte ao observar a dor de outras pessoas.
“No entanto, o cérebro se torna cada vez mais reativo a ver outros com dor à medida que envelhecemos, o que sugere que adultos mais velhos sentiram empatia no momento em que viram as fotografias de dor – mas foram menos precisos posteriormente ao avaliar a intensidade dessa dor”, conclui.
(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
As ocorrências de crase em “sensíveis à chamada dor social” (2º§) e “relacionadas à dor aumentam” (4º§) se justificam de acordo com:
 

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3719760 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Niterói Prev
Você se considera uma pessoa empática? Estudo revela que existe uma idade onde se alcança o auge da empatia
De acordo com a equipe de psicólogos do estudo, isso sugere que as respostas empáticas são desenvolvidas ao longo da vida
Pessoas no início da vida adulta apresentam maior capacidade de empatia, isto é, de se colocarem no lugar do outro, como mostram evidências de um novo estudo publicado na revista científica Social Cognitive and Affective Neuroscience.
Os psicólogos que estudaram o tema descobriram que os jovens adultos são especialmente sensíveis à chamada dor social, que envolve situações de constrangimento, sofrimento e tristeza. Esta faixa etária (dos 20 até os 40 anos) tem a tendência de sentir mais empatia por outras pessoas que vivenciam a dor social do que os adolescentes (10 a 19 anos) ou adultos mais velhos (mais de 60 anos).
“Este estudo fornece insights valiosos sobre a natureza complexa das respostas empáticas a outros com dor que atingem o pico na fase adulta jovem, como visto em suas avaliações comportamentais da intensidade da dor sentida por outros”, afirma Heather Ferguson, pesquisadora principal do artigo e professora de psicologia em Kent.
De acordo com a pesquisa, isso sugere que as respostas empáticas são desenvolvidas ao longo da vida, conforme a experiência social e a exposição a diferentes situações sociais e relacionadas à dor aumentam.
Por outro lado, os dados mostraram que depois dos 60, as pessoas tendem a não sentir uma empatia tão forte ao observar a dor de outras pessoas.
“No entanto, o cérebro se torna cada vez mais reativo a ver outros com dor à medida que envelhecemos, o que sugere que adultos mais velhos sentiram empatia no momento em que viram as fotografias de dor – mas foram menos precisos posteriormente ao avaliar a intensidade dessa dor”, conclui.
(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
Considerando as informações expressas nos dois últimos parágrafos, pode-se afirmar que:
 

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3719759 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Niterói Prev
Você se considera uma pessoa empática? Estudo revela que existe uma idade onde se alcança o auge da empatia
De acordo com a equipe de psicólogos do estudo, isso sugere que as respostas empáticas são desenvolvidas ao longo da vida
Pessoas no início da vida adulta apresentam maior capacidade de empatia, isto é, de se colocarem no lugar do outro, como mostram evidências de um novo estudo publicado na revista científica Social Cognitive and Affective Neuroscience.
Os psicólogos que estudaram o tema descobriram que os jovens adultos são especialmente sensíveis à chamada dor social, que envolve situações de constrangimento, sofrimento e tristeza. Esta faixa etária (dos 20 até os 40 anos) tem a tendência de sentir mais empatia por outras pessoas que vivenciam a dor social do que os adolescentes (10 a 19 anos) ou adultos mais velhos (mais de 60 anos).
“Este estudo fornece insights valiosos sobre a natureza complexa das respostas empáticas a outros com dor que atingem o pico na fase adulta jovem, como visto em suas avaliações comportamentais da intensidade da dor sentida por outros”, afirma Heather Ferguson, pesquisadora principal do artigo e professora de psicologia em Kent.
De acordo com a pesquisa, isso sugere que as respostas empáticas são desenvolvidas ao longo da vida, conforme a experiência social e a exposição a diferentes situações sociais e relacionadas à dor aumentam.
Por outro lado, os dados mostraram que depois dos 60, as pessoas tendem a não sentir uma empatia tão forte ao observar a dor de outras pessoas.
“No entanto, o cérebro se torna cada vez mais reativo a ver outros com dor à medida que envelhecemos, o que sugere que adultos mais velhos sentiram empatia no momento em que viram as fotografias de dor – mas foram menos precisos posteriormente ao avaliar a intensidade dessa dor”, conclui.
(Disponível em: https://oglobo.globo.com/saude/noticia. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
Apesar de empregada com alguma frequência, qual estrutura NÃO está em conformidade com a linguagem padrão no título “Você se considera uma pessoa empática? Estudo revela que existe uma idade onde se alcança o auge da empatia”?
 

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3719758 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Niterói Prev
Viu essa? O gesto de corredor niteroiense que chamou a atenção do mundo
“Na hora, me pareceu o óbvio a fazer”, contou o engenheiro Pedro Arieta, que interrompeu a corrida para ajudar homem que passava mal
Imagine ser um corredor perto da linha de chegada após 2h40 e 42 quilômetros de um esforço intenso. Imagine também parar de correr para ajudar uma pessoa desconhecida faltando 200 metros para o final.
Foi o que aconteceu com o engenheiro niteroiense Pedro Arieta, de 34 anos, na Maratona de Boston, nos Estados Unidos, disputada na última segunda (21).
Foi a primeira vez que Pedro participou da prova e ele tinha como meta completar o percurso justamente em 2h40, mas tudo mudou quando ele percebeu que um dos competidores estava passando mal.
“Naquele momento, a vida passava na memória: o treinamento até ali, a corrida e aí vi o rapaz abaixado. Não tem muito o que pensar. Tentei levantá-lo com a força do braço e não consegui. Pedi para ele olhar para a chegada e disse que iríamos seguir juntos. E assim foi”, contou o niteroiense ao portal G1.
A cena foi filmada por diversos espectadores concentrados perto da linha de chegada. Divulgadas nas redes sociais, as imagens correram o mundo. Pedro afirmou que esse foi o melhor momento da prova.
“Depois que viraliza, a gente percebe que o simples faz a diferença. Na hora, me pareceu o óbvio a fazer. Não tinha como passar por ele sem fazer nada”, contou o engenheiro, cuja atitude foi exaltada até pelo prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.
A esposa de Pedro, Luiza Cravo, também de Niterói e também corredora, foi a brasileira mais bem colocada na prova. Ela foi a primeira a celebrar o ato heroico do marido.
Depois de cruzar a linha de chegada, Pedro ajudou o homem que estava passando mal a encontrar ajuda médica. Ele é americano e se chama Sean. A família do atleta agradeceu a Pedro pelo auxílio.
(Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
Uma reescrita possível para o trecho “A cena foi filmada por diversos espectadores concentrados perto da linha de chegada. Divulgadas nas redes sociais, as imagens correram o mundo.” (5º§) é:
 

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3719757 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Niterói Prev
Viu essa? O gesto de corredor niteroiense que chamou a atenção do mundo
“Na hora, me pareceu o óbvio a fazer”, contou o engenheiro Pedro Arieta, que interrompeu a corrida para ajudar homem que passava mal
Imagine ser um corredor perto da linha de chegada após 2h40 e 42 quilômetros de um esforço intenso. Imagine também parar de correr para ajudar uma pessoa desconhecida faltando 200 metros para o final.
Foi o que aconteceu com o engenheiro niteroiense Pedro Arieta, de 34 anos, na Maratona de Boston, nos Estados Unidos, disputada na última segunda (21).
Foi a primeira vez que Pedro participou da prova e ele tinha como meta completar o percurso justamente em 2h40, mas tudo mudou quando ele percebeu que um dos competidores estava passando mal.
“Naquele momento, a vida passava na memória: o treinamento até ali, a corrida e aí vi o rapaz abaixado. Não tem muito o que pensar. Tentei levantá-lo com a força do braço e não consegui. Pedi para ele olhar para a chegada e disse que iríamos seguir juntos. E assim foi”, contou o niteroiense ao portal G1.
A cena foi filmada por diversos espectadores concentrados perto da linha de chegada. Divulgadas nas redes sociais, as imagens correram o mundo. Pedro afirmou que esse foi o melhor momento da prova.
“Depois que viraliza, a gente percebe que o simples faz a diferença. Na hora, me pareceu o óbvio a fazer. Não tinha como passar por ele sem fazer nada”, contou o engenheiro, cuja atitude foi exaltada até pelo prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.
A esposa de Pedro, Luiza Cravo, também de Niterói e também corredora, foi a brasileira mais bem colocada na prova. Ela foi a primeira a celebrar o ato heroico do marido.
Depois de cruzar a linha de chegada, Pedro ajudou o homem que estava passando mal a encontrar ajuda médica. Ele é americano e se chama Sean. A família do atleta agradeceu a Pedro pelo auxílio.
(Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
De acordo com o texto apresentado, só NÃO é possível afirmar que:
 

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3719756 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Niterói Prev
Viu essa? O gesto de corredor niteroiense que chamou a atenção do mundo
“Na hora, me pareceu o óbvio a fazer”, contou o engenheiro Pedro Arieta, que interrompeu a corrida para ajudar homem que passava mal
Imagine ser um corredor perto da linha de chegada após 2h40 e 42 quilômetros de um esforço intenso. Imagine também parar de correr para ajudar uma pessoa desconhecida faltando 200 metros para o final.
Foi o que aconteceu com o engenheiro niteroiense Pedro Arieta, de 34 anos, na Maratona de Boston, nos Estados Unidos, disputada na última segunda (21).
Foi a primeira vez que Pedro participou da prova e ele tinha como meta completar o percurso justamente em 2h40, mas tudo mudou quando ele percebeu que um dos competidores estava passando mal.
“Naquele momento, a vida passava na memória: o treinamento até ali, a corrida e aí vi o rapaz abaixado. Não tem muito o que pensar. Tentei levantá-lo com a força do braço e não consegui. Pedi para ele olhar para a chegada e disse que iríamos seguir juntos. E assim foi”, contou o niteroiense ao portal G1.
A cena foi filmada por diversos espectadores concentrados perto da linha de chegada. Divulgadas nas redes sociais, as imagens correram o mundo. Pedro afirmou que esse foi o melhor momento da prova.
“Depois que viraliza, a gente percebe que o simples faz a diferença. Na hora, me pareceu o óbvio a fazer. Não tinha como passar por ele sem fazer nada”, contou o engenheiro, cuja atitude foi exaltada até pelo prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.
A esposa de Pedro, Luiza Cravo, também de Niterói e também corredora, foi a brasileira mais bem colocada na prova. Ela foi a primeira a celebrar o ato heroico do marido.
Depois de cruzar a linha de chegada, Pedro ajudou o homem que estava passando mal a encontrar ajuda médica. Ele é americano e se chama Sean. A família do atleta agradeceu a Pedro pelo auxílio.
(Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
O uso da linguagem culta é predominante no texto, sendo tal escolha característica do gênero textual apresentado. A relação estabelecida entre os termos destacados a seguir é um exemplo da afirmativa anterior: “A família do atleta agradeceu a Pedro pelo auxílio.” (8º§); o mesmo NÃO pode ser identificado em:
 

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3719755 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Niterói Prev
Viu essa? O gesto de corredor niteroiense que chamou a atenção do mundo
“Na hora, me pareceu o óbvio a fazer”, contou o engenheiro Pedro Arieta, que interrompeu a corrida para ajudar homem que passava mal
Imagine ser um corredor perto da linha de chegada após 2h40 e 42 quilômetros de um esforço intenso. Imagine também parar de correr para ajudar uma pessoa desconhecida faltando 200 metros para o final.
Foi o que aconteceu com o engenheiro niteroiense Pedro Arieta, de 34 anos, na Maratona de Boston, nos Estados Unidos, disputada na última segunda (21).
Foi a primeira vez que Pedro participou da prova e ele tinha como meta completar o percurso justamente em 2h40, mas tudo mudou quando ele percebeu que um dos competidores estava passando mal.
“Naquele momento, a vida passava na memória: o treinamento até ali, a corrida e aí vi o rapaz abaixado. Não tem muito o que pensar. Tentei levantá-lo com a força do braço e não consegui. Pedi para ele olhar para a chegada e disse que iríamos seguir juntos. E assim foi”, contou o niteroiense ao portal G1.
A cena foi filmada por diversos espectadores concentrados perto da linha de chegada. Divulgadas nas redes sociais, as imagens correram o mundo. Pedro afirmou que esse foi o melhor momento da prova.
“Depois que viraliza, a gente percebe que o simples faz a diferença. Na hora, me pareceu o óbvio a fazer. Não tinha como passar por ele sem fazer nada”, contou o engenheiro, cuja atitude foi exaltada até pelo prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.
A esposa de Pedro, Luiza Cravo, também de Niterói e também corredora, foi a brasileira mais bem colocada na prova. Ela foi a primeira a celebrar o ato heroico do marido.
Depois de cruzar a linha de chegada, Pedro ajudou o homem que estava passando mal a encontrar ajuda médica. Ele é americano e se chama Sean. A família do atleta agradeceu a Pedro pelo auxílio.
(Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
De acordo com o contexto e considerando o texto em sua totalidade, o trecho “Depois que viraliza, a gente percebe que o simples faz a diferença.” (6º§) pode ser corretamente compreendido de acordo com o indicado em:
 

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3719754 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Niterói Prev
Viu essa? O gesto de corredor niteroiense que chamou a atenção do mundo
“Na hora, me pareceu o óbvio a fazer”, contou o engenheiro Pedro Arieta, que interrompeu a corrida para ajudar homem que passava mal
Imagine ser um corredor perto da linha de chegada após 2h40 e 42 quilômetros de um esforço intenso. Imagine também parar de correr para ajudar uma pessoa desconhecida faltando 200 metros para o final.
Foi o que aconteceu com o engenheiro niteroiense Pedro Arieta, de 34 anos, na Maratona de Boston, nos Estados Unidos, disputada na última segunda (21).
Foi a primeira vez que Pedro participou da prova e ele tinha como meta completar o percurso justamente em 2h40, mas tudo mudou quando ele percebeu que um dos competidores estava passando mal.
“Naquele momento, a vida passava na memória: o treinamento até ali, a corrida e aí vi o rapaz abaixado. Não tem muito o que pensar. Tentei levantá-lo com a força do braço e não consegui. Pedi para ele olhar para a chegada e disse que iríamos seguir juntos. E assim foi”, contou o niteroiense ao portal G1.
A cena foi filmada por diversos espectadores concentrados perto da linha de chegada. Divulgadas nas redes sociais, as imagens correram o mundo. Pedro afirmou que esse foi o melhor momento da prova.
“Depois que viraliza, a gente percebe que o simples faz a diferença. Na hora, me pareceu o óbvio a fazer. Não tinha como passar por ele sem fazer nada”, contou o engenheiro, cuja atitude foi exaltada até pelo prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.
A esposa de Pedro, Luiza Cravo, também de Niterói e também corredora, foi a brasileira mais bem colocada na prova. Ela foi a primeira a celebrar o ato heroico do marido.
Depois de cruzar a linha de chegada, Pedro ajudou o homem que estava passando mal a encontrar ajuda médica. Ele é americano e se chama Sean. A família do atleta agradeceu a Pedro pelo auxílio.
(Disponível em: https://vejario.abril.com.br. Acesso em: abril de 2025. Adaptado.)
Considerando o título do texto, é possível reconhecer o emprego de estrutura linguística como estratégia que permite o estabelecimento de interação com o interlocutor diante do texto apresentado; trata-se de:
 

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