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De acordo com a Lei Orgânica de Niterói, analise as afirmativas a seguir.
I. O município poderá instituir contribuição cobrada de seus servidores para o custeio, em benefício destes, de sistemas de previdência e assistência social, estando isentos do pagamento das contribuições os segurados na inatividade, desde que seu ingresso tenha se dado quando ainda em efetivo exercício de suas funções.
II. Em se tratando de lei que disponha sobre aposentadoria de servidores públicos, a iniciativa do respectivo projeto de lei é exclusiva do Prefeito.
III. O município assegurará aos seus servidores e dependentes, na forma da Lei Municipal, serviços de atendimentos médicos, odontológicos e de assistência social; tais serviços não são extensíveis aos pensionistas do município.
Está correto o que se afirma em
I. O município poderá instituir contribuição cobrada de seus servidores para o custeio, em benefício destes, de sistemas de previdência e assistência social, estando isentos do pagamento das contribuições os segurados na inatividade, desde que seu ingresso tenha se dado quando ainda em efetivo exercício de suas funções.
II. Em se tratando de lei que disponha sobre aposentadoria de servidores públicos, a iniciativa do respectivo projeto de lei é exclusiva do Prefeito.
III. O município assegurará aos seus servidores e dependentes, na forma da Lei Municipal, serviços de atendimentos médicos, odontológicos e de assistência social; tais serviços não são extensíveis aos pensionistas do município.
Está correto o que se afirma em
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As gratificações de desempenho são incentivos financeiros concedidos aos servidores públicos, visando reconhecer o mérito
e o cumprimento das atribuições. De acordo com as disposições da Lei nº 3.851/2023, assinale a afirmativa correta a respeito
das condições e dos critérios estabelecidos para a concessão da gratificação de desempenho aos servidores da Niterói Prev.
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Lucas, servidor aprovado em concurso público para cargo efetivo da Niterói Prev, foi nomeado e tomou posse regularmente.
Durante o período de três anos de efetivo exercício, sua atuação foi avaliada periodicamente por comissão designada para
esse fim, conforme ato infralegal regulamentador. Ao final do período, constatou-se que Lucas obteve resultado insatisfatório em diversos requisitos avaliados. Com base na Lei nº 3.851/2023 e considerando o regime jurídico aplicável aos servidores
da Niterói Prev, é correto afirmar que:
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Maria Luiza é servidora pública do município de Niterói e atua há doze anos no setor previdenciário. Em razão de grave
enfermidade de sua mãe, que depende de cuidados intensivos e exclusivos, ela requereu licença para acompanhar o tratamento médico, informando que a assistência é incompatível com o exercício de suas funções. Após perícia oficial, a Junta
Médica do município confirmou a gravidade da doença e a necessidade da assistência pessoal de Maria Luiza. Considerando
as regras aplicáveis da Lei nº 531/1985, assinale, a seguir, o procedimento correto que deverá ser adotado.
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Luís Gustavo, servidor público efetivo do município de Niterói, trabalha na área de previdência e tem algumas dúvidas sobre
as situações que podem modificar o vencimento do seu cargo efetivo. De acordo com a Lei nº 531/1985, que institui o Estatuto dos Funcionários Públicos Municipais de Niterói, pode-se afirmar que:
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Com base na Lei nº 531/1985, que institui o Estatuto dos Funcionários Públicos Municipais de Niterói, no que tange às penas
disciplinares aplicáveis aos servidores públicos e os requisitos para sua imposição, assinale a afirmativa correta.
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À luz da Lei nº 3.851/2023, que instituiu o Plano de Cargos e Salários dos Servidores da Niterói Prev, o adicional de qualificação
configura um incentivo remuneratório vinculado à formação acadêmica do servidor, observados os critérios específicos quanto
à natureza do curso e sua pertinência às funções do cargo ocupado. Considerando o disposto no art. 10 e no Anexo V da
referida Lei, é correto afirmar que:
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Ricardo, 68 anos, servidor público do município de Niterói, solicitou sua aposentadoria por invalidez após um acidente que
resultou em um quadro de incapacidade permanente, conforme laudo médico oficial. A Junta Médica concluiu que sua incapacidade é definitiva, antes de completar o prazo da licença contínua. Diante disso, de acordo com o que diz a Lei nº 531/1985,
assinale, a seguir, a providência correta quanto ao procedimento de aposentadoria de Ricardo.
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O servidor público deve exercer suas funções com zelo e dedicação, buscando evitar danos tanto a administração pública
quanto terceiros. Nesse sentido, com base na Lei nº 531/1985, sobre a responsabilidade dos servidores públicos do município de
Niterói, assinale a afirmativa correta.
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- Aspectos Gerais da Comunicação OficialPrincípios da Redação Oficial
- Manual de Redação da Presidência da República
“Me corrige”, pede o pronome
Me parece cada vez mais claro que o pronome átono em início de frase, como o que acabo de cometer, será o último dos
últimos tabus normativos a ser quebrado pelo inexorável abrasileiramento da língua que se entende e se pratica como nossa
norma culta.
É claro que me refiro à língua escrita. Sabe-se que, falando, a maior parte dos brasileiros iniciaria assim esta frase: “Se sabe
que...”. Isso inclui pessoas de alta escolaridade e não exclui situações em que a comunicação prevê certa cerimônia.
Já nos anos 1920, no poema “Pronominais”, Oswald de Andrade brincava com esse descompasso: “Dê-me um cigarro/ Diz
a gramática/ Do professor e do aluno/ E do mulato sabido./ Mas o bom negro e o bom branco/ Da Nação Brasileira/ Dizem todos
os dias/ Deixa disso camarada/ Me dá um cigarro”.
O poeminha de Oswald é a mais famosa defesa literária do pronome átono como abre-alas, mas não a única. Desde o
modernismo, que tinha entre suas bandeiras aproximar a língua dos livros da que se falava nas ruas, muitos escritores fazem
questão de contrariar os sábios nesse quesito.
Ao incorrer em suposto crime de lesa-gramática, têm como móvel a busca da coloquialidade e como defesa a liberdade
autoral. No entanto, o que passa como natural em romances, crônicas leves e depoimentos desencanados na internet não é
admitido de modo algum em textos mais formais. Cem anos depois, o tal crime insiste em não prescrever.
(Saiba, caro leitor, que a abertura desta coluna – um pronome átono inaugurando não apenas a frase, mas o texto inteiro!
– só pôde chegar até você porque o colunista brigou por ela, jogando na mesa a grave carta da metalinguagem. A regra de
qualquer jornal digno desse nome é tratar o pronome átono em início de período como erro clamoroso, e ponto final.)
No livro “Oficina de Texto”, um guia de redação sensatamente equilibrado entre tradição e modernidade, o linguista Carlos
Alberto Faraco e o romancista Cristovão Tezza escrevem o seguinte: “Resta praticamente uma única regra universal na colocação
de pronomes da língua-padrão escrita: jamais comece uma sentença com pronome átono”.
Logo em seguida reconhecem que talvez esse não seja bem o único mandamento restante. Para poupar dor de cabeça com
revisores e corretores de provas, dizem, vale a pena seguir também a regra “bastante duvidosa” das tais palavras atrativas, como
“que”, “quando” e “não”, que sempre puxariam o pronome átono para junto de si: “Não se sabe”, “Quando me dei conta...” etc.
No mais, Faraco e Tezza dão ao leitor a bússola de colocação pronominal que julgo definitiva: “Prefira a forma que soar
melhor”. Se você é brasileiro e não se chama Michel Temer, isso exclui quase certamente a mesóclise (insiste e corrigir-te-ei),
além de limitar a lusitana ênclise, isto é, o pronome átono que vem depois do verbo: “Dê-me isso”. Nossa inclinação é naturalmente proclítica.
O gramático Manuel Said Ali (1861-1953) foi um pioneiro defensor da colocação de pronomes à moda da casa, contra o
lusocentrismo dominante em sua época e ainda hoje presente na gramática normativa.
Argumentava que “a pronúncia brasileira diversifica da lusitana; daí resulta que a colocação pronominal em nosso falar
espontâneo não coincide perfeitamente com a do falar dos portugueses”.
Tudo isso é lindo, mas convém ter sempre em mente o último tabu. Me faça o favor de contrariar sua fala e escrever “Faça-me
o favor”, a menos que queira marcar uma posição. Se prepare, nesse caso, para as consequências.
(RODRIGUES, Sérgio. “Me corrige”, pede o pronome. Folha de S. Paulo, 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues.
Acesso em: maio de 2025. Adaptado.)
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