Foram encontradas 735 questões.
Na Igreja Católica o cargo de maior prestígio, depois do
de papa, é o de cardeal. Supondo que alguém queira
uma audiência com o Papa, e que para isso precise se
dirigir a um cardeal, pedindo-lhe que a agende, assinale
abaixo a única forma de tratamento que estaria
adequada ao que preceitua a norma culta da língua
portuguesa.
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O emprego dos tempos e modos verbais serve também
para ajudar o leitor a identificar a sequência em que as
ações acontecem. Se é preciso dizer que um candidato
teve mais votos em 2022 porque também se candidatou
em 2018, marcando por meio do tempo verbal qual
candidatura aconteceu antes e qual aconteceu depois,
deve-se produzir apenas a frase apresentada em:
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Assinale abaixo a única alternativa em que apenas a
forma verbal no singular atende às normas de
concordância verbal da norma culta da língua
portuguesa.
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Assinale a única alternativa em que há o correto uso da
pontuação.
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Na oração "A maioria dos eleitores escolhe quem vai
lhes representar com base em dinâmicas emocionais",
o trecho em destaque classifica-se como uma oração
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A língua portuguesa permite que as palavras sejam
pronunciadas de formas diferentes em cada região do
país, mas a forma de escrever estas palavras permanece
a mesma em todos os lugares, o que costuma causar
alguns problemas para quem escreve. Sabendo disso,
assinale a única alternativa em que todas as palavras
estão escritas corretamente.
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Assinale abaixo a única construção adequada ao que
preceitua a norma culta da língua portuguesa.
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O texto seguinte servirá de base para responder a
questão.
Sem edição
Hélio Schwartsman
Para que servem debates entre candidatos a cargos
políticos? Na visão clássica ingênua, seria uma
oportunidade para os postulantes apresentarem suas
propostas. O eleitor poderia então compará-las e decidir
quem merece seu voto.
No mundo real, esse esquema nunca funcionou muito
bem. São raríssimos os cidadãos que definem seu
sufrágio de modo puramente racional a partir da
comparação de propostas. Na prática, o que mais pesa
são dinâmicas emocionais, como preferências prévias
consolidadas, influência de pessoas próximas e
simpatias e antipatias instantâneas, não raro com base
em elementos que deveriam ser irrelevantes para a
política, a exemplo da aparência.
Um assustador estudo americano mostrou que
voluntários conseguiam apontar com 68% de sucesso o
vencedor de disputas para o Senado apenas olhando por
um segundo para fotos dos concorrentes e indicando
aquele com aparência mais "senatorial".
Ainda que não pelas razões clássicas, debates têm
utilidade na arena pública. Eles colocam os candidatos
em situações de mundo real não inteiramente
controladas por seus marqueteiros. É uma oportunidade
para o eleitor vislumbrar o postulante despido das
intervenções editoriais que normalmente o acompanham.
Jornal Folha de São Paulo, 25/09/2024 (adaptado)
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O texto seguinte servirá de base para responder a
questão.
Sem edição
Hélio Schwartsman
Para que servem debates entre candidatos a cargos
políticos? Na visão clássica ingênua, seria uma
oportunidade para os postulantes apresentarem suas
propostas. O eleitor poderia então compará-las e decidir
quem merece seu voto.
No mundo real, esse esquema nunca funcionou muito
bem. São raríssimos os cidadãos que definem seu
sufrágio de modo puramente racional a partir da
comparação de propostas. Na prática, o que mais pesa
são dinâmicas emocionais, como preferências prévias
consolidadas, influência de pessoas próximas e
simpatias e antipatias instantâneas, não raro com base
em elementos que deveriam ser irrelevantes para a
política, a exemplo da aparência.
Um assustador estudo americano mostrou que
voluntários conseguiam apontar com 68% de sucesso o
vencedor de disputas para o Senado apenas olhando por
um segundo para fotos dos concorrentes e indicando
aquele com aparência mais "senatorial".
Ainda que não pelas razões clássicas, debates têm
utilidade na arena pública. Eles colocam os candidatos
em situações de mundo real não inteiramente
controladas por seus marqueteiros. É uma oportunidade
para o eleitor vislumbrar o postulante despido das
intervenções editoriais que normalmente o acompanham.
Jornal Folha de São Paulo, 25/09/2024 (adaptado)
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O texto seguinte servirá de base para responder a
questão.
Sem edição
Hélio Schwartsman
Para que servem debates entre candidatos a cargos
políticos? Na visão clássica ingênua, seria uma
oportunidade para os postulantes apresentarem suas
propostas. O eleitor poderia então compará-las e decidir
quem merece seu voto.
No mundo real, esse esquema nunca funcionou muito
bem. São raríssimos os cidadãos que definem seu
sufrágio de modo puramente racional a partir da
comparação de propostas. Na prática, o que mais pesa
são dinâmicas emocionais, como preferências prévias
consolidadas, influência de pessoas próximas e
simpatias e antipatias instantâneas, não raro com base
em elementos que deveriam ser irrelevantes para a
política, a exemplo da aparência.
Um assustador estudo americano mostrou que
voluntários conseguiam apontar com 68% de sucesso o
vencedor de disputas para o Senado apenas olhando por
um segundo para fotos dos concorrentes e indicando
aquele com aparência mais "senatorial".
Ainda que não pelas razões clássicas, debates têm
utilidade na arena pública. Eles colocam os candidatos
em situações de mundo real não inteiramente
controladas por seus marqueteiros. É uma oportunidade
para o eleitor vislumbrar o postulante despido das
intervenções editoriais que normalmente o acompanham.
Jornal Folha de São Paulo, 25/09/2024 (adaptado)
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