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Paciente de 10 anos de idade, com síndrome desconforto respiratório agudo grave, em ventilação protetora, hemodinamicamente estável em uso de DVA, sedado e em uso de bloqueador neuromuscular, encontra-se com os seguintes parâmetros ventilatórios e gasométricos:
• VPM: Pressão controlada, FiO2 60%, FR 20 ipm, Tinsp 1,0 seg., Pinsp 28 cm/H2O, PEEP 14 cm/H2O, vol. corrente 5 mL/kg.
• Gasometria arterial: ph 7,32, paO2 54mmHg, paCO2 42mHg, BE –3,0, HCO3 22 mEq/L, SatO2 86%. D
entre as estratégias apresentadas a seguir, qual é a melhor opção para melhorar a oxigenação?
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O pulso paradoxal que se observa na asma aguda grave correlaciona-se mais, fisiologicamente, com qual dos sintomas e sinais a seguir?
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Paciente de 5 anos de idade, 28 kg de peso, previamente hígido, internado na UTI com diagnóstico de pneumonia lobar direita, de origem comunitária, em suporte ventilatório, sem necessidade de suporte hemodinâmico com drogas vasoativas, em tratamento com ceftriaxona. Evolui no 5º dia de tratamento com hipoxemia súbita, sem piora hemodinâmica, em posição supina, adequadamente sedado e com uso de bloqueador neuromuscular. Nesse momento, apresenta-se com:
• RX tórax: cânula orotraqueal em posição adequada, diversos focos de condensação bilateral, padrão alveolar, acometendo 3 quadrantes, área cardíaca normal, fígado no rebordo costal direito.
• Ventilação pulmonar mecânica: modo pressão controlada, FiO2 60%, Frequência respiratória 20 i.p.m, tempo inspiratório 0,8 seg., pressão inspiratória 28 cm/H2O, PEEP 10 cm/H2O, volume corrente 200 mL.
• Complacência sistema respiratório: muito reduzida.
• Gasometria arterial: ph 7,30, paO2 52 mmHg, paCO2 42 mmHg, BE – 4,5, HCO3 20 mEq/L, SatO2 88%.
Qual é a melhor faixa de volume corrente a ser utilizada pelo paciente nesse momento, segundo o Consenso PALICC?
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Paciente com 12 meses de idade, com antecedentes de síndrome de Down, defeito septal atrioventricular total, em insuficiência cardíaca congestiva de difícil controle e desnutrição grave. Internado para realização de cirurgia cardíaca corretiva total. No 5o pós-operatório, desenvolveu pneumonia nosocomial e evoluiu para sepse, choque séptico e disfunção de múltiplo órgãos e sistemas, com acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico no 9o pós-operatório e morte encefálica no 11o pós-operatório. Quanto à Declaração de Óbito, pergunta-se: qual, dentre as opções a seguir, é a causa imediata e qual é causa básica do óbito, respectivamente?
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Na monitorização da capnografia de um paciente em insuficiência respiratória, observa-se a seguinte alteração:

O achado é sugestivo do seguinte diagnóstico:
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Paciente em choque séptico está em monitorização da pressão arterial de modo contínuo e invasivo e observa- -se a seguinte mudança na onda de pressão arterial no monitor:

Do ponto de vista da monitorização hemodinâmica, essa mudança, quando comparadas as duas curvas de pressão no momento pós x pré alteração, significa que a
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Paciente em suporte ventilatório e completamente monitorado em UTI apresenta parada cadiorrespiratória súbita, e o monitor mostra ritmo cardíaco em assistolia. De acordo com as diretrizes de suporte avançado de vida pediátrico da American Heart Association 2020, o primeiro passo a ser realizado na reanimação desse paciente é:
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Paciente de 4 anos de idade, admitido por Trauma Crânio Encefálico por queda do beliche, é avaliado na admissão com pontuação da Escala de Coma de Glasgow de 9, pupilas isocóricas e foto reagentes. Na tomografia de crânio inicial, é descrito edema cerebral difuso com sinais de hipertensão intracraniana, sem sinais de fratura craniana e hemorragia subdural aguda não cirúrgica. Na fundoscopia, observa-se hemorragia retiniana. Esse quadro clínico é sugestivo de
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Paciente de 1 ano e 8 meses, masculino, apresenta-se em insuficiência respiratória associada à tosse paroxística de início súbito. Propedêutica pulmonar apresenta os seguintes achados, localizados na base do hemitórax direito: frêmito não palpável; som hipertimpânico à percussão; sibilos inspiratórios presentes e broncofonia ausente. A suspeita diagnóstica é:
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O caso clínico a seguir refere-se à questão.
Paciente idosa, com câncer de laringe, com terapia nutricional enteral domiciliar com dieta enteral padrão via gastrostomia, há muitos anos.
Internada por sepse de foco cutâneo com uso de antibioticoterapia endovenosa (clindamicina), evolui, há 3 dias, com 8-10 evacuações líquidas por dia, com presença de leucócitos na fezes.
Com relação à dieta, a melhor conduta nesse momento é:
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