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Foram encontradas 120 questões.

3549275 Ano: 2025
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-DF

Enunciado 3549275-1

O diagrama lógico precedente ilustra uma rede cujos roteadores estão conectados via cabo metálico, com velocidade de transmissão de dados igual a 1 Gbps, e funcionam no nível de rede do modelo OSI. Os serviços de rede (DNS, FTP, SSH, DNS, SMTP, POP, IMAP, HTTP, HTTPS, SSL, DNS, RDP, DHCP) funcionam nos servidores conectados ao Switch 0 e o Ponto de Acesso Sem Fio fornece segurança para os dispositivos que se conectarem de forma sem fio.

Considerando o diagrama apresentado, julgue os próximos itens.

A conexão física que liga os servidores ao barramento é realizada através de transceptores ou transceptores-vampiros.

 

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3549274 Ano: 2025
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-DF

Enunciado 3549274-1

O diagrama lógico precedente ilustra uma rede cujos roteadores estão conectados via cabo metálico, com velocidade de transmissão de dados igual a 1 Gbps, e funcionam no nível de rede do modelo OSI. Os serviços de rede (DNS, FTP, SSH, DNS, SMTP, POP, IMAP, HTTP, HTTPS, SSL, DNS, RDP, DHCP) funcionam nos servidores conectados ao Switch 0 e o Ponto de Acesso Sem Fio fornece segurança para os dispositivos que se conectarem de forma sem fio.

Considerando o diagrama apresentado, julgue os próximos itens.

A rede formada pelo Switch 1 e pelos Computadores Corporativos possui topologia em estrela.

 

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3549273 Ano: 2025
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-DF

Enunciado 3549273-1

O diagrama lógico precedente ilustra uma rede cujos roteadores estão conectados via cabo metálico, com velocidade de transmissão de dados igual a 1 Gbps, e funcionam no nível de rede do modelo OSI. Os serviços de rede (DNS, FTP, SSH, DNS, SMTP, POP, IMAP, HTTP, HTTPS, SSL, DNS, RDP, DHCP) funcionam nos servidores conectados ao Switch 0 e o Ponto de Acesso Sem Fio fornece segurança para os dispositivos que se conectarem de forma sem fio.

Considerando o diagrama apresentado, julgue os próximos itens.

Cabos metálicos de par trançado categoria 6 são suficientes para realizar a conexão entre os Roteadores 0, 1 e 2.

 

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Em relação à realidade histórica e geográfica do Distrito Federal, julgue os itens que se seguem.

O projeto inicial de Lucio Costa para a nova capital federal foi seguido à risca na sua construção, sem ter sofrido alteração desde o lançamento do edital de seleção, garantindo-se, assim, a proposta moderna do idealizador.

 

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Julgue os próximos itens, relacionados à lógica proposicional, considerando os símbolos lógicos comuns e as letras maiúsculas como representativas de proposições simples.

A proposição lógica a seguir é uma tautologia.

\( \sim\left(Q\rightarrow P\right)∨\left[\left(\sim B\right)∨\left(\sim C\right)\right]↔\sim\left[\left(B∧C\right)∧\left(Q→P\right)\right] \)

 

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Texto CB1A1

O renomado linguista e filósofo Noam Chomsky e outros dois especialistas em linguística, Ian Roberts e Jeffrey Watumull, escreveram um artigo para o jornal The New York Times, em março de 2023, compartilhando sua visão sobre os avanços que vêm ocorrendo no campo da inteligência artificial (IA).

Para os intelectuais, os avanços “supostamente revolucionários” apresentados pelos desenvolvedores da IA são motivo “tanto para otimismo como para preocupação”.

No primeiro caso, porque as ferramentas de IA podem ser úteis para resolver certas problemáticas, ao passo que, no segundo, “tememos que a variedade mais popular e em voga da inteligência artificial (aprendizado automático) degrade nossa ciência e deprecie nossa ética ao incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea da linguagem e do conhecimento”.

Embora os linguistas reconheçam que as IA são eficazes na tarefa de armazenar imensas quantidades de informação, que não necessariamente são verídicas, elas não possuem uma “inteligência” como a das pessoas. “Por mais úteis que esses programas possam ser em alguns campos específicos (como na programação de computadores, por exemplo, ou na sugestão de rimas para versos rápidos), sabemos, pela ciência da língua e pela filosofia do conhecimento, que diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem”, alertaram. “Essas diferenças impõem limitações significativas ao que podem fazer, que pode ser codificado com falhas inerradicáveis”.

Nesse sentido, os autores detalharam que, diferentemente de mecanismos de aplicativos como o ChatGPT, que operam com base na coleta de inúmeros dados, a mente humana pode funcionar com pequenas quantidades de informação, por meio das quais “não busca inferir correlações abruptas entre pontos (...), mas, sim, criar explicações”.

Nessa linha, manifestam que esses aplicativos não são realmente “inteligentes”, pois carecem de capacidade crítica. Embora possam descrever e prever “o que é”, “o que foi” e “o que será”, não são capazes de explicar “o que não é” e “o que não poderia ser”.

Internet: <ihu.unisinos.br> (com adaptações).

Julgue os itens subsecutivos, relativos ao vocabulário empregado no texto CB1A1.

O sentido da palavra ‘inerradicáveis’ (final do quarto parágrafo) é o mesmo de inarredáveis.

 

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Texto CB1A1

O renomado linguista e filósofo Noam Chomsky e outros dois especialistas em linguística, Ian Roberts e Jeffrey Watumull, escreveram um artigo para o jornal The New York Times, em março de 2023, compartilhando sua visão sobre os avanços que vêm ocorrendo no campo da inteligência artificial (IA).

Para os intelectuais, os avanços “supostamente revolucionários” apresentados pelos desenvolvedores da IA são motivo “tanto para otimismo como para preocupação”.

No primeiro caso, porque as ferramentas de IA podem ser úteis para resolver certas problemáticas, ao passo que, no segundo, “tememos que a variedade mais popular e em voga da inteligência artificial (aprendizado automático) degrade nossa ciência e deprecie nossa ética ao incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea da linguagem e do conhecimento”.

Embora os linguistas reconheçam que as IA são eficazes na tarefa de armazenar imensas quantidades de informação, que não necessariamente são verídicas, elas não possuem uma “inteligência” como a das pessoas. “Por mais úteis que esses programas possam ser em alguns campos específicos (como na programação de computadores, por exemplo, ou na sugestão de rimas para versos rápidos), sabemos, pela ciência da língua e pela filosofia do conhecimento, que diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem”, alertaram. “Essas diferenças impõem limitações significativas ao que podem fazer, que pode ser codificado com falhas inerradicáveis”.

Nesse sentido, os autores detalharam que, diferentemente de mecanismos de aplicativos como o ChatGPT, que operam com base na coleta de inúmeros dados, a mente humana pode funcionar com pequenas quantidades de informação, por meio das quais “não busca inferir correlações abruptas entre pontos (...), mas, sim, criar explicações”.

Nessa linha, manifestam que esses aplicativos não são realmente “inteligentes”, pois carecem de capacidade crítica. Embora possam descrever e prever “o que é”, “o que foi” e “o que será”, não são capazes de explicar “o que não é” e “o que não poderia ser”.

Internet: <ihu.unisinos.br> (com adaptações).

Julgue os itens subsecutivos, relativos ao vocabulário empregado no texto CB1A1.

A expressão ‘em voga’ (terceiro parágrafo) significa na moda.

 

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Texto CB1A1

O renomado linguista e filósofo Noam Chomsky e outros dois especialistas em linguística, Ian Roberts e Jeffrey Watumull, escreveram um artigo para o jornal The New York Times, em março de 2023, compartilhando sua visão sobre os avanços que vêm ocorrendo no campo da inteligência artificial (IA).

Para os intelectuais, os avanços “supostamente revolucionários” apresentados pelos desenvolvedores da IA são motivo “tanto para otimismo como para preocupação”.

No primeiro caso, porque as ferramentas de IA podem ser úteis para resolver certas problemáticas, ao passo que, no segundo, “tememos que a variedade mais popular e em voga da inteligência artificial (aprendizado automático) degrade nossa ciência e deprecie nossa ética ao incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea da linguagem e do conhecimento”.

Embora os linguistas reconheçam que as IA são eficazes na tarefa de armazenar imensas quantidades de informação, que não necessariamente são verídicas, elas não possuem uma “inteligência” como a das pessoas. “Por mais úteis que esses programas possam ser em alguns campos específicos (como na programação de computadores, por exemplo, ou na sugestão de rimas para versos rápidos), sabemos, pela ciência da língua e pela filosofia do conhecimento, que diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem”, alertaram. “Essas diferenças impõem limitações significativas ao que podem fazer, que pode ser codificado com falhas inerradicáveis”.

Nesse sentido, os autores detalharam que, diferentemente de mecanismos de aplicativos como o ChatGPT, que operam com base na coleta de inúmeros dados, a mente humana pode funcionar com pequenas quantidades de informação, por meio das quais “não busca inferir correlações abruptas entre pontos (...), mas, sim, criar explicações”.

Nessa linha, manifestam que esses aplicativos não são realmente “inteligentes”, pois carecem de capacidade crítica. Embora possam descrever e prever “o que é”, “o que foi” e “o que será”, não são capazes de explicar “o que não é” e “o que não poderia ser”.

Internet: <ihu.unisinos.br> (com adaptações).

Julgue os itens que se seguem, relativos a aspectos linguísticos do texto CB1A1.

No segundo período do quarto parágrafo, o termo ‘que’, em ‘que diferem profundamente’, funciona como sujeito sintático da oração por ele introduzida, sendo o seu referente semântico a expressão ‘esses programas’.

 

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Texto CB1A1

O renomado linguista e filósofo Noam Chomsky e outros dois especialistas em linguística, Ian Roberts e Jeffrey Watumull, escreveram um artigo para o jornal The New York Times, em março de 2023, compartilhando sua visão sobre os avanços que vêm ocorrendo no campo da inteligência artificial (IA).

Para os intelectuais, os avanços “supostamente revolucionários” apresentados pelos desenvolvedores da IA são motivo “tanto para otimismo como para preocupação”.

No primeiro caso, porque as ferramentas de IA podem ser úteis para resolver certas problemáticas, ao passo que, no segundo, “tememos que a variedade mais popular e em voga da inteligência artificial (aprendizado automático) degrade nossa ciência e deprecie nossa ética ao incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea da linguagem e do conhecimento”.

Embora os linguistas reconheçam que as IA são eficazes na tarefa de armazenar imensas quantidades de informação, que não necessariamente são verídicas, elas não possuem uma “inteligência” como a das pessoas. “Por mais úteis que esses programas possam ser em alguns campos específicos (como na programação de computadores, por exemplo, ou na sugestão de rimas para versos rápidos), sabemos, pela ciência da língua e pela filosofia do conhecimento, que diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem”, alertaram. “Essas diferenças impõem limitações significativas ao que podem fazer, que pode ser codificado com falhas inerradicáveis”.

Nesse sentido, os autores detalharam que, diferentemente de mecanismos de aplicativos como o ChatGPT, que operam com base na coleta de inúmeros dados, a mente humana pode funcionar com pequenas quantidades de informação, por meio das quais “não busca inferir correlações abruptas entre pontos (...), mas, sim, criar explicações”.

Nessa linha, manifestam que esses aplicativos não são realmente “inteligentes”, pois carecem de capacidade crítica. Embora possam descrever e prever “o que é”, “o que foi” e “o que será”, não são capazes de explicar “o que não é” e “o que não poderia ser”.

Internet: <ihu.unisinos.br> (com adaptações).

Julgue os itens que se seguem, a partir das ideias veiculadas no texto CB1A1.

Ao afirmarem que “imensas quantidades de informação (...) não necessariamente são verídicas” (primeiro período do quarto parágrafo), os intelectuais mencionados no texto sugerem que as ferramentas de IA podem se tornar grandes propagadores de fake news em um futuro próximo.

 

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Texto CB1A1

O renomado linguista e filósofo Noam Chomsky e outros dois especialistas em linguística, Ian Roberts e Jeffrey Watumull, escreveram um artigo para o jornal The New York Times, em março de 2023, compartilhando sua visão sobre os avanços que vêm ocorrendo no campo da inteligência artificial (IA).

Para os intelectuais, os avanços “supostamente revolucionários” apresentados pelos desenvolvedores da IA são motivo “tanto para otimismo como para preocupação”.

No primeiro caso, porque as ferramentas de IA podem ser úteis para resolver certas problemáticas, ao passo que, no segundo, “tememos que a variedade mais popular e em voga da inteligência artificial (aprendizado automático) degrade nossa ciência e deprecie nossa ética ao incorporar à tecnologia uma concepção fundamentalmente errônea da linguagem e do conhecimento”.

Embora os linguistas reconheçam que as IA são eficazes na tarefa de armazenar imensas quantidades de informação, que não necessariamente são verídicas, elas não possuem uma “inteligência” como a das pessoas. “Por mais úteis que esses programas possam ser em alguns campos específicos (como na programação de computadores, por exemplo, ou na sugestão de rimas para versos rápidos), sabemos, pela ciência da língua e pela filosofia do conhecimento, que diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem”, alertaram. “Essas diferenças impõem limitações significativas ao que podem fazer, que pode ser codificado com falhas inerradicáveis”.

Nesse sentido, os autores detalharam que, diferentemente de mecanismos de aplicativos como o ChatGPT, que operam com base na coleta de inúmeros dados, a mente humana pode funcionar com pequenas quantidades de informação, por meio das quais “não busca inferir correlações abruptas entre pontos (...), mas, sim, criar explicações”.

Nessa linha, manifestam que esses aplicativos não são realmente “inteligentes”, pois carecem de capacidade crítica. Embora possam descrever e prever “o que é”, “o que foi” e “o que será”, não são capazes de explicar “o que não é” e “o que não poderia ser”.

Internet: <ihu.unisinos.br> (com adaptações).

Julgue os itens que se seguem, a partir das ideias veiculadas no texto CB1A1.

As diferenças entre os programas de IA e a mente humana mencionadas no quarto parágrafo — “esses programas (...) diferem profundamente do modo como os seres humanos raciocinam e utilizam a linguagem" — são explicitadas nos parágrafos seguintes do texto.

 

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