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2687107 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: FUNIVERSA
Orgão: PC-DF
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Em um grupo de 200 profissionais da área de saúde de determinado estado brasileiro, apenas 50 têm olhos verdes, apenas 100 são servidores públicos e apenas 83 residem na capital desse estado; Assinale a alternativa que apresenta o número máximo desses profissionais que podem simultaneamente, ter olhos verdes, ser servidores públicos e residir na capital do estado.
 

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2687105 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: PC-DF
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Texto I
A medicina Legal brasileira, muito influência pela Escola francesa, teve como vigas mestras as Faculdade de Medicina da Bahia e do Rio de Janeiro, em meados de 1832. Devido à indisponibilidade de peritos oficiais, as pericias eram realizadas por indivíduos nomeados pelas autoridades, sem que dominassem os conhecimentos da Medicina Forense.
Os perfis de então não possuíam conhecimento de Medicina Legal e, sem que existisse regulamentação que disciplinasse a prática pericial, os mesmos eram nomeados de forma parcial resultando em trabalhos primários e sem qualquer embasamento técnico.
Com a criação do então Código de Processo Criminal e o ensino oficial da cadeira de Medicina Legal, passou-se a estabelecer a perícia oficial, com regras jurídicas, modelos e aquisição oficial, utilizadas até hoje encontradas no Código Penal, desde a sua criação em 1940.
A partir dai, foram galgados impostantes avanços no desenvolvimento dos estudos das ciências forenses, sobretudo aqueles originalizados nas Escolas de Medicina da Bahia e do Rio de Janeiro, onde nomes como Raimundo, Nina Rodrigues, Oscar Freire, Afrânio Peixoto, Flamínio Fávero, entre outros, contribuíram de forma marcante no desenvolvimento da Medicina Legal no Brasil.
Já a introdução do ensino médico-legal nos currículos de Direito teve sua proposta relatada por Rui Barbosa e aprovada na Câmara dos Deputados, após o que o Governo brasileiro determinou a criação da cátedra de Medicina Legal nas Faculdades de Direito do país a partir de 1891.
Ao longo de muitos anos, foi disciplinada obrigatória nos cursos de Direito, transparecendo a importância da matéria na formação dos profissionais, momente áqueles que militam na esfera criminal.
A despeito da evolução das ciências forenses, que introduziram, no século XXI, novos horizontes no contexto Jurídico, ressalto ainda a própria cobrança, da matéria, nos concursos, para aqueles que almejam a cerreira Policial. Entretanto, o Ministério da Educação decidiu estabelecer a Medicina Legal como disciplina optativa nos cursos de Direito.
Ensinar Medicina Legal, hoje é uma ardura tarefa pois há necessidade de valorizar mais a atividade docente e proporcionar meios para que esse ensino seja amplamente desenvolvido no Direito e na Medicina.
Não podemos conceber que uma especialidade médica de tal relevância não tenha cursos de especialização, mestrado e doutorado, privando, com isso, uma melhor qualificação do corpo docente.
A perícia médico-legal no Brasil é uma atividade oficial e pública, exercida nos institutos Médico-Legais, sejam nas capitais, sejam no interior, onde a estrutura técnica geralmente não reúne condições ideais de trabalho. A maioria dos 27 institutos médico-legais vinculados às capitais estão subordinados às secretárias de segurança sendo que, a partir das reformas constitucionais da União e dos Estados em 1988, a autonomia dos institutos passou lentamente a vigorar. No Estado do Amapá, o IML tem independência administrativa e orçamento próprio. No Rio Grande do Sul, o IML se acha vinculado à Secretaria de Estado de Justiça, trabalho e cidadania.
Na maioria dos países da América Latina, as chamadas "Polícias Técnicas" estão administrativamente vinculadas ao Poder Executivo, sejam ao Ministério da Justiça ou ao Ministério da Saúde ou ainda ligadas ao Poder Judiciário. Apenas no Brasil e no Equador, as policias civis abraçam o trabalho pericial, muitas vezes gerando questionamentos quanto à produção de provas que o próprio aparelho policial requisita e a quem são destinadas as conclusões.
A tecnologia médica, evoluiu muito nos últimos anos e, com ela, a Medicina Legal; entretanto, são raros os centros em que o desenvolvimento bio-tecnológico disponibiliza os seus avanços em prol da justiça, apesar da importância da legisperícia como elemento probatório. A realidade se faz presente dentro das sala de necrópsia. A falta de material, as precárias instalações, enfim o sucateamento dos institutos Médico-Legais ofusca o brilho da ciência forense.
Dr. Luiz Carlos Leal Junior. Coordenador da Câmara Técnica de Medicina
Legal do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro.
Internet <Site Uol>. Acessado em 16/2/2008 (Com adaptações).
O trecho "A perícia médico-legal no Brasil" tem como plural As perícias médico-legais no Brasil. Assinale a alternativa que apresenta o plural feito de forma análoga e correta.
 

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2687104 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: PC-DF
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Texto I
A medicina Legal brasileira, muito influência pela Escola francesa, teve como vigas mestras as Faculdade de Medicina da Bahia e do Rio de Janeiro, em meados de 1832. Devido à indisponibilidade de peritos oficiais, as pericias eram realizadas por indivíduos nomeados pelas autoridades, sem que dominassem os conhecimentos da Medicina Forense.
Os perfis de então não possuíam conhecimento de Medicina Legal e, sem que existisse regulamentação que disciplinasse a prática pericial, os mesmos eram nomeados de forma parcial resultando em trabalhos primários e sem qualquer embasamento técnico.
Com a criação do então Código de Processo Criminal e o ensino oficial da cadeira de Medicina Legal, passou-se a estabelecer a perícia oficial, com regras jurídicas, modelos e aquisição oficial, utilizadas até hoje encontradas no Código Penal, desde a sua criação em 1940.
A partir dai, foram galgados impostantes avanços no desenvolvimento dos estudos das ciências forenses, sobretudo aqueles originalizados nas Escolas de Medicina da Bahia e do Rio de Janeiro, onde nomes como Raimundo, Nina Rodrigues, Oscar Freire, Afrânio Peixoto, Flamínio Fávero, entre outros, contribuíram de forma marcante no desenvolvimento da Medicina Legal no Brasil.
Já a introdução do ensino médico-legal nos currículos de Direito teve sua proposta relatada por Rui Barbosa e aprovada na Câmara dos Deputados, após o que o Governo brasileiro determinou a criação da cátedra de Medicina Legal nas Faculdades de Direito do país a partir de 1891.
Ao longo de muitos anos, foi disciplinada obrigatória nos cursos de Direito, transparecendo a importância da matéria na formação dos profissionais, momente áqueles que militam na esfera criminal.
A despeito da evolução das ciências forenses, que introduziram, no século XXI, novos horizontes no contexto Jurídico, ressalto ainda a própria cobrança, da matéria, nos concursos, para aqueles que almejam a cerreira Policial. Entretanto, o Ministério da Educação decidiu estabelecer a Medicina Legal como disciplina optativa nos cursos de Direito.
Ensinar Medicina Legal, hoje é uma ardura tarefa pois há necessidade de valorizar mais a atividade docente e proporcionar meios para que esse ensino seja amplamente desenvolvido no Direito e na Medicina.
Não podemos conceber que uma especialidade médica de tal relevância não tenha cursos de especialização, mestrado e doutorado, privando, com isso, uma melhor qualificação do corpo docente.
A perícia médico-legal no Brasil é uma atividade oficial e pública, exercida nos institutos Médico-Legais, sejam nas capitais, sejam no interior, onde a estrutura técnica geralmente não reúne condições ideais de trabalho. A maioria dos 27 institutos médico-legais vinculados às capitais estão subordinados às secretárias de segurança sendo que, a partir das reformas constitucionais da União e dos Estados em 1988, a autonomia dos institutos passou lentamente a vigorar. No Estado do Amapá, o IML tem independência administrativa e orçamento próprio. No Rio Grande do Sul, o IML se acha vinculado à Secretaria de Estado de Justiça, trabalho e cidadania.
Na maioria dos países da América Latina, as chamadas "Polícias Técnicas" estão administrativamente vinculadas ao Poder Executivo, sejam ao Ministério da Justiça ou ao Ministério da Saúde ou ainda ligadas ao Poder Judiciário. Apenas no Brasil e no Equador, as policias civis abraçam o trabalho pericial, muitas vezes gerando questionamentos quanto à produção de provas que o próprio aparelho policial requisita e a quem são destinadas as conclusões.
A tecnologia médica, evoluiu muito nos últimos anos e, com ela, a Medicina Legal; entretanto, são raros os centros em que o desenvolvimento bio-tecnológico disponibiliza os seus avanços em prol da justiça, apesar da importância da legisperícia como elemento probatório. A realidade se faz presente dentro das sala de necrópsia. A falta de material, as precárias instalações, enfim o sucateamento dos institutos Médico-Legais ofusca o brilho da ciência forense.
Dr. Luiz Carlos Leal Junior. Coordenador da Câmara Técnica de Medicina
Legal do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro.
Internet <Site Uol>. Acessado em 16/2/2008 (Com adaptações).
Assinale a alternativa correta com base no texto I.
 

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2687103 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: PC-DF
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Para quem quer aprender a gostar
Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado para pensar, aprenda a fazer bonito o seu amor. Ou fazer seu amor ser ou ficar bonito. Aprenda apenas, a tão difícil arte de amar bonito. Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender.
Tenho visto muito amor por ai. Amores mesmo bravio, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva. Mas esbarram na dificuldade de ser tornar bonitos. Apenas disso: bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção. Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.
Ai esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais de repente se percebem ameaçados apenas e tão-somente porque não sabem ser bonitos: cobram, exigem, rotinizam, descuida,. reclamam, deixam de compreender necessitam mais do que oferecem, precisam mais do que atendem, enchem-se de razões. Sem, de razões. Ter razão é o maior perigo do amor. Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo: em geral enfeita o amor, pois é invocado com justiça, mas na hora errada. Amar bonito é, saber a hora de ter razão.
Ponha a mão na consciência. Você tem certeza de que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria, do encontro, da dor do desencontro a maior beleza possível? Talvez não. Chio ou Cheia de razões, você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre, e sofrendo deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa de ser alegre, igual, irmão, criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.
Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia. Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama. Saia cantando e olhe alegre. Recomendam-se: encabulamento,ser pego em flagrante gostando, não se cansa de olhar, e olhar, não atrapalha a convivência com teorizações: adiar sempre, se possível com beijos 'aquela conversa importante que precisamos ter' arquivar, se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida. Para quem ama, toda atenção é sempre pouca. Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda a atenção possível. Quem ama bonito não gasta o tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter.
Não teorize a respeito do amor (deixe isso para nós pobres escritores que vemos a vida como a criança de nariz encostado na vitrina cheia de brinquedos dos nossos sonhos), não teorize a respeito do amor, ame. Siga o destino dos sentimentos aqui e agora.
Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme, como: a sinceridade, não dar certo, depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito), abrir o coração, contar a verdade do tamanho do amor que se sente.
Jogue alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas, atitudes sabidamente eficazes (não é sábio ser sabino): seja apenas você no auge de sua emoção e carência, exatamente aquele você que a vida impede de ser. Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs falando besteira mas criando sempre. Gaguejando flores. sentindo o coração bater como no tempo de Natal infantil. Revivendo os carinhos que instituiu em criança. Sem medo de dizer eu quero, eu gosto, eu estou com vontade.
Talvez ai você consiga fazer o seu amor bonito, ou fazer bonito o seu amor, ou bonitar fazendo o seu amor, ou amar fazer o seu amor bonito (a ordem das frases não altera o produto),, sempre que ele seja a mais verdadeira expressão de tudo o que você é, e nunca: deixaram, conseguiu, soube, pôde, foi possível ser.
Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto. Não se preocupe mais com ele e suas definições. Cuide agora da forma. Cuide da voz. Cuide da fala. Cuide do cuidado. Cuide do carinho. Cuide de você. Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim pode começar a tentar fazer o outro feliz.
Arthur da Távola. Para quem quer aprender a amar. In: Dirce Maura Costa. Estudo de texto: estrutura, mensagem
re-criação. Rio de Janeiro. DIMAC, 1997, p. 5-6
No fragmento "Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender", a oração destacada expressa circunstância de:
 

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2687102 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: PC-DF
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Para quem quer aprender a gostar
Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado para pensar, aprenda a fazer bonito o seu amor. Ou fazer seu amor ser ou ficar bonito. Aprenda apenas, a tão difícil arte de amar bonito. Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender.
Tenho visto muito amor por ai. Amores mesmo bravio, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva. Mas esbarram na dificuldade de ser tornar bonitos. Apenas disso: bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção. Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.
Ai esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais de repente se percebem ameaçados apenas e tão-somente porque não sabem ser bonitos: cobram, exigem, rotinizam, descuida,. reclamam, deixam de compreender necessitam mais do que oferecem, precisam mais do que atendem, enchem-se de razões. Sem, de razões. Ter razão é o maior perigo do amor. Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo: em geral enfeita o amor, pois é invocado com justiça, mas na hora errada. Amar bonito é, saber a hora de ter razão.
Ponha a mão na consciência. Você tem certeza de que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria, do encontro, da dor do desencontro a maior beleza possível? Talvez não. Chio ou Cheia de razões, você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre, e sofrendo deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa de ser alegre, igual, irmão, criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.
Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia. Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama. Saia cantando e olhe alegre. Recomendam-se: encabulamento,ser pego em flagrante gostando, não se cansa de olhar, e olhar, não atrapalha a convivência com teorizações: adiar sempre, se possível com beijos 'aquela conversa importante que precisamos ter' arquivar, se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida. Para quem ama, toda atenção é sempre pouca. Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda a atenção possível. Quem ama bonito não gasta o tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter.
Não teorize a respeito do amor (deixe isso para nós pobres escritores que vemos a vida como a criança de nariz encostado na vitrina cheia de brinquedos dos nossos sonhos), não teorize a respeito do amor, ame. Siga o destino dos sentimentos aqui e agora.
Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme, como: a sinceridade, não dar certo, depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito), abrir o coração, contar a verdade do tamanho do amor que se sente.
Jogue alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas, atitudes sabidamente eficazes (não é sábio ser sabino): seja apenas você no auge de sua emoção e carência, exatamente aquele você que a vida impede de ser. Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs falando besteira mas criando sempre. Gaguejando flores. sentindo o coração bater como no tempo de Natal infantil. Revivendo os carinhos que instituiu em criança. Sem medo de dizer eu quero, eu gosto, eu estou com vontade.
Talvez ai você consiga fazer o seu amor bonito, ou fazer bonito o seu amor, ou bonitar fazendo o seu amor, ou amar fazer o seu amor bonito (a ordem das frases não altera o produto),, sempre que ele seja a mais verdadeira expressão de tudo o que você é, e nunca: deixaram, conseguiu, soube, pôde, foi possível ser.
Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto. Não se preocupe mais com ele e suas definições. Cuide agora da forma. Cuide da voz. Cuide da fala. Cuide do cuidado. Cuide do carinho. Cuide de você. Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim pode começar a tentar fazer o outro feliz.
Arthur da Távola. Para quem quer aprender a amar. In: Dirce Maura Costa. Estudo de texto: estrutura, mensagem
re-criação. Rio de Janeiro. DIMAC, 1997, p. 5-6
Assinale a alternativa que está de acordo com o texto II.
 

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2687101 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: PC-DF
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Para quem quer aprender a gostar
Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado para pensar, aprenda a fazer bonito o seu amor. Ou fazer seu amor ser ou ficar bonito. Aprenda apenas, a tão difícil arte de amar bonito. Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender.
Tenho visto muito amor por ai. Amores mesmo bravio, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva. Mas esbarram na dificuldade de ser tornar bonitos. Apenas disso: bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção. Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.
Ai esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais de repente se percebem ameaçados apenas e tão-somente porque não sabem ser bonitos: cobram, exigem, rotinizam, descuida,. reclamam, deixam de compreender necessitam mais do que oferecem, precisam mais do que atendem, enchem-se de razões. Sem, de razões. Ter razão é o maior perigo do amor. Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo: em geral enfeita o amor, pois é invocado com justiça, mas na hora errada. Amar bonito é, saber a hora de ter razão.
Ponha a mão na consciência. Você tem certeza de que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria, do encontro, da dor do desencontro a maior beleza possível? Talvez não. Chio ou Cheia de razões, você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre, e sofrendo deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa de ser alegre, igual, irmão, criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.
Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia. Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama. Saia cantando e olhe alegre. Recomendam-se: encabulamento,ser pego em flagrante gostando, não se cansa de olhar, e olhar, não atrapalha a convivência com teorizações: adiar sempre, se possível com beijos 'aquela conversa importante que precisamos ter' arquivar, se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida. Para quem ama, toda atenção é sempre pouca. Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda a atenção possível. Quem ama bonito não gasta o tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter.
Não teorize a respeito do amor (deixe isso para nós pobres escritores que vemos a vida como a criança de nariz encostado na vitrina cheia de brinquedos dos nossos sonhos), não teorize a respeito do amor, ame. Siga o destino dos sentimentos aqui e agora.
Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme, como: a sinceridade, não dar certo, depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito), abrir o coração, contar a verdade do tamanho do amor que se sente.
Jogue alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas, atitudes sabidamente eficazes (não é sábio ser sabino): seja apenas você no auge de sua emoção e carência, exatamente aquele você que a vida impede de ser. Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs falando besteira mas criando sempre. Gaguejando flores. sentindo o coração bater como no tempo de Natal infantil. Revivendo os carinhos que instituiu em criança. Sem medo de dizer eu quero, eu gosto, eu estou com vontade.
Talvez ai você consiga fazer o seu amor bonito, ou fazer bonito o seu amor, ou bonitar fazendo o seu amor, ou amar fazer o seu amor bonito (a ordem das frases não altera o produto),, sempre que ele seja a mais verdadeira expressão de tudo o que você é, e nunca: deixaram, conseguiu, soube, pôde, foi possível ser.
Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto. Não se preocupe mais com ele e suas definições. Cuide agora da forma. Cuide da voz. Cuide da fala. Cuide do cuidado. Cuide do carinho. Cuide de você. Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim pode começar a tentar fazer o outro feliz.
Arthur da Távola. Para quem quer aprender a amar. In: Dirce Maura Costa. Estudo de texto: estrutura, mensagem
re-criação. Rio de Janeiro. DIMAC, 1997, p. 5-6
No fragmento "Sentindo o coração bater como no tempo do Natal Infantil", apalavra expressa valor semântico de:
 

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2687100 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: PC-DF
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Texto II
Para quem quer aprender a gostar
Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado para pensar, aprenda a fazer bonito o seu amor. Ou fazer seu amor ser ou ficar bonito. Aprenda apenas, a tão difícil arte de amar bonito. Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender.
Tenho visto muito amor por ai. Amores mesmo bravio, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva. Mas esbarram na dificuldade de ser tornar bonitos. Apenas disso: bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção. Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.
Ai esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais de repente se percebem ameaçados apenas e tão-somente porque não sabem ser bonitos: cobram, exigem, rotinizam, descuida,. reclamam, deixam de compreender necessitam mais do que oferecem, precisam mais do que atendem, enchem-se de razões. Sem, de razões. Ter razão é o maior perigo do amor. Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo: em geral enfeita o amor, pois é invocado com justiça, mas na hora errada. Amar bonito é, saber a hora de ter razão.
Ponha a mão na consciência. Você tem certeza de que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria, do encontro, da dor do desencontro a maior beleza possível? Talvez não. Chio ou Cheia de razões, você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre, e sofrendo deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa de ser alegre, igual, irmão, criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.
Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia. Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama. Saia cantando e olhe alegre. Recomendam-se: encabulamento,ser pego em flagrante gostando, não se cansa de olhar, e olhar, não atrapalha a convivência com teorizações: adiar sempre, se possível com beijos 'aquela conversa importante que precisamos ter' arquivar, se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida. Para quem ama, toda atenção é sempre pouca. Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda a atenção possível. Quem ama bonito não gasta o tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter.
Não teorize a respeito do amor (deixe isso para nós pobres escritores que vemos a vida como a criança de nariz encostado na vitrina cheia de brinquedos dos nossos sonhos), não teorize a respeito do amor, ame. Siga o destino dos sentimentos aqui e agora.
Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme, como: a sinceridade, não dar certo, depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito), abrir o coração, contar a verdade do tamanho do amor que se sente.
Jogue alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas, atitudes sabidamente eficazes (não é sábio ser sabino): seja apenas você no auge de sua emoção e carência, exatamente aquele você que a vida impede de ser. Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs falando besteira mas criando sempre. Gaguejando flores. sentindo o coração bater como no tempo de Natal infantil. Revivendo os carinhos que instituiu em criança. Sem medo de dizer eu quero, eu gosto, eu estou com vontade.
Talvez ai você consiga fazer o seu amor bonito, ou fazer bonito o seu amor, ou bonitar fazendo o seu amor, ou amar fazer o seu amor bonito (a ordem das frases não altera o produto),, sempre que ele seja a mais verdadeira expressão de tudo o que você é, e nunca: deixaram, conseguiu, soube, pôde, foi possível ser.
Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto. Não se preocupe mais com ele e suas definições. Cuide agora da forma. Cuide da voz. Cuide da fala. Cuide do cuidado. Cuide do carinho. Cuide de você. Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim pode começar a tentar fazer o outro feliz.
Arthur da Távola. Para quem quer aprender a amar. In: Dirce Maura Costa. Estudo de texto: estrutura, mensagem
re-criação. Rio de Janeiro. DIMAC, 1997, p. 5-6
Assinale a alternativa que não está de acordo com o texto II.
 

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Questão presente nas seguintes provas
2687099 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: PC-DF
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Para quem quer aprender a gostar
Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado para pensar, aprenda a fazer bonito o seu amor. Ou fazer seu amor ser ou ficar bonito. Aprenda apenas, a tão difícil arte de amar bonito. Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender.
Tenho visto muito amor por ai. Amores mesmo bravio, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva. Mas esbarram na dificuldade de ser tornar bonitos. Apenas disso: bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção. Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.
Ai esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais de repente se percebem ameaçados apenas e tão-somente porque não sabem ser bonitos: cobram, exigem, rotinizam, descuida,. reclamam, deixam de compreender necessitam mais do que oferecem, precisam mais do que atendem, enchem-se de razões. Sem, de razões. Ter razão é o maior perigo do amor. Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo: em geral enfeita o amor, pois é invocado com justiça, mas na hora errada. Amar bonito é, saber a hora de ter razão.
Ponha a mão na consciência. Você tem certeza de que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria, do encontro, da dor do desencontro a maior beleza possível? Talvez não. Chio ou Cheia de razões, você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre, e sofrendo deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa de ser alegre, igual, irmão, criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.
Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia. Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama. Saia cantando e olhe alegre. Recomendam-se: encabulamento,ser pego em flagrante gostando, não se cansa de olhar, e olhar, não atrapalha a convivência com teorizações: adiar sempre, se possível com beijos 'aquela conversa importante que precisamos ter' arquivar, se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida. Para quem ama, toda atenção é sempre pouca. Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda a atenção possível. Quem ama bonito não gasta o tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter.
Não teorize a respeito do amor (deixe isso para nós pobres escritores que vemos a vida como a criança de nariz encostado na vitrina cheia de brinquedos dos nossos sonhos), não teorize a respeito do amor, ame. Siga o destino dos sentimentos aqui e agora.
Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme, como: a sinceridade, não dar certo, depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito), abrir o coração, contar a verdade do tamanho do amor que se sente.
Jogue alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas, atitudes sabidamente eficazes (não é sábio ser sabino): seja apenas você no auge de sua emoção e carência, exatamente aquele você que a vida impede de ser. Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs falando besteira mas criando sempre. Gaguejando flores. sentindo o coração bater como no tempo de Natal infantil. Revivendo os carinhos que instituiu em criança. Sem medo de dizer eu quero, eu gosto, eu estou com vontade.
Talvez ai você consiga fazer o seu amor bonito, ou fazer bonito o seu amor, ou bonitar fazendo o seu amor, ou amar fazer o seu amor bonito (a ordem das frases não altera o produto),, sempre que ele seja a mais verdadeira expressão de tudo o que você é, e nunca: deixaram, conseguiu, soube, pôde, foi possível ser.
Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto. Não se preocupe mais com ele e suas definições. Cuide agora da forma. Cuide da voz. Cuide da fala. Cuide do cuidado. Cuide do carinho. Cuide de você. Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim pode começar a tentar fazer o outro feliz.
Arthur da Távola. Para quem quer aprender a amar. In: Dirce Maura Costa. Estudo de texto: estrutura, mensagem
re-criação. Rio de Janeiro. DIMAC, 1997, p. 5-6
Grafam-se com Z substantivos abstratos derivados de adjetivos, como na palavra "certeza". Acerca desse assunto, assinale a alaternativa que apresenta uma apalavra escrita de forma incorreta:
 

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2687098 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: PC-DF
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Para quem quer aprender a gostar
Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado para pensar, aprenda a fazer bonito o seu amor. Ou fazer seu amor ser ou ficar bonito. Aprenda apenas, a tão difícil arte de amar bonito. Gostar é tão fácil que ninguém aceita aprender.
Tenho visto muito amor por ai. Amores mesmo bravio, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva. Mas esbarram na dificuldade de ser tornar bonitos. Apenas disso: bonitos, belos ou embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção. Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.
Ai esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais de repente se percebem ameaçados apenas e tão-somente porque não sabem ser bonitos: cobram, exigem, rotinizam, descuida,. reclamam, deixam de compreender necessitam mais do que oferecem, precisam mais do que atendem, enchem-se de razões. Sem, de razões. Ter razão é o maior perigo do amor. Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça equidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo: em geral enfeita o amor, pois é invocado com justiça, mas na hora errada. Amar bonito é, saber a hora de ter razão.
Ponha a mão na consciência. Você tem certeza de que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando do gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria, do encontro, da dor do desencontro a maior beleza possível? Talvez não. Chio ou Cheia de razões, você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre, e sofrendo deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa de ser alegre, igual, irmão, criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.
Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia. Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama. Saia cantando e olhe alegre. Recomendam-se: encabulamento,ser pego em flagrante gostando, não se cansa de olhar, e olhar, não atrapalha a convivência com teorizações: adiar sempre, se possível com beijos 'aquela conversa importante que precisamos ter' arquivar, se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida. Para quem ama, toda atenção é sempre pouca. Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda a atenção possível. Quem ama bonito não gasta o tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter.
Não teorize a respeito do amor (deixe isso para nós pobres escritores que vemos a vida como a criança de nariz encostado na vitrina cheia de brinquedos dos nossos sonhos), não teorize a respeito do amor, ame. Siga o destino dos sentimentos aqui e agora.
Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme, como: a sinceridade, não dar certo, depois vir a sofrer (sofrerá de qualquer jeito), abrir o coração, contar a verdade do tamanho do amor que se sente.
Jogue alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas, atitudes sabidamente eficazes (não é sábio ser sabino): seja apenas você no auge de sua emoção e carência, exatamente aquele você que a vida impede de ser. Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs falando besteira mas criando sempre. Gaguejando flores. sentindo o coração bater como no tempo de Natal infantil. Revivendo os carinhos que instituiu em criança. Sem medo de dizer eu quero, eu gosto, eu estou com vontade.
Talvez ai você consiga fazer o seu amor bonito, ou fazer bonito o seu amor, ou bonitar fazendo o seu amor, ou amar fazer o seu amor bonito (a ordem das frases não altera o produto),, sempre que ele seja a mais verdadeira expressão de tudo o que você é, e nunca: deixaram, conseguiu, soube, pôde, foi possível ser.
Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto. Não se preocupe mais com ele e suas definições. Cuide agora da forma. Cuide da voz. Cuide da fala. Cuide do cuidado. Cuide do carinho. Cuide de você. Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim pode começar a tentar fazer o outro feliz.
Arthur da Távola. Para quem quer aprender a amar. In: Dirce Maura Costa. Estudo de texto: estrutura, mensagem
re-criação. Rio de Janeiro. DIMAC, 1997, p. 5-6
Assinale a alternativa que apresenta a palavra sinônima para " estratagemas".
 

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2687097 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: FUNIVERSA
Orgão: PC-DF
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Texto I
A medicina Legal brasileira, muito influência pela Escola francesa, teve como vigas mestras as Faculdade de Medicina da Bahia e do Rio de Janeiro, em meados de 1832. Devido à indisponibilidade de peritos oficiais, as pericias eram realizadas por indivíduos nomeados pelas autoridades, sem que dominassem os conhecimentos da Medicina Forense.
Os perfis de então não possuíam conhecimento de Medicina Legal e, sem que existisse regulamentação que disciplinasse a prática pericial, os mesmos eram nomeados de forma parcial resultando em trabalhos primários e sem qualquer embasamento técnico.
Com a criação do então Código de Processo Criminal e o ensino oficial da cadeira de Medicina Legal, passou-se a estabelecer a perícia oficial, com regras jurídicas, modelos e aquisição oficial, utilizadas até hoje encontradas no Código Penal, desde a sua criação em 1940.
A partir dai, foram galgados impostantes avanços no desenvolvimento dos estudos das ciências forenses, sobretudo aqueles originalizados nas Escolas de Medicina da Bahia e do Rio de Janeiro, onde nomes como Raimundo, Nina Rodrigues, Oscar Freire, Afrânio Peixoto, Flamínio Fávero, entre outros, contribuíram de forma marcante no desenvolvimento da Medicina Legal no Brasil.
Já a introdução do ensino médico-legal nos currículos de Direito teve sua proposta relatada por Rui Barbosa e aprovada na Câmara dos Deputados, após o que o Governo brasileiro determinou a criação da cátedra de Medicina Legal nas Faculdades de Direito do país a partir de 1891.
Ao longo de muitos anos, foi disciplinada obrigatória nos cursos de Direito, transparecendo a importância da matéria na formação dos profissionais, momente áqueles que militam na esfera criminal.
A despeito da evolução das ciências forenses, que introduziram, no século XXI, novos horizontes no contexto Jurídico, ressalto ainda a própria cobrança, da matéria, nos concursos, para aqueles que almejam a cerreira Policial. Entretanto, o Ministério da Educação decidiu estabelecer a Medicina Legal como disciplina optativa nos cursos de Direito.
Ensinar Medicina Legal, hoje é uma ardura tarefa pois há necessidade de valorizar mais a atividade docente e proporcionar meios para que esse ensino seja amplamente desenvolvido no Direito e na Medicina.
Não podemos conceber que uma especialidade médica de tal relevância não tenha cursos de especialização, mestrado e doutorado, privando, com isso, uma melhor qualificação do corpo docente.
A perícia médico-legal no Brasil é uma atividade oficial e pública, exercida nos institutos Médico-Legais, sejam nas capitais, sejam no interior, onde a estrutura técnica geralmente não reúne condições ideais de trabalho. A maioria dos 27 institutos médico-legais vinculados às capitais estão subordinados às secretárias de segurança sendo que, a partir das reformas constitucionais da União e dos Estados em 1988, a autonomia dos institutos passou lentamente a vigorar. No Estado do Amapá, o IML tem independência administrativa e orçamento próprio. No Rio Grande do Sul, o IML se acha vinculado à Secretaria de Estado de Justiça, trabalho e cidadania.
Na maioria dos países da América Latina, as chamadas "Polícias Técnicas" estão administrativamente vinculadas ao Poder Executivo, sejam ao Ministério da Justiça ou ao Ministério da Saúde ou ainda ligadas ao Poder Judiciário. Apenas no Brasil e no Equador, as policias civis abraçam o trabalho pericial, muitas vezes gerando questionamentos quanto à produção de provas que o próprio aparelho policial requisita e a quem são destinadas as conclusões.
A tecnologia médica, evoluiu muito nos últimos anos e, com ela, a Medicina Legal; entretanto, são raros os centros em que o desenvolvimento bio-tecnológico disponibiliza os seus avanços em prol da justiça, apesar da importância da legisperícia como elemento probatório. A realidade se faz presente dentro das sala de necrópsia. A falta de material, as precárias instalações, enfim o sucateamento dos institutos Médico-Legais ofusca o brilho da ciência forense.
Dr. Luiz Carlos Leal Junior. Coordenador da Câmara Técnica de Medicina
Legal do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro.
Internet <Site Uol>. Acessado em 16/2/2008 (Com adaptações).
No fragmento "como elemento comprobatório", a palavra destacada pode ser substituída sem alterar o sentido do texto, por:
 

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