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Foram encontradas 62 questões.

991599 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: SEGPLAN-GO
Orgão: PC-GO

Analise as afirmativas que versam sobre compras públicas e assinale a VERDADEIRA.

 

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991454 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: SEGPLAN-GO
Orgão: PC-GO

Considerando que a imagem abaixo, foi extraída de uma planilha do software Excel, qual o resultado da fórmula =(SOMA(A1:C1)*A2-MÍNIMO(A2:C2))

Enunciado 991454-1

 

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988686 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: SEGPLAN-GO
Orgão: PC-GO

Segundo o Instituto Mauro Borges, o Porto Seco Centro Oeste S/A é um terminal alfandegado destinado ao armazenamento e movimentação de mercadorias, importadas ou destinadas à exportação, sendo utilizado como facilitador das operações de comércio exterior.

Marque a opção CORRETA, em que relaciona o município de localização do referido porto.

 

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988524 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: SEGPLAN-GO
Orgão: PC-GO

“A xacina do testo”

Apezar da xuva, muita jente esteve prezente ao ezersisio de jinastica qe teve lugar no colejio. Omens, mulheres e criansas, no fim, cantaram o Ino Nasional. Ouve pesoas qe ate xoraram de emosão cuando a festa terminou. Oje qem qiser pode asistir a nova aprezentasão.

A impressão é de escombros do que foi outrora a língua portuguesa em sua forma escrita. Como se tivesse sido atingida por uma bomba e alguns destroços irreconhecíveis houvessem sido resgatados da hecatombe. A comparação não é absurda. Tem o efeito de uma bomba a radical reforma ortográfica defendida pelo site Simplificando a Ortografia (simplificandoaortografia.com), criado pelo professor de português Ernani Pimentel. Sua proposta é acabar com letras que não se pronunciam, como o “H” no início de certas palavras e o “U” que se segue ao “Q” em “quintal” e “querido”, assim como a duplicidade de representação do mesmo som em “S” e “Z”, “SS” e “Ç” ou “G” e “J”.

Não é uma proposta inovadora. Para citar uma das que já se apresentaram com espírito semelhante no passado, o general Bertoldo Klinger, figura preeminente da Era Vargas, não só formulou a sua como a praticou – ele grafava seus textos segundo as regras que inventou. O general (aliás, jeneral) Klinger, em quem o reformador da língua escrita se misturava ao reformador do povo brasileiro, explicava: “Ortografia é lojica. Lojica é ordem. Sem ordem não a nasão. Logo, não a nasão sem ortografia lojica”. [...]

Essa história tem origem nas discórdias que se seguiram à assinatura, em 1990, do Acordo Ortográfico pelo qual os países de língua portuguesa se comprometeram a unificar suas regras ortográficas. Restrições surgiram em todos os países signatários. No Brasil, o acordo deveria entrar em vigor em 2009, e na prática realmente entrou, com sua adoção nas escolas, na imprensa e nas editoras de livros. Oficialmente, no entanto, dadas as divergências com os outros países, adiou-se a entrada em vigor para 2016.

Nesse vácuo entrou a Comissão de Educação [...], que decidiu rediscutir o acordo e criou um grupo de trabalho [...] Duas audiências públicas serão realizadas. Espera-se que, nelas, falem mais alto as palavras da professora Marília Ferreira, presidente da Associação Brasileira de Linguística [...]: “A ortografia não existe para representar a fala, mas é uma representação abstrata e convencional da língua. Para poder ser de fato funcional, a ortografia deve necessariamente afastar-se da diversidade da fala. Só assim se poderá garantir um sistema ortográfico estável e perene em que haja uma única representação gráfica para cada palavra. É essa representação única que torna possível que a palavra seja reconhecida em qualquer texto, independentemente de suas inúmeras pronúncias no espaço e no tempo”.

A alternativa é a xacina do testo em língua portugueza. A anarqia. A ecatombe.

(TOLEDO Roberto Pompeu de. A xacina do testo. Revista Veja. p. 106. 21 de setembro de 2014. Adaptado.)

“Ortografia é lógica”. A palavra sublinhada pode ser substituída pelo processo de sinonímia por:

 

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988521 Ano: 2018
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: SEGPLAN-GO
Orgão: PC-GO

Os princípios éticos são normas que nos obrigam a agir em função do valor do bem visado pela nossa ação, ou do objetivo final que dá sentido à vida humana; e não de um interesse puramente subjetivo, que não compartilhamos com a comunidade.
Esse valor objetivo deve ser considerado em todas as suas dimensões: no indivíduo, no grupo ou classe social, no povo, ou na própria humanidade. O alcance dos princípios éticos é ilimitado: na História, eles tendem a alcançar uma vigência universal.
Coloque (V) para VERDADEIRO e (F) para FALSO, no que diz respeito a princípios éticos nos parênteses das frases abaixo relacionadas, para a seguir assinalar a alternativa CORRETA.
( ) respeito a todos os seres vivos.
( ) não exercer a violência.
( ) tratar as pessoas com imparcialidade.
( ) obter sucesso na vida pelo dinheiro.
( ) valorizar a liberdade.
Assinale a alternativa correta:

 

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987983 Ano: 2018
Disciplina: Geografia
Banca: SEGPLAN-GO
Orgão: PC-GO

Segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Goiás possui população estimada de 6.778.772 habitantes, em 2017, que se distribuem em 246 municípios.

Marque a opção CORRETA em que está relacionada, em forma decrescente, os cinco maiores municípios de Goiás, em termos de população, no ano de 2017.

 

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987929 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: SEGPLAN-GO
Orgão: PC-GO

A CARTA DE AMOR

No momento em que Malvina ia pôr a frigideira no fogo, entrou a cozinheira com um envelope na mão. Isso bastou para que ela se tornasse nervosa. Seu coração pôs-se a bater precipitadamente e seu rosto se afogueou. Abriu-o com gesto decisivo e extraiu um papel verde-mar, sobre o qual se liam, em caracteres enérgicos, masculinos, estas palavras: “Você será amada…”.

Malvina empalideceu, apesar de já conhecer o conteúdo dessa carta verde-mar, que recebia todos os dias, havia já uma semana. Malvina estava apaixonada por um ente invisível, por um papel verde-mar, por três palavras e três pontos de reticências. “Você será amada…”. Há uma semana que vivia como ébria.

Olhava para a rua, e qualquer olhar de homem que se cruzasse com o seu, lhe fazia palpitar tumultuosamente o coração. Se o telefone tilintava, seu pensamento corria célere: talvez fosse “ele”. Se não conhecesse a causa desse transtorno, por certo Malvina já teria ido consultar um médico de doenças nervosas. Mandara examinar por um grafólogo a letra dessa carta. Fora em todas as papelarias à procura desse papel verde-mar e, inconscientemente, fora até ao correio ver se descobria o remetente no ato de atirar o envelope na caixa.

Tudo em vão. Quem escrevia, conseguia manter-se incógnito. Malvina teria feito tudo quanto ele quisesse. Nenhum empecilho para com o desconhecido. Mas para que ela pudesse realizar o seu sonho, era preciso que ele se tornasse homem de carne e osso. Malvina imaginava-o alto, moreno, com grandes olhos negros, forte e espadaúdo!

O seu cérebro trabalhava: seria ele casado? Não, não o era. Seria pobre? Não podia ser. Seria um grande industrial? Quem sabe?

As cartas de amor, verde-mar, haviam surgido na vida de Malvina como o dilúvio, transtornando-lhe o cérebro.

Afinal, no décimo dia, chegou a explicação do enigma. Foi uma coisa tão dramática, tão original, tão crível, que Malvina não teve nem um ataque de histerismo, nem uma crise de cólera. Ficou apenas petrificada.

“Você será amada… se usar, pela manhã, o creme de beleza Lua Cheia. O creme Lua Cheia é vendido em todas as farmácias e drogarias. Ninguém resistirá a você, se usar o creme Lua Cheia.”

Era o que continha o papel verde-mar, escrito em enérgicos caracteres masculinos. Ao voltar a si, Malvina arrastou-se até ao telefone:

– Alô! É Jorge quem está falando? Já pensei e resolvi casar-me com você. Sim, Jorge, amo-o! Ora, que pergunta! Pode vir.

A voz de Jorge estava rouca de felicidade!

E nunca soube a que devia tanta sorte!

(André Sinoldi)

O fato responsável por gerar conflito e desencadear a narrativa é:

 

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987106 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: SEGPLAN-GO
Orgão: PC-GO

A arte de ser feliz

Houve um tempo em que minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde, e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros, e meu coração ficava completamente feliz.

Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor... Outras vezes encontro nuvens espessas. Avisto crianças que vão para a escola. Pardais que pulam pelo muro. Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. Marimbondos que sempre me parecem personagens [...]. Às vezes, um galo canta. Às vezes, um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. E eu me sinto completamente feliz.

Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante de minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder ver assim.

Os sentimentos que prevalecem no texto são:

 

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987093 Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: SEGPLAN-GO
Orgão: PC-GO

O combate à criminalidade está entre os principais desafios na atualidade no Brasil. Sobre essa questão, em Goiás, é CORRETO afirmar:

 

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987066 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: SEGPLAN-GO
Orgão: PC-GO

“A xacina do testo”

Apezar da xuva, muita jente esteve prezente ao ezersisio de jinastica qe teve lugar no colejio. Omens, mulheres e criansas, no fim, cantaram o Ino Nasional. Ouve pesoas qe ate xoraram de emosão cuando a festa terminou. Oje qem qiser pode asistir a nova aprezentasão.

A impressão é de escombros do que foi outrora a língua portuguesa em sua forma escrita. Como se tivesse sido atingida por uma bomba e alguns destroços irreconhecíveis houvessem sido resgatados da hecatombe. A comparação não é absurda. Tem o efeito de uma bomba a radical reforma ortográfica defendida pelo site Simplificando a Ortografia (simplificandoaortografia.com), criado pelo professor de português Ernani Pimentel. Sua proposta é acabar com letras que não se pronunciam, como o “H” no início de certas palavras e o “U” que se segue ao “Q” em “quintal” e “querido”, assim como a duplicidade de representação do mesmo som em “S” e “Z”, “SS” e “Ç” ou “G” e “J”.

Não é uma proposta inovadora. Para citar uma das que já se apresentaram com espírito semelhante no passado, o general Bertoldo Klinger, figura preeminente da Era Vargas, não só formulou a sua como a praticou – ele grafava seus textos segundo as regras que inventou. O general (aliás, jeneral) Klinger, em quem o reformador da língua escrita se misturava ao reformador do povo brasileiro, explicava: “Ortografia é lojica. Lojica é ordem. Sem ordem não a nasão. Logo, não a nasão sem ortografia lojica”. [...]

Essa história tem origem nas discórdias que se seguiram à assinatura, em 1990, do Acordo Ortográfico pelo qual os países de língua portuguesa se comprometeram a unificar suas regras ortográficas. Restrições surgiram em todos os países signatários. No Brasil, o acordo deveria entrar em vigor em 2009, e na prática realmente entrou, com sua adoção nas escolas, na imprensa e nas editoras de livros. Oficialmente, no entanto, dadas as divergências com os outros países, adiou-se a entrada em vigor para 2016.

Nesse vácuo entrou a Comissão de Educação [...], que decidiu rediscutir o acordo e criou um grupo de trabalho [...] Duas audiências públicas serão realizadas. Espera-se que, nelas, falem mais alto as palavras da professora Marília Ferreira, presidente da Associação Brasileira de Linguística [...]: “A ortografia não existe para representar a fala, mas é uma representação abstrata e convencional da língua. Para poder ser de fato funcional, a ortografia deve necessariamente afastar-se da diversidade da fala. Só assim se poderá garantir um sistema ortográfico estável e perene em que haja uma única representação gráfica para cada palavra. É essa representação única que torna possível que a palavra seja reconhecida em qualquer texto, independentemente de suas inúmeras pronúncias no espaço e no tempo”.

A alternativa é a xacina do testo em língua portugueza. A anarqia. A ecatombe.

(TOLEDO Roberto Pompeu de. A xacina do testo. Revista Veja. p. 106. 21 de setembro de 2014. Adaptado.)

Para a professora Marília Ferreira, a ortografia tem como objetivo:

 

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