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Leia o texto abaixo:
Como viajar de trem pela Europa
Quando vale a pena? Segundo pesquisas, 75% dos viajantes................................................o trem. Entretanto, ................................................procurar outras opções. A vantagem do trem é que as estações são sempre bem localizadas, no centro das cidades (mesmo as pequenas). Mas a ideia de que esse tipo de transporte poupa dinheiro nem sempre é válida, principalmente para longas distâncias, quando compensa voar com aéreas low cost. Um trecho que leva acima de cinco horas nos trilhos pode ser vantajoso de avião, não só para o seu bolso como também para o seu tempo.
Os tipos de trem? Cada país da Europa, assim como de outros continentes,........................sua própria companhia ferroviária e algumas operam trechos internacionais. Existem os trens regionais (de distâncias relativamente curtas), os de alta velocidade e os panorâmicos. Em qualquer um, você pode escolher entre primeira ou segunda classe, que diferem em relação ao espaço das poltronas e aos serviços oferecidos, como alimentação e Wi-Fi. Tudo, na verdade,........................dicas!
Cabe a você escolher!
Fonte: http://revistaviajar.com.br/site/2017/11/14/ como-viajar-de-trem-pela-europa/
Acesso: 15/11/2017. Texto adaptado.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto, considerando a norma culta da língua escrita quanto ao uso da concordância verbal.
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Analise o quadrinho abaixo:

Em "Eu disse que você podia pegar uma maçã", a palavra sublinhada é:
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Texto 1
Arrumando a mala e o espírito
Lembro bem dos dias que antecederam a minha primeira viagem à Europa. Era como se eu estivesse prestes a embarcar para outra galáxia. Quê! Surpresas minhas. Tanto que, quando aterrissei em Londres, não foram os monumentos históricos que me causaram impacto, e sim o fato de me deparar com farmácias, paradas de ônibus e escolas. Meu devaneio não havia previsto o lugar-comum. Sei lá o que imaginava encontrar de tão insólito, só sei que caí na real: as cidades, pelo menos as ocidentais, têm estrutura muito similar: o que nos encanta, na verdade, é o confronto com o nosso outro eu, aquela parte de nós que nunca se conformou com a vida em prisão domiciliar.
Viajar é correr atrás do nosso eu ancestral, aquele rebelde que escapou da domesticação e que não vê a hora do reencontro com sua alma peregrina. Quando pensamos em todas as opções que o planeta oferece, dá uma certa vertigem. Qual o melhor lugar para arrancar a gravata, tirar o salto alto e ficar desnudo para si mesmo? Diante de quais das sete maravilhas do mundo conseguiremos redimensionar o nosso próprio tamanho e passar a viver com mais humildade, prazer e leveza?
Sem ilusões: estamos falando de turismo, e não de um retiro espiritual. O melhor local para conhecer a si mesmo é onde se está todos os dias da semana em todos os anos da vida, uma viagem que não termina e que acontece dentro da gente. O processo é interno, sempre foi. Viajar é apenas o tubo de oxigênio que nos permite mergulhar mais fundo na nossa estranheza e insegurança. Mesmo por uma semana? Que seja. É mais do que dura uma viagem lisérgica. E dessa droga ninguém deveria prescindir, o vício incurável no deslumbre.
Martha Medeiros
Fonte: Revista Viagem e Turismo. Fevereiro de 2017. Texto Adaptado.
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