Foram encontradas 80 questões.
Considere as afirmações:
Alguns equilibristas trabalham em circos. Todos os ciclistas são equilibristas.
A partir dessas afirmações, é correto concluir que
Alguns equilibristas trabalham em circos. Todos os ciclistas são equilibristas.
A partir dessas afirmações, é correto concluir que
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Considere as afirmações:
Se Douglas estudar muito, então Juliana acordará cedo. Manoel irá à feira ou Juliana acordará cedo. Raquel dormirá até tarde ou Manoel não irá à feira. Juliana não acordará cedo.
Sabendo que as afirmações anteriores são VERDADEIRAS, é correto concluir que
Se Douglas estudar muito, então Juliana acordará cedo. Manoel irá à feira ou Juliana acordará cedo. Raquel dormirá até tarde ou Manoel não irá à feira. Juliana não acordará cedo.
Sabendo que as afirmações anteriores são VERDADEIRAS, é correto concluir que
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Nos termos da Constituição do Estado de São Paulo, lei
específica definirá a organização, o funcionamento e as
atribuições da Superintendência da Polícia Técnico-Científica,
que será
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Com relação à estabilidade prevista na Lei nº
10.261, de
28 de outubro de 1968, assinale a alternativa correta.
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Leia o texto, para responder a questão.
Escravos no século XXI
Esses retratos, junto com muitos outros, formam uma
galeria que o país não gosta de ver. São vários Antônios,
vários Franciscos, vários Josés que dão carne e osso a um
grande drama brasileiro: o trabalho em condições análogas
às de escravidão. Sim, todas essas pessoas foram escravizadas
– em pleno século XXI.
Enredadas em dívidas impagáveis, manipuladas pelos
patrões e submetidas a situações deploráveis no trabalho,
elas chegaram a beber a mesma água que os porcos, e algumas
sofreram a humilhação máxima de ser espancadas, para
não falar de constantes ameaças de morte.
Quando os livros escolares informam que a escravidão
foi abolida no Brasil em 13 de maio de 1888, há exatos 130
anos, fica faltando dizer que se encerrou a escravidão negra
– e que, ainda hoje, a escravidão persiste, só que agora é
multiétnica.
Estima-se que atualmente 160000 brasileiros trabalhem
e vivam no país em condições semelhantes às de escravidão
– ou seja, estão submetidos a trabalho forçado, servidão por
meio de dívidas, jornadas exaustivas e circunstâncias degradantes
(em relação a moradia e alimentação, por exemplo).
Comparada aos milhões de africanos trazidos para o país
para trabalhar como escravos, a cifra atual poderia indicar
alguma melhora, mas abrigar 160000 pessoas escravizadas
é um escândalo humano de proporções épicas. Em 1995, o
governo federal reconheceu oficialmente a continuidade daquele
crime inclassificável – e criou uma comissão destinada
a fiscalizar o trabalho escravo. O pior é que, em vez de
melhorar, a situação está ficando mais grave.
(Jennifer Ann Thomas, Veja, 09 de maio de 2018. Adaptado)
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Leia o texto, para responder a questão.
Escravos no século XXI
Esses retratos, junto com muitos outros, formam uma
galeria que o país não gosta de ver. São vários Antônios,
vários Franciscos, vários Josés que dão carne e osso a um
grande drama brasileiro: o trabalho em condições análogas
às de escravidão. Sim, todas essas pessoas foram escravizadas
– em pleno século XXI.
Enredadas em dívidas impagáveis, manipuladas pelos
patrões e submetidas a situações deploráveis no trabalho,
elas chegaram a beber a mesma água que os porcos, e algumas
sofreram a humilhação máxima de ser espancadas, para
não falar de constantes ameaças de morte.
Quando os livros escolares informam que a escravidão
foi abolida no Brasil em 13 de maio de 1888, há exatos 130
anos, fica faltando dizer que se encerrou a escravidão negra
– e que, ainda hoje, a escravidão persiste, só que agora é
multiétnica.
Estima-se que atualmente 160000 brasileiros trabalhem
e vivam no país em condições semelhantes às de escravidão
– ou seja, estão submetidos a trabalho forçado, servidão por
meio de dívidas, jornadas exaustivas e circunstâncias degradantes
(em relação a moradia e alimentação, por exemplo).
Comparada aos milhões de africanos trazidos para o país
para trabalhar como escravos, a cifra atual poderia indicar
alguma melhora, mas abrigar 160000 pessoas escravizadas
é um escândalo humano de proporções épicas. Em 1995, o
governo federal reconheceu oficialmente a continuidade daquele
crime inclassificável – e criou uma comissão destinada
a fiscalizar o trabalho escravo. O pior é que, em vez de
melhorar, a situação está ficando mais grave.
(Jennifer Ann Thomas, Veja, 09 de maio de 2018. Adaptado)
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Escravos no século XXI
Esses retratos, junto com muitos outros, formam uma
galeria que o país não gosta de ver. São vários Antônios,
vários Franciscos, vários Josés que dão carne e osso a um
grande drama brasileiro: o trabalho em condições análogas
às de escravidão. Sim, todas essas pessoas foram escravizadas
– em pleno século XXI.
Enredadas em dívidas impagáveis, manipuladas pelos
patrões e submetidas a situações deploráveis no trabalho,
elas chegaram a beber a mesma água que os porcos, e algumas
sofreram a humilhação máxima de ser espancadas, para
não falar de constantes ameaças de morte.
Quando os livros escolares informam que a escravidão
foi abolida no Brasil em 13 de maio de 1888, há exatos 130
anos, fica faltando dizer que se encerrou a escravidão negra
– e que, ainda hoje, a escravidão persiste, só que agora é
multiétnica.
Estima-se que atualmente 160000 brasileiros trabalhem
e vivam no país em condições semelhantes às de escravidão
– ou seja, estão submetidos a trabalho forçado, servidão por
meio de dívidas, jornadas exaustivas e circunstâncias degradantes
(em relação a moradia e alimentação, por exemplo).
Comparada aos milhões de africanos trazidos para o país
para trabalhar como escravos, a cifra atual poderia indicar
alguma melhora, mas abrigar 160000 pessoas escravizadas
é um escândalo humano de proporções épicas. Em 1995, o
governo federal reconheceu oficialmente a continuidade daquele
crime inclassificável – e criou uma comissão destinada
a fiscalizar o trabalho escravo. O pior é que, em vez de
melhorar, a situação está ficando mais grave.
(Jennifer Ann Thomas, Veja, 09 de maio de 2018. Adaptado)
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Leia o texto, para responder a questão.
Frei Caneca e a Virgem Maria
No dia 13 de janeiro de 1825, um condenado caminhava
com passos firmes na direção da forca, no centro do Recife.
Era o frei Joaquim do Amor Divino Caneca, o lendário Frei
Caneca, lutador incansável pela independência do Brasil. Ele
tinha participado da revolta da Confederação do Equador,
sufocada pelo governo de Pernambuco. Vestia o hábito da
Irmandade da Madre de Deus. Sob o olhar curioso da multidão,
foi submetido ao degradante ritual da desautoração*,
perdendo os direitos eclesiásticos, para que pudesse enfrentar
o suplício da forca.
Impassível e altivo, deixou que os monges despissem
suas vestes sagradas. Permaneceu firme quando recebeu na
tonsura** o golpe simbólico da excomunhão. O carrasco já se
preparava para o gesto fatal, quando recuou, com o rosto pálido,
dizendo que a Virgem Maria estava junto ao condenado.
Veio então o ajudante do carrasco, que também se recusou
a executar Frei Caneca, diante da visão da Virgem Maria.
Aí foram buscar dois escravos. E esses, mesmo duramente
açoitados, negaram-se a participar da execução. O juiz mandou
trazer dois presos da cadeia pública e lhes ofereceu a
liberdade em troca da execução de Frei Caneca. E eles igualmente
se negaram, alegando a visão da Virgem Maria.
Mas era preciso matar Frei Caneca de qualquer jeito,
como exemplo para desencorajar futuros conspiradores. O
juiz então ordenou que ele fosse fuzilado. Percebendo que os
soldados tremiam com as armas na mão, Frei Caneca procurou
exortá-los:
– Vamos, meus amigos. Não me façam sofrer muito. Virgem
Maria há de compreender os vossos temores. Tenham
fé, ela já os perdoou.
E os tiros provocaram um arrepio na multidão silenciosa.
(Eloy Terra. 500 anos: Crônicas pitorescas da história do Brasil. Adaptado)
*Desautoração: privação da dignidade do cargo, como medida punitiva.
**Tonsura: corte redondo dos cabelos no topo da cabeça dos clérigos.
É correto concluir que
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Leia o texto, para responder a questão.
Escravos no século XXI
Esses retratos, junto com muitos outros, formam uma
galeria que o país não gosta de ver. São vários Antônios,
vários Franciscos, vários Josés que dão carne e osso a um
grande drama brasileiro: o trabalho em condições análogas
às de escravidão. Sim, todas essas pessoas foram escravizadas
– em pleno século XXI.
Enredadas em dívidas impagáveis, manipuladas pelos
patrões e submetidas a situações deploráveis no trabalho,
elas chegaram a beber a mesma água que os porcos, e algumas
sofreram a humilhação máxima de ser espancadas, para
não falar de constantes ameaças de morte.
Quando os livros escolares informam que a escravidão
foi abolida no Brasil em 13 de maio de 1888, há exatos 130
anos, fica faltando dizer que se encerrou a escravidão negra
– e que, ainda hoje, a escravidão persiste, só que agora é
multiétnica.
Estima-se que atualmente 160000 brasileiros trabalhem
e vivam no país em condições semelhantes às de escravidão
– ou seja, estão submetidos a trabalho forçado, servidão por
meio de dívidas, jornadas exaustivas e circunstâncias degradantes
(em relação a moradia e alimentação, por exemplo).
Comparada aos milhões de africanos trazidos para o país
para trabalhar como escravos, a cifra atual poderia indicar
alguma melhora, mas abrigar 160000 pessoas escravizadas
é um escândalo humano de proporções épicas. Em 1995, o
governo federal reconheceu oficialmente a continuidade daquele
crime inclassificável – e criou uma comissão destinada
a fiscalizar o trabalho escravo. O pior é que, em vez de
melhorar, a situação está ficando mais grave.
(Jennifer Ann Thomas, Veja, 09 de maio de 2018. Adaptado)
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Leia o texto, para responder a questão.
Frei Caneca e a Virgem Maria
No dia 13 de janeiro de 1825, um condenado caminhava
com passos firmes na direção da forca, no centro do Recife.
Era o frei Joaquim do Amor Divino Caneca, o lendário Frei
Caneca, lutador incansável pela independência do Brasil. Ele
tinha participado da revolta da Confederação do Equador,
sufocada pelo governo de Pernambuco. Vestia o hábito da
Irmandade da Madre de Deus. Sob o olhar curioso da multidão,
foi submetido ao degradante ritual da desautoração*,
perdendo os direitos eclesiásticos, para que pudesse enfrentar
o suplício da forca.
Impassível e altivo, deixou que os monges despissem
suas vestes sagradas. Permaneceu firme quando recebeu na
tonsura** o golpe simbólico da excomunhão. O carrasco já se
preparava para o gesto fatal, quando recuou, com o rosto pálido,
dizendo que a Virgem Maria estava junto ao condenado.
Veio então o ajudante do carrasco, que também se recusou
a executar Frei Caneca, diante da visão da Virgem Maria.
Aí foram buscar dois escravos. E esses, mesmo duramente
açoitados, negaram-se a participar da execução. O juiz mandou
trazer dois presos da cadeia pública e lhes ofereceu a
liberdade em troca da execução de Frei Caneca. E eles igualmente
se negaram, alegando a visão da Virgem Maria.
Mas era preciso matar Frei Caneca de qualquer jeito,
como exemplo para desencorajar futuros conspiradores. O
juiz então ordenou que ele fosse fuzilado. Percebendo que os
soldados tremiam com as armas na mão, Frei Caneca procurou
exortá-los:
– Vamos, meus amigos. Não me façam sofrer muito. Virgem
Maria há de compreender os vossos temores. Tenham
fé, ela já os perdoou.
E os tiros provocaram um arrepio na multidão silenciosa.
(Eloy Terra. 500 anos: Crônicas pitorescas da história do Brasil. Adaptado)
*Desautoração: privação da dignidade do cargo, como medida punitiva.
**Tonsura: corte redondo dos cabelos no topo da cabeça dos clérigos.
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