Foram encontradas 80 questões.
Considere as afirmações a seguir:
I. Se André é detalhista, então Bianca é cuidadosa.
II. Bianca é cuidadosa e Caio é persistente.
III. Se Caio não é persistente, então Deise não é resiliente.
IV. Ou Deise é resiliente ou Elisa é criativa.
V. Elisa não é criativa.
As afirmações I, III, IV e V são verdades e a afirmação II é falsidade.
Com essas informações, é logicamente verdade que
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Mais de 10 mil estruturas monumentais construídas pelos indígenas da Amazônia antes da chegada dos europeus ainda estão à espera de arqueólogos que as descubram, segundo uma nova estimativa. Se a inferência estiver correta, a região abrigava uma malha de sociedades complexas e populosas ainda maior do que a que se imaginava até agora.
“Ainda maior” é a expressão correta, porque as últimas décadas de pesquisa arqueológica já revelaram uma imagem muito diferente da Amazônia supostamente quase vazia e intocada que ainda está na cabeça de muita gente.
Monumentos e estruturas feitos principalmente com terra batida e matéria-prima vegetal — estradas largas com vários quilômetros de extensão, morros artificiais, valas, muralhas em vilas fortificadas e represas, por exemplo — têm sido mapeados em diversos trechos da região.
A maioria dessas estruturas parece ter sido construída a partir de 2 000 anos atrás e, em muitos casos, só pôde ser mapeada porque o desmatamento das últimas décadas fez com que elas voltassem a ser visíveis. O novo estudo, coordenado por pesquisadores do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), valeu-se de uma técnica que “limpa” digitalmente a mata que ainda está de pé para enxergar o que está debaixo dela.
No estudo, Vinicius Peripato, Luiz Aragão e seus colegas do Inpe e de diversas outras instituições usaram o chamado Lidar, que pode ser comparado a uma espécie de radar que usa laser em vez de ondas de rádio.
O princípio é simples: acima da superfície, disparam-se pulsos de laser que são rebatidos pelas estruturas que estão no solo, como se fossem ecos. Os padrões de rebatimento da luz são diferentes dependendo da altura das estruturas no solo, o que ajuda a criar uma espécie de mapa 3D do chão mesmo se ele estiver coberto pela floresta.
Mapeamentos com Lidar já foram empregados com sucesso nas áreas habitadas pela civilização maia na América Central e no México, permitindo a visualização de construções que a mata havia encoberto. A aplicação da tecnologia com fins arqueológicos na Amazônia ainda é restrita, mas tem avançado.
(Reinaldo José Lopes. Amazônia esconde mais de 10 mil monumentos
construídos por indígenas. Folha de S. Paulo. 06.10.2023. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a vírgula foi empregada para separar um trecho com sentido explicativo.
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Mais de 10 mil estruturas monumentais construídas pelos indígenas da Amazônia antes da chegada dos europeus ainda estão à espera de arqueólogos que as descubram, segundo uma nova estimativa. Se a inferência estiver correta, a região abrigava uma malha de sociedades complexas e populosas ainda maior do que a que se imaginava até agora.
“Ainda maior” é a expressão correta, porque as últimas décadas de pesquisa arqueológica já revelaram uma imagem muito diferente da Amazônia supostamente quase vazia e intocada que ainda está na cabeça de muita gente.
Monumentos e estruturas feitos principalmente com terra batida e matéria-prima vegetal — estradas largas com vários quilômetros de extensão, morros artificiais, valas, muralhas em vilas fortificadas e represas, por exemplo — têm sido mapeados em diversos trechos da região.
A maioria dessas estruturas parece ter sido construída a partir de 2 000 anos atrás e, em muitos casos, só pôde ser mapeada porque o desmatamento das últimas décadas fez com que elas voltassem a ser visíveis. O novo estudo, coordenado por pesquisadores do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), valeu-se de uma técnica que “limpa” digitalmente a mata que ainda está de pé para enxergar o que está debaixo dela.
No estudo, Vinicius Peripato, Luiz Aragão e seus colegas do Inpe e de diversas outras instituições usaram o chamado Lidar, que pode ser comparado a uma espécie de radar que usa laser em vez de ondas de rádio.
O princípio é simples: acima da superfície, disparam-se pulsos de laser que são rebatidos pelas estruturas que estão no solo, como se fossem ecos. Os padrões de rebatimento da luz são diferentes dependendo da altura das estruturas no solo, o que ajuda a criar uma espécie de mapa 3D do chão mesmo se ele estiver coberto pela floresta.
Mapeamentos com Lidar já foram empregados com sucesso nas áreas habitadas pela civilização maia na América Central e no México, permitindo a visualização de construções que a mata havia encoberto. A aplicação da tecnologia com fins arqueológicos na Amazônia ainda é restrita, mas tem avançado.
(Reinaldo José Lopes. Amazônia esconde mais de 10 mil monumentos
construídos por indígenas. Folha de S. Paulo. 06.10.2023. Adaptado)
Considere os trechos a seguir:
• … as últimas décadas de pesquisa arqueológica já revelaram uma imagem… (2º parágrafo)
• … o que ajuda a criar uma espécie de mapa 3D… (6º parágrafo)
As expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente, em conformidade com a norma-padrão de emprego e colocação dos pronomes, por:
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Mais de 10 mil estruturas monumentais construídas pelos indígenas da Amazônia antes da chegada dos europeus ainda estão à espera de arqueólogos que as descubram, segundo uma nova estimativa. Se a inferência estiver correta, a região abrigava uma malha de sociedades complexas e populosas ainda maior do que a que se imaginava até agora.
“Ainda maior” é a expressão correta, porque as últimas décadas de pesquisa arqueológica já revelaram uma imagem muito diferente da Amazônia supostamente quase vazia e intocada que ainda está na cabeça de muita gente.
Monumentos e estruturas feitos principalmente com terra batida e matéria-prima vegetal — estradas largas com vários quilômetros de extensão, morros artificiais, valas, muralhas em vilas fortificadas e represas, por exemplo — têm sido mapeados em diversos trechos da região.
A maioria dessas estruturas parece ter sido construída a partir de 2 000 anos atrás e, em muitos casos, só pôde ser mapeada porque o desmatamento das últimas décadas fez com que elas voltassem a ser visíveis. O novo estudo, coordenado por pesquisadores do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), valeu-se de uma técnica que “limpa” digitalmente a mata que ainda está de pé para enxergar o que está debaixo dela.
No estudo, Vinicius Peripato, Luiz Aragão e seus colegas do Inpe e de diversas outras instituições usaram o chamado Lidar, que pode ser comparado a uma espécie de radar que usa laser em vez de ondas de rádio.
O princípio é simples: acima da superfície, disparam-se pulsos de laser que são rebatidos pelas estruturas que estão no solo, como se fossem ecos. Os padrões de rebatimento da luz são diferentes dependendo da altura das estruturas no solo, o que ajuda a criar uma espécie de mapa 3D do chão mesmo se ele estiver coberto pela floresta.
Mapeamentos com Lidar já foram empregados com sucesso nas áreas habitadas pela civilização maia na América Central e no México, permitindo a visualização de construções que a mata havia encoberto. A aplicação da tecnologia com fins arqueológicos na Amazônia ainda é restrita, mas tem avançado.
(Reinaldo José Lopes. Amazônia esconde mais de 10 mil monumentos
construídos por indígenas. Folha de S. Paulo. 06.10.2023. Adaptado)
Considere os trechos a seguir:
• Se a inferência estiver correta, a região abrigava uma malha de sociedades complexas... (1º parágrafo).
• ... o que ajuda a criar uma espécie de mapa 3D do chão mesmo se ele estiver coberto pela floresta (6º parágrafo).
Mantendo-se o sentido original e a correção gramatical, os trechos destacados podem ser substituídos, correta e respectivamente, por:
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Mais de 10 mil estruturas monumentais construídas pelos indígenas da Amazônia antes da chegada dos europeus ainda estão à espera de arqueólogos que as descubram, segundo uma nova estimativa. Se a inferência estiver correta, a região abrigava uma malha de sociedades complexas e populosas ainda maior do que a que se imaginava até agora.
“Ainda maior” é a expressão correta, porque as últimas décadas de pesquisa arqueológica já revelaram uma imagem muito diferente da Amazônia supostamente quase vazia e intocada que ainda está na cabeça de muita gente.
Monumentos e estruturas feitos principalmente com terra batida e matéria-prima vegetal — estradas largas com vários quilômetros de extensão, morros artificiais, valas, muralhas em vilas fortificadas e represas, por exemplo — têm sido mapeados em diversos trechos da região.
A maioria dessas estruturas parece ter sido construída a partir de 2 000 anos atrás e, em muitos casos, só pôde ser mapeada porque o desmatamento das últimas décadas fez com que elas voltassem a ser visíveis. O novo estudo, coordenado por pesquisadores do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), valeu-se de uma técnica que “limpa” digitalmente a mata que ainda está de pé para enxergar o que está debaixo dela.
No estudo, Vinicius Peripato, Luiz Aragão e seus colegas do Inpe e de diversas outras instituições usaram o chamado Lidar, que pode ser comparado a uma espécie de radar que usa laser em vez de ondas de rádio.
O princípio é simples: acima da superfície, disparam-se pulsos de laser que são rebatidos pelas estruturas que estão no solo, como se fossem ecos. Os padrões de rebatimento da luz são diferentes dependendo da altura das estruturas no solo, o que ajuda a criar uma espécie de mapa 3D do chão mesmo se ele estiver coberto pela floresta.
Mapeamentos com Lidar já foram empregados com sucesso nas áreas habitadas pela civilização maia na América Central e no México, permitindo a visualização de construções que a mata havia encoberto. A aplicação da tecnologia com fins arqueológicos na Amazônia ainda é restrita, mas tem avançado.
(Reinaldo José Lopes. Amazônia esconde mais de 10 mil monumentos
construídos por indígenas. Folha de S. Paulo. 06.10.2023. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com o que se afirma no texto e com a norma-padrão de concordância.
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Restam outros sistemas fora
do solar a colonizar.
Ao acabarem todos
só resta ao homem
(estará equipado?)
a dificílima dangerosíssima1 viagem
de si a si mesmo:
pôr o pé no chão
do seu coração
experimentar
colonizar
civilizar
humanizar
o homem
descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas
a perene, insuspeitada alegria
de conviver.
(Carlos Drummond de Andrade. Poesia e Prosa.
Rio de Janeiro: Ed. Aguilar, 1992)
1dangerosíssima: do inglês “danger”, que significa “perigo”.
Assinale a alternativa que apresenta informação correta a respeito dos elementos sintáticos do poema.
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Restam outros sistemas fora
do solar a colonizar.
Ao acabarem todos
só resta ao homem
(estará equipado?)
a dificílima dangerosíssima1 viagem
de si a si mesmo:
pôr o pé no chão
do seu coração
experimentar
colonizar
civilizar
humanizar
o homem
descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas
a perene, insuspeitada alegria
de conviver.
(Carlos Drummond de Andrade. Poesia e Prosa.
Rio de Janeiro: Ed. Aguilar, 1992)
1dangerosíssima: do inglês “danger”, que significa “perigo”.
No poema, a forma verbal empregada para indicar incerteza sobre os fatos é:
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Restam outros sistemas fora
do solar a colonizar.
Ao acabarem todos
só resta ao homem
(estará equipado?)
a dificílima dangerosíssima1 viagem
de si a si mesmo:
pôr o pé no chão
do seu coração
experimentar
colonizar
civilizar
humanizar
o homem
descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas
a perene, insuspeitada alegria
de conviver.
(Carlos Drummond de Andrade. Poesia e Prosa.
Rio de Janeiro: Ed. Aguilar, 1992)
1dangerosíssima: do inglês “danger”, que significa “perigo”.
Foi empregado em sentido figurado, no contexto em que se encontra, o termo:
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Restam outros sistemas fora
do solar a colonizar.
Ao acabarem todos
só resta ao homem
(estará equipado?)
a dificílima dangerosíssima1 viagem
de si a si mesmo:
pôr o pé no chão
do seu coração
experimentar
colonizar
civilizar
humanizar
o homem
descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas
a perene, insuspeitada alegria
de conviver.
(Carlos Drummond de Andrade. Poesia e Prosa.
Rio de Janeiro: Ed. Aguilar, 1992)
1dangerosíssima: do inglês “danger”, que significa “perigo”.
A partir da leitura do poema, é correto afirmar que o eu-lírico
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Em relação às aplicações forenses do DNA, é afirmar:
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