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3052108 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 71 a 75.

Sinal verde à faixa azul

Na sua concepção original, o Código de Trânsito Brasileiro proibia motocicletas de circular entre as fileiras de carros. Mas, por ordem do então presidente Fernando Henrique Cardoso, a norma foi vetada e liberou-se o chamado “corredor”.

À época, a decisão dividiu especialistas – afinal, por questões de segurança, o desenho inicial determinava que as motos rodassem nas faixas, atrás dos demais veículos.

Com os corredores livres, o risco de acidentes cresceria consideravelmente; sem isso, entretanto, a agilidade das duas rodas, principalmente nos centros urbanos, seria afetada. Os obstáculos para fiscalizar eventuais infrações eram outro complicador.

Ainda em fase de testes, as faixas exclusivas para motos, criadas na cidade de São Paulo, são um alento diante desse morticínio. Pintadas de azul para delimitar a distância entre um carro e outro, as duas vias em operação completaram um ano e nove meses sem registrar óbitos desde o início da experiência.

É auspiciosa, pois, a liberação das faixas azuis por parte da Secretaria Nacional de Trânsito em mais dez avenidas – outras quatro tiveram a autorização renovada, mas ainda não estão em funcionamento.

A eficácia da iniciativa decerto exige mais observação, mas já atrai o interesse de outras cidades do país. Políticas como essa devem vir acompanhadas de campanhas educativas, rígida fiscalização e, sobretudo, respeito às leis de trânsito – por motociclistas ou motoristas.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 02.10.2023. Adaptado)

No título do texto, a expressão “Sinal verde” está empregada em sentido

 

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3052107 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 71 a 75.

Sinal verde à faixa azul

Na sua concepção original, o Código de Trânsito Brasileiro proibia motocicletas de circular entre as fileiras de carros. Mas, por ordem do então presidente Fernando Henrique Cardoso, a norma foi vetada e liberou-se o chamado “corredor”.

À época, a decisão dividiu especialistas – afinal, por questões de segurança, o desenho inicial determinava que as motos rodassem nas faixas, atrás dos demais veículos.

Com os corredores livres, o risco de acidentes cresceria consideravelmente; sem isso, entretanto, a agilidade das duas rodas, principalmente nos centros urbanos, seria afetada. Os obstáculos para fiscalizar eventuais infrações eram outro complicador.

Ainda em fase de testes, as faixas exclusivas para motos, criadas na cidade de São Paulo, são um alento diante desse morticínio. Pintadas de azul para delimitar a distância entre um carro e outro, as duas vias em operação completaram um ano e nove meses sem registrar óbitos desde o início da experiência.

É auspiciosa, pois, a liberação das faixas azuis por parte da Secretaria Nacional de Trânsito em mais dez avenidas – outras quatro tiveram a autorização renovada, mas ainda não estão em funcionamento.

A eficácia da iniciativa decerto exige mais observação, mas já atrai o interesse de outras cidades do país. Políticas como essa devem vir acompanhadas de campanhas educativas, rígida fiscalização e, sobretudo, respeito às leis de trânsito – por motociclistas ou motoristas.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 02.10.2023. Adaptado)

De acordo com o editorial, a criação de faixas exclusivas para motos é considerada

 

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3052106 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
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Mais de 10 mil estruturas monumentais construídas pelos indígenas da Amazônia antes da chegada dos europeus ainda estão à espera de arqueólogos que as descubram, segundo uma nova estimativa. Se a inferência estiver correta, a região abrigava uma malha de sociedades complexas e populosas ainda maior do que a que se imaginava até agora.

“Ainda maior” é a expressão correta, porque as últimas décadas de pesquisa arqueológica já revelaram uma imagem muito diferente da Amazônia supostamente quase vazia e intocada que ainda está na cabeça de muita gente.

Monumentos e estruturas feitos principalmente com terra batida e matéria-prima vegetal — estradas largas com vários quilômetros de extensão, morros artificiais, valas, muralhas em vilas fortificadas e represas, por exemplo — têm sido mapeados em diversos trechos da região.

A maioria dessas estruturas parece ter sido construída a partir de 2 000 anos atrás e, em muitos casos, só pôde ser mapeada porque o desmatamento das últimas décadas fez com que elas voltassem a ser visíveis. O novo estudo, coordenado por pesquisadores do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), valeu-se de uma técnica que “limpa” digitalmente a mata que ainda está de pé para enxergar o que está debaixo dela.

No estudo, Vinicius Peripato, Luiz Aragão e seus colegas do Inpe e de diversas outras instituições usaram o chamado Lidar, que pode ser comparado a uma espécie de radar que usa laser em vez de ondas de rádio.

O princípio é simples: acima da superfície, disparam-se pulsos de laser que são rebatidos pelas estruturas que estão no solo, como se fossem ecos. Os padrões de rebatimento da luz são diferentes dependendo da altura das estruturas no solo, o que ajuda a criar uma espécie de mapa 3D do chão mesmo se ele estiver coberto pela floresta.

Mapeamentos com Lidar já foram empregados com sucesso nas áreas habitadas pela civilização maia na América Central e no México, permitindo a visualização de construções que a mata havia encoberto. A aplicação da tecnologia com fins arqueológicos na Amazônia ainda é restrita, mas tem avançado.

(Reinaldo José Lopes. Amazônia esconde mais de 10 mil monumentos

construídos por indígenas. Folha de S. Paulo. 06.10.2023. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a vírgula foi empregada para separar um trecho com sentido explicativo.

 

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3052105 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
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Mais de 10 mil estruturas monumentais construídas pelos indígenas da Amazônia antes da chegada dos europeus ainda estão à espera de arqueólogos que as descubram, segundo uma nova estimativa. Se a inferência estiver correta, a região abrigava uma malha de sociedades complexas e populosas ainda maior do que a que se imaginava até agora.

“Ainda maior” é a expressão correta, porque as últimas décadas de pesquisa arqueológica já revelaram uma imagem muito diferente da Amazônia supostamente quase vazia e intocada que ainda está na cabeça de muita gente.

Monumentos e estruturas feitos principalmente com terra batida e matéria-prima vegetal — estradas largas com vários quilômetros de extensão, morros artificiais, valas, muralhas em vilas fortificadas e represas, por exemplo — têm sido mapeados em diversos trechos da região.

A maioria dessas estruturas parece ter sido construída a partir de 2 000 anos atrás e, em muitos casos, só pôde ser mapeada porque o desmatamento das últimas décadas fez com que elas voltassem a ser visíveis. O novo estudo, coordenado por pesquisadores do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), valeu-se de uma técnica que “limpa” digitalmente a mata que ainda está de pé para enxergar o que está debaixo dela.

No estudo, Vinicius Peripato, Luiz Aragão e seus colegas do Inpe e de diversas outras instituições usaram o chamado Lidar, que pode ser comparado a uma espécie de radar que usa laser em vez de ondas de rádio.

O princípio é simples: acima da superfície, disparam-se pulsos de laser que são rebatidos pelas estruturas que estão no solo, como se fossem ecos. Os padrões de rebatimento da luz são diferentes dependendo da altura das estruturas no solo, o que ajuda a criar uma espécie de mapa 3D do chão mesmo se ele estiver coberto pela floresta.

Mapeamentos com Lidar já foram empregados com sucesso nas áreas habitadas pela civilização maia na América Central e no México, permitindo a visualização de construções que a mata havia encoberto. A aplicação da tecnologia com fins arqueológicos na Amazônia ainda é restrita, mas tem avançado.

(Reinaldo José Lopes. Amazônia esconde mais de 10 mil monumentos

construídos por indígenas. Folha de S. Paulo. 06.10.2023. Adaptado)

Considere os trechos a seguir:

• … as últimas décadas de pesquisa arqueológica já revelaram uma imagem… (2º parágrafo)

• … o que ajuda a criar uma espécie de mapa 3D… (6º parágrafo)

As expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente, em conformidade com a norma-padrão de emprego e colocação dos pronomes, por:

 

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3052104 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
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Mais de 10 mil estruturas monumentais construídas pelos indígenas da Amazônia antes da chegada dos europeus ainda estão à espera de arqueólogos que as descubram, segundo uma nova estimativa. Se a inferência estiver correta, a região abrigava uma malha de sociedades complexas e populosas ainda maior do que a que se imaginava até agora.

“Ainda maior” é a expressão correta, porque as últimas décadas de pesquisa arqueológica já revelaram uma imagem muito diferente da Amazônia supostamente quase vazia e intocada que ainda está na cabeça de muita gente.

Monumentos e estruturas feitos principalmente com terra batida e matéria-prima vegetal — estradas largas com vários quilômetros de extensão, morros artificiais, valas, muralhas em vilas fortificadas e represas, por exemplo — têm sido mapeados em diversos trechos da região.

A maioria dessas estruturas parece ter sido construída a partir de 2 000 anos atrás e, em muitos casos, só pôde ser mapeada porque o desmatamento das últimas décadas fez com que elas voltassem a ser visíveis. O novo estudo, coordenado por pesquisadores do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), valeu-se de uma técnica que “limpa” digitalmente a mata que ainda está de pé para enxergar o que está debaixo dela.

No estudo, Vinicius Peripato, Luiz Aragão e seus colegas do Inpe e de diversas outras instituições usaram o chamado Lidar, que pode ser comparado a uma espécie de radar que usa laser em vez de ondas de rádio.

O princípio é simples: acima da superfície, disparam-se pulsos de laser que são rebatidos pelas estruturas que estão no solo, como se fossem ecos. Os padrões de rebatimento da luz são diferentes dependendo da altura das estruturas no solo, o que ajuda a criar uma espécie de mapa 3D do chão mesmo se ele estiver coberto pela floresta.

Mapeamentos com Lidar já foram empregados com sucesso nas áreas habitadas pela civilização maia na América Central e no México, permitindo a visualização de construções que a mata havia encoberto. A aplicação da tecnologia com fins arqueológicos na Amazônia ainda é restrita, mas tem avançado.

(Reinaldo José Lopes. Amazônia esconde mais de 10 mil monumentos

construídos por indígenas. Folha de S. Paulo. 06.10.2023. Adaptado)

Considere os trechos a seguir:

Se a inferência estiver correta, a região abrigava uma malha de sociedades complexas... (1º parágrafo).

• ... o que ajuda a criar uma espécie de mapa 3D do chão mesmo se ele estiver coberto pela floresta (6º parágrafo).

Mantendo-se o sentido original e a correção gramatical, os trechos destacados podem ser substituídos, correta e respectivamente, por:

 

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3052103 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
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Mais de 10 mil estruturas monumentais construídas pelos indígenas da Amazônia antes da chegada dos europeus ainda estão à espera de arqueólogos que as descubram, segundo uma nova estimativa. Se a inferência estiver correta, a região abrigava uma malha de sociedades complexas e populosas ainda maior do que a que se imaginava até agora.

“Ainda maior” é a expressão correta, porque as últimas décadas de pesquisa arqueológica já revelaram uma imagem muito diferente da Amazônia supostamente quase vazia e intocada que ainda está na cabeça de muita gente.

Monumentos e estruturas feitos principalmente com terra batida e matéria-prima vegetal — estradas largas com vários quilômetros de extensão, morros artificiais, valas, muralhas em vilas fortificadas e represas, por exemplo — têm sido mapeados em diversos trechos da região.

A maioria dessas estruturas parece ter sido construída a partir de 2 000 anos atrás e, em muitos casos, só pôde ser mapeada porque o desmatamento das últimas décadas fez com que elas voltassem a ser visíveis. O novo estudo, coordenado por pesquisadores do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), valeu-se de uma técnica que “limpa” digitalmente a mata que ainda está de pé para enxergar o que está debaixo dela.

No estudo, Vinicius Peripato, Luiz Aragão e seus colegas do Inpe e de diversas outras instituições usaram o chamado Lidar, que pode ser comparado a uma espécie de radar que usa laser em vez de ondas de rádio.

O princípio é simples: acima da superfície, disparam-se pulsos de laser que são rebatidos pelas estruturas que estão no solo, como se fossem ecos. Os padrões de rebatimento da luz são diferentes dependendo da altura das estruturas no solo, o que ajuda a criar uma espécie de mapa 3D do chão mesmo se ele estiver coberto pela floresta.

Mapeamentos com Lidar já foram empregados com sucesso nas áreas habitadas pela civilização maia na América Central e no México, permitindo a visualização de construções que a mata havia encoberto. A aplicação da tecnologia com fins arqueológicos na Amazônia ainda é restrita, mas tem avançado.

(Reinaldo José Lopes. Amazônia esconde mais de 10 mil monumentos

construídos por indígenas. Folha de S. Paulo. 06.10.2023. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com o que se afirma no texto e com a norma-padrão de concordância.

 

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3052102 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
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Restam outros sistemas fora

do solar a colonizar.

Ao acabarem todos

só resta ao homem

(estará equipado?)

a dificílima dangerosíssima1 viagem

de si a si mesmo:

pôr o pé no chão

do seu coração

experimentar

colonizar

civilizar

humanizar

o homem

descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas

a perene, insuspeitada alegria

de conviver.

(Carlos Drummond de Andrade. Poesia e Prosa.

Rio de Janeiro: Ed. Aguilar, 1992)

1dangerosíssima: do inglês “danger”, que significa “perigo”.

Assinale a alternativa que apresenta informação correta a respeito dos elementos sintáticos do poema.

 

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3052101 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
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Restam outros sistemas fora

do solar a colonizar.

Ao acabarem todos

só resta ao homem

(estará equipado?)

a dificílima dangerosíssima1 viagem

de si a si mesmo:

pôr o pé no chão

do seu coração

experimentar

colonizar

civilizar

humanizar

o homem

descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas

a perene, insuspeitada alegria

de conviver.

(Carlos Drummond de Andrade. Poesia e Prosa.

Rio de Janeiro: Ed. Aguilar, 1992)

1dangerosíssima: do inglês “danger”, que significa “perigo”.

No poema, a forma verbal empregada para indicar incerteza sobre os fatos é:

 

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3052100 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
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Restam outros sistemas fora

do solar a colonizar.

Ao acabarem todos

só resta ao homem

(estará equipado?)

a dificílima dangerosíssima1 viagem

de si a si mesmo:

pôr o pé no chão

do seu coração

experimentar

colonizar

civilizar

humanizar

o homem

descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas

a perene, insuspeitada alegria

de conviver.

(Carlos Drummond de Andrade. Poesia e Prosa.

Rio de Janeiro: Ed. Aguilar, 1992)

1dangerosíssima: do inglês “danger”, que significa “perigo”.

Foi empregado em sentido figurado, no contexto em que se encontra, o termo:

 

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3052099 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PC-SP
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Restam outros sistemas fora

do solar a colonizar.

Ao acabarem todos

só resta ao homem

(estará equipado?)

a dificílima dangerosíssima1 viagem

de si a si mesmo:

pôr o pé no chão

do seu coração

experimentar

colonizar

civilizar

humanizar

o homem

descobrindo em suas próprias inexploradas entranhas

a perene, insuspeitada alegria

de conviver.

(Carlos Drummond de Andrade. Poesia e Prosa.

Rio de Janeiro: Ed. Aguilar, 1992)

1dangerosíssima: do inglês “danger”, que significa “perigo”.

A partir da leitura do poema, é correto afirmar que o eu-lírico

 

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