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Julgue o item a seguir, relativo à natureza jurídica, à classificação e aos elementos da Constituição.
Constituição- garantia é a que, além de legitimar e limitar o poder do Estado em face da sociedade, traça um plano de evolução política e metas a serem alcançadas no futuro.
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Julgue o item a seguir, relativo à natureza jurídica, à classificação e aos elementos da Constituição.
Quanto ao conteúdo, a Constituição material compreende as normas que, mesmo não sendo pertinentes à matéria constitucional, se encontram inseridas em um documento escrito e solene.
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Julgue o item a seguir, relativo à natureza jurídica, à classificação e aos elementos da Constituição.
A concepção política de Constituição, elaborada por Carl Schmitt, compreende-a como o conjunto de normas que dizem respeito a uma decisão política fundamental, ou seja, a vontade manifestada pelo titular do poder constituinte.
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Na sociedade moderna, ao inverso das anteriores, não há fronteiras, não há exterioridade. Todos os conflitos são resolvidos ou são passíveis de soluções internas. Com o surgimento do espaço da igualdade e do Estado- nação, foram implementados mecanismos internos de resolução de conflitos. O sistema capitalista, na medida em que se implantou, por sua vocação natural à mundialização, dirimiu a noção de exterioridade. Quando os escravos rebelavam-se no Brasil colônia, só havia uma possibilidade de vitória: a criação de quilombos, as organizações exteriores à sociedade colonial- escravagista.
Cria-se, dessa forma, um paradoxo na sociedade moderna, pois o excluído sempre está dentro, na medida em que não existe mais o estar fora. Sempre está envolvido no processo de produção- consumo. Sempre ocupa um desses lugares, senão os dois. Os catadores de papel ou lixo em geral, por exemplo, estão inseridos no processo produtivo, ocupando a base de uma hierarquia de negócios, cujo ápice é ocupado por indivíduos ricos que se apropriam dos valores produzidos na base. O mesmo ocorre com os trabalhadores informais pobres da esfera de comércio, que, com seu trabalho, reduzem os custos da distribuição, evitando o pagamento de impostos e benefícios salariais.
Morador de rua ou catador de papel, mendigo ou biscateiro, todos estão inseridos no processo de produção e consumo. Excluídos, mas não exteriores à sociedade. Excluídos porque não têm acesso aos bens materiais e simbólicos modernos ou não têm condições de participar da gestão pública, pelo simples fato de se encontrarem no patamar mínimo da sobrevivência.
O espaço da desigualdade, em sua nova dimensão, impede que se consolide o espaço da igualdade, deixando à margem dos direitos justamente aqueles que não têm recursos para acionar os mecanismos de defesa.
Elimar Pinheiro do Nascimento. In: No meio da rua –
nômades, excluídos e viradores. Marcel Bursztyn (Org.). Rio de Janeiro: Garamond, 2000, p. 122-3 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item subsequente.
Sem prejuízo para a coerência textual, a locução “na medida em que” poderia ser substituída por visto que.
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Na sociedade moderna, ao inverso das anteriores, não há fronteiras, não há exterioridade. Todos os conflitos são resolvidos ou são passíveis de soluções internas. Com o surgimento do espaço da igualdade e do Estado- nação, foram implementados mecanismos internos de resolução de conflitos. O sistema capitalista, na medida em que se implantou, por sua vocação natural à mundialização, dirimiu a noção de exterioridade. Quando os escravos rebelavam-se no Brasil colônia, só havia uma possibilidade de vitória: a criação de quilombos, as organizações exteriores à sociedade colonial- escravagista.
Cria-se, dessa forma, um paradoxo na sociedade moderna, pois o excluído sempre está dentro, na medida em que não existe mais o estar fora. Sempre está envolvido no processo de produção- consumo. Sempre ocupa um desses lugares, senão os dois. Os catadores de papel ou lixo em geral, por exemplo, estão inseridos no processo produtivo, ocupando a base de uma hierarquia de negócios, cujo ápice é ocupado por indivíduos ricos que se apropriam dos valores produzidos na base. O mesmo ocorre com os trabalhadores informais pobres da esfera de comércio, que, com seu trabalho, reduzem os custos da distribuição, evitando o pagamento de impostos e benefícios salariais.
Morador de rua ou catador de papel, mendigo ou biscateiro, todos estão inseridos no processo de produção e consumo. Excluídos, mas não exteriores à sociedade. Excluídos porque não têm acesso aos bens materiais e simbólicos modernos ou não têm condições de participar da gestão pública, pelo simples fato de se encontrarem no patamar mínimo da sobrevivência.
O espaço da desigualdade, em sua nova dimensão, impede que se consolide o espaço da igualdade, deixando à margem dos direitos justamente aqueles que não têm recursos para acionar os mecanismos de defesa.
Elimar Pinheiro do Nascimento. In: No meio da rua –
nômades, excluídos e viradores. Marcel Bursztyn (Org.). Rio de Janeiro: Garamond, 2000, p. 122-3 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item subsequente.
No texto, o segmento “dirimiu a noção de exterioridade” tem o mesmo sentido de suprimiu a noção de estar fora.
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Na sociedade moderna, ao inverso das anteriores, não há fronteiras, não há exterioridade. Todos os conflitos são resolvidos ou são passíveis de soluções internas. Com o surgimento do espaço da igualdade e do Estado- nação, foram implementados mecanismos internos de resolução de conflitos. O sistema capitalista, na medida em que se implantou, por sua vocação natural à mundialização, dirimiu a noção de exterioridade. Quando os escravos rebelavam-se no Brasil colônia, só havia uma possibilidade de vitória: a criação de quilombos, as organizações exteriores à sociedade colonial- escravagista.
Cria-se, dessa forma, um paradoxo na sociedade moderna, pois o excluído sempre está dentro, na medida em que não existe mais o estar fora. Sempre está envolvido no processo de produção- consumo. Sempre ocupa um desses lugares, senão os dois. Os catadores de papel ou lixo em geral, por exemplo, estão inseridos no processo produtivo, ocupando a base de uma hierarquia de negócios, cujo ápice é ocupado por indivíduos ricos que se apropriam dos valores produzidos na base. O mesmo ocorre com os trabalhadores informais pobres da esfera de comércio, que, com seu trabalho, reduzem os custos da distribuição, evitando o pagamento de impostos e benefícios salariais.
Morador de rua ou catador de papel, mendigo ou biscateiro, todos estão inseridos no processo de produção e consumo. Excluídos, mas não exteriores à sociedade. Excluídos porque não têm acesso aos bens materiais e simbólicos modernos ou não têm condições de participar da gestão pública, pelo simples fato de se encontrarem no patamar mínimo da sobrevivência.
O espaço da desigualdade, em sua nova dimensão, impede que se consolide o espaço da igualdade, deixando à margem dos direitos justamente aqueles que não têm recursos para acionar os mecanismos de defesa.
Elimar Pinheiro do Nascimento. In: No meio da rua –
nômades, excluídos e viradores. Marcel Bursztyn (Org.). Rio de Janeiro: Garamond, 2000, p. 122-3 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item subsequente.
A expressão “por sua vocação natural à mundialização”, que exprime causa, poderia corretamente ser substituída por devido sua aptidão à globalização.
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Na sociedade moderna, ao inverso das anteriores, não há fronteiras, não há exterioridade. Todos os conflitos são resolvidos ou são passíveis de soluções internas. Com o surgimento do espaço da igualdade e do Estado- nação, foram implementados mecanismos internos de resolução de conflitos. O sistema capitalista, na medida em que se implantou, por sua vocação natural à mundialização, dirimiu a noção de exterioridade. Quando os escravos rebelavam-se no Brasil colônia, só havia uma possibilidade de vitória: a criação de quilombos, as organizações exteriores à sociedade colonial- escravagista.
Cria-se, dessa forma, um paradoxo na sociedade moderna, pois o excluído sempre está dentro, na medida em que não existe mais o estar fora. Sempre está envolvido no processo de produção- consumo. Sempre ocupa um desses lugares, senão os dois. Os catadores de papel ou lixo em geral, por exemplo, estão inseridos no processo produtivo, ocupando a base de uma hierarquia de negócios, cujo ápice é ocupado por indivíduos ricos que se apropriam dos valores produzidos na base. O mesmo ocorre com os trabalhadores informais pobres da esfera de comércio, que, com seu trabalho, reduzem os custos da distribuição, evitando o pagamento de impostos e benefícios salariais.
Morador de rua ou catador de papel, mendigo ou biscateiro, todos estão inseridos no processo de produção e consumo. Excluídos, mas não exteriores à sociedade. Excluídos porque não têm acesso aos bens materiais e simbólicos modernos ou não têm condições de participar da gestão pública, pelo simples fato de se encontrarem no patamar mínimo da sobrevivência.
O espaço da desigualdade, em sua nova dimensão, impede que se consolide o espaço da igualdade, deixando à margem dos direitos justamente aqueles que não têm recursos para acionar os mecanismos de defesa.
Elimar Pinheiro do Nascimento. In: No meio da rua –
nômades, excluídos e viradores. Marcel Bursztyn (Org.). Rio de Janeiro: Garamond, 2000, p. 122-3 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item subsequente.
A locução verbal “foram implementados” corresponde à forma implementaram-se.
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Na sociedade moderna, ao inverso das anteriores, não há fronteiras, não há exterioridade. Todos os conflitos são resolvidos ou são passíveis de soluções internas. Com o surgimento do espaço da igualdade e do Estado- nação, foram implementados mecanismos internos de resolução de conflitos. O sistema capitalista, na medida em que se implantou, por sua vocação natural à mundialização, dirimiu a noção de exterioridade. Quando os escravos rebelavam-se no Brasil colônia, só havia uma possibilidade de vitória: a criação de quilombos, as organizações exteriores à sociedade colonial- escravagista.
Cria-se, dessa forma, um paradoxo na sociedade moderna, pois o excluído sempre está dentro, na medida em que não existe mais o estar fora. Sempre está envolvido no processo de produção- consumo. Sempre ocupa um desses lugares, senão os dois. Os catadores de papel ou lixo em geral, por exemplo, estão inseridos no processo produtivo, ocupando a base de uma hierarquia de negócios, cujo ápice é ocupado por indivíduos ricos que se apropriam dos valores produzidos na base. O mesmo ocorre com os trabalhadores informais pobres da esfera de comércio, que, com seu trabalho, reduzem os custos da distribuição, evitando o pagamento de impostos e benefícios salariais.
Morador de rua ou catador de papel, mendigo ou biscateiro, todos estão inseridos no processo de produção e consumo. Excluídos, mas não exteriores à sociedade. Excluídos porque não têm acesso aos bens materiais e simbólicos modernos ou não têm condições de participar da gestão pública, pelo simples fato de se encontrarem no patamar mínimo da sobrevivência.
O espaço da desigualdade, em sua nova dimensão, impede que se consolide o espaço da igualdade, deixando à margem dos direitos justamente aqueles que não têm recursos para acionar os mecanismos de defesa.
Elimar Pinheiro do Nascimento. In: No meio da rua –
nômades, excluídos e viradores. Marcel Bursztyn (Org.). Rio de Janeiro: Garamond, 2000, p. 122-3 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item subsequente.
Na linha 2, a forma verbal “há”, nas duas ocorrências, poderia ser corretamente substituída pela forma existe.
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Na sociedade moderna, ao inverso das anteriores, não há fronteiras, não há exterioridade. Todos os conflitos são resolvidos ou são passíveis de soluções internas. Com o surgimento do espaço da igualdade e do Estado- nação, foram implementados mecanismos internos de resolução de conflitos. O sistema capitalista, na medida em que se implantou, por sua vocação natural à mundialização, dirimiu a noção de exterioridade. Quando os escravos rebelavam-se no Brasil colônia, só havia uma possibilidade de vitória: a criação de quilombos, as organizações exteriores à sociedade colonial- escravagista.
Cria-se, dessa forma, um paradoxo na sociedade moderna, pois o excluído sempre está dentro, na medida em que não existe mais o estar fora. Sempre está envolvido no processo de produção- consumo. Sempre ocupa um desses lugares, senão os dois. Os catadores de papel ou lixo em geral, por exemplo, estão inseridos no processo produtivo, ocupando a base de uma hierarquia de negócios, cujo ápice é ocupado por indivíduos ricos que se apropriam dos valores produzidos na base. O mesmo ocorre com os trabalhadores informais pobres da esfera de comércio, que, com seu trabalho, reduzem os custos da distribuição, evitando o pagamento de impostos e benefícios salariais.
Morador de rua ou catador de papel, mendigo ou biscateiro, todos estão inseridos no processo de produção e consumo. Excluídos, mas não exteriores à sociedade. Excluídos porque não têm acesso aos bens materiais e simbólicos modernos ou não têm condições de participar da gestão pública, pelo simples fato de se encontrarem no patamar mínimo da sobrevivência.
O espaço da desigualdade, em sua nova dimensão, impede que se consolide o espaço da igualdade, deixando à margem dos direitos justamente aqueles que não têm recursos para acionar os mecanismos de defesa.
Elimar Pinheiro do Nascimento. In: No meio da rua –
nômades, excluídos e viradores. Marcel Bursztyn (Org.). Rio de Janeiro: Garamond, 2000, p. 122-3 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item subsequente.
De acordo com o texto, os trabalhadores informais beneficiam-se por não pagarem impostos, o que estimula, cada vez mais, esse tipo de relação de trabalho.
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Na sociedade moderna, ao inverso das anteriores, não há fronteiras, não há exterioridade. Todos os conflitos são resolvidos ou são passíveis de soluções internas. Com o surgimento do espaço da igualdade e do Estado- nação, foram implementados mecanismos internos de resolução de conflitos. O sistema capitalista, na medida em que se implantou, por sua vocação natural à mundialização, dirimiu a noção de exterioridade. Quando os escravos rebelavam-se no Brasil colônia, só havia uma possibilidade de vitória: a criação de quilombos, as organizações exteriores à sociedade colonial- escravagista.
Cria-se, dessa forma, um paradoxo na sociedade moderna, pois o excluído sempre está dentro, na medida em que não existe mais o estar fora. Sempre está envolvido no processo de produção- consumo. Sempre ocupa um desses lugares, senão os dois. Os catadores de papel ou lixo em geral, por exemplo, estão inseridos no processo produtivo, ocupando a base de uma hierarquia de negócios, cujo ápice é ocupado por indivíduos ricos que se apropriam dos valores produzidos na base. O mesmo ocorre com os trabalhadores informais pobres da esfera de comércio, que, com seu trabalho, reduzem os custos da distribuição, evitando o pagamento de impostos e benefícios salariais.
Morador de rua ou catador de papel, mendigo ou biscateiro, todos estão inseridos no processo de produção e consumo. Excluídos, mas não exteriores à sociedade. Excluídos porque não têm acesso aos bens materiais e simbólicos modernos ou não têm condições de participar da gestão pública, pelo simples fato de se encontrarem no patamar mínimo da sobrevivência.
O espaço da desigualdade, em sua nova dimensão, impede que se consolide o espaço da igualdade, deixando à margem dos direitos justamente aqueles que não têm recursos para acionar os mecanismos de defesa.
Elimar Pinheiro do Nascimento. In: No meio da rua –
nômades, excluídos e viradores. Marcel Bursztyn (Org.). Rio de Janeiro: Garamond, 2000, p. 122-3 (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item subsequente.
O autor apresenta uma visão otimista, visto que, segundo ele, os conflitos sociais são satisfatoriamente resolvidos dentro da sociedade, o que exige mudança no conceito de exclusão.
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