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Inteligência artificial
Não foi difícil descobrir o assassino. Afinal, o major Rich tinha um ótimo motivo para matar Arnold Clayton: amava a esposa da vítima e era correspondido. Segundo a polícia, o major usou uma arma para livrar-se de Clayton e escondeu o corpo em um baú.
A solução, no entanto, parecia simples demais para o grande detetive Hercule Poirot, do clássico conto policial O Mistério do Baú Espanhol, da escritora britânica Agatha Christie. Persistente, ele sai em busca de pistas, descobre fatos novos, tira conclusões espantosas e, por fim, apresenta ao leitor outro criminoso.
Será que um computador também seria capaz de encontrar o verdadeiro assassino? Durante um curso da Universidade de Essen, os alunos testaram diversos programas concebidos em estudos sobre inteligência artificial (IA). Para isso, utilizaram o caso apresentado em O Mistério do Baú Espanhol, servindo-se da IA para desvendar as estratégias intelectuais do detetive Poirot. A grande questão era se a IA era capaz desse exercício intelectual ou se apenas fazia uma boa imitação da inteligência humana. Interessava saber se apresentaria características que poderiam ser associadas a um comportamento inteligente. O objetivo era verificar se o software conseguiria descobrir o assassino tão rapidamente quanto Poirot.
Mas será que esses programas- detetive se tornarão, em algum momento, tão inteligentes quanto seus modelos humanos? Se pensarmos apenas na capacidade de processar o maior número possível de fatos no menor tempo, então os programas de IA são realmente eficazes. E com uma vantagem: são dotados, como qualquer software, da capacidade de lidar com quantidades muito maiores de dados do que as pessoas.
No entanto, os cérebros artificiais são inferiores aos humanos por pelo menos dois motivos. Por um lado, precisam de todas as informações para chegar à conclusão correta. Por outro lado, a lógica dos programas de IA imita a racionalidade humana, afinal, não conhecemos nenhuma outra. Na verdade, os programas de IA trabalham como analistas de dados. Em princípio, não são muito diferentes do nosso cérebro. Portanto, ainda não podemos esperar que superpoirots eletrônicos acabem com o mundo do crime.
Mente&Cérebro, fev./2007 (com adaptações).
Com base no texto Inteligência artificial, julgue o item a seguir.
No segmento “se a IA era capaz desse exercício intelectual ou se apenas fazia uma imitação da inteligência humana”, as formas verbais poderiam ser corretamente substituídas por seria e faria, respectivamente.
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Inteligência artificial
Não foi difícil descobrir o assassino. Afinal, o major Rich tinha um ótimo motivo para matar Arnold Clayton: amava a esposa da vítima e era correspondido. Segundo a polícia, o major usou uma arma para livrar-se de Clayton e escondeu o corpo em um baú.
A solução, no entanto, parecia simples demais para o grande detetive Hercule Poirot, do clássico conto policial O Mistério do Baú Espanhol, da escritora britânica Agatha Christie. Persistente, ele sai em busca de pistas, descobre fatos novos, tira conclusões espantosas e, por fim, apresenta ao leitor outro criminoso.
Será que um computador também seria capaz de encontrar o verdadeiro assassino? Durante um curso da Universidade de Essen, os alunos testaram diversos programas concebidos em estudos sobre inteligência artificial (IA). Para isso, utilizaram o caso apresentado em O Mistério do Baú Espanhol, servindo-se da IA para desvendar as estratégias intelectuais do detetive Poirot. A grande questão era se a IA era capaz desse exercício intelectual ou se apenas fazia uma boa imitação da inteligência humana. Interessava saber se apresentaria características que poderiam ser associadas a um comportamento inteligente. O objetivo era verificar se o software conseguiria descobrir o assassino tão rapidamente quanto Poirot.
Mas será que esses programas- detetive se tornarão, em algum momento, tão inteligentes quanto seus modelos humanos? Se pensarmos apenas na capacidade de processar o maior número possível de fatos no menor tempo, então os programas de IA são realmente eficazes. E com uma vantagem: são dotados, como qualquer software, da capacidade de lidar com quantidades muito maiores de dados do que as pessoas.
No entanto, os cérebros artificiais são inferiores aos humanos por pelo menos dois motivos. Por um lado, precisam de todas as informações para chegar à conclusão correta. Por outro lado, a lógica dos programas de IA imita a racionalidade humana, afinal, não conhecemos nenhuma outra. Na verdade, os programas de IA trabalham como analistas de dados. Em princípio, não são muito diferentes do nosso cérebro. Portanto, ainda não podemos esperar que superpoirots eletrônicos acabem com o mundo do crime.
Mente&Cérebro, fev./2007 (com adaptações).
Com base no texto Inteligência artificial, julgue o item a seguir.
Após a expressão “da escritora britânica”, poderia ser empregada uma vírgula, conforme faculta a norma gramatical.
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Inteligência artificial
Não foi difícil descobrir o assassino. Afinal, o major Rich tinha um ótimo motivo para matar Arnold Clayton: amava a esposa da vítima e era correspondido. Segundo a polícia, o major usou uma arma para livrar-se de Clayton e escondeu o corpo em um baú.
A solução, no entanto, parecia simples demais para o grande detetive Hercule Poirot, do clássico conto policial O Mistério do Baú Espanhol, da escritora britânica Agatha Christie. Persistente, ele sai em busca de pistas, descobre fatos novos, tira conclusões espantosas e, por fim, apresenta ao leitor outro criminoso.
Será que um computador também seria capaz de encontrar o verdadeiro assassino? Durante um curso da Universidade de Essen, os alunos testaram diversos programas concebidos em estudos sobre inteligência artificial (IA). Para isso, utilizaram o caso apresentado em O Mistério do Baú Espanhol, servindo-se da IA para desvendar as estratégias intelectuais do detetive Poirot. A grande questão era se a IA era capaz desse exercício intelectual ou se apenas fazia uma boa imitação da inteligência humana. Interessava saber se apresentaria características que poderiam ser associadas a um comportamento inteligente. O objetivo era verificar se o software conseguiria descobrir o assassino tão rapidamente quanto Poirot.
Mas será que esses programas- detetive se tornarão, em algum momento, tão inteligentes quanto seus modelos humanos? Se pensarmos apenas na capacidade de processar o maior número possível de fatos no menor tempo, então os programas de IA são realmente eficazes. E com uma vantagem: são dotados, como qualquer software, da capacidade de lidar com quantidades muito maiores de dados do que as pessoas.
No entanto, os cérebros artificiais são inferiores aos humanos por pelo menos dois motivos. Por um lado, precisam de todas as informações para chegar à conclusão correta. Por outro lado, a lógica dos programas de IA imita a racionalidade humana, afinal, não conhecemos nenhuma outra. Na verdade, os programas de IA trabalham como analistas de dados. Em princípio, não são muito diferentes do nosso cérebro. Portanto, ainda não podemos esperar que superpoirots eletrônicos acabem com o mundo do crime.
Mente&Cérebro, fev./2007 (com adaptações).
Com base no texto Inteligência artificial, julgue o item a seguir.
haveria prejuízo para a coesão e a coerência textual se a expressão “de Clayton” fosse substituída por do marido.
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Inteligência artificial
Não foi difícil descobrir o assassino. Afinal, o major Rich tinha um ótimo motivo para matar Arnold Clayton: amava a esposa da vítima e era correspondido. Segundo a polícia, o major usou uma arma para livrar-se de Clayton e escondeu o corpo em um baú.
A solução, no entanto, parecia simples demais para o grande detetive Hercule Poirot, do clássico conto policial O Mistério do Baú Espanhol, da escritora britânica Agatha Christie. Persistente, ele sai em busca de pistas, descobre fatos novos, tira conclusões espantosas e, por fim, apresenta ao leitor outro criminoso.
Será que um computador também seria capaz de encontrar o verdadeiro assassino? Durante um curso da Universidade de Essen, os alunos testaram diversos programas concebidos em estudos sobre inteligência artificial (IA). Para isso, utilizaram o caso apresentado em O Mistério do Baú Espanhol, servindo-se da IA para desvendar as estratégias intelectuais do detetive Poirot. A grande questão era se a IA era capaz desse exercício intelectual ou se apenas fazia uma boa imitação da inteligência humana. Interessava saber se apresentaria características que poderiam ser associadas a um comportamento inteligente. O objetivo era verificar se o software conseguiria descobrir o assassino tão rapidamente quanto Poirot.
Mas será que esses programas- detetive se tornarão, em algum momento, tão inteligentes quanto seus modelos humanos? Se pensarmos apenas na capacidade de processar o maior número possível de fatos no menor tempo, então os programas de IA são realmente eficazes. E com uma vantagem: são dotados, como qualquer software, da capacidade de lidar com quantidades muito maiores de dados do que as pessoas.
No entanto, os cérebros artificiais são inferiores aos humanos por pelo menos dois motivos. Por um lado, precisam de todas as informações para chegar à conclusão correta. Por outro lado, a lógica dos programas de IA imita a racionalidade humana, afinal, não conhecemos nenhuma outra. Na verdade, os programas de IA trabalham como analistas de dados. Em princípio, não são muito diferentes do nosso cérebro. Portanto, ainda não podemos esperar que superpoirots eletrônicos acabem com o mundo do crime.
Mente&Cérebro, fev./2007 (com adaptações).
Com base no texto Inteligência artificial, julgue o item a seguir.
De acordo com o texto, os seres humanos necessitam de menos informações que um software para solucionar problemas e, por isso, chegam a resultados menos precisos.
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Inteligência artificial
Não foi difícil descobrir o assassino. Afinal, o major Rich tinha um ótimo motivo para matar Arnold Clayton: amava a esposa da vítima e era correspondido. Segundo a polícia, o major usou uma arma para livrar-se de Clayton e escondeu o corpo em um baú.
A solução, no entanto, parecia simples demais para o grande detetive Hercule Poirot, do clássico conto policial O Mistério do Baú Espanhol, da escritora britânica Agatha Christie. Persistente, ele sai em busca de pistas, descobre fatos novos, tira conclusões espantosas e, por fim, apresenta ao leitor outro criminoso.
Será que um computador também seria capaz de encontrar o verdadeiro assassino? Durante um curso da Universidade de Essen, os alunos testaram diversos programas concebidos em estudos sobre inteligência artificial (IA). Para isso, utilizaram o caso apresentado em O Mistério do Baú Espanhol, servindo-se da IA para desvendar as estratégias intelectuais do detetive Poirot. A grande questão era se a IA era capaz desse exercício intelectual ou se apenas fazia uma boa imitação da inteligência humana. Interessava saber se apresentaria características que poderiam ser associadas a um comportamento inteligente. O objetivo era verificar se o software conseguiria descobrir o assassino tão rapidamente quanto Poirot.
Mas será que esses programas- detetive se tornarão, em algum momento, tão inteligentes quanto seus modelos humanos? Se pensarmos apenas na capacidade de processar o maior número possível de fatos no menor tempo, então os programas de IA são realmente eficazes. E com uma vantagem: são dotados, como qualquer software, da capacidade de lidar com quantidades muito maiores de dados do que as pessoas.
No entanto, os cérebros artificiais são inferiores aos humanos por pelo menos dois motivos. Por um lado, precisam de todas as informações para chegar à conclusão correta. Por outro lado, a lógica dos programas de IA imita a racionalidade humana, afinal, não conhecemos nenhuma outra. Na verdade, os programas de IA trabalham como analistas de dados. Em princípio, não são muito diferentes do nosso cérebro. Portanto, ainda não podemos esperar que superpoirots eletrônicos acabem com o mundo do crime.
Mente&Cérebro, fev./2007 (com adaptações).
Com base no texto Inteligência artificial, julgue o item a seguir.
O texto apresenta uma apologia do emprego de software desenvolvido em estudos de inteligência artificial na resolução de crimes.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-TO
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu liberar as obras de transposição do rio São Francisco. O projeto não deve ser paralisado, como apelou o bispo dom Luiz Flávio Cappio, há dias em greve de fome, com o apoio de organizações da sociedade civil — Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O governo federal avisou que não pretende paralisar as obras e anunciou a primeira licitação.
Correio Braziliense, 20/12/2007, p.12 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema que ele aborda, a questão ambiental e as desigualdades regionais existentes no Brasil, julgue o item.
Se, ao longo da história, o rio São Francisco integrou parte do Sudeste a parte do Nordeste, na atual paisagem brasileira o jovem estado do Tocantins caracteriza-se geograficamente como zona de transição e unidade federada que conecta as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-TO
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu liberar as obras de transposição do rio São Francisco. O projeto não deve ser paralisado, como apelou o bispo dom Luiz Flávio Cappio, há dias em greve de fome, com o apoio de organizações da sociedade civil — Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O governo federal avisou que não pretende paralisar as obras e anunciou a primeira licitação.
Correio Braziliense, 20/12/2007, p.12 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema que ele aborda, a questão ambiental e as desigualdades regionais existentes no Brasil, julgue o item.
A concessão de licenças ambientais para que determinadas e quase sempre grandiosas obras possam ser executadas tem gerado constrangimentos entre setores da própria administração pública, como ocorreu no caso da transposição do São Francisco e, mais recentemente, no da construção de usinas hidrelétricas no rio Madeira.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-TO
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu liberar as obras de transposição do rio São Francisco. O projeto não deve ser paralisado, como apelou o bispo dom Luiz Flávio Cappio, há dias em greve de fome, com o apoio de organizações da sociedade civil — Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O governo federal avisou que não pretende paralisar as obras e anunciou a primeira licitação.
Correio Braziliense, 20/12/2007, p.12 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema que ele aborda, a questão ambiental e as desigualdades regionais existentes no Brasil, julgue o item.
Mencionado no texto, o MST ampliou sua atuação pública e, ao apoiar o bispo em greve de fome e externar claramente seu repúdio ao projeto de transposição patrocinado pelo governo federal, resolveu, pela primeira vez em sua história, agir em uma área que não é propriamente a da reforma agrária.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-TO
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu liberar as obras de transposição do rio São Francisco. O projeto não deve ser paralisado, como apelou o bispo dom Luiz Flávio Cappio, há dias em greve de fome, com o apoio de organizações da sociedade civil — Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O governo federal avisou que não pretende paralisar as obras e anunciou a primeira licitação.
Correio Braziliense, 20/12/2007, p.12 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema que ele aborda, a questão ambiental e as desigualdades regionais existentes no Brasil, julgue o item.
A questão da desigualdade regional está historicamente presente no debate brasileiro; não por outra razão, ela está na raiz de movimentos que levantavam a bandeira da redivisão político-administrativa do território, de que seria exemplo notório a própria criação do estado do Tocantins.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-TO
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu liberar as obras de transposição do rio São Francisco. O projeto não deve ser paralisado, como apelou o bispo dom Luiz Flávio Cappio, há dias em greve de fome, com o apoio de organizações da sociedade civil — Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O governo federal avisou que não pretende paralisar as obras e anunciou a primeira licitação.
Correio Braziliense, 20/12/2007, p.12 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o tema que ele aborda, a questão ambiental e as desigualdades regionais existentes no Brasil, julgue o item.
A principal justificativa do governo federal para levar adiante o projeto de transposição é a imperiosa necessidade de minorar os dramáticos efeitos da seca em regiões nas quais as chuvas são escassas e a seca prolongada, como ocorre, principalmente, no Maranhão e no norte do Tocantins.
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