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2255218 Ano: 2021
Disciplina: Farmácia
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE
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A respeito de fármacos e procedimentos utilizados no tratamento de quadros de intoxicação aguda, correlacione a 1ª coluna de acordo com a 2ª, correlacionando o tratamento utilizado e o respectivo agente tóxico.

1

Agentes quelantes

2

Flumazenil

3

Naloxona

4

Atropina

5

Bicarbonato de sódio

( )

Opioides

( )

Benzodiazepínicos

( )

Metais tóxicos

( )

Inseticida carbamato

( )

Salicilatos

Assinale a alternativa que corresponda à sequência correta, de cima para baixo.

 

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2255217 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE
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Com relação às funcionalidades do software Powerpoint da suíte MS Office 2019 BR, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.

( ) Para iniciar a apresentação a partir de um slide que esteja em modo de edição, deve-se executar o atalho de teclado Shift + F5.

( ) Para realizar a verificação e correção ortográfica do documento em edição, deve-se acionar o ícone Enunciado 3519453-1 ou, como alternativa, pressionar a tecla de função F3.

( ) Os ícones Enunciado 3519453-2 são exemplos existentes na Faixa de Opções do software que podem ser empregados como tipos de transição, na elaboração e configuração das apresentações de slides.

As afirmativas são, respectivamente,

 

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2255216 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE
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Os peixes que estão se viciando em drogas ilegais

Cerca de 269 milhões de pessoas em todo o mundo usam drogas a cada ano. E uma questão básica de biologia acaba, muitas vezes, sendo esquecida nesta história: tudo o que entra precisa sair.

Os esgotos estão inundados com drogas que são excretadas do corpo, junto aos componentes químicos fragmentados que têm efeitos semelhantes aos das próprias drogas. Uma grande quantidade de esgoto também chega aos rios e águas costeiras sem tratamento. Uma vez no meio ambiente, as drogas e seus subprodutos podem afetar a vida selvagem.

Em um estudo recente publicado no Journal of Experimental Biology, pesquisadores da República Tcheca investigaram como a metanfetamina um estimulante com cada vez mais usuários em todo o mundo - pode estar afetando a truta-marrom selvagem.

Eles examinaram se as concentrações de metanfetamina e um de seus subprodutos, a anfetamina, que foram estimadas a partir de outros estudos que mediram as concentrações de drogas ilícitas nos cursos de água, poderiam ser detectadas no cérebro da truta-marrom. Eles também analisaram se essas(a) concentrações eram suficientes para causar dependência nos animais.

As trutas foram expostas à droga em grandes tanques durante oito semanas e, em seguida, colocadas em abstinência, ficando por dez dias em tanques que não continham a droga. Durante esse(b) tempo, os pesquisadores testaram a preferência dos peixes por água limpa ou contendo metanfetamina e compararam com as respostas de peixes que nunca haviam sido expostos à droga.

As descobertas foram intrigantes. Os peixes expostos à metanfetamina preferiram a água contendo a droga, enquanto tal(c) preferência não foi demonstrada pelos peixes do grupo de controle. Os pesquisadores também descobriram que, durante o período de abstinência, as trutas expostas à metanfetamina se moviam menos. Eles interpretaram isso como um sinal de ansiedade ou estresse - típicos de abstinência de drogas em humanos.

A química cerebral dos peixes expostos também diferia dos não expostos - foram detectadas várias mudanças nas substâncias químicas do cérebro que correspondem ao que é visto em casos de dependência em humanos. Mesmo depois que os efeitos comportamentais diminuíram após 10 dias de abstinência, esses marcadores no cérebro ainda estavam presentes.

Isso sugere que a exposição à metanfetamina pode ter efeitos duradouros, semelhantes aos que são observados nas pessoas.

Se as trutas estão "curtindo" as drogas, como parecem estar no estudo recente, podem ficar inclinadas a rondar tubulações por onde o efluente é descarregado. Os peixes podem se comportar de forma parecida com a que observamos em humanos que sofrem de dependência, não apenas a partir deste experimento, mas de vários estudos com diferentes espécies de peixes.

Uma das características do vício em drogas é a perda de interesse por outras atividades - mesmo aquelas que geralmente são altamente motivadas, como comer ou se reproduzir. É possível que os peixes comecem a mudar seu comportamento natural, causando problemas na sua alimentação, reprodução e, em última instância, na sua sobrevivência. Eles podem, por exemplo, ser menos propensos a escapar de predadores.

A exposição às drogas não afeta apenas os peixes em si, mas também seus descendentes. Nos peixes, o vício pode ser herdado ao longo de várias gerações. Isso poderia ter implicações duradouras para os ecossistemas, mesmo se o problema fosse resolvido agora.

Este(c) não é o primeiro estudo a descobrir drogas ilícitas na vida selvagem. Em 2019, cientistas do Reino Unido encontraram cocaína em camarões de água doce em todos os 15 rios em que coletaram amostras. Curiosamente, eles detectaram drogas ilícitas com mais frequência do que alguns produtos farmacêuticos comuns.

Mas os efeitos mais amplos dessas drogas permanecem em grande parte desconhecidos. Há, no entanto, estudos abrangentes sobre os efeitos dos produtos farmacêuticos nos rios. Os medicamentos também não se fragmentam totalmente em nossos corpos e chegam às estações de tratamento de esgoto pelas fezes e a urina. A maior parte é eliminada com efluentes residuais, mas outra parte entra nos rios ao escoar de aterros sanitários ou campos agrícolas em que o esgoto humano é usado como fertilizante.

A vida selvagem presente em rios e águas costeiras, onde o efluente é despejado, está exposta a coquetéis de medicamentos - de analgésicos a antidepressivos. Peixes que viviam rio abaixo de algumas estações de tratamento de esgoto "mudaram" do sexo masculino para feminino em poucas semanas devido à exposição a produtos químicos desreguladores de hormônios encontrados em pílulas anticoncepcionais.

Estudos recentes mostram que os antidepressivos podem causar uma ampla variedade de mudanças comportamentais em organismos aquáticos, desde agressão, atração pela luz e ousadia crescente.

O vício em drogas é um problema de saúde global que pode devastar comunidades, e lidar com suas consequências ambientais vai sair caro. Um estudo estimou que custaria mais de US$ 50 bilhões para modernizar as estações de tratamento de esgoto da Inglaterra e do País de Gales para que sejam capazes de remover essas(e) substâncias químicas.

Pode parecer óbvio que drogas receitadas e ilegais destinadas a mudar o comportamento humano também mudem o comportamento da vida selvagem. Mas esse problema é potencialmente muito mais difundido e complexo.

Nem sequer sabemos se substâncias químicas sintéticas presentes em artigos domésticos de uso diário, como cosméticos, roupas e produtos de limpeza, podem afetar o comportamento das pessoas e de outras espécies. Um grupo internacional de cientistas fez um apelo às empresas e órgãos reguladores para verificar seus efeitos tóxicos no comportamento, como parte das avaliações de risco de novos produtos químicos.

Se quisermos controlar a quantidade de produtos farmacêuticos em nossos cursos de água, é preciso fazer mais para melhorar a filtragem nas estações de tratamento de esgoto, e forçar as empresas de água a assumir mais responsabilidade para garantir que o efluente não afete a vida selvagem.

(Matt Parker e Alex Ford. Matt Parker é professor de neurociência e psicofarmacologia na Universidade de

Portsmouth, no Reino Unido. Alex Ford é professor de biologia na mesma instituição. BBC Future

(The Conversation), 6 agosto 2021, com adaptações.)

Assinale a alternativa em que o demonstrativo indicado exerça, no texto, função dêitica.

 

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2255215 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE
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Os peixes que estão se viciando em drogas ilegais

Cerca de 269 milhões de pessoas em todo o mundo usam drogas a cada ano. E uma questão básica de biologia acaba, muitas vezes, sendo esquecida nesta história: tudo o que entra precisa sair.

Os esgotos estão inundados com drogas que são excretadas do corpo, junto aos componentes químicos fragmentados que têm efeitos semelhantes aos das próprias drogas. Uma grande quantidade de esgoto também chega aos rios e águas costeiras sem tratamento. Uma vez no meio ambiente, as drogas e seus subprodutos podem afetar a vida selvagem.

Em um estudo recente publicado no Journal of Experimental Biology, pesquisadores da República Tcheca investigaram como a metanfetamina um estimulante com cada vez mais usuários em todo o mundo - pode estar afetando a truta-marrom selvagem.

Eles examinaram se as concentrações de metanfetamina e um de seus subprodutos, a anfetamina, que foram estimadas a partir de outros estudos que mediram as concentrações de drogas ilícitas nos cursos de água, poderiam ser detectadas no cérebro da truta-marrom. Eles também analisaram se essas concentrações(a) eram suficientes para causar dependência nos animais.

As trutas foram expostas à droga em grandes tanques durante oito semanas e, em seguida, colocadas em abstinência, ficando por dez dias em tanques que não continham a droga. Durante esse tempo, os pesquisadores testaram a preferência dos peixes por água limpa ou contendo metanfetamina e compararam com as respostas de peixes que nunca haviam sido expostos à droga.

As descobertas foram intrigantes. Os peixes expostos à metanfetamina preferiram a água contendo a droga, enquanto tal preferência não foi demonstrada pelos peixes do grupo de controle. Os pesquisadores também descobriram que, durante o período de abstinência, as trutas expostas à metanfetamina se moviam menos.(b) Eles interpretaram isso como um sinal de ansiedade ou estresse - típicos de abstinência de drogas em humanos.

A química cerebral dos peixes expostos também diferia dos não expostos - foram detectadas várias mudanças nas substâncias químicas do cérebro que correspondem ao que é visto em casos de dependência em humanos. Mesmo depois que os efeitos comportamentais diminuíram após 10 dias de abstinência, esses marcadores no cérebro ainda estavam presentes.

Isso sugere que a exposição à metanfetamina pode ter efeitos duradouros, semelhantes aos que são observados nas pessoas.

Se as trutas estão "curtindo" as drogas,(c) como parecem estar no estudo recente, podem ficar inclinadas a rondar tubulações por onde o efluente é descarregado. Os peixes podem se comportar de forma parecida com a que observamos em humanos que sofrem de dependência, não apenas a partir deste experimento, mas de vários estudos com diferentes espécies de peixes.

Uma das características do vício em drogas é a perda de interesse por outras atividades - mesmo aquelas que geralmente são altamente motivadas, como comer ou se reproduzir. É possível que os peixes comecem a mudar seu comportamento natural, causando problemas na sua alimentação, reprodução e, em última instância, na sua sobrevivência. Eles podem, por exemplo, ser menos propensos a escapar de predadores.

A exposição às drogas não afeta apenas os peixes em si, mas também seus descendentes. Nos peixes, o vício pode ser herdado ao longo de várias gerações. Isso poderia ter implicações duradouras para os ecossistemas, mesmo se o problema(d) fosse resolvido agora.

Este não é o primeiro estudo a descobrir drogas ilícitas na vida selvagem. Em 2019, cientistas do Reino Unido encontraram cocaína em camarões de água doce em todos os 15 rios em que coletaram amostras. Curiosamente, eles detectaram drogas ilícitas com mais frequência do que alguns produtos farmacêuticos comuns.

Mas os efeitos mais amplos dessas drogas permanecem em grande parte desconhecidos. Há, no entanto, estudos abrangentes sobre os efeitos dos produtos farmacêuticos nos rios. Os medicamentos também não se fragmentam totalmente em nossos corpos e chegam às estações de tratamento de esgoto pelas fezes e a urina. A maior parte é eliminada com efluentes residuais, mas outra parte entra nos rios ao escoar de aterros sanitários ou campos agrícolas em que o esgoto humano é usado como fertilizante.

A vida selvagem presente em rios e águas costeiras, onde o efluente é despejado, está exposta a coquetéis de medicamentos - de analgésicos a antidepressivos. Peixes que viviam rio abaixo de algumas estações de tratamento de esgoto "mudaram" do sexo masculino para feminino em poucas semanas devido à exposição a produtos químicos desreguladores de hormônios encontrados em pílulas anticoncepcionais.

Estudos recentes mostram que os antidepressivos podem causar uma ampla variedade de mudanças comportamentais em organismos aquáticos, desde agressão, atração pela luz e ousadia crescente.

O vício em drogas é um problema de saúde global que pode devastar comunidades, e lidar com suas consequências ambientais vai sair caro. Um estudo estimou que custaria mais de US$ 50 bilhões para modernizar as estações de tratamento de esgoto da Inglaterra e do País de Gales para que sejam capazes de remover essas substâncias químicas.

Pode parecer óbvio que drogas receitadas e ilegais destinadas a mudar o comportamento humano também mudem o comportamento da vida selvagem. Mas esse problema é potencialmente muito mais difundido e complexo.

Nem sequer sabemos se substâncias químicas sintéticas(e) presentes em artigos domésticos de uso diário, como cosméticos, roupas e produtos de limpeza, podem afetar o comportamento das pessoas e de outras espécies. Um grupo internacional de cientistas fez um apelo às empresas e órgãos reguladores para verificar seus efeitos tóxicos no comportamento, como parte das avaliações de risco de novos produtos químicos.

Se quisermos controlar a quantidade de produtos farmacêuticos em nossos cursos de água, é preciso fazer mais para melhorar a filtragem nas estações de tratamento de esgoto, e forçar as empresas de água a assumir mais responsabilidade para garantir que o efluente não afete a vida selvagem.

(Matt Parker e Alex Ford. Matt Parker é professor de neurociência e psicofarmacologia na Universidade de

Portsmouth, no Reino Unido. Alex Ford é professor de biologia na mesma instituição. BBC Future

(The Conversation), 6 agosto 2021, com adaptações.)

Uma das grandes dificuldades no estudo da língua é a classificação da palavra SE.

Nesse contexto, assinale, entre suas ocorrências no texto, a alternativa em que essa palavra NÃO se classifique como conjunção.

 

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2255214 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE
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Os peixes que estão se viciando em drogas ilegais

Cerca de 269 milhões de pessoas em todo o mundo usam drogas a cada ano. E uma questão básica de biologia acaba, muitas vezes, sendo esquecida nesta história: tudo o que entra precisa sair.

Os esgotos estão inundados com drogas que são excretadas do corpo, junto aos componentes químicos fragmentados que têm efeitos semelhantes aos das próprias drogas. Uma grande quantidade de esgoto também chega aos rios e águas costeiras sem tratamento. Uma vez no meio ambiente, as drogas e seus subprodutos podem afetar a vida selvagem.

Em um estudo recente publicado no Journal of Experimental Biology, pesquisadores da República Tcheca investigaram como a metanfetamina - um estimulante com cada vez mais usuários em todo o mundo(a) - pode estar afetando a truta-marrom selvagem.

Eles examinaram se as concentrações de metanfetamina e um de seus subprodutos, a anfetamina, que foram estimadas a partir de outros estudos que mediram as concentrações de drogas ilícitas nos cursos de água, poderiam ser detectadas no cérebro da truta-marrom. Eles também analisaram se essas concentrações eram suficientes para causar dependência nos animais.

As trutas foram expostas à droga em grandes tanques durante oito semanas e, em seguida, colocadas em abstinência, ficando por dez dias em tanques que não continham a droga. Durante esse tempo, os pesquisadores testaram a preferência dos peixes por água limpa ou contendo metanfetamina e compararam com as respostas de peixes que nunca haviam sido expostos à droga.

As descobertas foram intrigantes. Os peixes expostos à metanfetamina preferiram a água contendo a droga, enquanto tal preferência não foi demonstrada pelos peixes do grupo de controle. Os pesquisadores também descobriram que, durante o período de abstinência, as trutas expostas à metanfetamina se moviam menos. Eles interpretaram isso como um sinal de ansiedade ou estresse - típicos de abstinência de drogas em humanos.

A química cerebral dos peixes expostos também diferia dos não expostos - foram detectadas várias mudanças nas substâncias químicas do cérebro que correspondem ao que é visto em casos de dependência em humanos. Mesmo depois que os efeitos comportamentais diminuíram após 10 dias de abstinência, esses marcadores no cérebro ainda estavam presentes.

Isso sugere que a exposição à metanfetamina pode ter efeitos duradouros, semelhantes aos que são observados nas pessoas.

Se as trutas estão "curtindo" as drogas, como parecem estar no estudo recente, podem ficar inclinadas a rondar tubulações por onde o efluente é descarregado. Os peixes podem se comportar de forma parecida com a que observamos em humanos que sofrem de dependência, não apenas a partir deste experimento, mas de vários estudos com diferentes espécies de peixes.

Uma das características do vício em drogas é a perda de interesse por outras atividades - mesmo aquelas que geralmente são altamente motivadas, como comer ou se reproduzir. É possível que os peixes comecem a mudar seu comportamento natural, causando problemas na sua alimentação, reprodução e, em última instância, na sua sobrevivência. Eles podem, por exemplo, ser menos propensos a escapar de predadores.

A exposição às drogas não afeta apenas os peixes em si, mas também seus descendentes. Nos peixes, o vício pode ser herdado ao longo de várias gerações. Isso poderia ter implicações duradouras para os ecossistemas, mesmo se o problema fosse resolvido agora.

Este não é o primeiro estudo a descobrir drogas ilícitas na vida selvagem. Em 2019, cientistas do Reino Unido encontraram cocaína em camarões de água doce em todos os 15 rios em que coletaram amostras. Curiosamente, eles detectaram drogas ilícitas com mais frequência(b) do que alguns produtos farmacêuticos comuns.

Mas os efeitos mais amplos dessas drogas(c) permanecem em grande parte desconhecidos. Há, no entanto, estudos abrangentes sobre os efeitos dos produtos farmacêuticos nos rios. Os medicamentos também não se fragmentam totalmente em nossos corpos e chegam às estações de tratamento de esgoto pelas fezes e a urina. A maior parte é eliminada com efluentes residuais, mas outra parte entra nos rios ao escoar de aterros sanitários ou campos agrícolas em que o esgoto humano é usado como fertilizante.

A vida selvagem presente em rios e águas costeiras, onde o efluente é despejado, está exposta a coquetéis de medicamentos - de analgésicos a antidepressivos. Peixes que viviam rio abaixo de algumas estações de tratamento de esgoto "mudaram" do sexo masculino para feminino em poucas semanas devido à exposição a produtos químicos desreguladores de hormônios encontrados em pílulas anticoncepcionais.

Estudos recentes mostram que os antidepressivos podem causar uma ampla variedade de mudanças comportamentais em organismos aquáticos, desde agressão, atração pela luz e ousadia crescente.

O vício em drogas é um problema de saúde global que pode devastar comunidades, e lidar com suas consequências ambientais vai sair caro. Um estudo estimou que custaria mais de US$ 50 bilhões para modernizar as estações de tratamento de esgoto da Inglaterra e do País de Gales para que sejam capazes de remover essas substâncias químicas.

Pode parecer óbvio que drogas receitadas e ilegais destinadas a mudar o comportamento humano também mudem o comportamento da vida selvagem. Mas esse problema é potencialmente muito mais difundido e complexo.

Nem sequer sabemos se substâncias químicas sintéticas presentes em artigos domésticos de uso diário, como cosméticos, roupas e produtos de limpeza, podem afetar o comportamento das pessoas e de outras espécies. Um grupo internacional de cientistas fez um apelo às empresas e órgãos reguladores para verificar seus efeitos tóxicos no comportamento, como parte das avaliações de risco de novos produtos químicos.

Se quisermos controlar a quantidade de produtos farmacêuticos em nossos cursos de água, é preciso fazer mais para melhorar a filtragem(d) nas estações de tratamento de esgoto, e forçar as empresas de água a assumir mais responsabilidade(e) para garantir que o efluente não afete a vida selvagem.

(Matt Parker e Alex Ford. Matt Parker é professor de neurociência e psicofarmacologia na Universidade de

Portsmouth, no Reino Unido. Alex Ford é professor de biologia na mesma instituição. BBC Future

(The Conversation), 6 agosto 2021, com adaptações.)

Assinale a alternativa em que a palavra MAIS desempenhe papel adverbial.

 

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2255213 Ano: 2021
Disciplina: Física
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE
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As quatro equações fundamentais do eletromagnetismo de Maxwell podem explicar uma grande variedade de fenômenos físicos que são a base para o funcionamento de diversos equipamentos eletromagnéticos empregados no dia a dia, como motores elétricos, telefones e muitos outros.

A respeito das Equações de Maxwell (considerando a não presença de materiais dielétricos ou magnéticos), assinale a afirmativa INCORRETA .

 

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2255212 Ano: 2021
Disciplina: Física
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE
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fenômeno da cavitação pode ser extremamente prejudicial a sistemas hidráulicos, sendo sua ocorrência função de uma propriedade do fluido transportado. A propriedade do fluido associada à cavitação é À) pressão de vapor.

 

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2255210 Ano: 2021
Disciplina: Física
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE
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Um motorista imprudente dirige em uma estrada de boa qualidade e com um longo trecho em declive e em linha reta. Ao atingir a velocidade que ele considera ideal, imprudentemente coloca o veículo em “ponto-morto” (desengata as engrenagens da transmissão), procedimento vulgarmente conhecido como “banguela”.

À partir desse momento, o veículo passa a se mover com velocidade constante.

Se a massa total do veículo com seus ocupantes e bagagens é de 1.500kg, e considerando g = 10m/s2, assinale a alternativa que apresente corretamente a resultante de todas as forças de atrito e de resistência atuantes e que se opõem ao movimento do carro.

(Considere que a rodovia segue a recomendação do Manual de Projeto Geométrico de Rodovias para inclinação máxima, de tal forma que o veículo percorre uma distância de 6.010m na estrada para 300m de deslocamento vertical (inclinação < 5%).)

 

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2255209 Ano: 2021
Disciplina: Física
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE
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Se, hipoteticamente, uma pessoa de massa 72kg fosse transportada para um planeta cuja massa seja 4 vezes a massa da Terra e seu raio seja 6 vezes o raio da Terra, qual seria o peso dessa pessoa no novo planeta?

 

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2255207 Ano: 2021
Disciplina: Física
Banca: IDECAN
Orgão: PEFOCE
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Um barco precisa ser usado para levar os passageiros à outra margem de um rio que tem 150 metros de largura.

O ponto de destino, na margem oposta, fica exatamente em frente ao ponto de partida, e a correnteza do rio tem velocidade constante de 3m/s em relação à margem, em todo o percurso. O barco vai se deslocar à sua velocidade máxima, que é de 5,0m/s (em relação à água, medida por um tubo pitot instalado em seu costado).

Para que ele atinja o ponto de destino, o módulo da velocidade do barco em relação às margens do rio deve ser de

 

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