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Observe o trecho abaixo:
(...) se os combustíveis fósseis representam um grande problema para o meio ambiente, para a energia eles representam uma grande solução.
JUNIOR, H.Q.et al. (organização). Economia da Energia: fundamentos econômicos, evolução histórica e organização industrial. Rio de Janeiro. Elsevier, 2016.
O antagonismo descrito pelo autor aponta um conflito que se traduz em um trade-off de objetivos, o qual o Estado deve gerir.
Esses objetivos são a(o)
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A teoria da firma moderna enumera as principais características das firmas que operam num mercado perfeitamente competitivo e das que atuam num mercado oligopolizado.
A esse respeito, assegura-se que a firma perfeitamente competitiva
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O sentimento que hoje dá a tônica no Brasil é o de desalento. Depois de três anos da mais grave recessão da história do país, a economia dá sinais de recuperação, mas ainda não há investimento para garantir um novo ciclo de crescimento. Não há investimento porque a confiança não se recuperou.
RESENDE, A.L. “O que esperar do Brasil em 2018”. Valor Econômico, Caderno Eu e Fim de Semana, edição impressa de 5 jan, 2018, p.10.
A proposição teórica que atribui ao estado de confiança dos empresários a principal causa para a ativação dos investimentos está relacionada ao processo de formação das expectativas
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O Banco Central do Brasil registrou os seguintes indicadores relativos ao balanço de pagamentos brasileiro em 2016 (em US$ milhões correntes):
Balança comercial (bens) 45.037
Serviços - 30.447
Renda primária - 41.080
Renda secundária 2.944
Conta capital 274
Conta financeira - 16.415
Erros e omissões 6.857
Disponível em:<http://www.bcb.gov.br/pec/Indeco/Port/indeco.asp> . Acesso em: 9 jan. 2018.
De acordo com os indicadores mencionados, o saldo do balanço de pagamentos em transações correntes, em 2016, registrou
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A inovação tecnológica pode ter um importante papel na transição de uma economia baseada em combustíveis fósseis para uma economia sustentável.
Para essa transição ser realizada, o desenvolvimento tecnológico deve possibilitar que
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- História EconômicaHistória Econômica Brasileira
- História EconômicaEconomia Brasileira Contemporânea
- MacroeconomiaIntrodução à Macroeconomia
Mais espanto ainda causou a “matriz do ministro”, a Nova Matriz Econômica (...). Em julho de 2012, Mantega anunciaria oficialmente o enterro do tripé. A base da política econômica brasileira não seria mais formada pelo triângulo do câmbio flutuante, das metas de inflação e do superávit primário.
DE BOLLE, M.B. Como matar a borboleta azul: uma crônica da era Dilma. Rio de Janeiro: Ed. Intrínseca, p.119.
No comentário crítico, a economista Mônica de Bolle refere-se à chamada Nova Matriz Econômica, adotada pela equipe econômica de Dilma Rousseff (2011-2014), cujos objetivos principais foram
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Admita que a economia global seja dividida em dois blocos: países desenvolvidos, abundantes em capital; e países em desenvolvimento, abundantes em trabalho. Considere, adicionalmente, que ambos os blocos contêm dois setores produtivos: o setor agrícola, que produz bens homogêneos, é intensivo em trabalho e opera com retornos constantes de escala e condições de concorrência perfeita; e o setor industrial, que produz bens diferenciados, é intensivo em capital e opera com retornos crescentes de escala e condições de concorrência monopolística.
De acordo com as novas teorias de comércio internacional (new trade theories), se os dois blocos se engajassem em práticas de livre-comércio puro, os fluxos de comércio entre ambos seriam
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O MDL envolve a compra (...) de certificados de redução de emissões de carbono (créditos de carbono) dos países em desenvolvimento (...)
Disponível em:<http://www.mma.gov.br/estruturas/srhu_urbano/_publicacao/125_publicacao12032009023847> . Acesso em:3 jan. 2018. Adaptado.
O trecho acima descreve um importante mecanismo para redução de emissão de CO2 .
Uma das principais vantagens econômicas desse mecanismo está relacionada ao interesse na compra de Certificados de Redução de Emissões, já que os custos de redução de emissões, por tonelada de CO2 são
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A destruição dos excedentes das colheitas se impunha, portanto, como uma consequência lógica da política de continuar colhendo mais café do que se podia vender (...). O que importa ter em conta é que o valor do produto que se destruía era muito inferior ao montante da renda que se criava. Estávamos, em verdade, construindo as famosas pirâmides que anos depois preconizaria Keynes. Dessa forma, a política de defesa do setor cafeeiro nos anos da grande depressão concretiza-se num verdadeiro programa de fomento da renda nacional. Praticou-se no Brasil, inconscientemente, uma política anticíclica de maior amplitude que a que se tenha sequer preconizado em qualquer dos países industrializados.
FURTADO, C. Formação Econômica do Brasil, 32ª edição. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2002, pp. 197 e 200-201. Adaptado.
De acordo com a interpretação clássica de Celso Furtado, a principal consequência, no longo prazo, da política de Vargas de destruir os estoques excedentes da produção de café, como forma de minorar os impactos adversos decorrentes da grande depressão da década de 1930, foi
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