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Sucessão de fácies na Camada Porangaba, Grupo Passa Dois, Estado de São Paulo
O contato entre os grupos Passa Dois (Permiano-Eotriássico) e São Bento (Triássico-Eocretáceo) marca não apenas o limite entre duas unidades litoestratigráficas, mas também uma mudança radical no ambiente de sedimentação da bacia, o qual passou de subaquoso marinho para subaéreo continental. Os depósitos da Camada Porangaba guardam os registros dos pulsos finais da sedimentação do agonizante mar epicontinental que existia desde o Carbonífero.
A seguir, é apresentado o detalhamento do intervalo denominado Camada Porangaba, que serve como fundamento para uma nova interpretação da sua gênese, concluindo que esse intervalo é constituído por depósitos subaquosos, associados a estruturas que revelam exposição subaérea penecontemporânea, por vezes com alternância cíclica.

Sérgio Luís Fabris de Matos e Armando Márcio Coimbra. São Paulo:
Revista Brasileira de Geociências, 27(4), dez./1997 (com adaptações).
Com relação à mudança no ambiente desde o Permiano até o Eocretáceo apresentada no texto CE-I, julgue o item seguinte.
Aalternância de condições subaquosas e subaéreas é indicada, na Camada Porangaba, por calcilutitos que apresentam tanto os fósseis de conchostráceos como gretas de ressecamento.
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Sucessão de fácies na Camada Porangaba, Grupo Passa Dois, Estado de São Paulo
O contato entre os grupos Passa Dois (Permiano-Eotriássico) e São Bento (Triássico-Eocretáceo) marca não apenas o limite entre duas unidades litoestratigráficas, mas também uma mudança radical no ambiente de sedimentação da bacia, o qual passou de subaquoso marinho para subaéreo continental. Os depósitos da Camada Porangaba guardam os registros dos pulsos finais da sedimentação do agonizante mar epicontinental que existia desde o Carbonífero.
A seguir, é apresentado o detalhamento do intervalo denominado Camada Porangaba, que serve como fundamento para uma nova interpretação da sua gênese, concluindo que esse intervalo é constituído por depósitos subaquosos, associados a estruturas que revelam exposição subaérea penecontemporânea, por vezes com alternância cíclica.

Sérgio Luís Fabris de Matos e Armando Márcio Coimbra. São Paulo:
Revista Brasileira de Geociências, 27(4), dez./1997 (com adaptações).
Com relação à mudança no ambiente desde o Permiano até o Eocretáceo apresentada no texto CE-I, julgue o item seguinte.
A afirmação da existência de mar epicontinental permocarbonífero necessita de outras evidências além da presença de folhelhos e calcilutito, pois essas rochas se formam em vários ambientes.
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Sucessão de fácies na Camada Porangaba, Grupo Passa Dois, Estado de São Paulo
O contato entre os grupos Passa Dois (Permiano-Eotriássico) e São Bento (Triássico-Eocretáceo) marca não apenas o limite entre duas unidades litoestratigráficas, mas também uma mudança radical no ambiente de sedimentação da bacia, o qual passou de subaquoso marinho para subaéreo continental. Os depósitos da Camada Porangaba guardam os registros dos pulsos finais da sedimentação do agonizante mar epicontinental que existia desde o Carbonífero.
A seguir, é apresentado o detalhamento do intervalo denominado Camada Porangaba, que serve como fundamento para uma nova interpretação da sua gênese, concluindo que esse intervalo é constituído por depósitos subaquosos, associados a estruturas que revelam exposição subaérea penecontemporânea, por vezes com alternância cíclica.

Sérgio Luís Fabris de Matos e Armando Márcio Coimbra. São Paulo:
Revista Brasileira de Geociências, 27(4), dez./1997 (com adaptações).
De acordo com o texto CE-I, o estudo da Camada Porangaba mostra que
as litofácies Ac e Amsofreram processos de escorregamento.
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Sucessão de fácies na Camada Porangaba, Grupo Passa Dois, Estado de São Paulo
O contato entre os grupos Passa Dois (Permiano-Eotriássico) e São Bento (Triássico-Eocretáceo) marca não apenas o limite entre duas unidades litoestratigráficas, mas também uma mudança radical no ambiente de sedimentação da bacia, o qual passou de subaquoso marinho para subaéreo continental. Os depósitos da Camada Porangaba guardam os registros dos pulsos finais da sedimentação do agonizante mar epicontinental que existia desde o Carbonífero.
A seguir, é apresentado o detalhamento do intervalo denominado Camada Porangaba, que serve como fundamento para uma nova interpretação da sua gênese, concluindo que esse intervalo é constituído por depósitos subaquosos, associados a estruturas que revelam exposição subaérea penecontemporânea, por vezes com alternância cíclica.

Sérgio Luís Fabris de Matos e Armando Márcio Coimbra. São Paulo:
Revista Brasileira de Geociências, 27(4), dez./1997 (com adaptações).
De acordo com o texto CE-I, o estudo da Camada Porangaba mostra que
a litofácies Ba se originou em regime de fluxo superior, evidenciado pela gradação normal de matriz arenosa.
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Sucessão de fácies na Camada Porangaba, Grupo Passa Dois, Estado de São Paulo
O contato entre os grupos Passa Dois (Permiano-Eotriássico) e São Bento (Triássico-Eocretáceo) marca não apenas o limite entre duas unidades litoestratigráficas, mas também uma mudança radical no ambiente de sedimentação da bacia, o qual passou de subaquoso marinho para subaéreo continental. Os depósitos da Camada Porangaba guardam os registros dos pulsos finais da sedimentação do agonizante mar epicontinental que existia desde o Carbonífero.
A seguir, é apresentado o detalhamento do intervalo denominado Camada Porangaba, que serve como fundamento para uma nova interpretação da sua gênese, concluindo que esse intervalo é constituído por depósitos subaquosos, associados a estruturas que revelam exposição subaérea penecontemporânea, por vezes com alternância cíclica.

Sérgio Luís Fabris de Matos e Armando Márcio Coimbra. São Paulo:
Revista Brasileira de Geociências, 27(4), dez./1997 (com adaptações).
De acordo com o texto CE-I, o estudo da Camada Porangaba mostra que
fragmentos argilosos e carbonáticos transportados por fluxos de detritos deram origem à litofácies Bp.
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Sucessão de fácies na Camada Porangaba, Grupo Passa Dois, Estado de São Paulo
O contato entre os grupos Passa Dois (Permiano-Eotriássico) e São Bento (Triássico-Eocretáceo) marca não apenas o limite entre duas unidades litoestratigráficas, mas também uma mudança radical no ambiente de sedimentação da bacia, o qual passou de subaquoso marinho para subaéreo continental. Os depósitos da Camada Porangaba guardam os registros dos pulsos finais da sedimentação do agonizante mar epicontinental que existia desde o Carbonífero.
A seguir, é apresentado o detalhamento do intervalo denominado Camada Porangaba, que serve como fundamento para uma nova interpretação da sua gênese, concluindo que esse intervalo é constituído por depósitos subaquosos, associados a estruturas que revelam exposição subaérea penecontemporânea, por vezes com alternância cíclica.

Sérgio Luís Fabris de Matos e Armando Márcio Coimbra. São Paulo:
Revista Brasileira de Geociências, 27(4), dez./1997 (com adaptações).
De acordo com o texto CE-I, o estudo da Camada Porangaba mostra que
as litofácies Li e Cl resultaram de processos deposicionais por decantação e pela atividade biogênica, respectivamente.
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Sucessão de fácies na Camada Porangaba, Grupo Passa Dois, Estado de São Paulo
O contato entre os grupos Passa Dois (Permiano-Eotriássico) e São Bento (Triássico-Eocretáceo) marca não apenas o limite entre duas unidades litoestratigráficas, mas também uma mudança radical no ambiente de sedimentação da bacia, o qual passou de subaquoso marinho para subaéreo continental. Os depósitos da Camada Porangaba guardam os registros dos pulsos finais da sedimentação do agonizante mar epicontinental que existia desde o Carbonífero.
A seguir, é apresentado o detalhamento do intervalo denominado Camada Porangaba, que serve como fundamento para uma nova interpretação da sua gênese, concluindo que esse intervalo é constituído por depósitos subaquosos, associados a estruturas que revelam exposição subaérea penecontemporânea, por vezes com alternância cíclica.

Sérgio Luís Fabris de Matos e Armando Márcio Coimbra. São Paulo:
Revista Brasileira de Geociências, 27(4), dez./1997 (com adaptações).
De acordo com o texto CE-I, o estudo da Camada Porangaba mostra que
a sucessão de fácies — caracterizada pela mudança progressiva de um ou mais de seus parâmetros — é indicada nessa camada pela variação gradativa dos constituintes detríticos.
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A natureza fluida intrínseca do petróleo no subsolo facilita sua migração dos sedimentos em que se originaram para aqueles em que são hoje encontrados. A maior parte dos campos de óleo ou gás ocorre em algum tipo de culminação estrutural. Há dois mecanismos que explicam essa migração, primeiramente, da rocha geradora para uma rocha porosa. Depois, secundariamente, o petróleo continua seu processo de migração dentro da rocha porosa e permeável que o recebeu ou migra para outra rochareservatório. Com relação a esses mecanismos, julgue o item a seguir.
A principal característica para que uma rochareservatório seja considerada excelente é a sua porosidade, seja ela primária ou secundária.
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A natureza fluida intrínseca do petróleo no subsolo facilita sua migração dos sedimentos em que se originaram para aqueles em que são hoje encontrados. A maior parte dos campos de óleo ou gás ocorre em algum tipo de culminação estrutural. Há dois mecanismos que explicam essa migração, primeiramente, da rocha geradora para uma rocha porosa. Depois, secundariamente, o petróleo continua seu processo de migração dentro da rocha porosa e permeável que o recebeu ou migra para outra rochareservatório. Com relação a esses mecanismos, julgue o item a seguir.
O óleo, quando entra em um meio poroso e permeável (rocha-reservatório), não desloca toda a água contida na porosidade deste. Inversamente, a água pode deslocar todo o óleo de uma armadilha dos poros por este ocupado antes, a não ser que esse meio seja de baixa permeabilidade.
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A natureza fluida intrínseca do petróleo no subsolo facilita sua migração dos sedimentos em que se originaram para aqueles em que são hoje encontrados. A maior parte dos campos de óleo ou gás ocorre em algum tipo de culminação estrutural. Há dois mecanismos que explicam essa migração, primeiramente, da rocha geradora para uma rocha porosa. Depois, secundariamente, o petróleo continua seu processo de migração dentro da rocha porosa e permeável que o recebeu ou migra para outra rochareservatório. Com relação a esses mecanismos, julgue o item a seguir.
As partes mais profundas de uma bacia podem ser encaradas como zonas de divergência hidrodinâmica. Óleo e gás migram para fora delas, projetando-se para cima, ao longo de gradientes de capilaridade decrescente em direção a soerguimentos na bacia ou às suas bordas. Nesse movimento, em um dado local, o valor API do óleo aumenta à medida que a temperatura e a pressão do reservatório decrescem.
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