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Em uma investigação criminal, na qual uma amostra de DNA coletada na cena do crime coincidiu com o perfil genético de um suspeito, estão sendo considerados os seguintes dados:
• a chance a priori de uma pessoa da cidade ser o culpado é de 1 em 300;
• se o suspeito for o culpado, a probabilidade de coincidência genética é de 100%;
• se o suspeito não for o culpado, a probabilidade de coincidência genética é de 1%.
Com base nesses dados, julgue os itens que se seguem.
A coincidência genética aumenta a probabilidade de culpa do suspeito de 0,33% para aproximadamente 25%.
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Em uma investigação criminal, na qual uma amostra de DNA coletada na cena do crime coincidiu com o perfil genético de um suspeito, estão sendo considerados os seguintes dados:
• a chance a priori de uma pessoa da cidade ser o culpado é de 1 em 300;
• se o suspeito for o culpado, a probabilidade de coincidência genética é de 100%;
• se o suspeito não for o culpado, a probabilidade de coincidência genética é de 1%.
Com base nesses dados, julgue os itens que se seguem.
Uma vez que a coincidência genética não ocorre ao acaso, é correto afirmar que o suspeito é o autor do crime.
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Em uma investigação criminal, na qual uma amostra de DNA coletada na cena do crime coincidiu com o perfil genético de um suspeito, estão sendo considerados os seguintes dados:
• a chance a priori de uma pessoa da cidade ser o culpado é de 1 em 300;
• se o suspeito for o culpado, a probabilidade de coincidência genética é de 100%;
• se o suspeito não for o culpado, a probabilidade de coincidência genética é de 1%.
Com base nesses dados, julgue os itens que se seguem.
A razão de verossimilhança entre as hipóteses de culpa e de inocência do suspeito é igual a 90.
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Em uma investigação criminal, na qual uma amostra de DNA coletada na cena do crime coincidiu com o perfil genético de um suspeito, estão sendo considerados os seguintes dados:
• a chance a priori de uma pessoa da cidade ser o culpado é de 1 em 300;
• se o suspeito for o culpado, a probabilidade de coincidência genética é de 100%;
• se o suspeito não for o culpado, a probabilidade de coincidência genética é de 1%.
Com base nesses dados, julgue os itens que se seguem.
Ao se utilizarem loci independentes, o cálculo do valor da razão de verossimilhança será o produto do inverso das frequências dos fenótipos dos resultados genéticos dos marcadores analisados para a resolução do caso, considerada a população de referência apropriada.
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Julgue os próximos itens, relativos à interpretação estatística da coincidência de perfis genéticos em contextos forenses.
Se a razão de verossimilhança for igual a 1, a evidência genética pode tornar diferentes as probabilidades a priori de duas hipóteses.
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Julgue os próximos itens, relativos à interpretação estatística da coincidência de perfis genéticos em contextos forenses.
Na genética forense, a razão de verossimilhança representa a força da evidência genética, sendo calculada como a razão entre a probabilidade da evidência sob H1 (hipótese da acusação) e a probabilidade da evidência sob H2 (hipótese da defesa).
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Em um teste de paternidade, foi analisado um único locus genético, tendo os perfis genéticos observados sido os seguintes: a mãe apresenta genótipo AB; a criança apresenta genótipo AB; o suposto pai apresenta genótipo BB.
A partir dessas informações e considerando que a frequência do alelo B na população é de 15%, julgue os próximos itens.
O conhecimento do genótipo da mãe é essencial à perícia de investigação de paternidade, uma vez que possibilita a identificação precisa do material genético paterno do filho, excluindo-se o materno, o que aumenta a precisão nos cálculos de probabilidade de paternidade.
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Em um teste de paternidade, foi analisado um único locus genético, tendo os perfis genéticos observados sido os seguintes: a mãe apresenta genótipo AB; a criança apresenta genótipo AB; o suposto pai apresenta genótipo BB.
A partir dessas informações e considerando que a frequência do alelo B na população é de 15%, julgue os próximos itens.
A mãe pode ter contribuído com o alelo A ou B para a criança, o que torna incerta a origem do alelo B.
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Em um teste de paternidade, foi analisado um único locus genético, tendo os perfis genéticos observados sido os seguintes: a mãe apresenta genótipo AB; a criança apresenta genótipo AB; o suposto pai apresenta genótipo BB.
A partir dessas informações e considerando que a frequência do alelo B na população é de 15%, julgue os próximos itens.
Se o valor da razão de verossimilhança não for superior a 10, a evidência genética nesse locus será considerada conclusiva para a paternidade.
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Julgue os itens a seguir, relativos à estatística bayesiana aplicada à análise de dados genéticos.
Considere que, em uma investigação, os resultados de um exame genético indiquem, com base na evidência atual, 90% de chance de que o DNA encontrado na cena do crime pertença ao suspeito (hipótese H1) e 10% de chance de que pertença a outra pessoa (hipótese H2). Considere, ainda, que, em investigações anteriores, as probabilidades iniciais fossem de 70% para H1 e 30% para H2. Nessas condições, supondo-se que essas duas hipóteses sejam as únicas possíveis, é correto afirmar que a probabilidade de H2 ser verdadeira após a consideração conjunta dessas informações (probabilidades iniciais e evidência atual) é superior a 0,10.
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