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Foram encontradas 70 questões.

Atenção: A questão refere-se ao texto seguinte.

A teoria unificada

Os físicos vivem atrás de uma teoria unificada do Universo que explique tudo. Todo o mundo persegue a tal teoria unificada, ou unificadora, por trás de tudo. Só varia o tudo de cada um. As religiões têm suas teorias unificadas: são suas teologias. Diante de um religioso convicto você está diante de alguém invejável, alguém que tem certeza, que chegou na frente da ciência e encerrou a sua busca. A ciência e as grandes religiões monoteístas começaram da mesma diversidade – os deuses semi-humanos da Antiguidade, as deduções empíricas da ciência primitiva – e avançaram, com a mesma avidez, do complicado para o simples, do diverso para o único. Só que o monodeus da ciência ainda não mostrou a sua cara.

Na política e nos assuntos do mundo também existe a busca da explicação absoluta, da teoria por trás de tudo. A teoria unificadora não requer esforço, é justamente um pretexto para não pensar. No fundo, o que nos atrai não é a explicação unificadora. Pode ser a teoria mais fantástica, não importa. O que nos atrai é a simplicidade. O melhor de tudo é a desobrigação de pensar.

(Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. O mundo é bárbaro. São Paulo: Companhia das Letras,2008, p. 59-60)

A teoria unificada está caracterizada neste texto, essencialmente, pela
 

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Atenção: A questão refere-se ao texto seguinte.

A teoria unificada

Os físicos vivem atrás de uma teoria unificada do Universo que explique tudo. Todo o mundo persegue a tal teoria unificada, ou unificadora, por trás de tudo. Só varia o tudo de cada um. As religiões têm suas teorias unificadas: são suas teologias. Diante de um religioso convicto você está diante de alguém invejável, alguém que tem certeza, que chegou na frente da ciência e encerrou a sua busca. A ciência e as grandes religiões monoteístas começaram da mesma diversidade – os deuses semi-humanos da Antiguidade, as deduções empíricas da ciência primitiva – e avançaram, com a mesma avidez, do complicado para o simples, do diverso para o único. Só que o monodeus da ciência ainda não mostrou a sua cara.

Na política e nos assuntos do mundo também existe a busca da explicação absoluta, da teoria por trás de tudo. A teoria unificadora não requer esforço, é justamente um pretexto para não pensar. No fundo, o que nos atrai não é a explicação unificadora. Pode ser a teoria mais fantástica, não importa. O que nos atrai é a simplicidade. O melhor de tudo é a desobrigação de pensar.

(Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. O mundo é bárbaro. São Paulo: Companhia das Letras,2008, p. 59-60)

Ao dizer que o monodeus da ciência ainda não mostrou a sua cara, o autor do texto
 

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Atenção: A questão refere-se ao texto seguinte, escrito pelo filósofo francês Voltaire em 1777:

Do justo e do injusto

Quem nos deu o sentimento do justo e do injusto? Foi Deus, que nos deu um cérebro e um coração. Mas em que momento nossa razão nos ensina que há vício e virtude? Quando nos ensina que dois e dois são quatro. Não há conhecimento inato, pela mesma razão por que não há árvore que contenha folhas e frutos ao sair da terra. Nada é aquilo que chamam inato, ou seja, desenvolvido ao nascer; Deus nos faz nascer com órgãos que, crescendo, nos permitem sentir tudo o que nossa espécie deve sentir para a sua própria conservação.

(Voltaire. O preço da justiça. São Paulo: Martins Fontes, 2001, p. 1)

Considere as seguintes afirmações:
I. O sentimento do que é vicioso ou virtuoso, segundo Voltaire, aprimora-se com o tempo, à medida que vamos amadurecendo esses valores, íntimos nossos desde o nascimento. II. Segundo Voltaire, todos nascemos aparelhados por Deus com dispositivos que nos permitem desenvolver e discernir o que precisamos conhecer para a conservação da nossa espécie. III. A imagem da árvore, de que se vale o filósofo Voltaire, ilustra bem o caso das pessoas que nascem já providas do amadurecimento com o qual distinguem entre o que é justo e o que é injusto.
Em relação ao texto, está correto o que se afirma APENAS em
 

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Atenção: A questão refere-se ao texto seguinte.

Pensar o outro

A expressão “colocar-se no lugar do outro” é antes um clichê da boa conduta que uma prática efetivamente assumida. É mais fácil repetir a fórmula desse pré-requisito para uma discussão consequente do que levar a efeito o que esta implica. Quem, de fato, é capaz de se colocar no lugar do outro para bem discernir um ponto de vista alheio ao seu? Qualquer pessoa que, por exemplo, frequente as redes sociais, sabe que, numa discussão, os argumentos de um contendor não levam em conta a argumentação do outro. Em vez de se contraporem ideias em movimento, batem-se posições já cristalizadas. A rigor, não há propriamente confronto: cada um olha apenas para si mesmo.

Há a convicção de que aceitar a razão do outro é perder a própria. Por que não avaliar que o exame dos argumentos alheios pode ser uma forma de fortalecer os nossos? E se os nossos forem de fato mais fracos, por que não abdicar deles, acolher a verdade que está do outro lado e fortalecer-nos com ela? A dinâmica de um debate deve admitir o pensamento crítico, que é, e deve ser sempre, um pensamento disposto à crise. A vida não para de nos mostrar que é com os momentos críticos que mais aprendemos. Colocar-se no lugar do outro inclui a possibilidade de querer ficar nele: por que não admitir que a razão pode estar do outro lado? Negar o outro é condenar-nos à imobilidade – essa irmã gêmea da morte.

(MELLO, Aristides de, inédito)

Quanto ao sentido que constituem no primeiro parágrafo do texto, há uma relação de oposição entre estes dois segmentos:
 

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Atenção: A questão refere-se ao texto seguinte.

A teoria unificada

Os físicos vivem atrás de uma teoria unificada do Universo que explique tudo. Todo o mundo persegue a tal teoria unificada, ou unificadora, por trás de tudo. Só varia o tudo de cada um. As religiões têm suas teorias unificadas: são suas teologias. Diante de um religioso convicto você está diante de alguém invejável, alguém que tem certeza, que chegou na frente da ciência e encerrou a sua busca. A ciência e as grandes religiões monoteístas começaram da mesma diversidade – os deuses semi-humanos da Antiguidade, as deduções empíricas da ciência primitiva – e avançaram, com a mesma avidez, do complicado para o simples, do diverso para o único. Só que o monodeus da ciência ainda não mostrou a sua cara.

Na política e nos assuntos do mundo também existe a busca da explicação absoluta, da teoria por trás de tudo. A teoria unificadora não requer esforço, é justamente um pretexto para não pensar. No fundo, o que nos atrai não é a explicação unificadora. Pode ser a teoria mais fantástica, não importa. O que nos atrai é a simplicidade. O melhor de tudo é a desobrigação de pensar.

(Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. O mundo é bárbaro. São Paulo: Companhia das Letras,2008, p. 59-60)

No 2º parágrafo do texto, o humor do cronista leva-o a afirmar que
 

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860955 Ano: 2016
Disciplina: Psicologia
Banca: FCC
Orgão: PGE-MT
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Dois gestores de áreas afins entraram em rota de confronto porque discordaram fortemente em relação às ideias de como solucionar um problema que envolvia a área de ambos. O psicólogo da PGE foi chamado a intervir. Sua correta atuação para solucionar o conflito deve ser:
 

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860954 Ano: 2016
Disciplina: Psicologia
Banca: FCC
Orgão: PGE-MT
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O colaborador de uma empresa é altamente produtivo, o que foi evidenciado em sua última avaliação de desempenho, chegando a ser tido como referência em produtividade pelos seus pares. Seus superiores o têm como alguém muito capaz e hábil em lidar com diversas tarefas ao mesmo tempo, sem demonstrar fraqueza. Porém, com alguma frequência, ele é visto com um olhar vazio e, em situações de grande pressão emocional. Chega a ter explosões emocionais. Ele cumpre seus horários com facilidade, e recorrentemente fica além do término do expediente trabalhando. Muitas vezes age impulsivamente, ignorando detalhes, mas a imprevisibilidade de suas ações é percebida como algo positivo por seus colegas e superiores, pois compreendem que ele não se deixa levar pela rotina.

Este colaborador

 

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860953 Ano: 2016
Disciplina: Psicologia
Banca: FCC
Orgão: PGE-MT
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder a questão a seguir.

Com efeito, o desenrolar de uma existência, seja de um indivíduo ou de um grupo, não se reduz a esse processo evolutivo, lento e ininterrupto. Ele se traduz, também, por momentos de descontinuidade que marcam fraturas no destino, reorientações bruscas, mutações, redirecionamentos, frequentemente não isentos de violência. Mesmo se posteriormente esses acontecimentos pareçam ter sido inelutáveis, eles não podem ser previamente enunciados [...].

As melhores práticas de gerenciamento de mudança, visando à redução dos impactos negativos do processo, consideram como etapas imprescindíveis:

 

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860952 Ano: 2016
Disciplina: Psicologia
Banca: FCC
Orgão: PGE-MT
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Paulo é um bom funcionário, responsável, que corresponde às expectativas de sua função, no entanto, não contribui nas reuniões das quais participa, e não percebe o impacto negativo desse comportamento. A ação mais adequada para solucionar o problema será Paulo receber
 

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860951 Ano: 2016
Disciplina: Psicologia
Banca: FCC
Orgão: PGE-MT
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder a questão a seguir.

Com efeito, o desenrolar de uma existência, seja de um indivíduo ou de um grupo, não se reduz a esse processo evolutivo, lento e ininterrupto. Ele se traduz, também, por momentos de descontinuidade que marcam fraturas no destino, reorientações bruscas, mutações, redirecionamentos, frequentemente não isentos de violência. Mesmo se posteriormente esses acontecimentos pareçam ter sido inelutáveis, eles não podem ser previamente enunciados [...].

Suponha um colaborador da PGE do Mato Grosso que tenha sido transferido de departamento e não consegue se adaptar ao novo trabalho, porque sente demasiada falta dos antigos colegas e estranha a dinâmica de funcionamento da área, com novos valores, novos afazeres. A conduta ideal do psicólogo da PGE será

 

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