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Foram encontradas 65 questões.

Atenção: A questão refere-se ao texto seguinte.

A teoria unificada

Os físicos vivem atrás de uma teoria unificada do Universo que explique tudo. Todo o mundo persegue a tal teoria unificada, ou unificadora, por trás de tudo. Só varia o tudo de cada um. As religiões têm suas teorias unificadas: são suas teologias. Diante de um religioso convicto você está diante de alguém invejável, alguém que tem certeza, que chegou na frente da ciência e encerrou a sua busca. A ciência e as grandes religiões monoteístas começaram da mesma diversidade – os deuses semi-humanos da Antiguidade, as deduções empíricas da ciência primitiva – e avançaram, com a mesma avidez, do complicado para o simples, do diverso para o único. Só que o monodeus da ciência ainda não mostrou a sua cara.

Na política e nos assuntos do mundo também existe a busca da explicação absoluta, da teoria por trás de tudo. A teoria unificadora não requer esforço, é justamente um pretexto para não pensar. No fundo, o que nos atrai não é a explicação unificadora. Pode ser a teoria mais fantástica, não importa. O que nos atrai é a simplicidade. O melhor de tudo é a desobrigação de pensar.

(Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. O mundo é bárbaro. São Paulo: Companhia das Letras,2008, p. 59-60)

A teoria unificada está caracterizada neste texto, essencialmente, pela
 

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Atenção: A questão refere-se ao texto seguinte.

A teoria unificada

Os físicos vivem atrás de uma teoria unificada do Universo que explique tudo. Todo o mundo persegue a tal teoria unificada, ou unificadora, por trás de tudo. Só varia o tudo de cada um. As religiões têm suas teorias unificadas: são suas teologias. Diante de um religioso convicto você está diante de alguém invejável, alguém que tem certeza, que chegou na frente da ciência e encerrou a sua busca. A ciência e as grandes religiões monoteístas começaram da mesma diversidade – os deuses semi-humanos da Antiguidade, as deduções empíricas da ciência primitiva – e avançaram, com a mesma avidez, do complicado para o simples, do diverso para o único. Só que o monodeus da ciência ainda não mostrou a sua cara.

Na política e nos assuntos do mundo também existe a busca da explicação absoluta, da teoria por trás de tudo. A teoria unificadora não requer esforço, é justamente um pretexto para não pensar. No fundo, o que nos atrai não é a explicação unificadora. Pode ser a teoria mais fantástica, não importa. O que nos atrai é a simplicidade. O melhor de tudo é a desobrigação de pensar.

(Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. O mundo é bárbaro. São Paulo: Companhia das Letras,2008, p. 59-60)

Ao dizer que o monodeus da ciência ainda não mostrou a sua cara, o autor do texto
 

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Atenção: A questão refere-se ao texto seguinte, escrito pelo filósofo francês Voltaire em 1777:

Do justo e do injusto

Quem nos deu o sentimento do justo e do injusto? Foi Deus, que nos deu um cérebro e um coração. Mas em que momento nossa razão nos ensina que há vício e virtude? Quando nos ensina que dois e dois são quatro. Não há conhecimento inato, pela mesma razão por que não há árvore que contenha folhas e frutos ao sair da terra. Nada é aquilo que chamam inato, ou seja, desenvolvido ao nascer; Deus nos faz nascer com órgãos que, crescendo, nos permitem sentir tudo o que nossa espécie deve sentir para a sua própria conservação.

(Voltaire. O preço da justiça. São Paulo: Martins Fontes, 2001, p. 1)

Considere as seguintes afirmações:
I. O sentimento do que é vicioso ou virtuoso, segundo Voltaire, aprimora-se com o tempo, à medida que vamos amadurecendo esses valores, íntimos nossos desde o nascimento. II. Segundo Voltaire, todos nascemos aparelhados por Deus com dispositivos que nos permitem desenvolver e discernir o que precisamos conhecer para a conservação da nossa espécie. III. A imagem da árvore, de que se vale o filósofo Voltaire, ilustra bem o caso das pessoas que nascem já providas do amadurecimento com o qual distinguem entre o que é justo e o que é injusto.
Em relação ao texto, está correto o que se afirma APENAS em
 

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Atenção: A questão refere-se ao texto seguinte.

Pensar o outro

A expressão “colocar-se no lugar do outro” é antes um clichê da boa conduta que uma prática efetivamente assumida. É mais fácil repetir a fórmula desse pré-requisito para uma discussão consequente do que levar a efeito o que esta implica. Quem, de fato, é capaz de se colocar no lugar do outro para bem discernir um ponto de vista alheio ao seu? Qualquer pessoa que, por exemplo, frequente as redes sociais, sabe que, numa discussão, os argumentos de um contendor não levam em conta a argumentação do outro. Em vez de se contraporem ideias em movimento, batem-se posições já cristalizadas. A rigor, não há propriamente confronto: cada um olha apenas para si mesmo.

Há a convicção de que aceitar a razão do outro é perder a própria. Por que não avaliar que o exame dos argumentos alheios pode ser uma forma de fortalecer os nossos? E se os nossos forem de fato mais fracos, por que não abdicar deles, acolher a verdade que está do outro lado e fortalecer-nos com ela? A dinâmica de um debate deve admitir o pensamento crítico, que é, e deve ser sempre, um pensamento disposto à crise. A vida não para de nos mostrar que é com os momentos críticos que mais aprendemos. Colocar-se no lugar do outro inclui a possibilidade de querer ficar nele: por que não admitir que a razão pode estar do outro lado? Negar o outro é condenar-nos à imobilidade – essa irmã gêmea da morte.

(MELLO, Aristides de, inédito)

Quanto ao sentido que constituem no primeiro parágrafo do texto, há uma relação de oposição entre estes dois segmentos:
 

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Atenção: A questão refere-se ao texto seguinte.

A teoria unificada

Os físicos vivem atrás de uma teoria unificada do Universo que explique tudo. Todo o mundo persegue a tal teoria unificada, ou unificadora, por trás de tudo. Só varia o tudo de cada um. As religiões têm suas teorias unificadas: são suas teologias. Diante de um religioso convicto você está diante de alguém invejável, alguém que tem certeza, que chegou na frente da ciência e encerrou a sua busca. A ciência e as grandes religiões monoteístas começaram da mesma diversidade – os deuses semi-humanos da Antiguidade, as deduções empíricas da ciência primitiva – e avançaram, com a mesma avidez, do complicado para o simples, do diverso para o único. Só que o monodeus da ciência ainda não mostrou a sua cara.

Na política e nos assuntos do mundo também existe a busca da explicação absoluta, da teoria por trás de tudo. A teoria unificadora não requer esforço, é justamente um pretexto para não pensar. No fundo, o que nos atrai não é a explicação unificadora. Pode ser a teoria mais fantástica, não importa. O que nos atrai é a simplicidade. O melhor de tudo é a desobrigação de pensar.

(Adaptado de: VERISSIMO, Luis Fernando. O mundo é bárbaro. São Paulo: Companhia das Letras,2008, p. 59-60)

No 2º parágrafo do texto, o humor do cronista leva-o a afirmar que
 

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860795 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FCC
Orgão: PGE-MT
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No dia 31/10/2016, a empresa Endividada S.A. obteve um empréstimo no valor de R$ 200.000,00, junto ao Banco Crédito Bom S.A., com vencimento em 6 meses e taxa de juros compostos de 3% a.m.. Os custos de transação pagos, em 31/10/2016, para o obtenção desse empréstimo foram R$ 3.000,00. Em 31/10/2016, ao reconhecer o empréstimo contratado, a empresa debitou a conta Bancos em
 

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860794 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FCC
Orgão: PGE-MT
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Em 31/12/2015, a Cia. GAS realizou uma venda no valor de R$ 100.000,00, para ser recebida em 31/03/2017. O prazo normalmente concedido pela Cia. é 55 dias e se a venda tivesse sido feita à vista seu valor seria de R$ 78.000,00. De acordo com a Lei n° 6.404/1976 e atualizações posteriores, a empresa reconheceu no momento da venda:
 

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860793 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FCC
Orgão: PGE-MT
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Na empresa Verde Vencedor S.A., as demonstrações contábeis são analisadas pelos investidores para fazerem seu valuation e, consequentemente, comprarem ou venderem suas ações. Entre os principais indicadores desta empresa destacam-se:
− índice de liquidez corrente igual a 1,5; − grau de endividamento em relação ao Patrimônio Líquido de 200%; e, − composição de endividamento de 35%.
Sabendo que o Patrimônio Líquido da empresa é formado pelo Capital Social de R$ 147,00, Reservas de Lucros no valor de R$ 33,00 e Reserva de Contingência no valor de R$ 20,00, o valor do Ativo Circulante é, em reais,
 

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860792 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FCC
Orgão: PGE-MT
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A empresa Coralina adquiriu, em 31/12/2015, um automóvel por R$ 270.000,00 a prazo, para pagamento em duas vezes iguais e sem juros, sendo a primeira parcela paga em fevereiro e a segunda paga em abril de 2016. A vida útil econômica deste automóvel foi estimada em 10 anos e seu valor residual foi avaliado em R$ 30.000,00. Após 3 meses de uso, o automóvel foi vendido por R$ 250.000,00 à vista em 31/03/2016. Com base nestas informações e sabendo que a companhia obteve um resultado contábil, o impacto acumulado causado no Caixa da empresa, nos três primeiros meses de 2016, referente a estas transa- ções foi, em reais, de
 

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860791 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FCC
Orgão: PGE-MT
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A Cia. Nordestina realizou, em 2015, as seguintes operações:
I. Recebeu um terreno, em doação, com restrições a serem cumpridas após 2017. O valor justo do terreno, na data da doação, era R$ 70.000,00.
II. Aumentou o Capital Social em R$ 200.000,00, sendo 30% em dinheiro e o restante com Reservas de Lucros.
III. Vendeu, por R$ 80.000,00, ações em tesouraria que haviam sido adquiridas em 2014 por R$ 60.000,00.
IV. Reconheceu em Outros Resultados Abrangentes uma perda decorrente de determinadas aplicações financeiras no valor de R$ 10.000,00.
V. Apurou, em 2015, lucro líquido de R$ 150.000,00, tendo distribuído R$ 45.000,00 como dividendos obrigatórios, constituí- do Reserva Legal no valor de R$ 7.500,00 e retido o saldo remanescente como Reservas para Expansão.
Considerando o registro dessas operações, a alteração ocorrida no Patrimônio Líquido da Cia. Nordestina em 2015 foi, em reais, de
 

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