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Assinale a alternativa que apresenta SOMENTE bancos de dados não relacionais (NoSQL).
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Assinale a alternativa que identifica o sistema de arquivos mais recente da Microsoft, introduzido com o Windows Server 2012, e que possui recursos que podem detectar precisamente danos e corrigir esses danos enquanto permanece online, proporcionando maior integridade e disponibilidade dos dados.
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Nos nossos primeiros anos de vida, nossos pais e cuidadores não se importam muito com o que fazemos. A nossa existência, por si só, é o bastante para nos garantir afeto incondicional. Arrotamos durante a refeição, gritamos com toda a força, não ganhamos dinheiro algum e não temos amigos importantes – ainda assim somos valorizados.
Mas chegar à idade adulta significa assumir nosso lugar ao sol em um mundo dominado por pessoas indiferentes e esnobes, cujo comportamento está no cerne da ansiedade causada pelo desejo por status. Embora alguns amigos venham a prometer não nos rejeitar mesmo que nos desgracemos e declaremos falência (e, dependendo do dia, podemos até acreditar neles), é devido atenções esparsas dos esnobes que nos mantemos.
Estar em companhia de esnobes pode nos enraivecer e irritar, porque percebemos que aquilo que somos verdadeiramente – isto é, o que somos sem levar em conta o nosso status – exerce pouquíssima influência no comportamento deles em relação a nós. Podemos ser dotados da sabedoria de Salomão e da engenhosidade e da inteligência de Ulisses, mas, se não ostentarmos emblemas socialmente reconhecidos de nossas qualidades, nossa existência continuará sendo insignificante para os esnobes.
Essa natureza condicional talvez nos seja dolorosa porque o amor adulto conserva, como protótipo, o amor incondicional dos pais pelos filhos. Nossas primeiras experiências de amor de cuidados que recebemos em uma condição desprotegida, vulnerável. Por definição, os bebês não podem pagar com recompensas mundanas a quem lhes presta cuidados. Se são amados e cuidados é pelo que são – a identidade em seu estado mais despido, mais despojado. Eles são amados por seu caráter descontrolado, barulhento e teimoso – ou apesar dele.
É só quando amadurecemos que a afeição começa a depender de realização: ser educado e bem-sucedido durante e após os anos escolares, adquirir distinção e prestígio. Tais esforços podem atrair o interesse dos outros, mas o anseio emocional subjacente não é tanto o de deslumbrar as pessoas com os nossos atos, mas sim o de reviver a sensação de receber mimos constantes e indiscriminados, como quando empilhávamos tijolinhos de madeira no chão da cozinha e tínhamos um corpo rechonchudo e olhos grandes e confiantes.
É indício desse anseio que só o adulador mais inepto admitiria basear uma amizade em sua atração pelo poder ou pela fama. Esses atrativos pareceriam motivos insultantes e efêmeros para sermos convidados para um almoço, porque não fazem parte de nossa identidade verdadeira e irredutível. Podemos perder nossos empregos e ter nossa influência destruída sem que pereçamos ou que nossa necessidade de afeição, originada na infância, seja extinta. Aduladores talentosos, portanto, sabem que devem sugerir que estão interessados estritamente na parte sem status de sua presa, que o carro oficial, os perfis nos jornais ou o cargo de diretoria da empresa são características que apenas coincidem com uma ligação profunda e pura.
Adaptado de: Botton, Alain de. Desejo de status. Porto Alegre: L&PM, 2021.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 09 e 18.
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Quando deixei o Brasil pela primeira vez, em 1982, para assumir a cobertura regional da Ásia na revista Newsweek, viajando de um lado para outro entre Pequim, Hong Kong e Tóquio, fiquei impressionado com o fato de os criadores de cultura popular serem muito mais respeitados, e até venerados, na China e no Japão do que no Brasil. No Japão, por exemplo, os mais renomados praticantes de formas de arte consideradas essenciais para a identidade cultural da nação, como ikebana, fabricação de espadas e teatro nô, são designados “tesouros nacionais” e recebem um estipêndio regular, que lhes permite aperfeiçoar seu ofício, especialmente se não há mercado comercial suficiente para sustentar o que eles produzem.
Se um sistema como esse existisse no Brasil, seguramente um de seus beneficiários seria meu amigo Dila, um criador de cordel e xilogravuras que conheço desde a década de 1970. Dila, também conhecido como José Ferreira da Silva, vive em Caruaru, a alguns quarteirões do museu dedicado a Luiz Gonzaga, e é um gênio naquilo que faz. Uma especialista em arte estrangeira que entrevistei para uma reportagem que está incluída neste bloco chega mesmo a compará-lo a Van Gogh. Mas como o Brasil realmente não valoriza seu talento, ele vive de forma humilde numa casa minúscula, que inclui uma pequena e primitiva oficina gráfica, garantia de seu sustento. Totalmente negligenciado, Dila ganha pouco, muito pouco, com suas xilogravuras e cordéis sobre o cangaço, e a luta por sobreviver acaba minando a criatividade dele, deixando-o cansado e deprimido. Ah, se ele estivesse no Japão.
Até aqui neste texto, focalizei mais a palavra cantada e falada do que a palavra escrita, exceto no caso do cordel. Isso não significa que o Brasil não tenha grandes romancistas ou poetas, só que a música e o cinema brasileiros são mais conhecidos pelo mundo fora do Brasil do que a literatura do país. Embora seja injusto, isso é um fato, e durante anos me perguntei porque isso ocorria. Eu queria ter respostas, mas não tenho; tenho só teorias.
Adaptado de: ROHTER, Larry. Deu no New York Times. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.
Assinale a alternativa que apresenta o sentido que a conjunção como confere à oração de que faz parte.
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Analise as assertivas abaixo, em relação aos servidores da Procuradoria-Geral do Estado do Rio Grande do Sul, à luz da Lei Estadual nº 13.380, de 20 de janeiro de 2010.
I. Não poderá ser promovido o servidor posto à disposição de outros órgãos ou entidades e que exerça outro cargo de provimento em comissão.
II. O Plano de Carreira e de Vencimentos do Quadro de Pessoal dos Serviços Auxiliares da Procuradoria-Geral do Estado do Rio Grande do Sul tem por diretriz o desempenho das funções de apoio técnico- administrativo indispensáveis às atividades institucionais, visando ao fortalecimento da Procuradoria-Geral do Estado e, consequentemente, do Estado do Rio Grande do Sul em juízo, observando-se o princípio da eficiência, criando as condições imprescindíveis para possibilitar o incremento, na esfera judicial, da arrecadação, e para evitar o aumento dos gastos públicos decorrentes de demandas judiciais.
III. Não poderá progredir o servidor em estágio probatório, nem aquele que, já tendo sido confirmado na carreira, não conte com o interstício de dois anos de efetivo exercício no grau.
Quais estão corretas?
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Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
Sobre a utilização de formulários na linguagem HTML, quais dos atributos abaixo foram introduzidos no HTML5?
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Nos nossos primeiros anos de vida, nossos pais e cuidadores não se importam muito com o que fazemos. A nossa existência, por si só, é o bastante para nos garantir afeto incondicional. Arrotamos durante a refeição, gritamos com toda a força, não ganhamos dinheiro algum e não temos amigos importantes – ainda assim somos valorizados.
Mas chegar à idade adulta significa assumir nosso lugar ao sol em um mundo dominado por pessoas indiferentes e esnobes, cujo comportamento está no cerne da ansiedade causada pelo desejo por status. Embora alguns amigos venham a prometer não nos rejeitar mesmo que nos desgracemos e declaremos falência (e, dependendo do dia, podemos até acreditar neles), é devido a atenções esparsas dos esnobes que nos mantemos.
Estar em companhia de esnobes pode nos enraivecer e irritar, porque percebemos que aquilo que somos verdadeiramente – isto é, o que somos sem levar em conta o nosso status – exerce pouquíssima influência no comportamento deles em relação a nós. Podemos ser dotados da sabedoria de Salomão e da engenhosidade e da inteligência de Ulisses, mas, se não ostentarmos emblemas socialmente reconhecidos de nossas qualidades, nossa existência continuará sendo insignificante para os esnobes.
Essa natureza condicional talvez nos seja dolorosa porque o amor adulto conserva, como protótipo, o amor incondicional dos pais pelos filhos. Nossas primeiras experiências de amor provêm de cuidados que recebemos em uma condição desprotegida, vulnerável. Por definição, os bebês não podem pagar com recompensas mundanas a quem lhes presta cuidados. Se são amados e cuidados é pelo que são – a identidade em seu estado mais despido, mais despojado. Eles são amados por seu caráter descontrolado, barulhento e teimoso – ou apesar dele.
É só quando amadurecemos que a afeição começa a depender de realização: ser educado e bem-sucedido durante e após os anos escolares, adquirir distinção e prestígio. Tais esforços podem atrair o interesse dos outros, mas o anseio emocional subjacente não é tanto o de deslumbrar as pessoas com os nossos atos, mas sim o de reviver a sensação de receber mimos constantes e indiscriminados, como quando empilhávamos tijolinhos de madeira no chão da cozinha e tínhamos um corpo rechonchudo e olhos grandes e confiantes.
É indício desse anseio que só o adulador mais inepto admitiria basear uma amizade em sua atração pelo poder ou pela fama. Esses atrativos pareceriam motivos insultantes e efêmeros para sermos convidados para um almoço, porque não fazem parte de nossa identidade verdadeira e irredutível. Podemos perder nossos empregos e ter nossa influência destruída sem que pereçamos ou que nossa necessidade de afeição, originada na infância, seja extinta. Aduladores talentosos, portanto, sabem que devem sugerir que estão interessados estritamente na parte sem status de sua presa, que o carro oficial, os perfis nos jornais ou o cargo de diretoria da empresa são características que apenas coincidem com uma ligação profunda e pura.
Adaptado de: Botton, Alain de. Desejo de status. Porto Alegre: L&PM, 2021.
Identifique a alternativa que apresenta ideia que está de acordo com o texto.
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Nos nossos primeiros anos de vida, nossos pais e cuidadores não se importam muito com o que fazemos. A nossa existência, por si só, é o bastante para nos garantir afeto incondicional. Arrotamos durante a refeição, gritamos com toda a força, não ganhamos dinheiro algum e não temos amigos importantes – ainda assim somos valorizados.
Mas chegar à idade adulta significa assumir nosso lugar ao sol em um mundo dominado por pessoas indiferentes e esnobes, cujo comportamento está no cerne da ansiedade causada pelo desejo por status. Embora alguns amigos venham a prometer não nos rejeitar mesmo que nos desgracemos e declaremos falência (e, dependendo do dia, podemos até acreditar neles), é devido a atenções esparsas dos esnobes que nos mantemos.
Estar em companhia de esnobes pode nos enraivecer e irritar, porque percebemos que aquilo que somos verdadeiramente – isto é, o que somos sem levar em conta o nosso status – exerce pouquíssima influência no comportamento deles em relação a nós. Podemos ser dotados da sabedoria de Salomão e da engenhosidade e da inteligência de Ulisses, mas, se não ostentarmos emblemas socialmente reconhecidos de nossas qualidades, nossa existência continuará sendo insignificante para os esnobes.
Essa natureza condicional talvez nos seja dolorosa porque o amor adulto conserva, como protótipo, o amor incondicional dos pais pelos filhos. Nossas primeiras experiências de amor provêm de cuidados que recebemos em uma condição desprotegida, vulnerável. Por definição, os bebês não podem pagar com recompensas mundanas a quem lhes presta cuidados. Se são amados e cuidados é pelo que são – a identidade em seu estado mais despido, mais despojado. Eles são amados por seu caráter descontrolado, barulhento e teimoso – ou apesar dele.
É só quando amadurecemos que a afeição começa a depender de realização: ser educado e bem-sucedido durante e após os anos escolares, adquirir distinção e prestígio. Tais esforços podem atrair o interesse dos outros, mas o anseio emocional subjacente não é tanto o de deslumbrar as pessoas com os nossos atos, mas sim o de reviver a sensação de receber mimos constantes e indiscriminados, como quando empilhávamos tijolinhos de madeira no chão da cozinha e tínhamos um corpo rechonchudo e olhos grandes e confiantes.
É indício desse anseio que só o adulador mais inepto admitiria basear uma amizade em sua atração pelo poder ou pela fama. Esses atrativos pareceriam motivos insultantes e efêmeros para sermos convidados para um almoço, porque não fazem parte de nossa identidade verdadeira e irredutível. Podemos perder nossos empregos e ter nossa influência destruída sem que pereçamos ou que nossa necessidade de afeição, originada na infância, seja extinta. Aduladores talentosos, portanto, sabem que devem sugerir que estão interessados estritamente na parte sem status de sua presa, que o carro oficial, os perfis nos jornais ou o cargo de diretoria da empresa são características que apenas coincidem com uma ligação profunda e pura.
Adaptado de: Botton, Alain de. Desejo de status. Porto Alegre: L&PM, 2021.
Identifique a alternativa com proposta de reescrita da sentença que inicia com Essa natureza e termina com pelos filhos com significado equivalente ao original.
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Nos nossos primeiros anos de vida, nossos pais e cuidadores não se importam muito com o que fazemos. A nossa existência, por si só, é o bastante para nos garantir afeto incondicional. Arrotamos durante a refeição, gritamos com toda a força, não ganhamos dinheiro algum e não temos amigos importantes – ainda assim somos valorizados.
Mas chegar à idade adulta significa assumir nosso lugar ao sol em um mundo dominado por pessoas indiferentes e esnobes, cujo comportamento está no cerne da ansiedade causada pelo desejo por status. Embora alguns amigos venham a prometer não nos rejeitar mesmo que nos desgracemos e declaremos falência (e, dependendo do dia, podemos até acreditar neles), é devido a atenções esparsas dos esnobes que nos mantemos.
Estar em companhia de esnobes pode nos enraivecer e irritar, porque percebemos que aquilo que somos verdadeiramente – isto é, o que somos sem levar em conta o nosso status – exerce pouquíssima influência no comportamento deles em relação a nós. Podemos ser dotados da sabedoria de Salomão e da engenhosidade e da inteligência de Ulisses, mas, se não ostentarmos emblemas socialmente reconhecidos de nossas qualidades, nossa existência continuará sendo insignificante para os esnobes.
Essa natureza condicional talvez nos seja dolorosa porque o amor adulto conserva, como protótipo, o amor incondicional dos pais pelos filhos. Nossas primeiras experiências de amor provêm de cuidados que recebemos em uma condição desprotegida, vulnerável. Por definição, os bebês não podem pagar com recompensas mundanas a quem lhes presta cuidados. Se são amados e cuidados é pelo que são – a identidade em seu estado mais despido, mais despojado. Eles são amados por seu caráter descontrolado, barulhento e teimoso – ou apesar dele.
É só quando amadurecemos que a afeição começa a depender de realização: ser educado e bem-sucedido durante e após os anos escolares, adquirir distinção e prestígio. Tais esforços podem atrair o interesse dos outros, mas o anseio emocional subjacente não é tanto o de deslumbrar as pessoas com os nossos atos, mas sim o de reviver a sensação de receber mimos constantes e indiscriminados, como quando empilhávamos tijolinhos de madeira no chão da cozinha e tínhamos um corpo rechonchudo e olhos grandes e confiantes.
É indício desse anseio que só o adulador mais inepto admitiria basear uma amizade em sua atração pelo poder ou pela fama. Esses atrativos pareceriam motivos insultantes e efêmeros para sermos convidados para um almoço, porque não fazem parte de nossa identidade verdadeira e irredutível. Podemos perder nossos empregos e ter nossa influência destruída sem que pereçamos ou que nossa necessidade de afeição, originada na infância, seja extinta. Aduladores talentosos, portanto, sabem que devem sugerir que estão interessados estritamente na parte sem status de sua presa, que o carro oficial, os perfis nos jornais ou o cargo de diretoria da empresa são características que apenas coincidem com uma ligação profunda e pura.
Adaptado de: Botton, Alain de. Desejo de status. Porto Alegre: L&PM, 2021.
Identifique a alternativa com proposta de reescrita para a sentença que inicia com Podemos e termina com extinta com significado equivalente ao original e de acordo com a norma gramatical.
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Analise as assertivas abaixo, relacionadas à República Federativa do Brasil e seus princípios fundamentais, previstos no Título I da Constituição Federal de 1988.
I. Constituem fundamentos o pluralismo político, o valor social da livre iniciativa e a cidadania.
II. Constituem objetivos fundamentais promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação, assim como construir uma sociedade livre, justa e solidária.
III. Constituem princípios, nas suas relações internacionais, a garantia do desenvolvimento nacional, a prevalência dos direitos humanos e a defesa da paz.
Quais estão corretas?
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