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Sobre rede privada virtual, ou VPN (Virtual Private Network), analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. É uma rede de comunicações privada construída sobre uma rede de comunicações pública.
II. Permite acesso remoto autenticado utilizando protocolos de tunelamento e técnicas de criptografia.
III. Um dos modelos de VPN é baseado na utilização do protocolo IPSec, que fornece controle de integridade e sigilo na transferência de dados entre as redes interligadas pela VPN.
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Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
O Git é um sistema de controle de versões distribuído, utilizado principalmente no desenvolvimento de software. Qual dos comandos abaixo pode ser utilizado para enviar as alterações de um repositório local para um repositório remoto?
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Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
A partir do código-fonte da Figura 1 abaixo, escrito na linguagem PHP (versão 7.4), o que deverá ser impresso?

Figura 1 – Código-fonte escrito na linguagem PHP
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Quando deixei o Brasil pela primeira vez, em 1982, para assumir a cobertura regional da Ásia na revista Newsweek, viajando de um lado para outro entre Pequim, Hong Kong e Tóquio, fiquei impressionado com o fato de os criadores de cultura popular serem muito mais respeitados, e até venerados, na China e no Japão do que no Brasil. No Japão, por exemplo, os mais renomados praticantes de formas de arte consideradas essenciais para a identidade cultural da nação, como ikebana, fabricação de espadas e teatro nô, são designados “tesouros nacionais” e recebem um estipêndio regular, que lhes permite aperfeiçoar seu ofício, especialmente se não há mercado comercial suficiente para sustentar o que eles produzem.
Se um sistema como esse existisse no Brasil, seguramente um de seus beneficiários seria meu amigo DilaI, um criador de cordel e xilogravuras que conheço desde a década de 1970. Dila, também conhecido como José Ferreira da Silva, vive em Caruaru, a alguns quarteirões do museu dedicado a Luiz Gonzaga, eI é um gênio naquilo que fazI. Uma especialista em arte estrangeira que entrevistei para uma reportagem que está incluída neste bloco chega mesmo a compará-lo a Van Gogh. MasII como o Brasil realmente não valoriza seu talentoII, eleII vive de forma humilde numa casa minúscula, que inclui uma pequena e primitiva oficina gráfica, garantia de seu sustentoII. TotalmenteIII negligenciado, Dila ganha pouco, muito pouco, com suas xilogravuras e cordéis sobre o cangaço, e a luta por sobreviver acaba minando a criatividade deleIII, deixando-o cansado e deprimidoIII. Ah, se ele estivesse no Japão.
Até aqui neste texto, focalizei mais a palavra cantada e falada do que a palavra escrita, exceto no caso do cordel. Isso não significa que o Brasil não tenha grandes romancistas ou poetas, só que a música e o cinema brasileiros são mais conhecidos pelo mundo fora do Brasil do que a literatura do país. Embora seja injusto, isso é um fato, e durante anos me perguntei porque isso ocorria. Eu queria ter respostas, mas não tenho; tenho só teorias.
Adaptado de: ROHTER, Larry. Deu no New York Times. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.
Considere as afirmações a seguir sobre alterações em sentenças do texto.
I. Na sentença que inicia com Dila (segunda ocorrência) e termina com faz, a substituição de e por que provoca a mudança do sujeito de uma de suas orações.
II. Na sentença que inicia com Mas e termina com sustento, a substituição de seu talento (l. 14) por seus talentos altera a referência do pronome ele.
III. Na sentença que inicia com Totalmente e termina com deprimido, a substituição de a criatividade dele por a sua criatividade não altera o significado da sentença.
Quais estão corretas?
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Quando deixei o Brasil pela primeira vez, em 1982, para assumir a cobertura regional da Ásia na revista Newsweek, viajando de um lado para outro entre Pequim, Hong Kong e Tóquio, fiquei impressionado com o fato de os criadores de cultura popular serem muito mais respeitados, e até venerados, na China e no Japão do que no Brasil. No Japão, por exemplo, os mais renomados praticantes de formas de arte consideradas essenciais para a identidade cultural da nação, como ikebana, fabricação de espadas e teatro nô, são designados “tesouros nacionais” e recebem um estipêndio regular, que lhes permite aperfeiçoar seu ofício, especialmente se não há mercado comercial suficiente para sustentar o que eles produzem.
Se um sistema como esse existisse no Brasil, seguramente um de seus beneficiários seria meu amigo Dila, um criador de cordel e xilogravuras que conheço desde a década de 1970. Dila, também conhecido como José Ferreira da Silva, vive em Caruaru, a alguns quarteirões do museu dedicado a Luiz Gonzaga, e é um gênio naquilo que faz. Uma especialista em arte estrangeira que entrevistei para uma reportagem que está incluída neste bloco chega mesmo a compará-lo a Van Gogh. Mas como o Brasil realmente não valoriza seu talento, ele vive de forma humilde numa casa minúscula, que inclui uma pequena e primitiva oficina gráfica, garantia de seu sustento. Totalmente negligenciado, Dila ganha pouco, muito pouco, com suas xilogravuras e cordéis sobre o cangaço, e a luta por sobreviver acaba minando a criatividade dele, deixando-o cansado e deprimido. Ah, se ele estivesse no Japão.
Até aqui neste texto, focalizei mais a palavra cantada e falada do que a palavra escrita, exceto no caso do cordel. Isso não significa que o Brasil não tenha grandes romancistas ou poetas, só que a música e o cinema brasileiros são mais conhecidos pelo mundo fora do Brasil do que a literatura do país. Embora seja injusto, isso é um fato, e durante anos me perguntei porque isso ocorria. Eu queria ter respostas, mas não tenho; tenho só teorias.
Adaptado de: ROHTER, Larry. Deu no New York Times. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.
As formas verbais existisse, seria inclui estão conjugadas, respectivamente, no
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Quando deixei o Brasil pela primeira vez, em 1982, para assumir a cobertura regional da Ásia na revista Newsweek, viajando de um lado para outro entre Pequim, Hong Kong e Tóquio, fiquei impressionado com o fato de os criadores de cultura popular serem muito mais respeitados, e até venerados, na China e no Japão do que no Brasil. No Japão, por exemplo, os mais renomados praticantes de formas de arte consideradas essenciais para a identidade cultural da nação, como ikebana, fabricação de espadas e teatro nô, são designados “tesouros nacionais” e recebem um estipêndio regular, que lhes permite aperfeiçoar seu ofício, especialmente se não há mercado comercial suficiente para sustentar o que eles produzem.
Se um sistema como esse existisse no Brasil, seguramente um de seus beneficiários seria meu amigo Dila, um criador de cordel e xilogravuras que conheço desde a década de 1970. Dila, também conhecido como José Ferreira da Silva, vive em Caruaru, a alguns quarteirões do museu dedicado a Luiz Gonzaga, e é um gênio naquilo que faz. Uma especialista em arte estrangeira que entrevistei para uma reportagem que está incluída neste bloco chega mesmo a compará-lo a Van Gogh. Mas como o Brasil realmente não valoriza seu talento, ele vive de forma humilde numa casa minúscula, que inclui uma pequena e primitiva oficina gráfica, garantia de seu sustento. Totalmente negligenciado, Dila ganha pouco, muito pouco, com suas xilogravuras e cordéis sobre o cangaço, e a luta por sobreviver acaba minando a criatividade dele, deixando-o cansado e deprimido. Ah, se ele estivesse no Japão.
Até aqui neste texto, focalizei mais a palavra cantada e falada do que a palavra escrita, exceto no caso do cordel. Isso não significa que o Brasil não tenha grandes romancistas ou poetas, só que a música e o cinema brasileiros são mais conhecidos pelo mundo fora do Brasil do que a literatura do país. Embora seja injusto, isso é um fato, e durante anos me perguntei porque isso ocorria. Eu queria ter respostas, mas não tenho; tenho só teorias.
Adaptado de: ROHTER, Larry. Deu no New York Times. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.
Mantendo-se o significado do trecho em que se encontra, o termo um estipêndio pode ser substituído por:
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Quando deixei o Brasil pela primeira vez, em 1982, para assumir a cobertura regional da Ásia na revista Newsweek, viajando de um lado para outro entre Pequim, Hong Kong e Tóquio, fiquei impressionado com o fato de os criadores de cultura popular serem muito mais respeitados, e até venerados, na China e no Japão do que no Brasil. No Japão, por exemplo, os mais renomados praticantes de formas de arte consideradas essenciais para a identidade cultural da nação, como ikebana, fabricação de espadas e teatro nô, são designados “tesouros nacionais” e recebem um estipêndio regular, que lhes permite aperfeiçoar seu ofício, especialmente se não há mercado comercial suficiente para sustentar o que eles produzem.
Se um sistema como esse existisse no Brasil, seguramente um de seus beneficiários seria meu amigo Dila, um criador de cordel e xilogravuras que conheço desde a década de 1970. Dila, também conhecido como José Ferreira da Silva, vive em Caruaru, a alguns quarteirões do museu dedicado a Luiz Gonzaga, e é um gênio naquilo que faz. Uma especialista em arte estrangeira que entrevistei para uma reportagem que está incluída neste bloco chega mesmo a compará-lo a Van Gogh. Mas como o Brasil realmente não valoriza seu talento, ele vive de forma humilde numa casa minúscula, que inclui uma pequena e primitiva oficina gráfica, garantia de seu sustento. Totalmente negligenciado, Dila ganha pouco, muito pouco, com suas xilogravuras e cordéis sobre o cangaço, e a luta por sobreviver acaba minando a criatividade dele, deixando-o cansado e deprimido. Ah, se ele estivesse no Japão.
Até aqui neste texto, focalizei mais a palavra cantada e falada do que a palavra escrita, exceto no caso do cordel. Isso não significa que o Brasil não tenha grandes romancistas ou poetas, só que a música e o cinema brasileiros são mais conhecidos pelo mundo fora do Brasil do que a literatura do país. Embora seja injusto, isso é um fato, e durante anos me perguntei porque isso ocorria. Eu queria ter respostas, mas não tenho; tenho só teorias.
Adaptado de: ROHTER, Larry. Deu no New York Times. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.
Assinale a alternativa de acordo com o posicionamento do autor expresso no último parágrafo do texto.
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Quando deixei o Brasil pela primeira vez, em 1982, para assumir a cobertura regional da Ásia na revista Newsweek, viajando de um lado para outro entre Pequim, Hong Kong e Tóquio, fiquei impressionado com o fato de os criadores de cultura popular serem muito mais respeitados, e até venerados, na China e no Japão do que no Brasil. No Japão, por exemplo, os mais renomados praticantes de formas de arte consideradas essenciais para a identidade cultural da nação, como ikebana, fabricação de espadas e teatro nô, são designados “tesouros nacionais” e recebem um estipêndio regular, que permite aperfeiçoar seu ofício, especialmente se não há mercado comercial suficiente para sustentar o que eles produzem.
Se um sistema como esse existisse no Brasil, seguramente um de seus beneficiários seria meu amigo Dila, um criador de cordel e xilogravuras que conheço desde a década de 1970. Dila, também conhecido como José Ferreira da Silva, vive em Caruaru, alguns quarteirões do museu dedicado a Luiz Gonzaga, e é um gênio naquilo que faz. Uma especialista em arte estrangeira que entrevistei para uma reportagem que está incluída neste bloco chega mesmo a compará-lo a Van Gogh. Mas como o Brasil realmente não valoriza seu talento, ele vive de forma humilde numa casa minúscula, que inclui uma pequena e primitiva oficina gráfica, garantia de seu sustento. Totalmente negligenciado, Dila ganha pouco, muito pouco, com suas xilogravuras e cordéis sobre o cangaço, e a luta por sobreviver acaba minando a criatividade dele, deixando-o cansado e deprimido. Ah, se ele estivesse no Japão.
Até aqui neste texto, focalizei mais a palavra cantada e falada do que a palavra escrita, exceto no caso do cordel. Isso não significa que o Brasil não tenha grandes romancistas ou poetas, só que a música e o cinema brasileiros são mais conhecidos pelo mundo fora do Brasil do que a literatura do país. Embora seja injusto, isso é um fato, e durante anos me perguntei isso ocorria. Eu queria ter respostas, mas não tenho; tenho só teorias.
Adaptado de: ROHTER, Larry. Deu no New York Times. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 07, 11 e 22.
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Nos nossos primeiros anos de vida, nossos pais e cuidadores não se importam muito com o que fazemos. A nossa existência, por si só, é o bastante para nos garantir afeto incondicional. Arrotamos durante a refeição, gritamos com toda a força, não ganhamos dinheiro algum e não temos amigos importantes – ainda assim somos valorizados.
Mas chegar à idade adulta significa assumir nosso lugar ao sol em um mundo dominado por pessoas indiferentes e esnobes, cujo comportamento está no cerne da ansiedade causada pelo desejo por status. Embora alguns amigos venham a prometer não nos rejeitar mesmo que nos desgracemos e declaremos falência (e, dependendo do dia, podemos até acreditar neles), é devido a atenções esparsas dos esnobes que nos mantemos.
Estar em companhia de esnobes pode nos enraivecer e irritar, porque percebemos que aquilo que somos verdadeiramente – isto é, o que somos sem levar em conta o nosso status – exerce pouquíssima influência no comportamento deles em relação a nós. Podemos ser dotados da sabedoria de Salomão e da engenhosidade e da inteligência de Ulisses, mas, se não ostentarmos emblemas socialmente reconhecidos de nossas qualidades, nossa existência continuará sendo insignificante para os esnobes.
Essa natureza condicional talvez nos seja dolorosa porque o amor adulto conserva, como protótipo, o amor incondicional dos pais pelos filhos. Nossas primeiras experiências de amor provêm de cuidados que recebemos em uma condição desprotegida, vulnerável. Por definição, os bebês não podem pagar com recompensas mundanas a quem lhes presta cuidados. Se são amados e cuidados é pelo que são – a identidade em seu estado mais despido, mais despojado. Eles são amados por seu caráter descontrolado, barulhento e teimoso – ou apesar dele.
É só quando amadurecemos que a afeição começa a depender de realização: ser educado e bem-sucedido durante e após os anos escolares, adquirir distinção e prestígio. Tais esforços podem atrair o interesse dos outros, mas o anseio emocional subjacente não é tanto o de deslumbrar as pessoas com os nossos atos, mas sim o de reviver a sensação de receber mimos constantes e indiscriminados, como quando empilhávamos tijolinhos de madeira no chão da cozinha e tínhamos um corpo rechonchudo e olhos grandes e confiantes.
É indício desse anseio que só o adulador mais inepto admitiria basear uma amizade em sua atração pelo poder ou pela fama. Esses atrativos pareceriam motivos insultantes e efêmeros para sermos convidados para um almoço, porque não fazem parte de nossa identidade verdadeira e irredutível. Podemos perder nossos empregos e ter nossa influência destruída sem que pereçamos ou que nossa necessidade de afeição, originada na infância, seja extinta. Aduladores talentosos, portanto, sabem que devem sugerir que estão interessados estritamente na parte sem status de sua presa, que o carro oficial, os perfis nos jornais ou o cargo de diretoria da empresa são características que apenas coincidem com uma ligação profunda e pura.
Adaptado de: Botton, Alain de. Desejo de status. Porto Alegre: L&PM, 2021.
Na sentença que inicia com Esses e termina em irredutível, a substituição de atrativos por atrativo exigiria que fossem passadas para o singular quantas outras palavras?
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Nos nossos primeiros anos de vida, nossos pais e cuidadores não se importam muito com o que fazemos. A nossa existência, por si só, é o bastante para nos garantir afeto incondicional. Arrotamos durante a refeição, gritamos com toda a força, não ganhamos dinheiro algum e não temos amigos importantes – ainda assim somos valorizados.
Mas chegara à idade adulta significa assumir nosso lugar ao sol em um mundo dominado por pessoas indiferentes e esnobes, cujo comportamento está no cerne da ansiedade causada pelo desejo por status. Embora alguns amigos venham a prometer não nos rejeitar mesmo que nos desgracemos e declaremos falência (e, dependendo do dia, podemos até acreditarb neles), é devido a atenções esparsas dos esnobes que nos mantemos.
Estar em companhia de esnobes pode nos enraivecer e irritar, porque percebemos que aquilo que somos verdadeiramente – isto é, o que somos sem levar em conta o nosso status – exerce pouquíssima influência no comportamento deles em relação a nós. Podemos ser dotados da sabedoria de Salomão e da engenhosidade e da inteligência de Ulisses, mas, se não ostentarmos emblemas socialmente reconhecidos de nossas qualidades, nossa existência continuará sendo insignificante para os esnobes.
Essa natureza condicional talvez nos seja dolorosa porque o amor adulto conserva, como protótipo, o amor incondicional dos pais pelos filhos. Nossas primeiras experiências de amor provêm de cuidados que recebemos em uma condição desprotegida, vulnerável. Por definição, os bebês não podem pagar com recompensas mundanas a quem lhes presta cuidados. Se são amados e cuidados é pelo que são – a identidade em seu estado mais despido, mais despojado. Eles são amados por seu caráter descontrolado, barulhento e teimoso – ou apesar dele.
É só quando amadurecemos que a afeição começa a dependerc de realização: ser educado e bem-sucedido durante e após os anos escolares, adquirir distinção e prestígio. Tais esforços podem atraird o interesse dos outros, mas o anseio emocional subjacente não é tanto o de deslumbrar as pessoas com os nossos atos, mas sim o de revivere a sensação de receber mimos constantes e indiscriminados, como quando empilhávamos tijolinhos de madeira no chão da cozinha e tínhamos um corpo rechonchudo e olhos grandes e confiantes.
É indício desse anseio que só o adulador mais inepto admitiria basear uma amizade em sua atração pelo poder ou pela fama. Esses atrativos pareceriam motivos insultantes e efêmeros para sermos convidados para um almoço, porque não fazem parte de nossa identidade verdadeira e irredutível. Podemos perder nossos empregos e ter nossa influência destruída sem que pereçamos ou que nossa necessidade de afeição, originada na infância, seja extinta. Aduladores talentosos, portanto, sabem que devem sugerir que estão interessados estritamente na parte sem status de sua presa, que o carro oficial, os perfis nos jornais ou o cargo de diretoria da empresa são características que apenas coincidem com uma ligação profunda e pura.
Adaptado de: Botton, Alain de. Desejo de status. Porto Alegre: L&PM, 2021.
Identifique a única proposta de substituição de palavra do texto que manteria a gramaticalidade da sentença em que se encontra sem a necessidade de qualquer outra alteração.
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