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2115703 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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– Trinta e um, hem, meu velho?

Filipe Lobo deu uma palmadinha amistosa no ombro de Eugênio, que como única resposta sorriu melancolicamente, baixando os olhos para o cálice de vinho.

Eunice mandou a criada servir os gelados. O jantar chegava a seu termo. Cintra se inclinou para Dora e perguntou:

– Que é que tem você hoje, menina?

– Eu? – Dora pareceu despertar de repente dum sonho. Arregalou os olhos em exagerado espanto, fez um meio sorriso e, como se a estivessem acusando dum crime tremendo, defendeu-se: – Eu? Eu não tenho nada, estou até muito bem...

Cintra acendeu um charuto e riu a sua risada baixa e lenta, enquanto sacudia a cabeça grisalha.

– Depois do jantar a Dora vai cantar... – anunciou para os outros, soltando uma baforada de fumaça.

A moça deu um pequeno pulo na cadeira.

– Oh! Não tem graça.

– Não se discute... – Cintra falava com os dentes apertados, mordendo o charuto. – Não se discute.

O peito engomado da camisa e a gola do smoking brilhavam. Os olhos se lhe entrecerravam com brilho brincalhão por trás da fumaça, ao passo que ele ria a sua risada interminável e enigmática.

Eugênio olhou para o sogro. Não lhe queria mal, compreendia os esforços que ele fazia para lhe tornar a existência naquela casa fácil e agradável. Viviam numa cordialidade meio convencional, dir-se-iam amadores de teatro representando uma alta comédia. O velho Cintra gostava de fazer o papel de gentleman repousado e paternal. Era limpo e saudável, lembrava esses cavalheiros idosos, mas corados e rijos, que aparecem sorrindo em lindas tricromias, dizendo: “Eu sou assim porque tomei tal remédio”. Tinha um cuidado meticuloso com suas roupas, manicurava as unhas e jogava golfe no Country Club.

Adaptado de VERISSIMO, E. Olhai os lírios do campo. 71 ed. São Paulo: Globo, 1995.

Analise as seguintes afirmações:

I. O narrador usa o pretérito perfeito para descrever as ações do segundo parágrafo.

II. O narrador usa o pretérito imperfeito para descrever personagem e cena no penúltimo parágrafo.

III. No último parágrafo, para descrever o personagem Cintra o narrador usa o pretérito imperfeito.

Quais estão corretas?

 

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2115701 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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– Trinta e um, hem, meu velho?

Filipe Lobo deu uma palmadinha amistosa no ombro de Eugênio, que como única resposta sorriu melancolicamente, baixando os olhos para o cálice de vinho.

Eunice mandou a criada servir os gelados. O jantar chegava a seu termo. Cintra se inclinou para Dora e perguntou:

– Que é que tem você hoje, menina?

– Eu? – Dora pareceu despertar de repente dum sonho. Arregalou os olhos em exagerado espanto, fez um meio sorriso e, como se a estivessem acusando dum crime tremendo, defendeu-se: – Eu? Eu não tenho nada, estou até muito bem...

Cintra acendeu um charuto e riu a sua risada baixa e lenta, enquanto sacudia a cabeça grisalha.

– Depois do jantar a Dora vai cantar... – anunciou para os outros, soltando uma baforada de fumaça.

A moça deu um pequeno pulo na cadeira.

– Oh! Não tem graça.

– Não se discute... – Cintra falava com os dentes apertados, mordendo o charuto. – Não se discute.

O peito engomado da camisa e a gola do smoking brilhavam. Os olhos se lhe entrecerravam com brilho brincalhão por trás da fumaça, ao passo que ele ria a sua risada interminável e enigmática.

Eugênio olhou para o sogro. Não lhe queria mal, compreendia os esforços que ele fazia para lhe tornar a existência naquela casa fácil e agradável. Viviam numa cordialidade meio convencional, dir-se-iam amadores de teatro representando uma alta comédia. O velho Cintra gostava de fazer o papel de gentleman repousado e paternal. Era limpo e saudável, lembrava esses cavalheiros idosos, mas corados e rijos, que aparecem sorrindo em lindas tricromias, dizendo: “Eu sou assim porque tomei tal remédio”. Tinha um cuidado meticuloso com suas roupas, manicurava as unhas e jogava golfe no Country Club.

Adaptado de VERISSIMO, E. Olhai os lírios do campo. 71 ed. São Paulo: Globo, 1995.

Assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, nas afirmações a seguir sobre a passagem de trechos do texto para o discurso indireto.

( ) Eu não tenho nada, estou até muito bem em discurso indireto seria Dora disse que ela não tinha nada, estava até muito bem.

( ) Depois do jantar a Dora vai cantar em discurso indireto seria Cintra anunciou, depois do jantar, que a Dora iria cantar.

( ) Não se discute em discurso indireto seria Cintra disse que não se discutia.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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2115700 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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– Trinta e um, hem, meu velho?

Filipe Lobo deu uma palmadinha amistosa no ombro de Eugênio, que como única resposta sorriu melancolicamente, baixando os olhos para o cálice de vinho.

Eunice mandou a criada servir os gelados. O jantar chegava a seu termo. Cintra se inclinou para Dora e perguntou:

– Que é que tem você hoje, menina?

– Eu? – Dora pareceu despertar de repente dum sonho. Arregalou os olhos em exagerado espanto, fez um meio sorriso e, como se a estivessem acusando dum crime tremendo, defendeu-se: – Eu? Eu não tenho nada, estou até muito bem...

Cintra acendeu um charuto e riu a sua risada baixa e lenta, enquanto sacudia a cabeça grisalha.

– Depois do jantar a Dora vai cantar... – anunciou para os outros, soltando uma baforada de fumaça.

A moça deu um pequeno pulo na cadeira.

– Oh! Não tem graça.

– Não se discute... – Cintra falava com os dentes apertados, mordendo o charuto. – Não se discute.

O peito engomadoI da camisa e a gola do smoking brilhavam. Os olhos se lhe entrecerravamII com brilho brincalhão por trás da fumaça, ao passo que ele ria a sua risada interminável e enigmática.

Eugênio olhou para o sogro. Não lhe queria mal, compreendia os esforços que ele fazia para lhe tornar a existência naquela casa fácil e agradável. Viviam numa cordialidade meio convencionalIII, dir-se-iam amadores de teatro representando uma alta comédia. O velho Cintra gostava de fazer o papel de gentleman repousado e paternal. Era limpo e saudável, lembrava esses cavalheiros idosos, mas corados e rijos, que aparecem sorrindo em lindas tricromias, dizendo: “Eu sou assim porque tomei tal remédio”. Tinha um cuidado meticuloso com suas roupas, manicurava as unhas e jogava golfe no Country Club.

Adaptado de VERISSIMO, E. Olhai os lírios do campo. 71 ed. São Paulo: Globo, 1995.

Considere as seguintes propostas de substituição de palavras do texto.

I. engomado por molhado.

II. entrecerravam por cerravam.

III. convencional por artificial.

Quais propostas indicam que a segunda palavra constitui sinônimo adequado da primeira, considerando o contexto de ocorrência?

 

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2115699 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Nos nossos primeiros anos de vida, nossos pais e cuidadores não se importam muito com o que fazemos. A nossa existência, por si só, é o bastante para nos garantir afeto incondicional. Arrotamos durante a refeição, gritamos com toda a força, não ganhamos dinheiro algum e não temos amigos importantes – ainda assim somos valorizados.

Mas chegar à idade adulta significa assumir nosso lugar ao sol em um mundo dominado por pessoas indiferentes e esnobes, cujo comportamento está no cerne da ansiedade causada pelo desejo por status. Embora alguns amigos venham a prometer não nos rejeitar mesmo que nos desgracemos e declaremos falência (e, dependendo do dia, podemos até acreditar neles), é devido a atenções esparsas dos esnobes que nos mantemos.

Estar em companhia de esnobes pode nos enraivecer e irritar, porque percebemos que aquilo que somos verdadeiramente – isto é, o que somos sem levar em conta o nosso status – exerce pouquíssima influência no comportamento deles em relação a nós. Podemos ser dotados da sabedoria de Salomão e da engenhosidade e da inteligência de Ulisses, mas, se não ostentarmos emblemas socialmente reconhecidos de nossas qualidades, nossa existência continuará sendo insignificante para os esnobes.

Essa natureza condicional talvez nos seja dolorosa porque o amor adulto conserva, como protótipo, o amor incondicional dos pais pelos filhos. Nossas primeiras experiências de amor provêm de cuidados que recebemos em uma condição desprotegida, vulnerável. Por definição, os bebês não podem pagar com recompensas mundanas a quem lhes presta cuidados. Se são amados e cuidados é pelo que são – a identidade em seu estado mais despido, mais despojado. Eles são amados por seu caráter descontrolado, barulhento e teimoso – ou apesar dele.

É só quando amadurecemos que a afeição começa a depender de realização: ser educado e bem-sucedido durante e após os anos escolares, adquirir distinção e prestígio. Tais esforços podem atrair o interesse dos outros, mas o anseio emocional subjacente não é tanto o de deslumbrar as pessoas com os nossos atos, mas sim o de reviver a sensação de receber mimos constantes e indiscriminados, como quando empilhávamos tijolinhos de madeira no chão da cozinha e tínhamos um corpo rechonchudo e olhos grandes e confiantes.

É indício desse anseio que só o adulador mais inepto admitiria basear uma amizade em sua atração pelo poder ou pela fama. Esses atrativos pareceriam motivos insultantes e efêmeros para sermos convidados para um almoço, porque não fazem parte de nossa identidade verdadeira e irredutível. Podemos perder nossos empregos e ter nossa influência destruída sem que pereçamos ou que nossa necessidade de afeição, originada na infância, seja extinta. Aduladores talentosos, portanto, sabem que devem sugerir que estão interessados estritamente na parte sem status de sua presa, que o carro oficial, os perfis nos jornais ou o cargo de diretoria da empresa são características que apenas coincidem com uma ligação profunda e pura.

Adaptado de: Botton, Alain de. Desejo de status. Porto Alegre: L&PM, 2021.

Identifique a alternativa que apresenta ideia que está de acordo com o texto.

 

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2115698 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Nos nossos primeiros anos de vida, nossos pais e cuidadores não se importam muito com o que fazemos. A nossa existência, por si só, é o bastante para nos garantir afeto incondicional. Arrotamos durante a refeição, gritamos com toda a força, não ganhamos dinheiro algum e não temos amigos importantes – ainda assim somos valorizados.

Mas chegar à idade adulta significa assumir nosso lugar ao sol em um mundo dominado por pessoas indiferentes e esnobes, cujo comportamento está no cerne da ansiedade causada pelo desejo por status. Embora alguns amigos venham a prometer não nos rejeitar mesmo que nos desgracemos e declaremos falência (e, dependendo do dia, podemos até acreditar neles), é devido a atenções esparsas dos esnobes que nos mantemos.

Estar em companhia de esnobes pode nos enraivecer e irritar, porque percebemos que aquilo que somos verdadeiramente – isto é, o que somos sem levar em conta o nosso status – exerce pouquíssima influência no comportamento deles em relação a nós. Podemos ser dotados da sabedoria de Salomão e da engenhosidade e da inteligência de Ulisses, mas, se não ostentarmos emblemas socialmente reconhecidos de nossas qualidades, nossa existência continuará sendo insignificante para os esnobes.

Essa natureza condicional talvez nos seja dolorosa porque o amor adulto conserva, como protótipo, o amor incondicional dos pais pelos filhos. Nossas primeiras experiências de amor provêm de cuidados que recebemos em uma condição desprotegida, vulnerável. Por definição, os bebês não podem pagar com recompensas mundanas a quem lhes presta cuidados. Se são amados e cuidados é pelo que são – a identidade em seu estado mais despido, mais despojado. Eles são amados por seu caráter descontrolado, barulhento e teimoso – ou apesar dele.

É só quando amadurecemos que a afeição começa a depender de realização: ser educado e bem-sucedido durante e após os anos escolares, adquirir distinção e prestígio. Tais esforços podem atrair o interesse dos outros, mas o anseio emocional subjacente não é tanto o de deslumbrar as pessoas com os nossos atos, mas sim o de reviver a sensação de receber mimos constantes e indiscriminados, como quando empilhávamos tijolinhos de madeira no chão da cozinha e tínhamos um corpo rechonchudo e olhos grandes e confiantes.

É indício desse anseio que só o adulador mais inepto admitiria basear uma amizade em sua atração pelo poder ou pela fama. Esses atrativos pareceriam motivos insultantes e efêmeros para sermos convidados para um almoço, porque não fazem parte de nossa identidade verdadeira e irredutível. Podemos perder nossos empregos e ter nossa influência destruída sem que pereçamos ou que nossa necessidade de afeição, originada na infância, seja extinta. Aduladores talentosos, portanto, sabem que devem sugerir que estão interessados estritamente na parte sem status de sua presa, que o carro oficial, os perfis nos jornais ou o cargo de diretoria da empresa são características que apenas coincidem com uma ligação profunda e pura.

Adaptado de: Botton, Alain de. Desejo de status. Porto Alegre: L&PM, 2021.

Identifique a alternativa com proposta de reescrita da sentença que inicia com Essa natureza e termina com pelos filhos com significado equivalente ao original.

 

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2115697 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Nos nossos primeiros anos de vida, nossos pais e cuidadores não se importam muito com o que fazemos. A nossa existência, por si só, é o bastante para nos garantir afeto incondicional. Arrotamos durante a refeição, gritamos com toda a força, não ganhamos dinheiro algum e não temos amigos importantes – ainda assim somos valorizados.

Mas chegar à idade adulta significa assumir nosso lugar ao sol em um mundo dominado por pessoas indiferentes e esnobes, cujo comportamento está no cerne da ansiedade causada pelo desejo por status. Embora alguns amigos venham a prometer não nos rejeitar mesmo que nos desgracemos e declaremos falência (e, dependendo do dia, podemos até acreditar neles), é devido a atenções esparsas dos esnobes que nos mantemos.

Estar em companhia de esnobes pode nos enraivecer e irritar, porque percebemos que aquilo que somos verdadeiramente – isto é, o que somos sem levar em conta o nosso status – exerce pouquíssima influência no comportamento deles em relação a nós. Podemos ser dotados da sabedoria de Salomão e da engenhosidade e da inteligência de Ulisses, mas, se não ostentarmos emblemas socialmente reconhecidos de nossas qualidades, nossa existência continuará sendo insignificante para os esnobes.

Essa natureza condicional talvez nos seja dolorosa porque o amor adulto conserva, como protótipo, o amor incondicional dos pais pelos filhos. Nossas primeiras experiências de amor provêm de cuidados que recebemos em uma condição desprotegida, vulnerável. Por definição, os bebês não podem pagar com recompensas mundanas a quem lhes presta cuidados. Se são amados e cuidados é pelo que são – a identidade em seu estado mais despido, mais despojado. Eles são amados por seu caráter descontrolado, barulhento e teimoso – ou apesar dele.

É só quando amadurecemos que a afeição começa a depender de realização: ser educado e bem-sucedido durante e após os anos escolares, adquirir distinção e prestígio. Tais esforços podem atrair o interesse dos outros, mas o anseio emocional subjacente não é tanto o de deslumbrar as pessoas com os nossos atos, mas sim o de reviver a sensação de receber mimos constantes e indiscriminados, como quando empilhávamos tijolinhos de madeira no chão da cozinha e tínhamos um corpo rechonchudo e olhos grandes e confiantes.

É indício desse anseio que só o adulador mais inepto admitiria basear uma amizade em sua atração pelo poder ou pela fama. Esses atrativos pareceriam motivos insultantes e efêmeros para sermos convidados para um almoço, porque não fazem parte de nossa identidade verdadeira e irredutível. Podemos perder nossos empregos e ter nossa influência destruída sem que pereçamos ou que nossa necessidade de afeição, originada na infância, seja extinta. Aduladores talentosos, portanto, sabem que devem sugerir que estão interessados estritamente na parte sem status de sua presa, que o carro oficial, os perfis nos jornais ou o cargo de diretoria da empresa são características que apenas coincidem com uma ligação profunda e pura.

Adaptado de: Botton, Alain de. Desejo de status. Porto Alegre: L&PM, 2021.

Identifique a alternativa com proposta de reescrita para a sentença que inicia com Podemos e termina com extinta com significado equivalente ao original e de acordo com a norma gramatical.

 

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2317194 Ano: 2021
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Analise as assertivas abaixo transcritas:

I. Segundo entendimento consolidado do Superior Tribunal de Justiça, é possível a penhora de valores depositados em nome das filiais em execução fiscal para cobrança de dívidas tributárias da matriz.

II. Na trilha de entendimento pacificado no âmbito do Superior Tribunal de Justiça, é cabível a fixação de honorários advocatícios em exceção de pré-executividade nos casos em que a decisão concluir pela exclusão do sócio do polo passivo da execução fiscal e o respectivo processo não houver sido extinto sem resolução do mérito.

III. Consoante entendimento sedimentado no âmbito da jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, o executado, em execução fiscal, não tem direito subjetivo à aceitação do bem por ele nomeado à penhora, de modo a afastar a ordem de preferência estabelecida na lei processual aplicável quanto aos bens que podem ser penhorados.

Quais estão corretas?

Questão Anulada e Desatualizada

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2317181 Ano: 2021
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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A Constituição Federal, de regra, veda a acumulação de cargos públicos, à EXCEÇÃO de:

Questão Anulada e Desatualizada

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Questão presente nas seguintes provas
2317180 Ano: 2021
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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Os atos da administração pública não devem obedecer apenas à lei, mas a padrões éticos de conduta. Nesse sentido, indique qual princípio se refere a esta situação.

Questão Anulada e Desatualizada

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Questão presente nas seguintes provas
2317127 Ano: 2021
Disciplina: Psicologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: PGE-RS
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“O reconhecimento das emoções como um fenômeno inerente à vida humana e fundamental na compreensão do comportamento em contextos sociais torna extremamente útil sua abordagem para compreender as relações que têm curso nas organizações de trabalho” (GONDIM; SIQUEIRA in ZANELLI et al., 2014, p. 293). Com relação à emoção na perspectiva de diferentes abordagens teóricas, assinale a alternativa INCORRETA.

Questão Anulada e Desatualizada

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