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TEXTO:
Feeling stress in your everyday life? Join the crowd There’s no doubt that we face an enormous number of stresses in day-to-day living, whether it be at work, in the home, or anywhere in between. The funny thing, though, is as much as we may believe that the stresses we face are more numerous or severe than in generations past, people have been living extremely stressful lives for thousands of years Think the hunter-gatherers didn't feel the stress of chasing down wild beasts for survival? That our counterparts from a century ago, struggling through economic depression, didn't consider theirs to be the "Age of Anxiety"?
What you might find surpnsing is that, contrary to popular belief, some stress can actually be a good thing. Stress, when harnessed properly, can have numerous benefits for the body and mind Occasional stress can help keep you focused and improve your recall, which can be a plus when cramming for that test or preparing for an important presentation at work. But just as with anything else, only so much stress can actually help. Too much of it over an extended period of time can make your mind foggy and give you trouble recalling even the most basic of things Ever wonder how 9-1-1 developed for an emergency? Partly because under severe stress, research showed people could only remember three numbers.
FEELING stress D«pcxilveleni:<www huffingtonpostcom^ohn-whyte- md-mph/stress-good_b_558296l html> Acesso em: 24jun. 2017.
Considering language use in the text, it's correct to say:
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TEXTO:

“But who can say whats best? That’s why you need to grab whatever chance you have of happiness where you find it, and not worry about other people too much. My experience tells me that we get no more than two or three such chances in a life time, and if we let them go, we regret it for the rest of our lives.”
MURAKAMI, Haruki Disponível em: <https://www.goodresads.com/ quotes/16160-but-who-can-say-what-s-best ..> Acesso em: 24 jun. 2017.
The's in "what's” and "That’s" is, respectively, the contraction of
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Nunca houve tempo em que se inventassem, com tanta perfeição, tantas ladroeiras legais. A fortuna particular de alguns, em menos de dez anos, quase que quintuplicou; mas o Estado, os pequenos burgueses e o povo, pouco a pouco, foram caindo na miséria mais atroz.
(LIMA BARRETO. In: ALENCAR ET AL. 1996).
A partir da análise do texto e dos conhecimentos sobre o primeiro período republicano brasileiro, é correto afirmar:
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TEXTO:
Feeling stress in your everyday life? Join the crowd There’s no doubt that we face an enormous number of stresses in day-to-day living, whether it be at work, in the home, or anywhere in between. The funny thing, though, is as much as we may believe that the stresses we face are more numerous or severe than in generations past, people have been living extremely stressful lives for thousands of years Think the hunter-gatherers didn't feel the stress of chasing down wild beasts for survival? That our counterparts from a century ago, struggling through economic depression, didn't consider theirs to be the "Age of Anxiety"?
What you might find surpnsing is that, contrary to popular belief, some stress can actually be a good thing. Stress, when harnessed properly, can have numerous benefits for the body and mind Occasional stress can help keep you focused and improve your recall, which can be a plus when cramming for that test or preparing for an important presentation at work. But just as with anything else, only so much stress can actually help. Too much of it over an extended period of time can make your mind foggy and give you trouble recalling even the most basic of things Ever wonder how 9-1-1 developed for an emergency? Partly because under severe stress, research showed people could only remember three numbers.
FEELING stress D«pcxilveleni:<www huffingtonpostcom^ohn-whyte- md-mph/stress-good_b_558296l html> Acesso em: 24jun. 2017.
The 2m paragraph tells us to
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2545822
Ano: 2017
Disciplina: Direito Processual Penal Militar
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
Disciplina: Direito Processual Penal Militar
Banca: CONSULTEC
Orgão: PM-BA
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Sobre Inquérito Policial Militar, è incorreto afirmar:
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Uma equipe de alunos do Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar desejava realizar algumas transformações na disposição do mobiliário interno da repartição onde atuava. Os profissionais dessa equipe consideraram um prisma reto, como inspiração, e seus lados, como modelo para um biombo.
Seja P um prisma reto, com 12cm de altura e base quadrada, de área medindo 16cm 2.
Nessas condições, pode-se afirmar que a área lateral, em cm 2, do prisma s igual a
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Com a crise financeira, o comércio varejista apela para promoções do tipo anunciado em um estabelecimento:
Desconto de !$ x\% !$ , desde que !$ x \in \mathbb N !$ !$ \wedge (3x-43 > 0 \wedge 93-6x > 0) !$
Nessas condições, tem-se que o valor de x é
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Nas sociedades contemporâneas, principalmente nas ocidentais, ocorre uma busca incessante para preencher o tempo com coisas, procurando um sentido de existir por meio do ter, e não do ser, uma vez que bens materiais não melhoram relacionamentos ruins.
São pensadores, como Zygmunt Bauman (1925) e Jean Baudrillard (1929-2007), que elucidam as ideias que seguem: a expressão “sociedade de consumo” é característica do meio social no qual a oferta geralmente excede a demanda. Nessa sociedade, Bauman postula que, de um lado, há a mercadoria como centro das práticas cotidianas e, de outro, uma constante orientação para que o modelo de comportamento seja sempre direcionado para o ato de consumir. Segundo Baudrillard, o consumo, na qualidade de nova modalidade de vida, transformou-se na moral do mundo contemporâneo. Assim, a maneira como vivemos define-se pela forma como consumimos, levando à reconstrução das relações humanas a partir do padrão e da semelhança das relações entre os consumidores e os objetos de consumo. É a transformação dos consumidores em mercadorias.
Outra característica é que somos diariamente bombardeados por estratégias de marketing agressivas somadas à facilidade de crédito. Não seria arriscado dizer que “comprar é fácil, difícil é existir!’'. Ocorre que, em uma sociedade consumista, paga-se um alto preço: ninguém pode se tornar sujeito sem primeiro “ser” mercadoria. De acordo com Bauman, “A busca de prazeres individuais articulada pelas mercadorias oferecidas hoje em dia, uma busca guiada e a todo tempo redirecionada e reorientada por campanhas publicitárias sucessivas, fornece o único substituto aceitável — na verdade, bastante necessitado e bem-vindo — para a edificante solidariedade dos colegas de trabalho e para o ardente calor humano de cuidar e ser cuidado pelos mais próximos e queridos,tanto no lar como na vizinhança”.
Assim, a noção de felicidade é gestada no útero de uma sociedade consumista, que gera seres iludidos com promessas do mercado, que geralmente levam a decepções. O esforço do consumo permanece como uma utopia para alcançar o idealizado. O consumo não é entendido somente como uma maneira de chamar atenção, mas também como um meio de fuga de uma vida estressante, cheia de conflitos, traumas... de uma vida vazia.
E o grande problema é que esse comportamento consumista passa a fazer parte do nosso relacionamento não só com as não só com as coisas, mas também com as pessoas, já que, sendo elas mercadorias, precisam ser consumidas para poder consumir, cada indivíduo devorando um a um. Então, temos um grande espaço aberto para todo tipo de doenças advindas da impossibilidade de consumir e sobreviver em nível de uma sociedade vorazmente consumista.
A INSUSTENTÁVEL sociedade consumista. Disponível em:
<http:// filosofiadendaevida.uol.com.br/ESFI/Edicoes/95/artjgo313250-1.asp>. Acesso em: 28jun. 2017. Adaptado.
“Segundo Baudrillard, o consumo, na qualidade de nova modalidade de vida, transformou-se na moral do mundo contemporâneo".
Apresenta-se com a mesma acepção da expressão destacada na frase acima o elemento coesivo "como", que aparece em itálico no fragmento transcrito em
I. "São pensadores, como Zygmunt Bauman (1925) e Jean Baudrillard (1929-2007), que definem as ideias".
II. "de um lado, há a mercadoria como centro das práticas cotidianas".
III. "Assim, a maneira como vivemos define-se pela forma como consumimos".
IV. " e para o ardente calor humano de cuidar e ser cuidado pelos mais próximos e queridos, tanto no lar como na vizinhança."
V. " O esforço do consumo permanece como uma utopia para alcançar o idealizado".
A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
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Nas sociedades contemporâneas, principalmente nas ocidentais, ocorre uma busca incessante para preencher o tempo com coisas, procurando um sentido de existir por meio do ter, e não do ser, uma vez que bens materiais não melhoram relacionamentos ruins.
São pensadores, como Zygmunt Bauman (1925) e Jean Baudrillard (1929-2007), que elucidam as ideias que seguem: a expressão “sociedade de consumo” é característica do meio social no qual a oferta geralmente excede a demanda. Nessa sociedade, Bauman postula que, de um lado, há a mercadoria como centro das práticas cotidianas e, de outro, uma constante orientação para que o modelo de comportamento seja sempre direcionado para o ato de consumir. Segundo Baudrillard, o consumo, na qualidade de nova modalidade de vida, transformou-se na moral do mundo contemporâneo. Assim, a maneira como vivemos define-se pela forma como consumimos, levando à reconstrução das relações humanas a partir do padrão e da semelhança das relações entre os consumidores e os objetos de consumo. É a transformação dos consumidores em mercadorias.
Outra característica é que somos diariamente bombardeados por estratégias de marketing agressivas somadas à facilidade de crédito. Não seria arriscado dizer que “comprar é fácil, difícil é existir!’'. Ocorre que, em uma sociedade consumista, paga-se um alto preço: ninguém pode se tornar sujeito sem primeiro “ser” mercadoria. De acordo com Bauman, “A busca de prazeres individuais articulada pelas mercadorias oferecidas hoje em dia, uma busca guiada e a todo tempo redirecionada e reorientada por campanhas publicitárias sucessivas, fornece o único substituto aceitável — na verdade, bastante necessitado e bem-vindo — para a edificante solidariedade dos colegas de trabalho e para o ardente calor humano de cuidar e ser cuidado pelos mais próximos e queridos,tanto no lar como na vizinhança”.
Assim, a noção de felicidade é gestada no útero de uma sociedade consumista, que gera seres iludidos com promessas do mercado, que geralmente levam a decepções. O esforço do consumo permanece como uma utopia para alcançar o idealizado. O consumo não é entendido somente como uma maneira de chamar atenção, mas também como um meio de fuga de uma vida estressante, cheia de conflitos, traumas... de uma vida vazia.
E o grande problema é que esse comportamento consumista passa a fazer parte do nosso relacionamento não só com as não só com as coisas, mas também com as pessoas, já que, sendo elas mercadorias, precisam ser consumidas para poder consumir, cada indivíduo devorando um a um. Então, temos um grande espaço aberto para todo tipo de doenças advindas da impossibilidade de consumir e sobreviver em nível de uma sociedade vorazmente consumista.
A INSUSTENTÁVEL sociedade consumista. Disponível em: <http:// filosofiadendaevida.uol.com.br/ESFI/Edicoes/95/artjgo313250-1.asp>. Acesso em: 28jun. 2017. Adaptado.
As informações veiculadas no texto permitem que se chegue à conclusão correta que, no mundo contemporâneo, o ser humano
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De acordo com o Estatuto da pessoa com Deficiência (Lei na 13.146/15), marque V ou F, conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmativas a seguir.
( ) Para fins de aplicação da Lei n° 13.146/15, consideram-se barreiras urbanísticas as existentes nos edifícios públicos e privados.
( ) Para fins de aplicação da Lei n° 13.146/15, considera-se moradia para a vida independente da pessoa com deficiência a unidade de oferta do Serviço de Acolhimento do Sistema Único de Assistência Social (Suas) localizadas em áreas residenciais da comunidade, com estruturas adequadas, que possam contar com apoio psicossocial para o atendimento das necessidades da pessoa acolhida, destinadas a jovens e adultos com deficiência, em situação de dependência, que não dispõem de condições de autossustentabilidade e com vínculos familiares fragilizados ou rompidos.
( ) Para fins de aplicação da Lei n° 13.146/15, consideram-se adaptações razoáveis as adaptações, modificações e ajustes necessários e adequados que não acarretem ônus desproporcional e indevido, quando requeridos em cada caso, a fim de assegurar que a pessoa com deficiência possa gozar ou exercer, em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas, todos os direitos e liberdades fundamentais.
( ) Para fins de aplicação da Lei nº 13.146/15, considera-se mobiliário urbano o conjunto de objetos existentes nas vias e nos espaços públicos, superpostos ou adicionados aos elementos de urbanização ou de edificação, de forma que sua modificação ou seu traslado não provoque alterações substanciais nesses elementos, tais como semáforos, postes de sinalização e similares, terminais e pontos de acesso coletivo às telecomunicações, fontes de água, lixeiras, toldos, marquises, bancos, quiosques e quaisquer outros de natureza análoga.
( ) Para fins de aplicação da Lei n“ 13.146/15, considera-se atendente pessoal a pessoa, membro ou não da família, que, com ou sem remuneração, assiste ou presta cuidados básicos e essenciais à pessoa com deficiência no exercício de suas atividades diárias, excluídas as técnicas ou os procedimentos identificados com profissões legalmente estabelecidas.
A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
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