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Entenda para que serve mandar um jipe-robô para Marte
Quem diria? A velha e dilapidada NASA, que nem possui mais meios próprios de mandar pessoas para o espaço, acaba de mostrar que ainda tem espírito épico.
A prova é o pouso perfeito do jipe-robô Curiosity em uma cratera de Marte recentemente. A saga de verdade começa agora, contudo. O Curiosity é, disparado, o artefato mais complexo que terráqueos já conseguiram botar no chão de outro planeta. Com dezessete câmeras, é a primeira sonda interplanetária capaz de fazer imagens em alta definição. Pode percorrer até dois quilômetros por dia.
Trata-se de um laboratório sobre rodas, equipado, entre outras coisas, com canhão laser para pulverizar pedaços de rocha e sistemas que medem parâmetros do clima marciano, como velocidade do vento, temperatura e umidade... A lista é grande. Tudo para tentar determinar se, afinal de contas, Marte já foi hospitaleiro para formas de vida – ou quem sabe até ainda o seja.
Hoje se sabe que o subsolo marciano, em especial nas calotas polares, abriga enorme quantidade de água congelada. E há pistas de que água salgada pode escorrer pela superfície do planeta durante o verão marciano, quando, em certos lugares, a temperatura fica entre –25 ºC e 25 ºC.
Mesmo na melhor das hipóteses, são condições nãomuito amigáveis para a vida como a conhecemos. Mas os cientistas têm dois motivos para não serem tão pessimistas, ambos baseados no que se conhece a respeito dos seres vivos na própria Terra.
O primeiro é que a vida parece ser um fenômeno tão teimoso, ao menos na sua forma microscópica, que aguenta todo tipo de ambiente inóspito, das pressões esmagadoras do leito marinho ao calor e às substâncias tóxicas dos gêiseres.
Além disso, se o nosso planeta for um exemplo representativo da evolução da vida Cosmos afora, isso significa que a vida aparece relativamente rápido quando um planeta se forma — no caso da Terra, mais ou menos meio bilhão de anos depois que ela surgiu (hoje o planeta tem 4,5 bilhões de anos).
Ou seja, teria havido tempo, na fase “molhada” do passado de Marte, para que ao menos alguns micróbios aparecessem antes de serem destruídos pela deterioração do ambiente marciano. Será que algum deles não deu um jeito de se esconder no subsolo e ainda está lá, segurando as pontas?
Reinaldo José Lopes. In: Revista Serafina, 26/8/2012. Internet: <folha.com> (com adaptações).
Julgue o item a seguir, considerando a estrutura e os aspectos gramaticais do texto apresentado, bem como as ideias nele veiculadas.
De acordo com o texto, a principal utilidade do envio do jipe-robô a Marte relaciona-se ao projeto de recolhimento de informações que comprovem ou não a presença de vida naquele planeta.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PM-CE
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| rodada | A | B | C | D |
| 1.ª | branca | amarela | vermelha | branca |
| 2.ª | amarela | vermelha | branca | amarela |
| 3.ª | vermelha | branca | amarela | vermelha |
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À luz das Leis n.º 10.826/2003 (que institui o Estatuto do Desarmamento), n.º 8.072/1990 (que trata de crimes hediondos) e n.º 7.716/1989 (que versa sobre crimes resultantes de preconceitos de raça ou de cor), julgue o item seguinte.
O crime de falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais é considerado crime hediondo.
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PM-CE
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No item de apresenta uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada. Com base no Código Disciplinar da Polícia Militar do Estado do Ceará (CD-PMCE).
Em janeiro do corrente ano, os três militares da PMCE a seguir elencados envolveram-se em ato considerado transgressão disciplinar grave contra a corporação: sargento Pedro, que, desde 2010, exerce a função de deputado estadual do estado do Ceará; sargento Luiz, que se encontra na reserva e não exerce qualquer outra atividade; e cabo Sílvio, que é militar na ativa. Nessa situação, o CD-PMCE aplicar-se-á apenas ao cabo Sílvio.
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Entenda para que serve mandar um jipe-robô para Marte
Quem diria? A velha e dilapidada NASA, que nem possui mais meios próprios de mandar pessoas para o espaço, acaba de mostrar que ainda tem espírito épico.
A prova é o pouso perfeito do jipe-robô Curiosity em uma cratera de Marte recentemente. A saga de verdade começa agora, contudo. O Curiosity é, disparado, o artefato mais complexo que terráqueos já conseguiram botar no chão de outro planeta. Com dezessete câmeras, é a primeira sonda interplanetária capaz de fazer imagens em alta definição. Pode percorrer até dois quilômetros por dia.
Trata-se de um laboratório sobre rodas, equipado, entre outras coisas, com canhão laser para pulverizar pedaços de rocha e sistemas que medem parâmetros do clima marciano, como velocidade do vento, temperatura e umidade... A lista é grande. Tudo para tentar determinar se, afinal de contas, Marte já foi hospitaleiro para formas de vida – ou quem sabe até ainda o seja.
Hoje se sabe que o subsolo marciano, em especial nas calotas polares, abriga enorme quantidade de água congelada. E há pistas de que água salgada pode escorrer pela superfície do planeta durante o verão marciano, quando, em certos lugares, a temperatura fica entre –25 ºC e 25 ºC.
Mesmo na melhor das hipóteses, são condições nãomuito amigáveis para a vida como a conhecemos. Mas os cientistas têm dois motivos para não serem tão pessimistas, ambos baseados no que se conhece a respeito dos seres vivos na própria Terra.
O primeiro é que a vida parece ser um fenômeno tão teimoso, ao menos na sua forma microscópica, que aguenta todo tipo de ambiente inóspito, das pressões esmagadoras do leito marinho ao calor e às substâncias tóxicas dos gêiseres.
Além disso, se o nosso planeta for um exemplo representativo da evolução da vida Cosmos afora, isso significa que a vida aparece relativamente rápido quando um planeta se forma — no caso da Terra, mais ou menos meio bilhão de anos depois que ela surgiu (hoje o planeta tem 4,5 bilhões de anos).
Ou seja, teria havido tempo, na fase “molhada” do passado de Marte, para que ao menos alguns micróbios aparecessem antes de serem destruídos pela deterioração do ambiente marciano. Será que algum deles não deu um jeito de se esconder no subsolo e ainda está lá, segurando as pontas?
Reinaldo José Lopes. In: Revista Serafina, 26/8/2012. Internet: <folha.com> (com adaptações).
Julgue o item a seguir, considerando a estrutura e os aspectos gramaticais do texto apresentado, bem como as ideias nele veiculadas.
Nos trechos “Além disso, se o nosso planeta for um exemplo representativo da evolução da vida Cosmos afora, isso significa que (...)” e “teria havido tempo, na fase ‘molhada’ do passado de Marte, para que ao menos alguns micróbios aparecessem”, as vírgulas são empregadas pelo mesmo motivo: isolar termos com a mesma função gramatical.
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Entenda para que serve mandar um jipe-robô para Marte
Quem diria? A velha e dilapidada NASA, que nem possui mais meios próprios de mandar pessoas para o espaço, acaba de mostrar que ainda tem espírito épico.
A prova é o pouso perfeito do jipe-robô Curiosity em uma cratera de Marte recentemente. A saga de verdade começa agora, contudo. O Curiosity é, disparado, o artefato mais complexo que terráqueos já conseguiram botar no chão de outro planeta. Com dezessete câmeras, é a primeira sonda interplanetária capaz de fazer imagens em alta definição. Pode percorrer até dois quilômetros por dia.
Trata-se de um laboratório sobre rodas, equipado, entre outras coisas, com canhão laser para pulverizar pedaços de rocha e sistemas que medem parâmetros do clima marciano, como velocidade do vento, temperatura e umidade... A lista é grande. Tudo para tentar determinar se, afinal de contas, Marte já foi hospitaleiro para formas de vida – ou quem sabe até ainda o seja.
Hoje se sabe que o subsolo marciano, em especial nas calotas polares, abriga enorme quantidade de água congelada. E há pistas de que água salgada pode escorrer pela superfície do planeta durante o verão marciano, quando, em certos lugares, a temperatura fica entre –25 ºC e 25 ºC.
Mesmo na melhor das hipóteses, são condições não muito amigáveis para a vida como a conhecemos. Mas os cientistas têm dois motivos para não serem tão pessimistas, ambos baseados no que se conhece a respeito dos seres vivos na própria Terra.
O primeiro é que a vida parece ser um fenômeno tão teimoso, ao menos na sua forma microscópica, que aguenta todo tipo de ambiente inóspito, das pressões esmagadoras do leito marinho ao calor e às substâncias tóxicas dos gêiseres.
Além disso, se o nosso planeta for um exemplo representativo da evolução da vida Cosmos afora, isso significa que a vida aparece relativamente rápido quando um planeta se forma — no caso da Terra, mais ou menos meio bilhão de anos depois que ela surgiu (hoje o planeta tem 4,5 bilhões de anos).
Ou seja, teria havido tempo, na fase “molhada” do passado de Marte, para que ao menos alguns micróbios aparecessem antes de serem destruídos pela deterioração do ambiente marciano. Será que algum deles não deu um jeito de se esconder no subsolo e ainda está lá, segurando as pontas?
Reinaldo José Lopes. In: Revista Serafina, 26/8/2012. Internet: <folha.com> (com adaptações).
Julgue o item a seguir, considerando a estrutura e os aspectos gramaticais do texto apresentado, bem como as ideias nele veiculadas.
A expressão “espírito épico” pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido do texto, pela expressão espírito prático.
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