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Diferentemente dos princípios que regem a atuação da Administração Pública em geral, os princípios inerentes às políticas públicas são menos normativos e, ao mesmo tempo, mais gerenciais, evitando a criação ou implantação de estratégias de atuação engessadas sob o ponto de vista da eficácia, eficiência e efetividade. Nesse contexto, assinale abaixo a única alternativa que não está associada à principiologia das políticas públicas:
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O Comandante Geral da PMCE, atento às estatísticas do número de furtos no Ceará, resolve implementar uma operação em todo o Estado denominada “operação XII Tábuas” para conter o referido tipo criminal.

Ao observar o gráfico 01 oriundo da SIP/GEESP/SUPESP/SSPDS, entre quais meses houve maior diferença na incidência de furto no Estado do Ceará?
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A figura abaixo apresenta o contracheque de um soldado pronto da PMCE.
Assinale a alternativa que apresenta o salário líquido do policial, bem como a porcentagem aproximada do salário bruto obtido pela gratificação de qualificação policial.
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No Batalhão de Policiamento de Trânsito existem 55 viaturas e 38 motocicletas. A coordenadoria de apoio logístico está com uma meta de triplicar o número de cada tipo de veículo desse batalhão. Qual será o número total de pneus que deverão ser inspecionados no batalhão pelo P4 assim que a nova frota for enviada?
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Existiam em meados do ano de 2011 na PMCE três tipos de escalas de serviço: A – 12x36 (trabalha 12h e folga 36h), B – 6x1 (trabalha 6 dias consecutivos com turnos de 8h e folga um dia) e a C – 12x24, 12x72 (trabalha 12h e folga 24h e, em seguida, trabalha 12h e folga 72h), as quais figuravam em caráter ininterruptos. O SD PM 30.345 Xavier trabalhou um período em uma companhia vivenciando as três escalas da seguinte forma: BBCCBAAACBA. A partir disso, qual foi o total de horas trabalhadas pelo policial militar?
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O conjunto dos policiais militares do Estado do Ceará menos a interseção do conjunto dos cabos e dos soldados é igual à:
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O Comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar do Ceará determinou que o oficial de dia colocasse policiamento na guarda do batalhão, na guarda do presídio militar e na praça José Bonifácio. Sabendo-se que os policiais se revezam a cada duas horas e no máximo devem cumprir 8h de efetivo plantão, quantos policiais serão necessários para suprir a necessidade desses três postos de serviço em um dia?
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Metano pode ser a chave para detectar vida alienígena em um planeta distante
Para a humanidade, a descoberta de provas de que existe vida fora da Terra provavelmente não acontecerá de maneira dramática, por exemplo com a aterrissagem de uma espaçonave alienígena do lado da Torre Eiffel em Paris. É muito mais provável que ela ocorra por meio de observações via telescópio de um planeta distante cuja atmosfera contenha produtos químicos indicativos de atividade biológica.
Na última segunda-feira (28), pesquisadores disseram que o metano pode vir a ser o primeiro sinal detectável de vida extraterrestre, caso seja descoberto na atmosfera de um planeta rochoso que orbite na "zona habitável" – uma área nem fria demais nem quente demais para a existência de água em forma líquida na superfície do planeta – de uma estrela semelhante ao Sol.
Os cientistas estão trabalhando para compreender os indicadores de vida – bioassinaturas – que podem estar presentes nas observações de planetas em outros sistemas solares, os chamados exoplanetas, sabendo que telescópios de capacidade cada vez maior em breve estarão disponíveis.
Em um estudo publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, os pesquisadores demonstraram que a abundância de metano na atmosfera pode ser um sinal persuasivo de vida, no contexto planetário correto. O metano é um importante gás residual na atmosfera da Terra, presente em volume de menos de duas partes por milhão.
Diferentemente de outras potenciais bioassinaturas tais como o oxigênio atmosférico, o metano é um dos poucos gases que poderia ser detectado com facilidade por meio do James Webb Space Telescope, lançado em dezembro pela Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (Nasa) americana e que está sendo preparado para entrar em operação dentro de alguns meses.
"Na Terra, a vasta maioria do metano é produzido pela vida", disse Maggie Thompson, a principal autora do artigo, estudante de pós-graduação em astronomia e astrofísica na Universidade da Califórnia em Santa Cruz.
A maior parte do gás é gerada diretamente pela vida: micróbios produtores de metano em terras úmidas, arrozais ou nos aparelhos digestivos de animais de grande porte. O metano também é gerado por atividades humanas como a queima de combustíveis fósseis, entre os quais carvão e petróleo, que são remanescentes de organismos mortos. A proporção de metano gerado de forma não biológica na Terra é minúscula.
Os pesquisadores apresentaram um argumento triplo em favor do metano como bioassinatura promissora.
"Primeiro, não seria surpreendente que a vida produzisse metano em outros ambientes. Mesmo que a bioquímica da vida alienígena seja radicalmente diferente da que existe na biosfera da Terra, a metanogênese é uma estratégia metabólica óbvia e fácil para qualquer vida baseada em carbono, dadas as fontes de energia provavelmente presentes em exoplanetas rochosos", disse Joshua Krissansen-Totton, coautor do estudo e pesquisador Nasa-Sagan no departamento de astronomia e astrofísica da Universidade da Califórnia em Santa Cruz.
Em segundo lugar, eles disseram, o metano não persistiria por muito tempo na atmosfera de planetas rochosos habitáveis sem um reabastecimento constante, possivelmente por meio de organismos vivos. Na Terra, o metano atmosférico é instável – os efeitos químicos da luz o destroem –, mas existe um reabastecimento biológico constante.
Terceiro, segundo os pesquisadores, seria difícil para processos não biológicos, como o vulcanismo ou as reações químicas em cadeias montanhosas oceânicas e fontes hidrotermais, manter o reabastecimento sem deixar "impressões digitais" indicando que o metano não foi gerado biologicamente.
Os vulcões emissores de gases, por exemplo, liberariam monóxido de carbono em companhia do metano, mas a atividade biológica tende a devorar monóxido de carbono e reduzir sua concentração atmosférica. Assim, eles disseram, processos não biológicos não são capazes de produzir facilmente, em planetas rochosos, atmosferas ricas tanto em carbono quanto em metano, como acontece na Terra, mas com pouco ou nenhum monóxido de carbono.
Os cientistas estão na expectativa de que novas percepções sobre a atmosfera dos exoplanetas serão oferecidas pelo James Webb e outros novos telescópios, examinado a química quando esses planetas distantes passarem diante das estrelas cujos sistemas eles ocupam, da perspectiva da Terra.
O oxigênio, mais abundante que o metano na atmosfera terrestre, é outra bioassinatura potencial. Ele também é inserido na atmosfera terrestre via processos biológicos – no caso, a fotossíntese de plantas e micróbios. Mas o James Webb não terá capacidade de detectar oxigênio.
"O metano não é uma bioassinatura hipotética. Sabemos que a vida na Terra vem produzindo metano por essencialmente toda sua história, e as concentrações atmosféricas de metano podem ter sido elevadas no começo da Terra, antes que houvesse oxigênio na atmosfera", disse Krissansen-Totton.
"Mas é importante apontar que a diversidade de ambientes planetários em outros sistemas é provavelmente vasta, e pode haver outros processos não biológicos de produção de metano que ninguém considerou até agora."
(Will Dunham. https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/03/metano-pode-ser-a-chave-para-detectar-vida-alienigena-em-um-planeta-distante.shtml. 31.mar.2022)
Mesmo que a bioquímica da vida alienígena seja radicalmente diferente da que existe na biosfera da Terra, a metanogênese é uma estratégia metabólica óbvia e fácil para qualquer vida baseada em carbono, dadas as fontes de energia provavelmente presentes em exoplanetas rochosos...
É correto afirmar que, no período acima, há
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Metano pode ser a chave para detectar vida alienígena em um planeta distante
Para a humanidade, a descoberta de provas de que existe vida fora da Terra provavelmente não acontecerá de maneira dramática, por exemplo com a aterrissagem de uma espaçonave alienígena do lado da Torre Eiffel em Paris. É muito mais provável que ela ocorra por meio de observações via telescópio de um planeta distante cuja atmosfera contenha produtos químicos indicativos de atividade biológica.
Na última segunda-feira (28), pesquisadores disseram que o metano pode vir a ser o primeiro sinal detectável de vida extraterrestre, caso seja descoberto na atmosfera de um planeta rochoso que orbite na "zona habitável" – uma área nem fria demais nem quente demais para a existência de água em forma líquida na superfície do planeta – de uma estrela semelhante ao Sol.
Os cientistas estão trabalhando para compreender os indicadores de vida – bioassinaturas – que podem estar presentes nas observações de planetas em outros sistemas solares, os chamados exoplanetas, sabendo que telescópios de capacidade cada vez maior em breve estarão disponíveis.
Em um estudo publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, os pesquisadores demonstraram que a abundância de metano na atmosfera pode ser um sinal persuasivo de vida, no contexto planetário correto. O metano é um importante gás residual na atmosfera da Terra, presente em volume de menos de duas partes por milhão.
Diferentemente de outras potenciais bioassinaturas tais como o oxigênio atmosférico, o metano é um dos poucos gases que poderia ser detectado com facilidade por meio do James Webb Space Telescope, lançado em dezembro pela Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (Nasa) americana e que está sendo preparado para entrar em operação dentro de alguns meses.
"Na Terra, a vasta maioria do metano é produzido pela vida", disse Maggie Thompson, a principal autora do artigo, estudante de pós-graduação em astronomia e astrofísica na Universidade da Califórnia em Santa Cruz.
A maior parte do gás é gerada diretamente pela vida: micróbios produtores de metano em terras úmidas, arrozais ou nos aparelhos digestivos de animais de grande porte. O metano também é gerado por atividades humanas como a queima de combustíveis fósseis, entre os quais carvão e petróleo, que são remanescentes de organismos mortos. A proporção de metano gerado de forma não biológica na Terra é minúscula.
Os pesquisadores apresentaram um argumento triplo em favor do metano como bioassinatura promissora.
"Primeiro, não seria surpreendente que a vida produzisse metano em outros ambientes. Mesmo que a bioquímica da vida alienígena seja radicalmente diferente da que existe na biosfera da Terra, a metanogênese é uma estratégia metabólica óbvia e fácil para qualquer vida baseada em carbono, dadas as fontes de energia provavelmente presentes em exoplanetas rochosos", disse Joshua Krissansen-Totton, coautor do estudo e pesquisador Nasa-Sagan no departamento de astronomia e astrofísica da Universidade da Califórnia em Santa Cruz.
Em segundo lugar, eles disseram, o metano não persistiria por muito tempo na atmosfera de planetas rochosos habitáveis sem um reabastecimento constante, possivelmente por meio de organismos vivos. Na Terra, o metano atmosférico é instável – os efeitos químicos da luz o destroem –, mas existe um reabastecimento biológico constante.
Terceiro, segundo os pesquisadores, seria difícil para processos não biológicos, como o vulcanismo ou as reações químicas em cadeias montanhosas oceânicas e fontes hidrotermais, manter o reabastecimento sem deixar "impressões digitais" indicando que o metano não foi gerado biologicamente.
Os vulcões emissores de gases, por exemplo, liberariam monóxido de carbono em companhia do metano, mas a atividade biológica tende a devorar monóxido de carbono e reduzir sua concentração atmosférica. Assim, eles disseram, processos não biológicos não são capazes de produzir facilmente, em planetas rochosos, atmosferas ricas tanto em carbono quanto em metano, como acontece na Terra, mas com pouco ou nenhum monóxido de carbono.
Os cientistas estão na expectativa de que novas percepções sobre a atmosfera dos exoplanetas serão oferecidas pelo James Webb e outros novos telescópios, examinado a química quando esses planetas distantes passarem diante das estrelas cujos sistemas eles ocupam, da perspectiva da Terra.
O oxigênio, mais abundante que o metano na atmosfera terrestre, é outra bioassinatura potencial. Ele também é inserido na atmosfera terrestre via processos biológicos – no caso, a fotossíntese de plantas e micróbios. Mas o James Webb não terá capacidade de detectar oxigênio.
"O metano não é uma bioassinatura hipotética. Sabemos que a vida na Terra vem produzindo metano por essencialmente toda sua história, e as concentrações atmosféricas de metano podem ter sido elevadas no começo da Terra, antes que houvesse oxigênio na atmosfera", disse Krissansen-Totton.
"Mas é importante apontar que a diversidade de ambientes planetários em outros sistemas é provavelmente vasta, e pode haver outros processos não biológicos de produção de metano que ninguém considerou até agora."
(Will Dunham. https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/03/metano-pode-ser-a-chave-para-detectar-vida-alienigena-em-um-planeta-distante.shtml. 31.mar.2022)
"Mas é importante apontar que a diversidade de ambientes planetários em outros sistemas é provavelmente vasta, e pode haver outros processos não biológicos de produção de metano que ninguém considerou até agora."
Assinale a alternativa em que a estrutura indicada pode substituir corretamente, do ponto de vista da norma culta, o sublinhado no período acima. Não leve em conta alterações de sentido.
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Metano pode ser a chave para detectar vida alienígena em um planeta distante
Para a humanidade, a descoberta de provas de que existe vida fora da Terra provavelmente não acontecerá de maneira dramática, por exemplo com a aterrissagem de uma espaçonave alienígena do lado da Torre Eiffel em Paris. É muito mais provável que ela ocorra por meio de observações via telescópio de um planeta distante cuja atmosfera contenha produtos químicos indicativos de atividade biológica.
Na última segunda-feira (28), pesquisadores disseram que o metano pode vir a ser o primeiro sinal detectável de vida extraterrestre, caso seja descoberto na atmosfera de um planeta rochoso que orbite na "zona habitável" – uma área nem fria demais nem quente demais para a existência de água em forma líquida na superfície do planeta – de uma estrela semelhante ao Sol.
Os cientistas estão trabalhando para compreender os indicadores de vida – bioassinaturas – que podem estar presentes nas observações de planetas em outros sistemas solares, os chamados exoplanetas, sabendo que telescópios de capacidade cada vez maior em breve estarão disponíveis.
Em um estudo publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, os pesquisadores demonstraram que a abundância de metano na atmosfera pode ser um sinal persuasivo de vida, no contexto planetário correto. O metano é um importante gás residual na atmosfera da Terra, presente em volume de menos de duas partes por milhão.
Diferentemente de outras potenciais bioassinaturas tais como o oxigênio atmosférico, o metano é um dos poucos gases que poderia ser detectado com facilidade por meio do James Webb Space Telescope, lançado em dezembro pela Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (Nasa) americana e que está sendo preparado para entrar em operação dentro de alguns meses.
"Na Terra, a vasta maioria do metano é produzido pela vida", disse Maggie Thompson, a principal autora do artigo, estudante de pós-graduação em astronomia e astrofísica na Universidade da Califórnia em Santa Cruz.
A maior parte do gás é gerada diretamente pela vida: micróbios produtores de metano em terras úmidas, arrozais ou nos aparelhos digestivos de animais de grande porte. O metano também é gerado por atividades humanas como a queima de combustíveis fósseis, entre os quais carvão e petróleo, que são remanescentes de organismos mortos. A proporção de metano gerado de forma não biológica na Terra é minúscula.
Os pesquisadores apresentaram um argumento triplo em favor do metano como bioassinatura promissora.
"Primeiro, não seria surpreendente que a vida produzisse metano em outros ambientes. Mesmo que a bioquímica da vida alienígena seja radicalmente diferente da que existe na biosfera da Terra, a metanogênese é uma estratégia metabólica óbvia e fácil para qualquer vida baseada em carbono, dadas as fontes de energia provavelmente presentes em exoplanetas rochosos", disse Joshua Krissansen-Totton, coautor do estudo e pesquisador Nasa-Sagan no departamento de astronomia e astrofísica da Universidade da Califórnia em Santa Cruz.
Em segundo lugar, eles disseram, o metano não persistiria por muito tempo na atmosfera de planetas rochosos habitáveis sem um reabastecimento constante, possivelmente por meio de organismos vivos. Na Terra, o metano atmosférico é instável – os efeitos químicos da luz o destroem –, mas existe um reabastecimento biológico constante.
Terceiro, segundo os pesquisadores, seria difícil para processos não biológicos, como o vulcanismo ou as reações químicas em cadeias montanhosas oceânicas e fontes hidrotermais, manter o reabastecimento sem deixar "impressões digitais" indicando que o metano não foi gerado biologicamente.
Os vulcões emissores de gases, por exemplo, liberariam monóxido de carbono em companhia do metano, mas a atividade biológica tende a devorar monóxido de carbono e reduzir sua concentração atmosférica. Assim, eles disseram, processos não biológicos não são capazes de produzir facilmente, em planetas rochosos, atmosferas ricas tanto em carbono quanto em metano, como acontece na Terra, mas com pouco ou nenhum monóxido de carbono.
Os cientistas estão na expectativa de que novas percepções sobre a atmosfera dos exoplanetas serão oferecidas pelo James Webb e outros novos telescópios, examinado a química quando esses planetas distantes passarem diante das estrelas cujos sistemas eles ocupam, da perspectiva da Terra.
O oxigênio, mais abundante que o metano na atmosfera terrestre, é outra bioassinatura potencial. Ele também é inserido na atmosfera terrestre via processos biológicos – no caso, a fotossíntese de plantas e micróbios. Mas o James Webb não terá capacidade de detectar oxigênio.
"O metano não é uma bioassinatura hipotética. Sabemos que a vida na Terra vem produzindo metano por essencialmente toda sua história, e as concentrações atmosféricas de metano podem ter sido elevadas no começo da Terra, antes que houvesse oxigênio na atmosfera", disse Krissansen-Totton.
"Mas é importante apontar que a diversidade de ambientes planetários em outros sistemas é provavelmente vasta, e pode haver outros processos não biológicos de produção de metano que ninguém considerou até agora."
(Will Dunham. https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/03/metano-pode-ser-a-chave-para-detectar-vida-alienigena-em-um-planeta-distante.shtml. 31.mar.2022)
Em segundo lugar, eles disseram, o metano não persistiria por muito tempo na atmosfera de planetas rochosos habitáveis sem um reabastecimento constante, possivelmente por meio de organismos vivos. (linhas 31 e 32) Assinale a alternativa em que se tenha mantido correção com a nova pontuação atribuída ao período acima.
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