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O diabetes melito (DM) do tipo 2 é uma doença de alta prevalência. Apesar de sua importância do ponto de vista epidemiológico, estima-se que aproximadamente dois terços dos pacientes diabéticos da América do Norte encontram-se sem diagnóstico. Na expectativa de aumentar-se o número de pacientes diagnosticados de forma precoce e diminuir a demanda econômica com o tratamento de complicações crônicas da doença, a Associação Americana de Diabetes %u2014 American Diabetes Association (ADA) -, em 1997, sugeriu novos critérios diagnósticos para a doença. Em relação a esses novos critérios, julgue os itens a seguir.
A sugestão desses novos critérios diagnósticos pela ADA, importante instituição norte-americana do ponto de vista político, econômico e científico, baseados em fortes evidências científicas, causou grande impacto à comunidade científica internacional, culminando com a aceitação desses novos critérios em todos os países e na aplicação clínica rotineira desses critérios.
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O diabetes melito (DM) do tipo 2 é uma doença de alta prevalência. Apesar de sua importância do ponto de vista epidemiológico, estima-se que aproximadamente dois terços dos pacientes diabéticos da América do Norte encontram-se sem diagnóstico. Na expectativa de aumentar-se o número de pacientes diagnosticados de forma precoce e diminuir a demanda econômica com o tratamento de complicações crônicas da doença, a Associação Americana de Diabetes %u2014 American Diabetes Association (ADA) -, em 1997, sugeriu novos critérios diagnósticos para a doença. Em relação a esses novos critérios, julgue os itens a seguir.
De acordo com os novos critérios, a determinação da concentração de hemoglobina glicada (HbA1c) e insulinemia passam a constituir critérios diagnósticos para o DM.
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O diabetes melito (DM) do tipo 2 é uma doença de alta prevalência. Apesar de sua importância do ponto de vista epidemiológico, estima-se que aproximadamente dois terços dos pacientes diabéticos da América do Norte encontram-se sem diagnóstico. Na expectativa de aumentar-se o número de pacientes diagnosticados de forma precoce e diminuir a demanda econômica com o tratamento de complicações crônicas da doença, a Associação Americana de Diabetes %u2014 American Diabetes Association (ADA) -, em 1997, sugeriu novos critérios diagnósticos para a doença. Em relação a esses novos critérios, julgue os itens a seguir.
É diagnosticado como portador de DM paciente que apresenta glicemia de jejum $ 126 mg/dL, confirmada em segunda ocasião, não sendo necessária a realização de quaisquer outros exames complementares, de acordo com os novos critérios da ADA.
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O diabetes melito (DM) do tipo 2 é uma doença de alta prevalência. Apesar de sua importância do ponto de vista epidemiológico, estima-se que aproximadamente dois terços dos pacientes diabéticos da América do Norte encontram-se sem diagnóstico. Na expectativa de aumentar-se o número de pacientes diagnosticados de forma precoce e diminuir a demanda econômica com o tratamento de complicações crônicas da doença, a Associação Americana de Diabetes %u2014 American Diabetes Association (ADA) -, em 1997, sugeriu novos critérios diagnósticos para a doença. Em relação a esses novos critérios, julgue os itens a seguir.
Pacientes classificados como GJA pelos novos critérios da ADA e aqueles classificados como intolerantes à glicose pelos critérios diagnósticos clássicos da Organização Mundial de Saúde, ou seja, pelo oGTT, apresentam riscos semelhantes em relação ao DM e à doença cardiovascular.
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O diabetes melito (DM) do tipo 2 é uma doença de alta prevalência. Apesar de sua importância do ponto de vista epidemiológico, estima-se que aproximadamente dois terços dos pacientes diabéticos da América do Norte encontram-se sem diagnóstico. Na expectativa de aumentar-se o número de pacientes diagnosticados de forma precoce e diminuir a demanda econômica com o tratamento de complicações crônicas da doença, a Associação Americana de Diabetes %u2014 American Diabetes Association (ADA) -, em 1997, sugeriu novos critérios diagnósticos para a doença. Em relação a esses novos critérios, julgue os itens a seguir.
De acordo com os novos critérios, pacientes que apresentam glicemia de jejum entre 100 mg/dL e 125 mg/dL, confirmada em segunda ocasião, são classificados dentro de uma nova entidade nosológica denominada glicemia de jejum alterada (GJA).
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O diabetes melito (DM) do tipo 2 é uma doença de alta prevalência. Apesar de sua importância do ponto de vista epidemiológico, estima-se que aproximadamente dois terços dos pacientes diabéticos da América do Norte encontram-se sem diagnóstico. Na expectativa de aumentar-se o número de pacientes diagnosticados de forma precoce e diminuir a demanda econômica com o tratamento de complicações crônicas da doença, a Associação Americana de Diabetes %u2014 American Diabetes Association (ADA) -, em 1997, sugeriu novos critérios diagnósticos para a doença. Em relação a esses novos critérios, julgue os itens a seguir.
Devido às dificuldades para a realização do teste oral de tolerância à glicose (oGTT) e a sua baixa reprodutibilidade, a ADA sugere que essa ferramenta diagnóstica não seja utilizada na rotina clínica.
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Um paciente chegou ao consultório para exames de rotina. Ao exame radiológico, observou-se rarefaciência óssea localizada sobre o ápice radicular do dente 21, bem delimitada e pouco circunscrita, com 7 mm de diâmetro médio. A obturação do canal apresenta-se satisfatória, com comprimento de 1,0 mm aquém do ápice radicular radiográfico. O paciente relatou que o tratamento endodôntico foi feito por três vezes, tendo sido feito o último há 3 anos. O dente estava adequadamente restaurado, com pino intra-radicular de fibra de vidro, sem problemas oclusais, e o paciente, assintomático. Houve história de abscesso periapical agudo, o que indicou o primeiro tratamento.
A partir do caso exposto acima, julgue os itens a seguir.
Após a apicectomia, o arredondamento dos ângulos cavos da porção externa da raiz proporciona melhor reparo radicular, devendo ser utilizadas limas especiais ou brocas multilaminadas.
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Um paciente chegou ao consultório para exames de rotina. Ao exame radiológico, observou-se rarefaciência óssea localizada sobre o ápice radicular do dente 21, bem delimitada e pouco circunscrita, com 7 mm de diâmetro médio. A obturação do canal apresenta-se satisfatória, com comprimento de 1,0 mm aquém do ápice radicular radiográfico. O paciente relatou que o tratamento endodôntico foi feito por três vezes, tendo sido feito o último há 3 anos. O dente estava adequadamente restaurado, com pino intra-radicular de fibra de vidro, sem problemas oclusais, e o paciente, assintomático. Houve história de abscesso periapical agudo, o que indicou o primeiro tratamento.
A partir do caso exposto acima, julgue os itens a seguir.
Pontas especiais de ultra-som devem ser utilizadas para o preparo do nicho apical que receberá a obturação retrógrada, pois se consegue bom comprimento no preparo, mantendo-se a linha do canal. Não é possível obter-se o mesmo resultado realizando-se essa manobra com brocas.
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Um paciente chegou ao consultório para exames de rotina. Ao exame radiológico, observou-se rarefaciência óssea localizada sobre o ápice radicular do dente 21, bem delimitada e pouco circunscrita, com 7 mm de diâmetro médio. A obturação do canal apresenta-se satisfatória, com comprimento de 1,0 mm aquém do ápice radicular radiográfico. O paciente relatou que o tratamento endodôntico foi feito por três vezes, tendo sido feito o último há 3 anos. O dente estava adequadamente restaurado, com pino intra-radicular de fibra de vidro, sem problemas oclusais, e o paciente, assintomático. Houve história de abscesso periapical agudo, o que indicou o primeiro tratamento.
A partir do caso exposto acima, julgue os itens a seguir.
O corte da porção apical da raiz deve ser perpendicular ao longo do eixo dela, removendo-se 3 mm do ápice radicular.
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Um paciente chegou ao consultório para exames de rotina. Ao exame radiológico, observou-se rarefaciência óssea localizada sobre o ápice radicular do dente 21, bem delimitada e pouco circunscrita, com 7 mm de diâmetro médio. A obturação do canal apresenta-se satisfatória, com comprimento de 1,0 mm aquém do ápice radicular radiográfico. O paciente relatou que o tratamento endodôntico foi feito por três vezes, tendo sido feito o último há 3 anos. O dente estava adequadamente restaurado, com pino intra-radicular de fibra de vidro, sem problemas oclusais, e o paciente, assintomático. Houve história de abscesso periapical agudo, o que indicou o primeiro tratamento.
A partir do caso exposto acima, julgue os itens a seguir.
Após a remoção da lesão periapical, a apicectomia deve ser realizada com brocas do tipo Endo-Z ou Zekrya ou pontas diamantadas cônicas com ponta inativa, em alta rotação, sempre com muita irrigação, pois os resultados na superfície radicular são semelhantes.
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