Foram encontradas 285 questões.
Em relação aos acordes de 3 sons e colocando-se as tríades sobre os graus das escalas maiores e das escalas menores harmônicas, tem-se:
I. O acorde encontrado nos II, III e VI graus das escalas maiores é o acorde perfeito menor.
II. O acorde encontrado no VII grau das escalas maiores e no II e VII graus das escalas menores é o acorde de quinta aumentada.
III. O acorde encontrado no III grau das escalas menores é o de quinta diminuta.
IV. O acorde encontrado no V e no VI grau das escalas menores é o acorde perfeito maior.
Assinale a alternativa correta.
Provas
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a respectiva classificação dos intervalos anotados a seguir.

Provas
Assinale a alternativa correta.
Provas
Compositores costumam se dedicar ao ensino e, muitas vezes, o fazem por meio da criação de coleções de obras em progressão de dificuldade. Fornecem ao instrumentista desafios que vão desde a mais simples linha melódica, de fácil execução, até complexas passagens de execução técnica elaborada. Bela-Bartók, compositor húngaro, destinou um trabalho que se divide em vários cadernos para a formação do pianista. Assinale a alternativa que apresenta o nome desse conjunto de obras.
Provas
Considerando o sistema de equações
!$ \begin{cases}3x − 8y = 1\\2x + 3y = 9 \end{cases} !$
assinale a alternativa que apresenta a sua solução.
Provas
Considere as proposições:
P: Todo papagaio é verde.
Q: Tudo que é verde é pepino.
R: Todo papagaio é pepino.
Se considerarmos que R é a conclusão obtida a partir das premissas P e Q, é correto afirmar que
Provas
Para a confecção de velas artesanais, certo artesão comprou um tablete de parafina em formato de paralelepípedo reto retângulo de arestas 20 cm, 18 cm e 15 cm. Sabendo que as velas que deseja produzir são cilíndricas, de raio igual a 3 centímetros e altura igual a 5 centímetros, qual é a quantidade máxima de velas que podem ser produzidas usando a parafina disponível?
(Caso necessário, use !$ π !$ = 3, 14)
Provas
Ao considerarmos duas funções polinomiais de segundo grau g(x) = 5x2 + 7x − 11 e h(x) = 3x2 + 4x − 9, pode-se comparar o mecanismo para determinar suas possíveis intersecções a um sistema de equações de segundo grau. Nesse contexto, é correto afirmar que
Provas
Sabendo que as matrizes A e B têm ordem 3 e são tais que det(A) = 2 e det(B) = 3, assinale a alternativa que apresenta o valor de det(3A × 2B)
Provas
FRUTOS NEM TÃO PROIBIDOS
Livro recém-lançado explica por que nossa dieta inclui apenas uma fração das plantas comestíveis disponíveis na natureza
Será que todos os vegetais que não comemos são menos gostosos que broto de feijão? A pergunta é feita pelo professor de botânica John Warren, da Universidade Aberystwyth, no País de Gales, logo no início do livro The Nature of Crops: How We Came to Eat the Plants We Do (“A natureza da colheita: por que comemos as plantas que comemos”, em tradução livre), ainda sem edição no Brasil. Warren sempre ficou intrigado com a pouca variedade de vegetais que encontrava nas prateleiras do supermercado – das 300 mil espécies comestíveis de que se tem notícia, comemos apenas 200 (200 mesmo, não 200 mil) – e resolveu investigar por que foi que decidimos que salada boa é feita com alface e tomate, e não com dente-de-leão ou beldroega.
Não existe uma única resposta certa. Para se tornarem cultiváveis a fim de fazer parte da dieta dos homens, as plantas devem ter uma série de qualificações no currículo. Primeiro, precisam ser nutritivas. Depois, devem ser fáceis de armazenar. Ter grãos, sementes ou frutas que sobrevivem muito tempo longe do pé sempre ajuda. Um último diferencial é a personalidade (e o cheiro) forte: plantas perfumadas, que combatem bactérias ou até as que são psicotrópicas sempre chamam a atenção. E, por incrível que pareça, as plantas tóxicas não estão excluídas automaticamente: muitos vegetais que consumimos hoje são descendentes de plantas potencialmente letais.
Por tudo isso, argumenta Warren, hoje o que realmente nos separa de uma dieta mais diversificada é a nossa própria imaginação: “No futuro, iremos apreciar toda uma miríade de novas frutas e vegetais que são melhores para a saúde e menos prejudiciais para a natureza”.
Adaptado de: KIST, Cristine. Frutos nem tão proibidos. Revista Galileu, São Paulo, n. 290, p. 12-13, set. 2015.
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
Provas
Caderno Container