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Foram encontradas 50 questões.

Leia o texto a seguir para responder à questão.
Notas sobre a carioquice
Rio de Janeiro. Chove muito forte na cidade. Raios e trovões. Alagamentos e árvores caídas. Balanço trágico: quatro mortos e um garoto desaparecido. Em meio ao trânsito parado, dois gaiatos (expressão tipicamente carioca) pegam suas pranchas e vão para a rua alagada surfar no asfalto. Divertem-se, gritam, como se fosse necessário buscar prazer onde só há aborrecimento e lamentação. A cena se repetiu anteontem à noite, à beira da lagoa Rodrigo de Freitas. Virou onda surfar debochadamente na chuva. Espírito carioca.
Várias pessoas ficam em cima de um ônibus, sem ter como sair. Bombeiros não chegam. De algum lugar, surge um bote, a salvação para uma dezena de desesperados, só então resgatados. Nem tudo é cinismo na cidade. Solidariedade carioca.
Noite de show no Rio. Só há fila, e grande, na entrada para convidados, os que têm nome na porta. As pessoas "normais" entram tranquilamente, sem aborrecimento. O VIP fica na fila porque quase ninguém gosta de pagar ingresso. Descolados cariocas não tiram a carteira do bolso. Esperteza carioca.
No restaurante, pai, mãe e amiga cantam parabéns para adolescente tímida e desanimada com o aniversário. As mesas ao lado engrossam o "Parabéns a você". Logo, todo o restaurante canta junto, e a menina ri, feliz. Alegria e gaiatice do carioca.
Atenção à roupa e aos gestos. Na praia, na rua, no samba, no shopping, há sempre uma máquina fotográfica à espreita. Os "paparazzi" estão em toda parte. Qualquer um pode aparecer em um site de fofoca perto de suposta celebridade só por andar pelo Leblon. Coadjuvante de subcelebridade. Risco carioca.
COSTA, Paula Cesarino. Notas sobre a carioquice. Folha de S. Paulo. Caderno Opinião. 07 mar. 2013. Disponível em:
<http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/97239-notas-sobre-a-carioquice.shtml>. Acesso em: 07 mar. 2013. (Adaptado).
No trecho “dois gaiatos (expressão tipicamente carioca)”, a informação que está entre parênteses exemplifica a seguinte função da linguagem:
 

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806916 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
A dor ou desconforto pós-obturação dos canais radiculares é um evento previsível. O seu tratamento varia de acordo com a situação. Nos casos em que ocorreu dor pós-obturação dos canais radiculares e a obturação encontra-se adequada, o tratamento indicado é
 

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761486 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Levando-se em consideração as características anatômicas do incisivo lateral superior permanente, na execução de um tratamento endodôntico, deve-se considerar
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Notas sobre a carioquice
Rio de Janeiro. Chove muito forte na cidade. Raios e trovões. Alagamentos e árvores caídas. Balanço trágico: quatro mortos e um garoto desaparecido. Em meio ao trânsito parado, dois gaiatos (expressão tipicamente carioca) pegam suas pranchas e vão para a rua alagada surfar no asfalto. Divertem-se, gritam, como se fosse necessário buscar prazer onde só há aborrecimento e lamentação. A cena se repetiu anteontem à noite, à beira da lagoa Rodrigo de Freitas. Virou onda surfar debochadamente na chuva. Espírito carioca.
Várias pessoas ficam em cima de um ônibus, sem ter como sair. Bombeiros não chegam. De algum lugar, surge um bote, a salvação para uma dezena de desesperados, só então resgatados. Nem tudo é cinismo na cidade. Solidariedade carioca.
Noite de show no Rio. Só há fila, e grande, na entrada para convidados, os que têm nome na porta. As pessoas "normais" entram tranquilamente, sem aborrecimento. O VIP fica na fila porque quase ninguém gosta de pagar ingresso. Descolados cariocas não tiram a carteira do bolso. Esperteza carioca.
No restaurante, pai, mãe e amiga cantam parabéns para adolescente tímida e desanimada com o aniversário. As mesas ao lado engrossam o "Parabéns a você". Logo, todo o restaurante canta junto, e a menina ri, feliz. Alegria e gaiatice do carioca.
Atenção à roupa e aos gestos. Na praia, na rua, no samba, no shopping, há sempre uma máquina fotográfica à espreita. Os "paparazzi" estão em toda parte. Qualquer um pode aparecer em um site de fofoca perto de suposta celebridade só por andar pelo Leblon. Coadjuvante de subcelebridade. Risco carioca.
COSTA, Paula Cesarino. Notas sobre a carioquice. Folha de S. Paulo. Caderno Opinião. 07 mar. 2013. Disponível em:
<http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/97239-notas-sobre-a-carioquice.shtml>. Acesso em: 07 mar. 2013. (Adaptado).
A sentença “Descolados cariocas não tiram a carteira do bolso”, estabelece, com o período que a antecede, uma relação de
 

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735513 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
A principal causa de insucesso endodôntico é a persistência de uma infecção intracanal, independente de o canal estar tratado satisfatoriamente ou não. Em relação ao assunto, verifica-se que
 

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712199 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Com relação ao nível do traço de fratura radicular, em que região ocorrem aquelas que apresentam melhores prognósticos, quando se pensa na manutenção da coroa dentária.
 

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700582 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
O uso de medicação intracanal entre as consultas do tratamento endodôntico tem como objetivo:
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Amor platônico?
O “amor platônico” é um dos estereótipos do senso comum mais conhecidos da tradição ocidental. Se olharmos de perto os textos de Platão, ficaremos surpresos com o quanto suas ideias são distorcidas. É comum dizer que o “amor platônico” refere-se a uma relação na qual aquele que ama idealiza o outro: a pessoa amada é ideal e, portanto, inatingível. O texto mais conhecido de Platão sobre o amor é o diálogo O Banquete, no qual se narra o encontro de cidadãos atenienses dispostos a elogiar o deus Eros.
O amor é e não é um sentimento
Segundo alguns, o amor é um sentimento, um modo como os seres humanos são afetados por objetos ou seres que os atraem e os marcam. Para Fedro, um dos personagens de O Banquete, o amor é uma espécie de sentimento nobre e elevado de amizade, reciprocidade, que conduz ao cuidado com o bem do outro.
Já na perspectiva de Aristófanes, o amor não é mero sentimento, mas algo permanente, inerente à espécie humana, na medida em que está presente no fato de sermos estruturalmente incompletos. A busca de completude determina-nos, fazendo-nos estar sempre voltados para o outro. A essa estrutura carente combinam-se graus de consciência, que determinam nosso modo de ser e agir.
Entre o sentimento e a estrutura entram em jogo ainda as dimensões da significação e do conhecimento, pela dimensão da consciência da falta, que está relacionada com a consciência do outro e com a busca constante de alguém que nos complete. O que entendo que sou e aquilo que significo para mim mesmo são correlatos ao que eu entendo que o outro é, ou o que o outro significa para mim.
Sócrates critica, por um lado, a ideia de que o amor seja apenas a busca de uma suposta cara-metade; por outro lado, reforça a perspectiva que leva em conta a consciência da carência: quem sequer imagina que é deficiente naquilo que não acredita ser-lhe necessário não é capaz de desejar verdadeiramente.
A ideia do amor como processo permite associar intimamente amor e conhecimento: o amor fica entre a ignorância e o saber pleno, pois quando o ser carente encontra o que busca, na beleza ou na excelência do outro, torna-se grávido e tem necessidade de gerar. Para falarmos em geração, temos de supor alguma plenitude, alguma suficiência que, finalmente, transborda, vai além da mera falta e produz algo novo.
A geração deve ser pensada tanto no plano natural como no cultural. Os seres vivos estão em permanente transformação, tornando-se constantemente outros, perdendo o que têm e fabricando-se novamente. No plano biológico, a geração de outro ser é preservação da espécie; na dimensão cultural, a geração dá-se no plano da significação e do conhecimento. Seja como preservação da espécie, seja como fabricação da cultura, amar significa buscar recursos para lidarmos com nossa mortalidade.
O amor é loucura e filosofia
A ideia de que o amor seja um tipo de loucura aparece também em outro diálogo platônico, chamado Fedro, no qual Sócrates discute os benefícios e os prejuízos de uma relação amorosa. Mas, se filosofia é amor pelo conhecimento, não pode ser um desvario irracional. Aqueles que julgam saber tudo não filosofam, porque se creem sábios. A maioria dos humanos ignora sua própria ignorância, por isso age irrefletidamente. Quem toma consciência da ignorância estrutural da humanidade são os que filosofam, buscando nas coisas toda a racionalidade de que são capazes. O objeto dessa busca é a inteligibilidade máxima, que Platão chama de “ideia”, “forma” ou “essência” inteligível.
Por “ideia” e “ideal”, em Platão, não devemos entender algo idealizado, mas um modo de ser radical, cujas determinações sejam puramente inteligíveis. Esse máximo de ideação é mais uma aposta e uma exigência do que uma constatação; aquele que filosofa parte da precariedade e da finitude das coisas e dos homens. Para compreendê-los e educá-los, o filósofo é levado a postular algo que não conhece, mas que julga dever existir, apesar de invisível. A “ideia” ou “essência”, então, é alguma coisa à qual temos acesso por meio da inteligência. À medida que é pensada e desenvolvida reflexivamente (por meio do diálogo), passa a ser tomada como referência; é algo divino porque está além da mortalidade humana.
Assim, o objeto dito “ideal” não é um objeto perfeito imaginado nem mera projeção gerada pela carência. O objeto inteligível é proposto como algo a ser pensado, conhecido e amado. Se o amor é filosófico, ele é construção racional e progressiva desse objeto. Não é a idealização ingênua da figura do ser amado, mas é abertura para o outro e, progressivamente, para uma alteridade inteligível, rumo a algum tipo de imortalidade.
O movimento do amor não pode parar: além do aspecto físico, dos valores políticos, da convivência na cidade (pólis), visando ao bem comum, ele é exigência máxima de racionalidade, buscando a causa de tudo o que é bom e de toda beleza. Busca de consciência e conhecimento máximos, o amor filosófico é exigência de beleza pura, mas sabe-se finito e limitado, mesmo que desejando sempre mais.
MARQUES, Marcelo P. Amor Platônico. Revista Cult, edição 146, 2010. Disponível em:
<http://revistacult.uol.com.br/home/2010/05/amor-platonico/>. Acesso em: 19 mar. 2013. (Adaptado).
Em relação à organização do texto verifica-se que
 

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678796 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Um paciente adulto compareceu à clínica de urgência relatando dor intensa e espontânea na região de molares inferiores do lado esquerdo. O paciente apresentava tumefação difusa, trismo, febre e mal-estar.
O tratamento de urgência desse caso consiste em drenagem da coleção purulenta associada à prescrição de
 

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660001 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Sobre as brocas de Gates-Glidden, verifica-se que
 

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