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Foram encontradas 540 questões.

873080 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Modelo de trabalho em equipe em que se observa: cooperação entre os profissionais, com intercâmbios reais e enriquecimento mútuos, capacidade de reflexão e distribuição de poder e prestígio no grupo, de entender as limitações da própria área de atuação e buscar compreender a totalidade humana através da interação entre os diversos profissionais. Esse modelo denomina-se
 

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873045 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
De acordo com os critérios de Jones, qual critério é considerado maior?
 

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872239 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Lactente de 4 meses apresentando há 1 semana erupção eritematosa e pápulo-vesicular, com abundante exsudação serosa e que descama deixando a pele eritematosa e com descamação furfurácea. As lesões são altamente pruriginosas e se encontram na cabeça, pescoço e na região malar, poupando o triângulo nasolabial e a região periocular. Este quadro é compatível com o diagnóstico de
 

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867107 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Sobre o cemento radicular, nota-se que
 

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866136 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Sabe-se que a respiração bucal pode ocasionar alterações ósseas, posturais, musculares e funcionais.
Uma característica desse padrão funcional alterado é
 

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866135 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Na avaliação de massas tumorais ovarianas é fundamental diferenciar as massas ovarianas benignas, que podem receber uma conduta expectante, das massas tumorais malignas, que necessitam de intervenções imediatas. Nesse sentido, verifica-se que
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Amor platônico?
O “amor platônico” é um dos estereótipos do senso comum mais conhecidos da tradição ocidental. Se olharmos de perto os textos de Platão, ficaremos surpresos com o quanto suas ideias são distorcidas. É comum dizer que o “amor platônico” refere-se a uma relação na qual aquele que ama idealiza o outro: a pessoa amada é ideal e, portanto, inatingível. O texto mais conhecido de Platão sobre o amor é o diálogo O Banquete, no qual se narra o encontro de cidadãos atenienses dispostos a elogiar o deus Eros.
O amor é e não é um sentimento
Segundo alguns, o amor é um sentimento, um modo como os seres humanos são afetados por objetos ou seres que os atraem e os marcam. Para Fedro, um dos personagens de O Banquete, o amor é uma espécie de sentimento nobre e elevado de amizade, reciprocidade, que conduz ao cuidado com o bem do outro.
Já na perspectiva de Aristófanes, o amor não é mero sentimento, mas algo permanente, inerente à espécie humana, na medida em que está presente no fato de sermos estruturalmente incompletos. A busca de completude determina-nos, fazendo-nos estar sempre voltados para o outro. A essa estrutura carente combinam-se graus de consciência, que determinam nosso modo de ser e agir.
Entre o sentimento e a estrutura entram em jogo ainda as dimensões da significação e do conhecimento, pela dimensão da consciência da falta, que está relacionada com a consciência do outro e com a busca constante de alguém que nos complete. O que entendo que sou e aquilo que significo para mim mesmo são correlatos ao que eu entendo que o outro é, ou o que o outro significa para mim.
Sócrates critica, por um lado, a ideia de que o amor seja apenas a busca de uma suposta cara-metade; por outro lado, reforça a perspectiva que leva em conta a consciência da carência: quem sequer imagina que é deficiente naquilo que não acredita ser-lhe necessário não é capaz de desejar verdadeiramente.
A ideia do amor como processo permite associar intimamente amor e conhecimento: o amor fica entre a ignorância e o saber pleno, pois quando o ser carente encontra o que busca, na beleza ou na excelência do outro, torna-se grávido e tem necessidade de gerar. Para falarmos em geração, temos de supor alguma plenitude, alguma suficiência que, finalmente, transborda, vai além da mera falta e produz algo novo.
A geração deve ser pensada tanto no plano natural como no cultural. Os seres vivos estão em permanente transformação, tornando-se constantemente outros, perdendo o que têm e fabricando-se novamente. No plano biológico, a geração de outro ser é preservação da espécie; na dimensão cultural, a geração dá-se no plano da significação e do conhecimento. Seja como preservação da espécie, seja como fabricação da cultura, amar significa buscar recursos para lidarmos com nossa mortalidade.
O amor é loucura e filosofia
A ideia de que o amor seja um tipo de loucura aparece também em outro diálogo platônico, chamado Fedro, no qual Sócrates discute os benefícios e os prejuízos de uma relação amorosa. Mas, se filosofia é amor pelo conhecimento, não pode ser um desvario irracional. Aqueles que julgam saber tudo não filosofam, porque se creem sábios. A maioria dos humanos ignora sua própria ignorância, por isso age irrefletidamente. Quem toma consciência da ignorância estrutural da humanidade são os que filosofam, buscando nas coisas toda a racionalidade de que são capazes. O objeto dessa busca é a inteligibilidade máxima, que Platão chama de “ideia”, “forma” ou “essência” inteligível.
Por “ideia” e “ideal”, em Platão, não devemos entender algo idealizado, mas um modo de ser radical, cujas determinações sejam puramente inteligíveis. Esse máximo de ideação é mais uma aposta e uma exigência do que uma constatação; aquele que filosofa parte da precariedade e da finitude das coisas e dos homens. Para compreendê-los e educá-los, o filósofo é levado a postular algo que não conhece, mas que julga dever existir, apesar de invisível. A “ideia” ou “essência”, então, é alguma coisa à qual temos acesso por meio da inteligência. À medida que é pensada e desenvolvida reflexivamente (por meio do diálogo), passa a ser tomada como referência; é algo divino porque está além da mortalidade humana.
Assim, o objeto dito “ideal” não é um objeto perfeito imaginado nem mera projeção gerada pela carência. O objeto inteligível é proposto como algo a ser pensado, conhecido e amado. Se o amor é filosófico, ele é construção racional e progressiva desse objeto. Não é a idealização ingênua da figura do ser amado, mas é abertura para o outro e, progressivamente, para uma alteridade inteligível, rumo a algum tipo de imortalidade.
O movimento do amor não pode parar: além do aspecto físico, dos valores políticos, da convivência na cidade (pólis), visando ao bem comum, ele é exigência máxima de racionalidade, buscando a causa de tudo o que é bom e de toda beleza. Busca de consciência e conhecimento máximos, o amor filosófico é exigência de beleza pura, mas sabe-se finito e limitado, mesmo que desejando sempre mais.
MARQUES, Marcelo P. Amor Platônico. Revista Cult, edição 146, 2010. Disponível em:
<http://revistacult.uol.com.br/home/2010/05/amor-platonico/>. Acesso em: 19 mar. 2013. (Adaptado).
Ao usar a expressão “objeto inteligível”, o autor está indicando, por meio do uso do adjetivo, que o objeto a que se refere é
 

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866045 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
A evolução da epidemia da AIDS no Brasil, afetando de maneira especial as mulheres, trouxe, como novo desafio a ser enfrentado, o controle da transmissão vertical do HIV. Sobre esse controle verifica-se que
 

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866025 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Agente etiológico é o causador ou o responsável pela origem da doença. Pode ser um vírus, bactéria, fungo ou protozoário. Normalmente precisa de um vetor para proliferar a doença. São exemplos de doença com manifestações bucais de infecções bacterianas, fúngicas e virais, respectivamente:
 

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866018 Ano: 2012
Disciplina: Radiologia
Banca: UEG
Orgão: PM-GO
Qual o melhor método por imagem para avaliação da pancreatite aguda e sua gravidade?
 

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